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Calderón se diz “muito feliz” com teste em Fuji e vê Super Fórmula como “grande desafio”

A colombiana participou da primeira bateria de treinos coletivos da categoria nipônica. Avaliando seu desempenho, viu evolução, mas sabe que ainda tem muito o que aprender e melhorar

Redação GP

Publicado em
Tatiana Calderón ficou bastante satisfeita com sua primeira ida ao carro da Super Fórmula. Após o teste coletivo em Fuji, na última semana, a colombiana viu evolução em seu desempenho, mas já prevê um grande desafio pela frente.
 
Nos dias 23 e 24 de março, o grid da categoria nipônica foi até o circuito próximo ao famoso Monte Fuji. Nos dias de atividades, a pilota completou 163 voltas – 74 na terça e 89 na quarta, tendo a marca de 1min23s475 como a mais veloz.
 
“Demos um passo na quarta-feira, tanto com o carro quanto eu mesma. Infelizmente, estava ainda mais veloz com pneus usados do que novos, então precisamos entender o que aconteceu ali. Mas estou muito mais feliz, muito mais confiante”, falou ao Motorsport.
 
“Foi bom dar algumas voltas com o tanque cheio e simulações de corrida para ver um pouco como os pneus vão se comportar em termos de desgaste ou superaquecimento. Mas o ritmo de volta lançada, definitivamente, como sempre, vai ser difícil. Ainda preciso aprender a aquecer o pneu e quando acelerar”, seguiu.

#iconeimagem Tatiana Calderón (Foto: Reprodução)
“Com certeza vai ser um grande desafio. Sou a única no time, então vai ser difícil conseguir colher as informações e dados, compartilhar com alguém com experiência neste carro ou pneu. Não sei o que é normal e o que não é”, continuou.
 
“Mas, no geral, se pudermos alcançar o grupo e conseguir desafiar as pessoas, vai ser um bom ponto de partida para a temporada”, completou.
 
Perguntada se estava satisfeita com a diferença, afirmou que “sim, estava com medo de ficar muito atrás. Ainda tenho uma diferença para melhorar em minha pilotagem e ficar um pouco mais satisfeita com os ajustes. Estou otimista com o que está por vir.”
 
Por fim, falou do trabalho com a Threebond DragoCorse, seu time, que retorna ao grid após ter saído em 2016. “Tem sido bastante positivo até o momento. São muito abertos e querem ajudar. Até o momento, muito bom. Tudo é novo, uma cultura diferente, mas estou gostando muito, então vamos ver o que vem por aí”, encerrou.
 
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