DIOGO MOREIRA CHEGA BEM PREPARADO NA MOTO3 E SE DESTACA LOGO DE CARA

O grid da MotoGP em 2022 é bem recheado: são oito motos da Ducati, quatro da Yamaha e Honda, além da KTM, que tem seu próprio time e fornece também motos à Tech3. As únicas marcas que não fornecem seus equipamentos são Suzuki e Aprilia. E esta última, inclusive, levantou a possibilidade de uma parceria com uma equipe satélite já em 2023.

“Se recebermos ofertas interessantes que possam fazer o projeto crescer, vamos avaliá-lo”, disse Massimo Rivola, diretor-executivo da Aprilia, em entrevista ao site Autosport.

Vale lembrar que, de acordo com o regulamento da classe rainha, há um limite de 24 motos para o campeonato. Ou seja, a saída para a fábrica de Noale seria encontrar uma equipe dentro da própria categoria. Só que as chances são menores, já que boa parte dos times tem contrato com as demais marcas para além de 2022, exceto pela RNF.

Aleix Espargaró conquistou sua primeira vitória na MotoGP. E da Aprilia também (Foto: Divulgação/MotoGP)

Em reestruturação, a equipe malaia passou a se chamar RNF, após três anos correndo na MotoGP como SRT. Além disso, fechou um acordo de cinco anos com a Dorna, organizadora do certame, e a IRTA (Associação Internacional das Equipes de Corrida). Também acertou contrato com a Yamaha, que vai até o fim de 2022.

A Aprilia se tornou oficialmente uma equipe de fábrica na MotoGP neste ano, já que renovou acordo e continuará no Mundial até 2026. Antes disso, os italianos eram uma espécie de hóspedes da Gresini, a dona da vaga na MotoGP. E é importante ressaltar que eles vivem um bom momento, já que viram Aleix Espargaró fazer história na Argentina e garantir a primeira vitória do time na categoria.

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