A Fórmula 1 desembarca na Alemanha para a 11ª etapa da temporada 2020. Só que a corrida ganhou o singelo nome GP de Eifel, em homenagem à cadeia de montanhas próximas à lendária pista de Nürburgring. O circuito alemão ganhou chance de retornar ao campeonato depois que a maior das categorias precisou revisar o calendário devido aos efeitos da pandemia do novo coronavírus.

Assim, Nürburgring retorna quase como uma estranha. A F1 não corre por lá desde 2013, quando o cenário completamente diferente. Agora, o traçado próximo ao ‘inferno verde’ vai ter o gostinho de ver os carros mais velozes e já dentro de uma configuração de motores híbridos. Portanto, equipes e pilotos encaram o fim de semana em Eifel como se estivesse em um autódromo desconhecido.

E essa sensação ganha ainda mais força se levar em considerar a previsão do tempo, que aponta temperaturas muito baixas, perto de zero grau no sábado. E chuva. De acordo com os serviços de meteorologia, o sábado será o dia mais freio, com mínima de 2ºC e máxima de 7º. Para o momento da corrida, no domingo, fala-se em 9ºC apenas. Essa tende a ser a condição mais extrema de toda a temporada.

Por isso, a Pirelli decidiu levar uma gama mais conservadora para a prova alemã, que pode consagrar Lewis Hamilton. Uma vitória do domingo vai colocá-lo em pé de igualdade a Michael Schumacher. O inglês da Mercedes corre atrás do 91º triunfo na Fórmula 1. Hamilton tem até o momento seis vitórias em dez corridas.

Falando no heptacampeão, o fim de semana ainda guarda a estreia do filho de Michael. Líder da Fórmula 2, Mick vai andar com a Alfa Romeo durante o primeiro treino livre de sexta-feira.

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