google_ad_client = “ca-pub-6830925722933424”;
google_ad_slot = “2258117790”;
google_ad_width = 300;
google_ad_height = 600;
//pagead2.googlesyndication.com/pagead/show_ads.js

Helio Castroneves vai mantendo um desempenho muito regular na temporada 2017 da Indy. Em boa fase, o brasileiro vive grande momento nas classificações e, em Iowa, deu um show para encerrar um jejum que já durava mais de três anos sem vencer na Indy.
 
Um dos grandes nomes da história das 500 Milhas de Indianápolis, o piloto de Ribeirão Preto teve mais uma participação muito boa em 2017. Castroneves liderou a corrida até as voltas finais, sendo superado apenas por um Takuma Sato que vinha inspirado e apoiado por um foguete da Andretti.
 
Ao GRANDE PREMIUM, Helio negou que a vitória no oval tenha tirado um peso de suas costas, falou sobre mais uma tentativa de desencantar e se sagrar campeão no final do ano e mostrou total indefinição acerca de seu futuro.
 
Dado pela imprensa norte-americana como nome certo no programa da Penske de SportsCar ao lado de Juan Pablo Montoya, mas tido como uma das mais influentes figuras tanto da equipe quanto da categoria, Helio voltou a se declarar para a Indy, para a própria Penske e comentou que ainda tem "combustível para queimar".
 
Com a disputa pelo título pegando fogo com cinco corridas para o final, Castroneves admitiu que a Penske vai com tudo para cima de Scott Dixon e colocou seus companheiros de equipe como seus maiores adversários. Neste momento, apenas 23 pontos separam o líder Dixon do quarto colocado Josef Newgarden.

Helio Castroneves briga pelo título em 2017 (Helio Castroneves briga pelo título)

GRANDE PREMIUM – Como você avalia sua temporada até aqui? O que mudaria nela?

 

HELIO CASTRONEVES – No momento está sendo outra temporada muito positiva minha na Indy. Até aqui, acho que a única coisa que mudaria é que, se o meu pneu vibrasse como vibrou no Texas, entraria imediatamente nos boxes e não esperaria ele estourar outra vez.

 

GP* – Ter vencido em Iowa tirou um peso das suas costas?

 

HC – Eu não diria que a vitória me tirou um peso das costas, mas foi algo como um "finalmente aconteceu!". Tudo deu certo, entre acerto, estratégia e performance, já que lideramos praticamente a corrida inteira. Realmente foi muito bacana ver todos da equipe contentes.

 

GP* – Qual a importância de ter vencido justamente quando os boatos de sua saída ganhavam força?

 

HC – É sempre muito importante vencer, não interessa muito quando. Em relação aos rumores, eu procuro não me envolver com isso porque, até então, não temos nada de oficial.

 

GP* – Em que pé anda essa sua conversa para mudar de categoria? Você quer ficar na Indy? 

 

HC – A Indy faz parte do meu DNA. Gosto da categoria, gosto dos carros e das pistas, adoro a equipe em que estou e tenho muito combustível pra queimar. O bom é que, no momento, estarei na Penske ano que vem.  
(Helio Castroneves se emocionou com a vitória em Iowa)

google_ad_client = “ca-pub-6830925722933424”;
google_ad_slot = “2258117790”;
google_ad_width = 300;
google_ad_height = 600;

GP* – Cogitaria procurar outra equipe para seguir na categoria caso a Penske optasse por sua transferência?

 

HC – Como eu disse, neste exato momento, o que tenho a dizer é que estou com a equipe Penske. E é nisso que estou pensando agora.

 

GP* – Você está vivo na luta pelo título. O que fazer nas últimas corridas para ser campeão?

 

HC – Agora é hora de lutar que nem um animal! Qual o tipo de animal? Ainda não sei dizer, mas que o Spider-Man vai aparecer de novo, ele vai.

 

GP* – 2017 já é um dos seus melhores anos no que diz respeito ao desempenho nas classificações. O que tem feito a diferença?

 

HC – Cabeça sempre aberta para tentar coisas novas, boa comunicação com o engenheiro e decisões tomadas com exclamação e não interrogação. Tudo isso vem contribuindo para nossas melhores posições de largada.
(Helio Castroneves fez a 50ª pole da carreira em Road America)

Helio voltou a andar muito bem em Indianápolis e passou perto da vitória (Helio Castroneves deu mais um show na Indy 500)
GP* – Como está o clima na Penske com essa caça ao Dixon no momento?
 
HC – A briga interna pelo título do campeonato é grande pelo fato de que todos na Penske estão com chances sólidas e cada ponto entre nós é muito válido. No caso do Dixon, ele pode dentro da equipe fazer o máximo de pontos tendo como vantagem o fato de ter muito mais Honda do que Chevrolet na categoria. Resumindo: o campeonato vai esquentar que nem batata quente para cima do neozelandês.
 
GP* – Quem você vê como seu maior adversário nessa reta final?
 
HC – Meus grandes adversários até o fim do campeonato, com certeza, vão ser os meus companheiros de equipe.
 
GP* – Demorou um pouco, mas a Penske parece estar no controle do campeonato. Como foi a primeira metade de temporada tão equilibrada para vocês?
 
HC – A Penske está fazendo um trabalho excepcional. Pode não parecer, mas a Honda está muito forte em relação à potência e isso aparece mais durante a própria corrida do que na classificação. Repare que no oval, na classificação, quando não precisam muito do acerto do carro, as Honda ficam bem difíceis de serem batidas. O mesmo acontece quando a pista não tem muito desgaste de pneus.
fechar

function crt(t){for(var e=document.getElementById(“crt_ftr”).children,n=0;n<e.length;n++)if(child=e[n],e[n].id.substr(0,t.length)==t)return e[n];for(var c=0,n=1;nc&&(c=e[n].offsetWidth);return c>80?c:void 0}function rs(t){t++,450>t&&setTimeout(function(){var e=crt(“cto_ifr”);if(e){var n=e.width?e.width:e;n=n.toString().indexOf(“px”)<0?n+="px":n,cc.style.display="",s2.width=n,window.frameElement&&(s1.height=c2.offsetHeight+5+"px"),t=500,s1.width="100%"}rs(t)},200)}var c1=window.frameElement?window.frameElement:document.getElementById("crt_ftr"),c2=document.getElementById("crt_ftr"),s1=c1.style;s1.position="fixed",s1.bottom="-4px",s1.left="0px",window.frameElement&&(s1.height="0"),c2.style.textAlign="center",s1.zIndex="60000";var cc=document.getElementById("crt_cls"),s2=cc.parentNode.style;cc.onclick=function(){s1.display="none"};var t=0;rs(0);

var zoneid = (parent.window.top.innerWidth < 970) ? 302357 : 302359;
document.MAX_ct0 = '';
var m3_u = (location.protocol == 'https:' ? 'https://cas.criteo.com/delivery/ajs.php?' : 'http://cas.criteo.com/delivery/ajs.php?');
var m3_r = Math.floor(Math.random() * 99999999999);
document.write("”);