Diogo Moreira é uma esperança brasileira no Mundial de Motovelocidade. Após anos de migração do motocross para o motociclismo, o dono do capacete #10 já mostrou que tem potencial na temporada passada, seu ano de estreia na Moto3. E, em 2023, parece estar maduro para, então, tornar um sonho de título em realidade.
Para mostrar isso, o GRANDE PREMIUM colocou o início de campeonato de 2022 e 2023 lado a lado.
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Moreira após três corridas em 2022

É verdade que há pontos que precisam ser relevados numa temporada de estreia, e não foi diferente com Diogo Moreira em 2022. Assim como ele, a MSi também era novata, portanto os dois lados sofreram e aprenderam juntos. Nas três primeiras corridas, duas vezes sexto colocado e um abandono. Ainda assim, mostrava ter a bagagem e sagacidade necessárias para a classe menor, com certeza a mais competitiva e inesperada do Mundial de Motovelocidade.
Tanto que, nas provas seguintes, Diogo teve um bom rendimento a ponto de levar o prêmio de ‘Novato do Ano’ e já impunha sua meta para 2023: lutar pelo título.
Moreira após três corridas em 2023

Em 2023, após três corridas, a pior posição do #10 foi um quarto lugar na última etapa, no GP das Américas — e ainda assim flertou com a vitória até a última volta da prova. De qualquer forma, ele já possui dois pódios: um terceiro lugar em Portugal e um segundo lugar na Argentina. Além disso, divide a liderança do Mundial com Daniel Holgado: ambos têm 49 pontos.
É fato que Moreira ainda precisa maturar, sobretudo quando o assunto é Moto3, onde os níveis são mais parelhos. Mas ele tem consciência do que precisa fazer para chegar lá. E uma vez que o brasileiro ‘abrir a porteira’, as coisas podem crescer cada vez mais — mais experiência, mais quilometragem, mais vitórias. Pelo menos, é a oportunidade que a classe menor, sortida como é, costumar dar.