Carlos Sainz terminou o GP da Arábia Saudita neste domingo (27) onde começou: na terceira colocação. O espanhol perdeu uma posição para Max Verstappen na largada, e só recuperou a posição no pódio por conta do safety-car causado por Nicholas Latifi, no estágio inicial da corrida. Na ocasião, o então líder Sergio Pérez, da Red Bull, tinha feito o pit-stop antes da intervenção do carro de segurança.
O espanhol voltou colado com a Red Bull, e passou a linha final do pitlane à frente do mexicano. Pérez até ficou na frente durante o período com o carro de segurança na pista, mas foi obrigado a devolver a posição assim que a corrida recomeçou. Checo chegou a se aproximar de novo da Ferrari de Carlos no final da prova, logo após o safety-car virtual ser acionado por conta dos abandonos de Fernando Alonso e Daniel Ricciardo, mas não conseguiu a ultrapassagem.
“Foi uma distância pequena com o Checo, mas no final ele acabou tendo azar com as regras do safety car e regras são regras. Eu estava levemente à frente na linha do safety-car e depois disso foi só me segurar na terceira colocação”, disse Carlos Sainz após a prova. “Depois do safety-car virtual os pneus esfriaram e a Red Bull colocou muita pressão nas dez voltas finais”, explicou o piloto da Ferrari.
▶️ Inscreva-se nos dois canais do GRANDE PRÊMIO no YouTube: GP | GP2

Este foi o segundo pódio de Sainz na temporada. Na prova de abertura no Bahrein, ele terminou na segunda colocação, atrás do companheiro de equipe Charles Leclerc, sendo beneficiado pelo abandono de Max Verstappen. Mas naquela ocasião, o ex-piloto da Red Bull disse que não estava confortável com o carro da Ferrari, o que não aconteceu na Arábia Saudita.
“Para mim, a corrida foi um progresso em relação ao Bahrein. Eu consegui encontrar um ritmo melhor com o carro. Ainda dá para melhorar mais alguns décimos, mas acho que vamos chegar lá”, revelou Carlos. Com o resultado, ele ocupa a segunda colocação atrás apenas de Leclerc.
A Fórmula 1 retorna no dia 10 de abril, para o GP da Austrália, que volta ao calendário depois de dois anos fora por conta da pandemia da Covid-19.