Pedro Acosta já nem esconde mais a irritação com a forma da KTM. O espanhol disse nesta quinta-feira (5) que tem contrato com a casa de Mattighofen até 2027, mas deixou claro que a paciência acabou “em fevereiro”.
Não é a primeira vez, aliás, que Acosta deixa evidente a irritação. No fim do mês passado, na esteira do GP da Grã-Bretanha, o #37 deixou claro que não estava na MotoGP “só para queimar combustível” e frisou que não iria esperar a vida inteira para ser campeão da classe rainha.
“O que eu tenho é um contrato até 2027. A paciência acabou em fevereiro”, disparou. “Mas, no fim, perder a paciência dá mesma. Se as coisas, por A ou B, não acontecem, não é por falta de vontade, é porque não dá”, reconheceu.
“Muitas vezes, temos de aceitar o que acontece, aceitar como está a situação e seguir adiante com o que você tem, mesmo que saiba que está limitado a até certo ponto”, acrescentou.

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No início da semana, Acosta esteve na sede da KTM, mas, de acordo com ele, o trabalho por lá não foi tão importante.
“Fui fazer umas bobagens de assento, que eu queria fazer, e mais nada. Fui e vim. Fui na segunda-feira, não tinha muito tempo para chegar aqui”, contou.
Questionado sobre o teste que a MotoGP vai fazer na segunda-feira em Aragão, Pedro respondeu: “Espero tudo”.
A MotoGP volta a acelerar entre 6 e 8 de junho, com o GP de Aragão, na Espanha, para a 8ª etapa da temporada 2025. O GRANDE PRÊMIO faz a cobertura completa do evento, assim como das outras classes do Mundial de Motovelocidade durante todo o ano.
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