A Comissão da Fórmula 1, após reunião na última quinta-feira (13), decidiu congelar o desenvolvimento dos motores até 2024. Assim, a Red Bull tem caminho livre para trabalhar com a unidade de potência que a Honda vai entregar, uma vez que a gigante japonesa está de saída do Mundial. Só que o encontro também debateu o futuro da F1 no que diz respeito aos motores.

São cinco metas diferentes na missão de encontrar o motor perfeito para 2025, quando os V6 Turbo vigentes serão aposentados. “Os principais objetivos para a unidade de potência de 2025 são: 1) Sustentabilidade e relevância automotiva e social; 2) Combustível totalmente sustentável; 3) Criação de unidade de potência potentes e empolgante; 4) Redução significativa de custos; 5) Atração de novas fornecedoras de unidades de potência”, explicou o comunicado da F1 após a reunião.

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“Um grupo de trabalho de alto nível foi criado, incluindo atuais e potenciais fornecedores de motores e de combustíveis. A definição de objetivos para a próxima geração de carros e de unidades de potência é de enorme importância para FIA e Fórmula 1. Junto das equipes e das montadoras, há um alinhamento de objetivos, principalmente na necessidade de reduzir custos e alcançar neutralidade na emissão de carbono”, seguiu.

Ainda que as ideias pareçam um pouco vagas e que falte uma orientação, parece claro que a Fórmula 1 deseja algo simples. E foi dentro desse contexto que surgiu também a informação de que a Porsche acompanha de perto as propostas do Mundial para o futuro.

A criação de um regulamento mais acessível é chave para uma F1 saudável no futuro. Com unidades de potência caras, complexas e de pouco apelo frente ao público, a categoria deixou de encantar montadoras da mesma forma que já encantou no passado. Agora, há uma chance de virar o jogo. A F1 vai ter tempo para pensar em um novo regulamento e não pode errar.