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google_ad_width = 300;
google_ad_height = 600;A MotoGP está a poucos passos de dar o pontapé oficial para a temporada 2017. A primeira etapa do calendário acontece neste final de semana, no Catar, palco dos últimos testes da pré-temporada da categoria.
Mais uma vez, Marc Márquez entra no campeonato com a missão de defender um título mundial. O jovem espanhol de apenas 24 anos vem em busca de seu quarto caneco na categoria rainha do Mundial de Motovelocidade.
No entanto, alguns outros pontos merecem ser observados. Um deles é que, por questões de segurança, a partir deste ano as asas serão banidas. Assim, as equipes terão que pensar em alternativas aerodinâmicas para suas motos.
Mas não é apenas no regulamento que a categoria rainha do Mundial de Motovelocidade terá alterações, mesmo que mínimas. O grid para a temporada 2017 teve uma grande dança das cadeiras, com as equipes promovendo uma mudança geral.
A primeira é a entrada da KTM na MotoGP. Após intenso preparo e muito estudo, a equipe enfim vai debutar sua moto na categoria, com Bradley Smith e Pol Espargaró dividindo os boxes.
O plano do time de correr na categoria principal já vem de muito antes de 2017. Com resultados expressivos nas irmãs menores, a KTM chega envolta em grande expectativa.
(Jorge Lorenzo (Foto: Ducati))


Ainda no grid, algumas fábricas permaneceram no conservadorismo na escolha de seus competidores, como a Honda e suas equipes satélites, Avintia e Pramac. As cinco mantiveram os competidores por mais um ano, apostando em mais um campeonato de sucesso com suas duplas.
O time principal, entretanto, não teria motivos para querer trocar uma parceria tão competitiva como Marc Márquez e Dani Pedrosa. Afinal, Marc conquistou o título do campeonato de 2016, enquanto Dani assegurou uma vitória e terminou o ano na sexta posição.
Equipes menores, como Marc VDS e LCR também decidiram manter os mesmos pilotos da temporada anterior, seguindo pelo caminho mais seguro.
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No entanto, grandes mudanças foram vistas nas equipes de ponta do pelotão. A começar pela saída de Jorge Lorenzo da Ducati, para a vaga de Andrea Iannone. Assim que o espanhol anunciou a decisão, a grande especulação era a de quem entraria no lugar do tricampeão.
Após muitos nomes apontados, quem acabou assumindo o papel de companheiro de Valentino Rossi, que assinou por mais dois anos no time, foi Maverick Viñales. O jovem promissor deixaria a Suzuki, onde conseguiu resultados expressivos em 2016, terminando em quarto, para enfim ter a chance de sua carreira na Yamaha.
Para suprir a falta de sua estrela, a Suzuki então repaginou totalmente a sua dupla. Para este ano, contará com o apoio de Iannone, que acabou ‘chutado’ da Ducati, e ainda a subida de Álex Rins para a MotoGP após fechar a temporada anterior na Moto2 em terceiro.
Sobem também para a categoria rainha do Mundial de Motovelocidade os jovens Johann Zarco e Jonas Folger. Os dois serão companheiros na Tech 3, equipe satélite da Yamaha.
Outro piloto promovido à MotoGP em 2017 é Sam Lowes. O #22 irá fazer dupla com Aleix Espargaró, que deixou a Suzuki no final da última temporada, na Aprilia. O piloto do Reino Unido teve ano notável em 2016, somando duas vitórias e terminando em quinto.
Por fim, o campeonato 2017 marca o retorno de Karel Abraham para a categoria rainha do Mundial de Motovelocidade. Após competir um ano no Mundial de Superbike, o piloto assinou com a Aspar e irá dividir o time com Álvaro Bautista.
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