A Fórmula 1 celebrou a adição de Ruanda como palco do GP da África a partir da temporada 2030. Para o CEO Stefano Domenicali, a nova praça representa um momento histórico para a categoria, que além de realizar provas em todos os continentes habitados, também impacta de forma positiva a economia local.
A confirmação de Ruanda como GP da África veio nesta terça-feira (13). Com isso, a categoria retorna ao continente pela primeira vez após 37 anos. Para isso, o planejamento é construir um autódromo a cerca de 40 km de Kigali, capital do país, e próximo ao Aeroporto Internacional de Bugesera.
A nova pista será desenvolvida de acordo com os padrões Grau 1 da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), como parte de um projeto mais amplo de desenvolvimento esportivo, turístico, de infraestrutura e comercial liderado pelo Rwanda Development Board. E para Domenicali, o anúncio marca um momento histórico da F1, que também impacta a região de Ruanda de diferentes formas.
“Hoje é um momento histórico para a Fórmula 1. Com a entrada de Ruanda no calendário a partir da próxima década, nosso esporte terá corridas em todos os continentes habitados, aproximando a categoria como nunca antes dos fãs em todo o mundo. A África sempre fez parte do futuro da Fórmula 1 e, desde o início, estávamos determinados a retornar da maneira correta, com o parceiro certo, um compromisso de longo prazo e uma visão clara para gerar um impacto significativo”, destacou Domenicali.

“Isto vai muito além de sediar uma corrida. Juntos, podemos criar benefícios econômicos e sociais duradouros por meio do turismo, investimento, desenvolvimento de habilidades e crescimento dos negócios locais, garantindo que o impacto positivo deste evento seja sentido por gerações”, finalizou o CEO da F1.
Com as atividades do GP de Singapura concluídas, a Fórmula 1 tira uma folga neste fim de semana e retorna entre os dias 23 e 25 de outubro, para a disputa do GP dos Estados Unidos. A etapa de Austin será a 18ª da temporada 2026.