{"id":1398,"date":"2018-06-19T06:15:00","date_gmt":"2018-06-19T09:15:00","guid":{"rendered":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/grandepremium\/materias\/dez-pistas-classicas-em-que-a-f1-jamais-esteve\/"},"modified":"2018-06-19T06:15:00","modified_gmt":"2018-06-19T09:15:00","slug":"dez-pistas-classicas-em-que-a-f1-jamais-esteve","status":"publish","type":"42wp_premium","link":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/grandepremium\/noticias\/materias\/dez-pistas-classicas-em-que-a-f1-jamais-esteve\/","title":{"rendered":"Dez pistas cl&aacute;ssicas em que a F1 jamais esteve"},"content":{"rendered":"\n<p style=\"float: left;margin-right: 15px\">\n    google_ad_client = &#8220;ca-pub-6830925722933424&#8221;;<br \/>\n    google_ad_slot = &#8220;5708856992&#8221;;<br \/>\n    google_ad_width = 336;<br \/>\n    google_ad_height = 280;<br \/>\n<!-- Ret\u00e2ngulo grande --><a href=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js\">\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js<\/a><\/p>\n<p>Quando se lista os maiores circuitos da hist&oacute;ria do esporte a motor no mundo, naturalmente a F1 caminha lado a lado dos grandes aut&oacute;dromos do planeta. Mas h&aacute; tra&ccedil;ados, igualmente cl&aacute;ssicos, que jamais tiveram a chance de receber um GP do Mundial. Ent&atilde;o, aproveitando a volta da maior das categorias &agrave; Fran&ccedil;a neste fim de semana, o <strong>GRANDE PREMIUM<\/strong> destaque as dez pistas que deveriam ter feito parte do calend&aacute;rio em algum momento dos quase 70 anos da F&oacute;rmula 1.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20186181911834_arctic_O.jpg\" width=\"1600\" height=\"1068\" \/><\/div>\n<blockquote class=\"destaque-imagem\"><p>\n&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p>Arctic Circle Raceway<\/p>\n<p>O principal circuito da Noruega &eacute;, tamb&eacute;m, o mais setentrional circuito com capacidade de receber a nata do automobilismo mundial. Distante 960 km de Oslo e 30 km do C&iacute;rculo Polar &Aacute;rtico, o local possui asfalto especialmente preparado para resistir &agrave;s duras condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas e tamb&eacute;m &eacute; palco de esportes de inverno. Al&eacute;m disso, tem varia&ccedil;&otilde;es atrativas para testes realizados no local.<\/p>\n<p>Dentre as principais competi&ccedil;&otilde;es realizadas no tra&ccedil;ado de 3,753 km, destaca-se o campeonato sueco de turismo. Devido &agrave; localiza&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica, a pista, no ver&atilde;o, conta com seguidas semanas de sol ininterrupto. Desse modo, corridas de enduro podem ser realizadas sem preocupa&ccedil;&atilde;o com ilumina&ccedil;&atilde;o artificial. Constru&iacute;do em 1995, o Arctic Circle, por&eacute;m, nunca alcan&ccedil;ou, devido ao isolamento, o sucesso pretendido.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p> (Arctic Circle Raceway)<\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20186181911378_Panorama_O.jpg\" width=\"1920\" height=\"1080\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">\n&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p>Mount Panorama<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nNo territ&oacute;rio australiano de Nova Gales do Sul, mais precisamente na cidade de Bathusrt, encontra-se o circuito de Mount Panorama. Com 6,213 km de extens&atilde;o, o aut&oacute;dromo possui, na verdade, trechos de rua especialmente fechados durante dias de competi&ccedil;&atilde;o &mdash; dentre quais se destacam as 12h de Bathurst e Bathurst 1000.<\/p>\n<p>Assim como Laguna Seca, as varia&ccedil;&otilde;es de terreno d&atilde;o o tom em Mount Panorama e, na descida da montanha que batiza o local, inicia-se a Conrod Straight, que possui mais de 100m de descida. Na reta, &eacute; comum ver carros de turismo ultrapassarem 300 km\/h e, antes de reformas, imperfei&ccedil;&otilde;es t&iacute;picas de trechos rodovi&aacute;rios eram capazes de causar decolagens fatais.<\/p>\n<p>Mesmo sem ter recebido a F1 em suas depend&ecirc;ncias, Mount Panorama foi o local onde faleceu o campe&atilde;o mundial Denny Hulme. O neozeland&ecirc;s pilotava uma BMW M3, durante a edi&ccedil;&atilde;o de 1992 da Bathursrt 1000, quando morreu. O piloto relatou vis&atilde;o turva aos membros de sua equipe e come&ccedil;ou a perder o controle do ve&iacute;culo durante a descida principal. Ap&oacute;s atingir o muro, oficiais de prova encontram-no im&oacute;vel no ve&iacute;culo.<\/p>\n<p>Chegando ao hospital, descobriu-se que o piloto, j&aacute; sem vida, havia sofrido uma parada card&iacute;aca.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<br \/>\n (Mount Panorama)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2018618208153_10 TT_O.jpg\" width=\"1080\" height=\"1080\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Snaefell<\/p>\n<p>Sede de uma das mais tradicionais &mdash; e mortais &mdash; provas do motociclismo, o Mountain Course de Snaeffel, na Ilha de Man, recebe anualmente pilotos em busca da vit&oacute;ria nos Isle of Man TT.<\/p>\n<p>Com mais de 60 km e 219 curvas, o tra&ccedil;ado circula pela ilha brit&acirc;nica e conta com longas retas, varia&ccedil;&otilde;es altim&eacute;tricas e giros estreitos que vitimaram mais de 250 pessoas ao longo das d&eacute;cadas, incluindo pilotos, espectadores e fiscais.<\/p>\n<p>O local &eacute; famoso pela presen&ccedil;a exclusiva das competi&ccedil;&otilde;es de motos, de modo que &eacute; um dos poucos circuitos do mundo que s&atilde;o not&oacute;rios apenas pela presen&ccedil;a das duas rodas. Apesar disso, carros ocasionalmente fazem testes em Snaefell e, em 1993, a Jordan levou seu F1 para uma volta no local. A experi&ecirc;ncia foi feita durante um dia de chuva e com pneus lisos. N&atilde;o houve acidentes na sess&atilde;o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p> (TT ILHA DE MAN 2018; Snaefell; REPRODU\u00c7\u00c3O)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2018618208803_10 Sebring II_O.jpg\" width=\"1080\" height=\"607\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sebring<\/p>\n<p>Situado a 230 km de Daytona, Sebring foi na contram&atilde;o de seu vizinho e recusou a forte voca&ccedil;&atilde;o &agrave; Nascar ou alguma outra categoria espec&iacute;fica. Dessa forma, o aut&oacute;dromo, que &eacute; dos mais antigos em funcionamento cont&iacute;nuo nos EUA, se destacou como um dos principais destinos das categorias de GT na Am&eacute;rica do Norte e tornou-se sede das tradicionais 12h de Sebring, inspiradas nas 24h de Le Mans.<\/p>\n<p>Constru&iacute;do sobre um antigo aer&oacute;dromo da Segunda Guerra Mundial, o aut&oacute;dromo conserva parte do pavimento original da base. Assim, as longas fendas entre as placas de concreto geram fa&iacute;scas e vibra&ccedil;&otilde;es nos carros que dificultam a pilotagem.<\/p>\n<p>Apesar de nunca ter recebido a F&oacute;rmula 1 ap&oacute;s as cinco remodela&ccedil;&otilde;es que sofreu ao longo das d&eacute;cadas, a antiga Sebring recebeu, em 1959, o primeiro GP dos EUA da categoria. A prova pioneira foi vencida por Bruce McLaren e seu baixo p&uacute;blico pagante fez com que a disputa nunca mais voltasse ao local.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<br \/>\n (12 HORAS DE SEBRING; SEBRING; FL\u00d3RIDA; REPRODU\u00c7\u00c3O)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20186181911611_Circuito da Guia_O.jpg\" width=\"1024\" height=\"683\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Circuito da Guia<\/p>\n<p>Localizado na pen&iacute;nsula chinesa de Macau, o circuito possui nome oficial em portugu&ecirc;s &mdash; heran&ccedil;a da coloniza&ccedil;&atilde;o ib&eacute;rica no local &mdash; e 6,2 km de extens&atilde;o divididos em 19 curvas.<\/p>\n<p>O local &eacute; sede da tradicional prova da F&oacute;rmula 3, al&eacute;m de receber o WTC e o GT Cup. O recorde de um F3 na pista pertence a S&eacute;rgio Sette C&acirc;mara, que obteve a marca em 2015.<\/p>\n<p>Apesar de nunca ter recebido a F1 e ter visto Baku entrar como o novo circuito de rua da categoria, Macau recebeu in&uacute;meros pilotos da categoria. Ayrton Senna, inclusive, venceu no local em 1983, a bordo de seu F3 brit&acirc;nico.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<br \/>\n (Circuito da Guia)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/201612622312_Pipo vibrando com o triunfo em Daytona_O.jpg\" width=\"960\" height=\"639\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">\n&nbsp;<\/p>\n<p>Daytona International Speedway<\/p>\n<p>Ao contr&aacute;rio do Indianapolis Motor Speedway, o tradicional circuito de Daytona, na Fl&oacute;rida, nunca recebeu a F&oacute;rmula 1 ao longo de 59 anos de hist&oacute;ria. Sede da famosa Daytona 500, da Nascar, o local, por&eacute;m, possui tamb&eacute;m um tra&ccedil;ado misto, utilizado nas 24h de Daytona. A prova &eacute; intencionalmente realizada durante o inverno e com a ilumina&ccedil;&atilde;o da pista limitada a 20% da capacidade, de modo que os carros fiquem dependentes de seus far&oacute;is.<\/p>\n<p>Dentro do raio de suas arquibancadas, com capacidade para mais de 100 mil pessoas, encontra-se tamb&eacute;m o famoso oval e um tra&ccedil;ado de terra, utilizado para competi&ccedil;&otilde;es de motocross. A Indy chegou a realizar testes no circuito, mas n&atilde;o obteve resultados satisfat&oacute;rios e n&atilde;o levou os monopostos para o local.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<br \/>\n (Pipo vibrando com o triunfo em Daytona (Foto: Jos\u00e9 Mario Dias))<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2018618208848_10 Motegi_O.jpg\" width=\"630\" height=\"630\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Twin Ring Motegi<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p>De breve hist&oacute;ria, o circuito japon&ecirc;s situado na cidade de Motegi foi constru&iacute;do em 1997 pela Honda, no esfor&ccedil;o de levar a Indy para o Jap&atilde;o. A empreitada deu certo e, em suas 14 edi&ccedil;&otilde;es, em quatro vezes a Indy Japan 300 teve vit&oacute;rias de brasileiros. Apesar de contar com tra&ccedil;ado oval e de estrada, os dois se interceptam em dois pontos, mas sem compartilharem trechos. Essa caracter&iacute;stica torna muito ruim a visibilidade dos espectadores durante as provas no trecho n&atilde;o-oval.<\/p>\n<p>Mesmo com a sa&iacute;da da Indy, a MotoGP segue firme no local, e, desde 2004, sedia l&aacute; sua etapa japonesa. Em 2011, por&eacute;m, a edi&ccedil;&atilde;o foi especialmente pol&ecirc;mica, pois, devido ao acidente nuclear de Fukushima, Casey Stoner e Jorge Lorenzo propuseram a retirada do evento do calend&aacute;rio, por temores quanto &agrave; radia&ccedil;&atilde;o. Ap&oacute;s an&aacute;lises de t&eacute;cnicos da OMS e ag&ecirc;ncia australiana de prote&ccedil;&atilde;o nuclear, entretanto, concluiu-se que 120 km de dist&acirc;ncia entre Motegi e Fukushima eram mais que suficientes para permitir o corrimento seguro da corrida.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<br \/>\n (Twin Ring Motegi; MOTEGI; REPRODU\u00c7\u00c3O)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2018618208733_10 Road America 1_O.jpg\" width=\"800\" height=\"532\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Elkhart Lake<\/p>\n<p>Outro circuito que jamais esteve nos planos da F1 &eacute; de Elkhart Lake. A pista, tamb&eacute;m conhecida como Road America, est&aacute; localizada no estado do Wisconsin e possui 6,515 km. O circuito foi projetado por Clif Tufte e inaugurado em 1955. &Eacute; um tra&ccedil;ado dos mais desafiadores com grandes retas, freadas fortes, trechos em subidas e descidas de alta velocidade. H&aacute; quem enxergue o lugar como uma esp&eacute;cie de irm&atilde; da belga Spa-Francorchamps.<\/p>\n<p>A pista recebe a etapa da Indy e &eacute; palco da corrida da Xfinity, a s&eacute;rie de acesso &agrave; Nascar. Foi l&aacute; que o Nelsinho Piquet conquistou seu primeiro triunfo na categoria. O circuito tamb&eacute;m recebeu diversos campeonatos americanos de turismo e motos.<\/p>\n<p>Por sua natureza veloc&iacute;ssima, esse circuito foi palco de incidentes s&eacute;rios, como da inglesa Katherine Legge. Foi l&aacute; tamb&eacute;m que Cristiano da Matta sofreu o pior acidente de sua carreira. Durante um teste em 2006, o brasileiro atropelou um cervo que invadiu a pista e ficou severamente ferido. A recuperou foi demorada, mas o mineiro voltou &agrave;s competi&ccedil;&otilde;es.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p> (ROAD AMERICA; Elkhart Lake; REPRODU\u00c7\u00c3O)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2018618208343_10 Le Mans_O.jpg\" width=\"1080\" height=\"718\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Circuito de la Sarthe<\/p>\n<p>Sede das tradicionais 24h de Le Mans, o circuito, situado na cidade francesa hom&ocirc;nima, foi aberto em 1923 e situa, desde ent&atilde;o, a famosa disputa. Dentre os pontos not&aacute;veis do tra&ccedil;ado, existe a reta de Mulsanne, que possui 6 km de extens&atilde;o marcados por duas chicanes &mdash; inseridas ap&oacute;s graves acidentes a alt&iacute;ssimas velocidades no local. As fatalidades, inclusive, motivaram a FIA a estabelecer limites para o comprimento de retas nos circuitos. A Mulsanne, quando n&atilde;o est&aacute; sediando provas de automobilismo, pertence &agrave; rede rodovi&aacute;ria francesa.<\/p>\n<p>Mesmo recebendo anualmente a MotoGP em suas depend&ecirc;ncias &mdash; na variante chamada de circuito de Bugatti &mdash;, La Sarthe recebeu, assim como Sebring, a F1 h&aacute; muitas d&eacute;cadas atr&aacute;s. Desse modo, a &uacute;nica vez que a categoria competiu no aut&oacute;dromo foi em 1967, com vit&oacute;ria de Jack Brabham. A corrida ocorreu na mesma variante utilizada pela MotoGP.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p> (24 HORAS DE LE MANS 2018; LE MAIS; REPRODU\u00c7\u00c3O)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20186181911259_Laguna Seca_O.jpg\" width=\"840\" height=\"560\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Laguna Seca<\/p>\n<p>Situado no condado de Monterey, no oeste da Calif&oacute;rnia, o circuito de Laguna Seca recebeu esse nome ap&oacute;s ser constru&iacute;do sobre um rancho hom&ocirc;nimo, fincado sobre o leito de uma antiga lagoa existente no local. Com 11 curvas no tra&ccedil;ado, a mais famosa delas &eacute; conhecida como &lsquo;Saca-rolha&rsquo;, que se destaca por ser uma das mais dif&iacute;ceis varia&ccedil;&otilde;es no esporte a motor. Sua dificuldade deve-se &agrave; aproxima&ccedil;&atilde;o morro acima e com in&uacute;meros pontos cegos, seguido de uma descida em &lsquo;S&rsquo; com 18 metros de diminui&ccedil;&atilde;o altim&eacute;trica.<\/p>\n<p>Embora nunca ter sediado um GP, a volta mais r&aacute;pida da pista pertence &agrave; um F1, sendo realizada pela Ferrari de Marc Gen&eacute; em 2012. O circuito californiano chegou a ser preparado para receber, em 1988, a etapa americana da categoria, mas, de &uacute;ltima hora, sua localiza&ccedil;&atilde;o remota fez com que os organizadores preferissem a cidade de Detroit.<\/p>\n<p>Apesar da recusa da F&oacute;rmula 1, o local j&aacute; recebeu provas da MotoGP e da Indy, sendo o Saca-rolha cen&aacute;rio para ultrapassagens antol&oacute;gicas como a de Alessandro Zanardi para cima de Jimmy Vasser, Valentino Rossi em Casey Stoner e Marc M&aacute;rquez no mesmo Rossi. Atualmente, destacam-se por l&aacute; o Mundial de Superbike, diversas provas do campeonato americano de superbike e as competi&ccedil;&otilde;es de turismo, al&eacute;m de constantes testes de equipes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p> (Laguna Seca)<\/p><\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na semana em que a Fran&ccedil;a volta a receber a F1, o GRANDE PREMIUM listou dez pistas cl&aacute;ssicas do esporte a motor que nunca sediaram um GP da maior das categorias do automobilismo, mas, definitivamente, deveriam ter dito uma chance <\/p>\n","protected":false},"author":0,"featured_media":0,"template":"","meta":{"42wp_featured_image_caption":"","42wp_featured_image_credits":"","42wp_featured_video":"","42wp_featured_image_hidden":false,"42wp_authors_list":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"42wp_author":[47109],"class_list":["post-1398","42wp_premium","type-42wp_premium","status-publish","hentry","category-noticias","42wp_author-redacao-gp"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_premium\/1398","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_premium"}],"about":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/42wp_premium"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_premium\/1398\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1398"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1398"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1398"},{"taxonomy":"42wp_author","embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_author?post=1398"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}