Os rostos desolados do pódio do GP da Rússia, na corrida disputada no último domingo, apenas refletiram a controversa ordem de equipe dada pela Mercedes durante a prova em Sóchi.

Valtteri Bottas liderava desde a pole, mas foi instruído a dar passagem a Lewis Hamilton, depois que Sebastian Vettel passou ameaçar a posição do inglês, que acabou vencendo, mas se recusou a comemorar o triunfo.

Mesmo assim, Lewis saiu do território russo mais líder do que nunca e muito próximo de se tornar pentacampeão na F1. E com números ainda mais assombrosos.
 

(F1 2018; GP DA RÚSSIA; SÓCHI, LEWIS HAMILTON; PÓDIO; AFP)

 

 

70 vezes Hamilton

Mesmo sem esboçar alegria pela conquista, o inglês alcançou em Sóchi sua vitória de número 70 da carreira – e a oitava da temporada 2018.

O #44 está atrás apenas de Michael Schumacher, que somou 91 ao longo de sua jornada na F1.

Falando em triunfo, a primeira colocação de Hamilton também é a 170ª do motor Mercedes na F1. E a dobradinha com Valtteri Bottas é a 43ª da história da equipe alemã no Mundial.
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
(F1 2018; GP DA RÚSSIA; SÓCHI, LEWIS HAMILTON; AFP)

Abrindo um espaço para Sergio Pérez: o mexicano celebrou na Rússia seu GP de número 150 na F1.

O piloto da Force India está no Mundial desde 2011, quando estreou pela Sauber.
(Sergio Pérez em Singapura)

Valtteri Bottas largou da pole pela sexta vez na carreira (F1 2018; GP DA RÚSSIA; SÓCHI; POLE; VALTTERI BOTTAS; AFP)
 

 

 

 

 

 

 

 

Na comparação com Hamilton – recordista de pole da F1 com 79 -, o placar de aproveitamento em classificação segue favorável ao inglês: 10 x 6. O único cara que venceu o companheiro de equipe em todas as definições de grid neste ano segue sendo Fernando Alonso.
 

(F1 2018; GP DA BÉLGICA; SPA-FRANCORCHAMPS; FERNANDO ALONSO; STOFFEL VANDOORNE; McLAREN)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A PRIMEIRA

Ainda que a F1 tenha dominado o noticiário, muito em função da polêmica protagonizada pela Mercedes, o domingo também foi de ganho para o esporte. Ana Carrasco, de apenas 21 anos, se tornou a primeira mulher campeã do mundo no motociclismo.

A jovem espanhola conquistou o título da Supersport 300, na França, ao cruzar a linha de chegada na 13ª posição, resultado que garantiu a ela a taça e um lugar de honra na história do esporte no planeta.
 

(ANA CARRASCO; MUNDIAL DE SUPERBIKE; SUPERSPORT 300; FRANÇA)

Fotos: AFP, McLaren, Force India e Mundial de Superbike.