A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) anunciou nesta quarta-feira (10) modificações e aumentou a pontuação da Indy na obtenção da superlicença, necessária para competir na Fórmula 1. Com isso, os pilotos da categoria norte-americana passam a ter caminho mais fácil para conseguir o documento.

O campeão da Indy segue conseguindo os 40 pontos, que já garantem a superlicença, e o vice recebe 30, mas alterações ocorrem entre o terceiro e o nono lugar, que passam a receber mais tentos a partir de 2026. Na temporada do próximo ano, a pontuação distribuirá será: 25, 20, 15, 10, 8, 6 e 3 entre o segundo e nono colocado — o décimo segue recebendo 1 tento.

Até o anúncio da FIA, a pontuação das posições intermediárias da Indy se confundia com categorias de base na Europa, como a Fórmula 3, que distribuía mais pontos à partir do terceiro lugar. O campeonato de monoposto norte-americano dava 40, 30, 20, 10, 8, 6, 4, 3, 2, 1 até 2025.

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Arte com erros que FIA usou para divulgar alteração na pontuação para superlicença (Foto: FIA)

Caso a FIA tivesse feito a alteração temporadas anteriores, Colton Herta, piloto da Hitech na Fórmula 2 e reserva da Cadillac na F1, já teria obtido a superlicença para competir na categoria mais popular do planeta.

Vale destacar que na arte do anúncio da FIA nas redes sociais que aponta as modificações na pontuação da Indy para a superlicença, a entidade se equivoca nos pontos que estavam em vigência, errando os tentos que eram do vice-campeão e entre o quarto e nono lugar. Posteriormente, o órgão máximo do automobilismo fez a correção.

A temporada 2026 da Indy tem início no dia 1 de março, com o GP de St. Pete, no circuito de rua montado na cidade localizada na Flórida.