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A Fórmula 1 teve a semana inteira para brilhar com pouquíssimas corridas neste fim de semana e cumpriu seu papel dentro e fora das pistas. O novo confronto entre Sebastian Vettel e Daniil Kvyat e o Aeroscreen da Red Bull marcaram a semana, assim como a volta dos Wilson para a Indy e mais um domínio de Nico Rosberg no dia em que completamos 22 anos sem Ayrton Senna.

 

 

Felipe Massa completou 35 anos e é o terceiro piloto mais velho do grid da F1 (Felipe Massa em Sóchi, Rússia (Foto: Getty Images))

SEGUNDA-FEIRA

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Após um fim de semana sem provas de F1, a segunda-feira foi um dia bem tranquilo. Foi um dia de testes coletivos da MotoGP em Jerez, aproveitando a corrida do dia anterior, e o aniversário de Felipe Massa, que completou 35 anos e foi parabenizado por praticamente todo o mundo do automobilismo. Enquanto isso, a Mercedes confirmou o conserto do motor de Lewis Hamilton que falhou na China – este servirá de reserva na Rússia.

TERÇA-FEIRA

A terça-feira teve notícias bastante interessantes: Stefan Wilson, irmão de Justin, disputará as 500 Milhas de Indianápolis pela KV em um tributo. Já a NASCAR confirmou sua posição contrária à lei anti-LGBT aprovada na Carolina do Norte, nos EUA. A Renault confirmou Sergey Sirotkin no primeiro treino livre em Sóchi, enquanto o Rali Dakar divulgou seu roteiro de 2017 — de novo sem Brasil. Para fechar, a falta de quórum em reunião na Inglaterra adiou decisão sobre mudanças radicais na F1 em 2017.
(Stefan Wilson (Foto: Getty Images) )

QUARTA-FEIRA

A véspera da agitação em Sochi viu a Ferrari levar uma nova asa e um motor atualizado para o fim de semana, Já Bernie Ecclestone começou a disparar sua metralhadora pedindo pela volta dos "bons e velhos tempos em que era um ditador" para mudar a F1. Nos Estados Unidos, Ty Dillon foi convocado para classificar carro de Tony Stewart em Talladega, após um acidente de buggy na pré-temporada que tirou Stewart da maior parte desse início de ano.
(Bernie Ecclestone em Sóchi, Rússia (Foto: Getty Images))

QUINTA-FEIRA

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A quinta-feira em Sóchi viu a Red Bull decidir testar sua proteção de cabeça, o Aeroscreen, enquanto Daniil Kvyat pedia página virada em incidente com Sebastian Vettel na China (o destino é implacável) e Felipe Nasr garantiu o novo chassi para sexta-feira, mesmo com a Sauber perdendo seu chefe de engenharia. 

Daniel Ricciardo foi o escolhido para testar o Aeroscreen da Red Bull em Sóchi (Aeroscreen da Red Bull (Foto: Getty Images))

SEXTA-FEIRA

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O Aeroscreen foi o assunto do dia em Sóchi. Dividiu opiniões, mas foi bem mais aceito que o Halo da Ferrari. Foi apenas um teste da Red Bull, mas um passo importante e histórico, já que nada desse tipo foi testado anteriormente de forma pública. Na pista, Mercedes seguiu dominando e Vettel teve um problema elétrico que provocou a troca da caixa de câmbio e uma punição de cinco posições no grid. Fora dela, a FIA confirmou a redução do preço do motor da F1 e liberou o desenvolvimento a partir de 2017.

SÁBADO

No jogo de sorte, Rosberg deu mais um banho em Hamilton, que teve problemas de motor. Resultado: pole para o alemão e décimo lugar para o inglês. Se antes tirava sarro de Nasr, Ericsson teve de amargar meio segundo de desvantagem e o último lugar no grid. Já a NASCAR teve um grande big-one na etapa da Xfinity Series em Talladega, que premiou Elliott Sadler com a vitória. 
(Nico Rosberg é pole no GP da Rússia (Foto: Getty Images))

A morte do tricampeão Ayrton Senna completou 22 anos (Ayrton Senna (Foto: Getty Images))

DOMINGO

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A grande efeméride do dia foi por ser o primeiro domingo 1º de maio com corrida após a morte de Ayrton Senna há 22 anos. A corrida, com nova vitória de Rosberg e novo abandono de Sebastian Vettel após novo enrosco com Daniil Kvyat, não foi das mais animadas como na China. Por provocar o acidente, o jovem russo foi praticamente escalpelado pelo tetracampeão e pelo próprio chefe Christian Horner – sua batata se bobear assou de vez neste domingo. Nos EUA, a NASCAR teve trocentos acidentes em Talladega e vitória do sobrevivente Brad Keselowski.