{"id":1157,"date":"2019-04-29T05:15:00","date_gmt":"2019-04-29T08:15:00","guid":{"rendered":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/grandepremium\/materias\/o-outro-brasileiro-de-imola-94\/"},"modified":"2019-04-29T05:15:00","modified_gmt":"2019-04-29T08:15:00","slug":"o-outro-brasileiro-de-imola-94","status":"publish","type":"42wp_premium","link":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/grandepremium\/noticias\/materias\/o-outro-brasileiro-de-imola-94\/","title":{"rendered":"O outro brasileiro de &Iacute;mola\/94"},"content":{"rendered":"\n<div style=\"float: left;margin-right: 15px;margin-bottom:15px\">\n<div id=\"banner-300x250-area\">\n<p>window.uolads.push({ id: &#8220;banner-300&#215;250-area&#8221; });<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>A F&oacute;rmula 1 abriu 1994 com tr&ecirc;s brasileiros no grid. O pa&iacute;s vivia um bom momento na categoria, contando tanto com um veterano tricampe&atilde;o quanto com dois jovens que tentavam o sucesso. Ayrton Senna, Rubens Barrichello e Christian Fittipaldi tinham seus respectivos planos e ambi&ccedil;&otilde;es, mas tudo virou de cabe&ccedil;a no fim de semana do 1&ordm; de maio de 1994, do GP de San Marino, em &Iacute;mola. Barrichello viria a bater de forma violenta na sexta-feira, enquanto Senna encontraria seu destino no domingo, eventos separados ainda pelo acidente fatal de Roland Ratzenberger no s&aacute;bado. Fittipaldi, ent&atilde;o&nbsp;um jovem de 23 anos, acompanhou tudo de muito perto.<\/p>\n<p>25 anos j&aacute; se passaram, mas as mem&oacute;rias de Christian ainda s&atilde;o n&iacute;tidas. O piloto da simpl&oacute;ria Footwork foi a &Iacute;mola embalado por um quarto lugar no GP do Pac&iacute;fico, realizado duas semanas antes. O que poderia ser um fim de semana de novos pontos logo come&ccedil;ou a escapar dos trilhos, deixando de virar um esporte para se assemelhar a &ldquo;uma guerra&rdquo;.<\/p>\n<p>Na pista, o GP de San Marino de 1994 n&atilde;o seria t&atilde;o marcante para Fittipaldi, que abandonou com poucas voltas para o fim quando ocupava um bom quarto lugar. Mas n&atilde;o havia como n&atilde;o ser um marco para algu&eacute;m que, nos meses seguintes, teria de lidar com novas emo&ccedil;&otilde;es, seja para as viver, seja&nbsp;para as ignorar.<\/p>\n<p>Abrindo a sequ&ecirc;ncia de materiais especiais sobre os 25 anos dos acontecimentos do GP de San Marino de 1994, o <strong>GRANDE PREMIUM<\/strong> falou com exclusividade com Christian Fittipaldi.<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20194281934574_e13ed636825e7b56e6bb4d6e45b39631_O.jpg\" width=\"1024\" height=\"656\" \/><\/div>\n<blockquote class=\"destaque-imagem\"><p>Christian Fittipaldi competia em 1994 pela Footwork (Christian Fittipaldi em 1994)<\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<div style=\"float: left;margin-right: 15px;margin-bottom:15px\">\n<div id=\"banner-300x250-area\">\n<p>window.uolads.push({ id: &#8220;banner-300&#215;250-area&#8221; });<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p><strong>GRANDE PREMIUM: Antes do 1&ordm; de maio, a F1 assistiu&nbsp;aos acidentes de Barrichello e de Ratzenberger. Depois disso, voc&ecirc; chegou a temer por sua pr&oacute;pria seguran&ccedil;a? Isso te deixou preocupado com a corrida de domingo?<\/strong><\/p>\n<p><strong>CHRISTIAN FITTIPALDI: <\/strong>Acho que em qualquer momento que voc&ecirc; tem um acidente, seja um teste ou uma corrida, voc&ecirc; fica se questionando. Sobre o que aconteceu, se foi falha mec&acirc;nica, se foi falta de seguran&ccedil;a da pista, se foi erro humano&#8230; Voc&ecirc; vai tentando&nbsp;esclarecer ao m&aacute;ximo para, &eacute; l&oacute;gico, n&atilde;o se colocar na mesma situa&ccedil;&atilde;o. O que aconteceu com o Rubinho foi chocante? Foi. Mas, gra&ccedil;as a Deus, ele j&aacute; estava no paddock andando para cima e para baixo no s&aacute;bado. Machucou a boca e mais o dedo, se n&atilde;o me engano, mas estava bem. Era uma quest&atilde;o de tempo e em uma ou duas semanas ele estaria 100%. Agora, no caso do Roland [Ratzenberger] no s&aacute;bado, come&ccedil;ou a pesar bastante. Afinal, todo mundo est&aacute; l&aacute; dentro para praticar um esporte. Ningu&eacute;m est&aacute; l&aacute; para fazer parte de uma guerra. Aquele foi um fim de semana tr&aacute;gico, que na minha opini&atilde;o foi um dos&nbsp; mais dif&iacute;ceis da hist&oacute;ria da F&oacute;rmula 1, isso se n&atilde;o tiver sido o mais dif&iacute;cil, foi a morte do Senna. Nunca ningu&eacute;m esperava, nunca ningu&eacute;m visualizava uma situa&ccedil;&atilde;o dessas. Enfim, foi uma sequ&ecirc;ncia de fatores que pegou todo mundo de surpresa. A situa&ccedil;&atilde;o toda foi chocante.<\/p>\n<p><strong>GP: Hoje se sabe que a combina&ccedil;&atilde;o daqueles carros de 1994 com pistas de alta velocidade era uma coisa perigosa. Naquela &eacute;poca, os pilotos tinham consci&ecirc;ncia de que a corrida em &Iacute;mola podia ser perigosa desse jeito?<\/strong><\/p>\n<p><strong>CF: <\/strong>Ah, 60 anos atr&aacute;s o [Juan Manuel] Fangio corria com capacete de couro e achava absolutamente normal. Hoje a gente olha para aquela situa&ccedil;&atilde;o e d&aacute; risada. Acho que isso faz parte n&atilde;o s&oacute; da evolu&ccedil;&atilde;o do nosso esporte, como tamb&eacute;m parte da evolu&ccedil;&atilde;o do ser humano. Voar de 707 no come&ccedil;o da d&eacute;cada de 1970 era normal, e hoje em dia os avi&otilde;es s&atilde;o completamente diferentes do que os que se tinha 50 anos atr&aacute;s. Essa compara&ccedil;&atilde;o &eacute; complexa. Com certeza vamos ter pilotos daqui 40 anos olhando para tr&aacute;s e pensando &lsquo;nossa, esses tais de Hamilton, Verstappen e Vettel eram loucos para correr em um F1 desse jeito&rsquo;.&nbsp;<\/p>\n<p>Achei que ele [Senna] tinha quebrado um bra\u00e7o ou perna. Falei para mim: \u2018menos mal, daqui dois meses ele est\u00e1 aqui&#8217;<\/p>\n<p><strong>CF: <\/strong>Agora, se perguntar para mim, a gente achava que estava no nosso limite de seguran&ccedil;a naquele momento. Voc&ecirc; pode fazer mais? &Eacute; l&oacute;gico que voc&ecirc; pode fazer mais pelo esporte, mas tem vezes que voc&ecirc; nem sabe o que fazer sem ter uma experi&ecirc;ncia dif&iacute;cil. No momento que voc&ecirc; tem uma experi&ecirc;ncia desafiadora, tr&aacute;gica, dif&iacute;cil, definitivamente, come&ccedil;am a surgir novas ideias. N&atilde;o fosse por isso, o fator risco de correr de F&oacute;rmula 1 seria zero, e n&atilde;o &eacute; zero, nem hoje em dia. Nem com halo, nem com a seguran&ccedil;a das pistas, que sem d&uacute;vida alguma &eacute; maior do que a que se tinha em 1994&#8230; Existe a quest&atilde;o da seguran&ccedil;a e existe o risco. &Eacute; um esporte que tem certo risco. Se voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; contente, confort&aacute;vel com esse risco que a F&oacute;rmula 1 e outras categorias tem, vai jogar xadrez.<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2016430189495_1994 03 san marino senna gi_O.jpg\" width=\"980\" height=\"654\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">GP: Falando sobre o domingo, houve aquele per&iacute;odo de bandeira vermelha depois do acidente do Senna. Que informa&ccedil;&otilde;es&nbsp;os pilotos tinham sobre o estado de sa&uacute;de do Senna naquele momento?<\/p>\n<p>CF: Que ele tinha sido retirado do carro, que tinha sido levado para o hospital. Mas em nenhum momento, ao menos para mim, chegou a informa&ccedil;&atilde;o de que ele estava em uma situa&ccedil;&atilde;o cr&iacute;tica. Eu montei no meu carro de novo, fui relargar achando que ele tinha, no m&aacute;ximo, quebrado um bra&ccedil;o e uma perna. Falei para mim &lsquo;menos mal, &eacute; algo mec&acirc;nico, daqui dois meses ele vai estar aqui conosco de novo&rsquo;. Em nenhum momento, absolutamente, chegou a situa&ccedil;&atilde;o de ele estar entre a vida e a morte.<\/p>\n<p>GP: Ent&atilde;o foi um choque quando te falaram sobre a morte.<\/p>\n<p>CF: Sem d&uacute;vida, sem d&uacute;vida nenhuma.<br \/>\n (A morte de Ayrton Senna resultou em uma revolu\u00e7\u00e3o na seguran\u00e7a na F1)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"float: left;margin-right: 15px;margin-bottom:15px\">\n<div id=\"banner-300x250-area\">\n<p>window.uolads.push({ id: &#8220;banner-300&#215;250-area&#8221; });<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p><strong>GP: Quem te contou sobre a morte?<\/strong><\/p>\n<p><strong>CF: <\/strong>Foi o [JJ] Lehto. Ele tinha batido ainda na primeira largada, estava fora do GP. A&iacute; terminou a corrida, meu carro quebrou faltando duas voltas para o final [nota do autor: faltavam quatro] e a&iacute; eu peguei uma carona com o [Heinz-Harald] Frentzen para chegar nos boxes. Estava indo ao motorhome para me trocar e a&iacute; cruzei com ele [Lehto]. Ele comentou comigo e a&iacute; arregalei meus olhos. Minha primeira rea&ccedil;&atilde;o foi &lsquo;como assim&#039;? Voc&ecirc; est&aacute; louco, est&aacute; brincando&rsquo;. &Eacute; que a imagem que todo mundo tinha do Ayrton era de algu&eacute;m t&atilde;o imortal, t&atilde;o forte&#8230; Da mesma forma que nunca passou pela minha cabe&ccedil;a, tenho certeza de que n&atilde;o passou pela cabe&ccedil;a de ningu&eacute;m. Passou pela cabe&ccedil;a que ele ia completar o ciclo na F&oacute;rmula 1, a carreira maravilhosa que ele fez, e um dia ia parar de correr. Nunca um fim tr&aacute;gico desses.<\/p>\n<p><strong>GP: Que mem&oacute;rias voc&ecirc; tem do vel&oacute;rio? A como&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico, com uma multid&atilde;o nas ruas, foi al&eacute;m do que voc&ecirc; esperava?<\/strong><\/p>\n<p><strong>CF: <\/strong>Para falar a verdade, n&atilde;o tinha expectativa nenhuma para algo t&atilde;o delicado assim. A minha expectativa era zero. Agora, sem d&uacute;vida nenhuma, foi uma multid&atilde;o enorme e concordo que, ao mesmo tempo em que foi algo triste, foi algo que nos fez perceber como ele era importante para o povo brasileiro. Se n&atilde;o fosse, n&atilde;o teria acontecido aquela como&ccedil;&atilde;o toda, uma multid&atilde;o toda. Ele, sem d&uacute;vidas, era uma figura important&iacute;ssima para n&oacute;s brasileiros.<\/p>\n<p><strong>GP: O Emerson Fittipaldi fala at&eacute; hoje sobre como a morte do Senna o impactou. Quais mem&oacute;rias voc&ecirc; tem do Emerson nos dias ap&oacute;s o acidente? Como ele estava se comportando?<\/strong><\/p>\n<p><strong>CF: <\/strong>O Emerson na &eacute;poca estava correndo nos Estados Unidos, e a&iacute; ele voltou para l&aacute;. A&iacute; eu retornei para a Europa. Para dizer a verdade, justo naquele momento dos dois ou tr&ecirc;s meses ap&oacute;s o acidente a gente acabou tendo muito pouco contato. Cada um reagiu de uma maneira diferente e cada um tinha seu tempo. Acho que era muito importante para cada piloto. Mas, coincidentemente, ap&oacute;s o acidente eu tive muito pouco contato com ele. Eu estava ocupado na Europa e ele estava ocupado nos Estados Unidos.<\/p>\n<p>Tentei sofrer o m\u00ednimo poss\u00edvel, para dizer a verdade. Sofri muito pouco porque estava tentando tocar minha vida <\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2019210112933_F1_1994_O.jpg\" width=\"1608\" height=\"1192\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">Christian Fittipaldi virou, ao lado de Rubens Barrichello, um &#8216;herdeiro&#8217; do automobilismo brasileiro na F1 em 1994 (Divulga\u00e7\u00e3o)<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"float: left;margin-right: 15px;margin-bottom:15px\">\n<div id=\"banner-300x250-area\">\n<p>window.uolads.push({ id: &#8220;banner-300&#215;250-area&#8221; });<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p><strong>GP: Como voc&ecirc; descreveria o ambiente no paddock da F1 ap&oacute;s o GP de San Marino?&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>CF<\/strong>: Ficou pesado. Se eu disser que n&atilde;o ficou&#8230; O tempo foi passando e o peso foi se aliviando, mas a figura do Ayrton &eacute;, ou foi, t&atilde;o importante que at&eacute; hoje&#8230; Voc&ecirc; v&ecirc; ao redor do mundo tantas homenagens, a gente v&ecirc; muitas pessoas comentando. Realmente, &eacute; algo que marcou todo mundo, sem d&uacute;vida. E &eacute; algo que sempre vai marcar, porque ele era uma figura de muito peso. Uma s&eacute;rie de pilotos, como o pr&oacute;prio [Lewis] Hamilton, que diz que o &iacute;dolo dele &eacute; o Ayrton. Muitos pilotos se espelham na figura do Ayrton. Isso demonstra para todo mundo o tamanho do peso [que a morte] teve.<\/p>\n<p><strong>GP: Para voc&ecirc; e&nbsp;Barrichello, houve um peso maior nas costas ap&oacute;s a morte do Senna? Ambos&nbsp;passaram a ser os dois &uacute;nicos brasileiros na F1 naquela &eacute;poca.<\/strong><\/p>\n<p><strong>CF: <\/strong>Acho que houve, indiretamente, mas eu procurei sempre me afastar dessa situa&ccedil;&atilde;o. O Ayrton &eacute; o Ayrton, o Rubinho &eacute; o Rubinho e eu sou eu. S&atilde;o pessoas diferentes, com caracter&iacute;sticas diferentes, e acho que n&atilde;o seria justo tirar uma figura dessas e tentar colocar outra no lugar. Isso nunca iria acontecer, ent&atilde;o eu tentei sofrer o m&iacute;nimo poss&iacute;vel, para dizer a verdade. Sofri muito pouco porque estava tentando tocar minha vida da melhor maneira poss&iacute;vel, mas sem estar atrelado &agrave; figura do Ayrton.<\/p>\n<p><strong>GP: Voc&ecirc; acha que conseguiu de fato n&atilde;o deixar que o acidente do Senna afetasse sua vida e sua carreira?<\/strong><\/p>\n<p><strong>CF:<\/strong> Acho que &eacute; dif&iacute;cil voc&ecirc; mensurar o que seria sucesso ou n&atilde;o ter sucesso nesse caso. Acho que foi um marco na vida como esportista, sem qualquer d&uacute;vida, mas eu n&atilde;o resumo isso a se eu consegui ou n&atilde;o consegui. Eu tentei encarar as dificuldades, os desafios da maneira mais leve poss&iacute;vel.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tr&ecirc;s brasileiros participaram das atividades do GP de San Marino de 1994, mas s&oacute; um completou aquele fim daquele fim de semana. Christian Fittipaldi viveu um susto com Rubens Barrichello e a trag&eacute;dia com Ayrton Senna. 25 anos depois, reflete sobre o que foi aquele GP<\/p>\n","protected":false},"author":0,"featured_media":0,"template":"","meta":{"42wp_featured_image_caption":"","42wp_featured_image_credits":"","42wp_featured_video":"","42wp_featured_image_hidden":false,"42wp_authors_list":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[2411],"42wp_author":[47118],"class_list":["post-1157","42wp_premium","type-42wp_premium","status-publish","hentry","category-noticias","tag-f1-1994","42wp_author-vitor-fazio"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_premium\/1157","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_premium"}],"about":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/42wp_premium"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_premium\/1157\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1157"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1157"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1157"},{"taxonomy":"42wp_author","embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_author?post=1157"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}