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google_ad_width = 336;
google_ad_height = 280;A temporada 2017 da F1 não foi histórica, mas passou bem longe de ser uma decepção. Aliás, se comparado aos últimos anos da categoria, o campeonato merece elogios, principalmente pela sua primeira metade bastante animada, com Sebastian Vettel verdadeiramente ameaçando o título de Lewis Hamilton.
Além disso, os novos carros acabaram entregando mais ultrapassagens e disputas do que o prometido, a Red Bull entrou na briga direta por vitórias no terço final de campeonato e bons valores como Max Verstappen, Esteban Ocon e Carlos Sainz se consolidaram e mostraram que a próxima geração de campeões está garantida.
No entanto, é mais do que claro que dava para ser melhor. Hamilton, com a aposentadoria de Nico Rosberg, não teve um companheiro à altura, a Ferrari vacilou quando menos podia, a Renault atrapalhou o início da Red Bull, a Williams se apequenou e Fernando Alonso, coitado, penou de novo com a Honda. Pensando nisso, o GRANDE PREMIUM elaborou uma lista de dez itens que fariam a temporada 2018 da F1 ser mais interessante do que a 2017.
(Pódio (Foto: Ferrari))

A performance que teve Lewis Hamilton na segunda metade da temporada 2017 foi qualquer coisa de espetacular. Arrojado, extremamente rápido e até mesmo cerebral, o britânico se tornou um piloto praticamente imbatível, confirmando a Mercedes como grande equipe do campeonato.
Acontece que a temporada da F1 é bem longa, e manter a pegada durante o ano todo vai ser uma tarefa bem complicada para o inglês. Agora, se o Lewis fenomenal aparecer desde a abertura do campeonato, teremos alguém com potencial para fazer a melhor campanha da história.
(AFP)

Se a Ferrari cresceu e, com Vettel, conseguiu ameaçar o domínio de Hamilton, o mesmo não pode ser dito do companheiro do inglês. Depois de três anos de disputa acirrada com Rosberg por título, Lewis nadou de braçada no confronto direto com Bottas, que deixou a Williams ao final da temporada 2016.
Não dá para saber se Bottas terá condições de ser campeão, mas o finlandês, pelo menos, pode começar a vencer mais corridas, bater de frente com o companheiro… Enfim, um Valtteri competitivo já seria bom para dar uma misturada no campeonato.
(Valtteri Bottas (Foto: AFP))
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Uma das melhores notícias de 2017 foi a volta da Ferrari à competitividade. Com um Vettel inspirado na primeira metade de temporada, os italianos foram uma ameaça verdadeira ao domínio da Mercedes e até pareciam que conseguiriam consagrar o alemão como pentacampeão.
No entanto, a segunda metade do ano viu uma verdadeira surra dos alemães e de Hamilton em Vettel. O piloto germânico cometeu alguns erros, enquanto a equipe italiana teve diversos problemas de confiabilidade. A soma fez o campeonato ir para o lixo. Para ter briga durante 2018 inteiro, é bom que a Ferrari acabe com tantas falhas.
(Divulgação/Ferrari)

É verdade que o motor Renault continua atrás de Ferrari e Mercedes, mas a Red Bull se virou impressionantemente bem com o que tinha na segunda metade de 2017, conseguindo vencer corridas e evoluir muito em classificações.
Com a Ferrari já tendo dado um grande salto de performance, ter a Red Bull como uma terceira equipe na briga pelo título seria sensacional para a F1. Ainda mais se considerarmos que os austríacos contam com nada menos que Max Verstappen e Daniel Ricciardo, possivelmente a melhor dupla de pilotos do grid.
(Max Verstappen e Daniel Ricciardo (Foto: (Foto: Red Bull Content Pool))

Fernando Alonso é, indiscutivelmente, um dos melhores pilotos do grid da F1 e até de todos os tempos da categoria. No entanto, as últimas temporadas do espanhol foram sofríveis, lutando com um equipamento extremamente limitado da McLaren e, principalmente, da Honda.
Agora, com os motores Renault, a expectativa é de que a equipe de Woking e, especialmente, o asturiano bicampeão voltem à briga por pódios e até por vitórias. Será que finalmente veremos Hamilton, Vettel e Alonso no topo juntos?
(Fernando Alonso, México, 2017)

A Honda é uma das montadoras de maior sucesso na história da F1. Dona de uma parceria inesquecível com a McLaren nos anos 1990, a fornecedora japonesa voltou à categoria máxima em 2015, mas parece totalmente perdida.
Em 2018, a nova parceira da Honda será a Toro Rosso, ou seja, os nipônicos terão um pouco menos de pressão para trabalhar. Para a F1, seria maravilhoso ter uma quarta montadora que fosse, de fato, competitiva, ao lado de Mercedes, Ferrari e Renault.
(Pierre Gasly)

A falta de ultrapassagens era um dos maiores medos do fã de automobilismo no início de 2017. Com novos e maiores carros, a categoria prometia um ano meio modorrento nas disputas e, depois da estreia horrorosa na Austrália, esse temor aumentou. No entanto, não foi um ano tão trágico quanto às ultrapassagens, como se supõe.
Mas, sem nenhuma dúvida, poderia ter sido melhor na maior parte das provas do calendário. Se crescerem os números de ultrapassagens, podemos ter um dos melhores anos da F1 nos últimos tempos.
(Pierre Gasly e Kimi Räikkönen (Foto: LAT))

Sem um piloto brasileiro no grid, o maior desejo dos fãs por aqui é que o GP do Brasil seja divertido e, principalmente, que tenha influência direta na decisão do título da F1. De preferência, aliás, que esteja chovendo em Interlagos, situação em que as melhores provas em São Paulo acontecem.
Aliás, um ganho já garantido para 2018 é o retorno de França e Alemanha ao calendário. Dois dos principais palcos da história da F1, os países voltam com corridas em Paul Ricard e Hockenheim, respectivamente.
(AFP)

A única vaga que segue aberta no grid para 2018 é a do companheiro de Lance Stroll na Williams. Entre as opções apresentadas pela equipe de Grove, Robert Kubica sem dúvidas seria a mais interessante delas.
Além da qualidade do polonês, seria uma tremenda história de vida. Kubica, afinal, tinha uma carreira extremamente promissora na F1 até sofrer um acidente de rali. Agora, anos depois e quase esquecido, teria um retorno marcante para os fãs.
(AFP)

Quando a Manor deixou o grid da F1, a expectativa era de que não tivessem mais nanicas entre as equipes da categoria. No entanto, a Sauber foi praticamente isso nos últimos anos, se arrastando em basicamente todas as provas do calendário.
Para 2018, porém, espera-se bastante da Sauber. Ou melhor, espera-se ao menos que o time suíço seja competitivo. Virando uma espécie de 'Ferrari B', a Sauber firmou parceria com a Alfa Romeo e vai precisar de ótimas atuações do novato promissor Charles Leclerc para deixar a lanterna do pelotão.
(Pascal Wehrlein enfim estreou na temporada – e indo bem (Foto: Sauber))