Isack Hadjar admitiu que ficou reticente em se juntar à Red Bull neste ano de 2026. E o motivo da dúvida tem nome, sobrenome e aposto: Max Verstappen, tetracampeão mundial de Fórmula 1. O histórico recente de colega de equipe do neerlandês não é nada satisfatório, até pelo rodízio no segundo assento.
Desde a chegada de Verstappen à equipe taurina, ele teve como parceiros de equipe antes do francês: Daniel Ricciardo, Pierre Gasly, Alexander Albon, Sergio Pérez – o mais duradouro, afinal, foi importante para conquistar o título de construtores -, Liam Lawson e Yuki Tsunoda.
Com um histórico desses, Hadjar falou sobre a pressão associada à mudança para Milton Keynes com um campeão como parceiro. “Definitivamente, tive algumas dúvidas porque é o Max. É inegável que ele é um grande piloto”.
Porém, o início de Isack é consistente. Após dez etapas, ele ocupa a oitava posição no campeonato de pilotos com 68 pontos. Seu melhor resultado foi um quarto lugar em Mônaco, que seria um terceiro não fosse um recurso pós-corrida em decisão polêmica a favor de Gasly.

O segundo carro taurino é de difícil estabilização, primeiro pela já conhecida falta de paciência do “moedor de carne” no time britânico, além das preferências de Verstappen ditarem o ritmo e estratégia de desenvolvimento com um padrão de exigência elevado para seus companheiros de equipe.
Hadjar também ressaltou que sua adaptação tem correspondido, em linhas gerais, às suas expectativas. “Sim, isso com certeza passava pela minha cabeça, tive um pouco de dúvida e de pressão, mas até agora as coisas têm acontecido praticamente como eu queria”, celebrou Hadjar.
A Fórmula 1 está de férias. A categoria retoma as atividades da temporada 2026 de 21 a 23 de agosto, com o GP dos Países Baixos, em Zandvoort.
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