A W Series tratou de elogiar a iniciativa do Girls on Track, que busca a primeira mulher da Academia da Ferrari. Catherine Bond-Muir, chefona, destacou como a seletiva tem importante papel para abrir portas para jovens pilotas.

A FIA, em parceria com a Comissão de Mulheres no Automobilismo e a Ferrari, criou o Rising Stars, seletiva com o objetivo de encontrar o próximo talento entre as garotas. Como premiação, a selecionada além de se envolver com a escuderia de Maranello, também garante vaga no grid da Fórmula 4 em 2021.

Durante coletiva de imprensa, o GRANDE PRÊMIO perguntou à Bond-Muir se iniciativas como essa apontam uma mudança no esporte. “Acho que a iniciativa da FIA é extremamente fantástica. Óbvio, garotas entre 14 e 16 anos, estão fazendo um ótimo trabalho descobrindo os jovens talentos”, disse.

A W Series exaltou a seletiva do Girls on Track (Foto: Reprodução)

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“Nossa pilota mais jovem tem 17 anos, a Irina Sidorkova, da Rússia. Acredito que as iniciativas são ótimas, mas mais que isso, são iniciativas que dão a jovens pilotas mais oportunidades no esporte a motor e que apoiamos totalmente”, completou.

A W Series também caminha para a mudança no campeonato de 2021. A categoria totalmente feminina anunciou na última semana que vai servir de evento suporte na Fórmula 1 em oito etapas. O envolvimento das categorias teria começado em 2020 nos GPs dos Estados Unidos e México, mas como o coronavírus, os planos tiveram de ser adiados.

A novidade também foi bem recebida pelos competidores do principal certame do automobilismo mundial. Lewis Hamilton exaltou o maior envolvimento de mulheres na F1, enquanto Romain Grosjean disse estar ansioso para ver se alguma pilota ingressa na categoria.