O World’s Fastest Gamer – ou apenas WFG – chega na segunda edição com uma premiação espetacular. Além de R$ 40 mil, a competição dará uma temporada completa a bordo de um Aston Martin GT3 para o campeão.
O campeonato, conhecido por ter levado o holandês Rudy van Buren para a McLaren como piloto de eSports, dando inclusive a chance do jovem pilotar a McLaren de James Hunt no festival de Goodwood, abriu suas inscrições para as classificatórias iniciais, onde os 20 mais rápidos no período entre 5 a 18 de agosto formarão o grid de uma corrida online que será realizada no próximo dia 24.
O campeonato, conhecido por ter levado o holandês Rudy van Buren para a McLaren como piloto de eSports, dando inclusive a chance do jovem pilotar a McLaren de James Hunt no festival de Goodwood, abriu suas inscrições para as classificatórias iniciais, onde os 20 mais rápidos no período entre 5 a 18 de agosto formarão o grid de uma corrida online que será realizada no próximo dia 24.

#iconeimagem Vencedor do WFG2 terá como prêmio final uma temporada completa em um Aston Martin GT3. (Foto: Reprodução).
O campeonato será realizado na plataforma do rFactor 2, exclusivo para PC, e os participantes devem adquirir conteúdo extra em formato de DLC (downloadable content), que será utilizado na competição. O carro Aston Martin Vantage GT3 e a pista de Sebring podem ser comprados na plataforma Steam.
O vencedor, além de receber uma premiação em dinheiro, se juntará aos oito finalistas para disputas ao vivo do restante do campeonato, buscando a premiação final.
Darren Cox, presidente da Millennial Esports, promotora do evento, comentou que a segunda edição é um retorno às raízes.
“Não podemos negar os sonhos destas pessoas. 80% dos que correm online querem correr na vida real. Então vamos voltar às nossas raízes e colocá-los em carros de GT”. Cox, ao lado da equipe do WFG, se refere ao fato de ter iniciado o antigo GT Academy, uma década atrás, com competições no mesmo molde.
“Não podemos negar os sonhos destas pessoas. 80% dos que correm online querem correr na vida real. Então vamos voltar às nossas raízes e colocá-los em carros de GT”. Cox, ao lado da equipe do WFG, se refere ao fato de ter iniciado o antigo GT Academy, uma década atrás, com competições no mesmo molde.