RICCIARDO, HERTA, O’WARD OU PALOU? O QUE VAI SER DA MCLAREN EM 2023 | TT GP #60

A Mercedes terminou o GP da Áustria pontuando bem mais uma vez, com Lewis Hamilton subindo ao pódio e George Russel na quarta posição. Mas o fim de semana foi de muito trabalho para os mecânicos da equipe alemã após os dois carros baterem na classificação. Hamilton teve danos maiores, e seu carro teve que ser reconstruído do zero antes do segundo treino livre no sábado.

“Quando você bate dois carros, sempre será um fim de semana muito difícil”, afirmou Mike Elliott, diretor-técnico da Mercedes. “Nós causamos muitos danos aos carros. Quebramos os dois assoalhos, as duas asas traseiras, danificamos bastante a suspensão, no carro de Lewis também danificamos a asa dianteira e alguns danos estéticos no chassi”, disse o dirigente em um vídeo da equipe alemã.

“Então [são] danos que podemos reparar, mas não em um fim de semana. Isso significou que tivemos que reconstruir completamente o carro de Lewis do zero e também fazer um assoalho novo. Tínhamos um [assoalho] extra que poderíamos colocar e tivemos que tirar o melhor proveito dos dois quebrados para construir outro”, contou Elliott.

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Lewis Hamilton escapou na curva 7 e bateu durante o Q3 da classificação do GP da Áustria (Foto: Reprodução/F1)

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Além dos danos que tiveram que ser reparados e do assoalho refeito, a Mercedes sofreu com falta de peças. A equipe só tinha uma asa traseira nova disponível, e Russell acabou tendo que utilizar uma versão antiga com mais downforce e que não se adequava tanto ao circuito de Spielberg.

“Ficamos comprometidos na asa traseira do George porque tínhamos apenas uma asa traseira extra, que escolhemos encaixar no carro do Lewis porque ele teria que escalar o pelotão, o que significou que o George teve uma asa traseira que provavelmente não tinha o nível ideal de downforce. Foi um pouco demais para aquele circuito”, explicou Mike.

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George Russell correu com asa traseira antiga na Áustria (Foto: Mercedes)

O problema foi tão grande que a Mercedes temeu não conseguir correr no domingo caso seus pilotos se envolvessem em acidentes na corrida sprint. No final, os dois britânicos sobreviveram e conseguiram pontos importantes no GP da Áustria.

“Tendo danificado tanto os dois carros como foi na sexta-feira, os pilotos [estavam] agora em uma posição em que, se danificássemos os carros na corrida sprint, poderíamos estar em uma posição de não correr no domingo. Então, tudo isso tem que ser levado em consideração e isso compromete muito o fim de semana”, concluiu o diretor-técnico da Mercedes.

A Fórmula 1 retorna agora no dia 24 de julho para o GP da França, no circuito de Paul Ricard.

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