Se 2014 havia sido um ano de sonho para a Mercedes e Lewis Hamilton, o cenário se repetiu logo no começo de 2015. As Flechas de Prata continuavam sendo o melhor carro do grid, com Hamilton e seu companheiro, Nico Rosberg, monopolizando a luta pela vitória.
Por isso, não é espanto nenhum saber que o inglês fez a pole com certa facilidade naquela corrida inaugural da temporada. Dominante nos três trechos da classificação, o agora bicampeão foi quase 0s6 mais rápido do que o companheiro de equipe. Quer dizer, uma eternidade.
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No domingo, Lewis manteve a ponta na largada e seguiu com uma interessante vantagem em relação a outra Mercedes – diferença essa pulverizada pela entrada de um safety-car. Na volta 25, o inglês fez a troca de pneus, perdendo a liderança para Rosberg. Mas duraria pouco. Logo o alemão faria o mesmo pouco depois, deixando novamente a ponta para o carro #44.
Depois, a corrida se resumiu à caminhada de Hamilton para receber a bandeira quadriculada, ainda que Rosberg tenha se mantido próximo e, de certa forma, pressionando. Apenas 1s3 de diferença separavam os dois pilotos no final do GP. Já Sebastian Vettel, na estreia na Ferrari, foi o melhor do resto, 34s5 atrás do vencedor.
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