Lewis Hamilton voltou a defender a chefia de Frédéric Vasseur à frente da Ferrari. Com o dirigente cada vez mais pressionado em Maranello, o heptacampeão mundial da Fórmula 1 reafirmou que o francês é o “homem certo” para levar a escuderia italiana ao topo.

Ao lado de John Elkann, presidente do grupo Stellantis e da Ferrari, Vasseur foi um dos responsáveis na contratação de Hamilton. Em 2006, o francês foi chefe de equipe da ART na campanha do título do britânico na GP2, atual Fórmula 2.

No entanto, Vasseur tem sido questionado na atual temporada, quando a Ferrari deu um passo atrás com relação ao grid da Fórmula 1. Em 2024, os italianos somaram cinco vitórias e disputaram o título do Mundial de Construtores até a última etapa, mas ficaram atrás da McLaren. Neste ano, com Hamilton e Charles Leclerc, a equipe é a única das quatro grandes que ainda não venceu.

Logo após o GP da Inglaterra, Hamilton reforçou o discurso que entoou no Canadá, e defendeu o atual chefe da Ferrari, indicando que Vasseur segue promovendo as alterações que a escuderia precisa para retornar ao caminho dos títulos, que não chegam desde o Mundial de Construtores de 2008, quando Felipe Massa e Kimi Raikkonen era a dupla.

Lewis Hamilton (Foto: AFP)

Apesar da defesa de Hamilton, a fervura em cima de Vasseur tende a aumentar. Christian Horner está livre no mercado após ser demitido pela Red Bull. No último mês, o dirigente revelou que a Ferrari o procurou no último ano, mas que permaneceu no time taurino por “fidelidade”.

“Acho que o Fred é realmente o homem certo para nos levar ao topo. Também por isso estou me empenhando ao máximo para apoiá-lo e promover as mudanças necessárias, que não são poucas”, disse Hamilton.

“O Fred me trouxe para esta equipe e, portanto, devo muito a ele. Assim que se chega a uma equipe nova, percebemos o quão grande é a organização e como a estrutura está montada. Quem chega tem um olhar fresco em comparação a quem já está há muito tempo. E assim identifica com muita clareza tanto os pontos positivos quanto os negativos”, finalizou Hamilton.

A Fórmula 1 volta de 25 a 27 de julho, em Spa-Francorchamps, que recebe o GP da Bélgica.

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