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google_ad_height = 280;Foi mais uma vitória fácil para Lewis Hamilton. O inglês voltou a liderar a Fórmula 1 em 2018 após a vitória no circuito de Paul Ricard. No entanto, o GP da França foi especial por outros motivos. Depois de uma ausência de dez anos, a maior categoria do automobilismo mundial voltou ao país – justamente onde surgiu o termo “Grand Prix”, incialmente nas corridas de cavalo e depois, a partir do começo do século XX, empregado nas disputas de automóvel.
É também o país com o maior número de representantes no grid: são três franceses – isso sem falar de Charles Leclerc, que é de Mônaco, pequeno país que fica pertinho de Le Castellet, onde fica Paul Ricard. Aliás, o próprio circuito tem o seu significado: ele sediou o GP da França de F1 entre 1971 e 1990, eventualmente alternando com a pista de Dijon.
Todo esse sentimento, entre outras coisas, transpareceu nas postagens feitas por pilotos, equipes e a própria F1 durante a corrida. E foi mais especial para a Mercedes: a equipe alemã, mesmo que não na mesma encarnação, voltou a vencer como construtora da França após 65 anos.
Pré-GP
Os preparativos para a corrida.
THREE HOURS ‘till lights out around Paul Ricard…