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google_ad_width = 336;
google_ad_height = 280;No futebol brasileiro, o termo quarta força foi um dos mais repetidos em 2017. Tido por muitos como, no papel, o quarto melhor time de São Paulo, o Corinthians surpreendeu com o seu desempenho, venceu o Estadual de forma impressionante e encaminhou o título Brasileiro com um primeiro turno impecável.
Na F1, no entanto, a equipe que estava sendo chamada de quarta força na pré-temporada passa bem longe de repetir o desempenho do Corinthians. Apontada até como possível rival da Red Bull, a Williams vive um ano lamentável e nem sabe ainda se vai conseguir fechar 2017 entre os cinco melhores do Mundial.
Com a F1 entrando em sua reta final nas duas provas da América do Norte, o GP do Brasil e o de Abu Dhabi, a Williams já admite que nem olha mais para o carro de 2017, tentando evitar que o fracasso se repita em 2018. Precisa se cuidar, porém, para não fechar o ano atrás de Toro Rosso, Renault ou Haas, que ainda sonham com top-5.
Se comparada com a Force India, que teoricamente era a quinta força no início da temporada 2017, a Williams passa vergonha, mas as estatísticas são péssimas para o time de Grove mesmo quando se compara o rendimento de 2017 com o da própria Williams em 2016 – um ano que, aliás, também não foi lá essas coisas.
(AFP)

Vitória: 0
Pódio: 1
Top-5: 6
Top-10: 24
Pontos: 124
Idas ao Q3: 24
Nos Construtores: 5º lugar
Pontos de desvantagem para o 'G4': 10
Posição dos pilotos: 7º (Valtteri Bottas) e 10º (Felipe Massa)
(Valtteri Bottas (Foto: Williams))

Vitória: 0
Pódio: 1
Top-5: 1
Top-10: 16
Pontos: 66
Idas ao Q3: 12
Nos Construtores: 5º lugar
Pontos de desvantagem para o 'G4': 81
Posição dos pilotos: 11º (Felipe Massa) e 12º (Lance Stroll)
(AFP)