WARM UP 30 traz entrevista com Nigel Stepney, pivô do maior escândalo de espionagem da F1: "Não me importo com o que as pessoas pensam"

Sinônimo de riqueza, alta tecnologia e competitividade, a F1 não atrai mais as grandes montadoras. E é justamente este o motivo. O interesse das corporações que dominam o mercado automotivo é desenvolver novas tecnologias para seus carros de rua gastando relativamente pouco, o que não é mais possível na categoria máxima do automobilismo.

BMW de Augusto Farfus é exemplo de montadora que não quer mais saber da F1 (Foto: DTM/Divulgação)

Durante a década passada, o Mundial de F1 foi dominado por grandes marcas, que se deram as mãos e resolveram abandonar o barco assim que a situação econômica apertou. Hoje, como quem apanha não esquece, elas nutrem uma repulsa grande pela categoria e se dizem contentes com os caminhos alternativos pelos quais seguiram.

A Revista WARM UP deste mês conversou com dirigentes de BMW e Toyota, duas montadoras que tiveram suas equipes na F1, investiram pesado e não tiveram o retorno esperado. Três anos depois de deixarem a categoria, estão satisfeitos no DTM e no WEC, respectivamente.

A reportagem também traz o ponto de vista da Audi, tão vitoriosa em Le Mans e no endurance, mas que, olhando o exemplo de suas concorrentes, preferiram foi manter distância da F1. “Nos protótipos, nós estamos muito mais próximos dos carros de rua do que estaríamos na F1”, diz Dieter Gass, diretor de corridas da montadora de Ingolstadt.

Confira reportagem completa na Revista WARM UP 30