Chefe da divisão esportiva da KTM, Pit Beirer frisou que um calendário de 22 etapas é o “limite absoluto” na MotoGP. Ainda assim, o dirigente reconheceu que a marca austríaca considera que o ideal é em torno de 18 corridas.
Em 2021, a programação prevê 21 etapas, com a adição das corridas de Cazaquistão e Índia. Com a chegada das corridas sprint, a classe rainha do Mundial de Motovelocidade terá um total de 42 provas no ano.

▶️ Inscreva-se nos dois canais do GRANDE PRÊMIO no YouTube: GP | GP2
De acordo com Beirer, o contrato assinado pela casa de Mattighofen com a Dorna, promotora do campeonato, até 2026 prevê um máximo de 22 corridas, algo que a KTM não vai aceitar ultrapassar.
“Nosso desejo para um calendário perfeito é em torno de 18 corridas, não 21”, disse Beirer. “Mas assinamos um contrato com 22, então não podemos reclamar por fazer 21”, seguiu.
Beirer lembrou que além do tempo fora de casa por causa das corridas, também é preciso levar em conta o tempo dedicado aos testes e ao desenvolvimento das motos.
“Sentimos que o número máximo que todas as fábricas assinaram com a Dorna é, definitivamente, o máximo”, frisou. “Pois é um limite para os funcionários, deixando-os longe dos familiares. Fora as 22 corridas, você também precisa testar e construir uma moto, ficar pronto para a nova temporada e rodar o mundo todo”, apontou.
“Sentimos que 22 é o limite absoluto, então não vamos suportar ultrapassar o limite escrito no nosso contrato”, garantiu.