Márquez vê melhora em “pontos fracos” e diz que Dovizioso é “mais perigoso” na luta pelo título de 2019
Após ver Andrea Dovizioso no terceiro lugar no GP da Argentina, Marc Márquez avaliou que o piloto da Ducati conseguiu melhorar nos pontos fracos que mostrou nos últimos anos. Assim, o titular da Honda concluiu que o #4 é hoje um rival “mais perigoso” na briga pelo título
Marc Márquez acredita que Andrea Dovizioso é um rival ainda “mais perigoso” na luta pelo título de 2019. O #93 considera que o piloto da Ducati trabalhou em suas fraquezas e deu passos claros neste início de temporada.
Nos últimos dois anos, Dovizioso foi o rival mais forte de Márquez na luta pelo título, mas o #4 teve dificuldades pontuais em alguns circuitos, como, por exemplo, na Argentina. Neste ano, porém, Andrea conseguiu um terceiro lugar em Termas de Río Hondo, algo que Marc entende como uma melhora em termos de pontos fracos.
#iconeimagem Marc Márquez considerou que Andrea Dovizioso é um rival ainda mais perigoso (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)
Durante uma passagem por São Paulo na última semana, Márquez avaliou que Dovizioso “está melhorando” e, por isso, é mais perigoso na disputa pela Torre dos Campeões.
“Acho que Dovizioso está melhorando nos pontos fracos que tinha”, observou Márquez. “Dovizioso tinha três ou quatro circuitos que lhe custavam muito e era ali que ele perdia. Ele trabalhou muito nisso e está melhorando nisso”, seguiu.
“Isso é realmente o que o tornará mais perigoso para o campeonato, já que em circuitos em que ele sofre, como, por exemplo, na Argentina, ele conseguiu um terceiro posto, um pódio muito valioso. Acho que isso é o que o tornará muito perigoso neste ano”, frisou.
Márquez, aliás, reconheceu que ele próprio trabalhou para minimizar os impactos em corridas onde não tinha uma performance tão boa.
“Foi o que eu fiz nesses últimos anos: tentar saber sofrer quando tinha de sofrer e atacar quando tinha de atacar”, comentou. “Acho que é isso que ele vai fazer nessa temporada. É preciso ser valoroso, mas o sangue frio de não falhar em nenhum circuito”, concluiu.
Formada em Jornalismo pela Universidade Presbiteriana Mackenzie em 2009, Juliana Tesser começou a carreira atuando como assessora de comunicação na área governamental. A migração para a reportagem aconteceu no fim de 2010.
No ano seguinte, passou a atuar como repórter no Grande Prêmio. Desde então, se especializou na cobertura de motociclismo, especialmente motovelocidade.
Além de editora de moto do Grande Prêmio, Juliana tem experiência com redação publicitária e também como tradutora e agente literária para a publicação no Brasil do livro 'Valentino Rossi - A obra-prima', do jornalista italiano Enrico Borghi.
Primeira mulher a comentar corridas de moto na televisão brasileira, Juliana participa das transmissões da MotoGP na ESPN Brasil desde 2022.