{"id":1434,"date":"2018-05-07T10:00:00","date_gmt":"2018-05-07T13:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/grandepremium\/materias\/bom-na-teoria-mas-so-na-teoria\/"},"modified":"2018-05-07T10:00:00","modified_gmt":"2018-05-07T13:00:00","slug":"bom-na-teoria-mas-so-na-teoria","status":"publish","type":"42wp_premium","link":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/grandepremium\/noticias\/materias\/bom-na-teoria-mas-so-na-teoria\/","title":{"rendered":"Bom na teoria. Mas s&oacute; na teoria"},"content":{"rendered":"\n<p>A F1 vive dias agitados nos bastidores. Dentro de uma semana, em 15 de maio, a Renault vai querer uma resposta definitiva da Red Bull sobre o fornecimento de motor para a temporada 2019. O retorno demora por um motivo: a equipe tetracampe&atilde; flerta com a Honda, que causa boa impress&atilde;o ao lado da Toro Rosso. Para Christian Horner e seus comparsas, &eacute; a hora de decidir se vale a pena seguir com a velha conhecida ou apostar no desconhecido.<\/p>\n<p>A alternativa que a Honda representa n&atilde;o &eacute; novidade: &eacute; uma montadora com muito dinheiro para investir e vontade para retornar ao sucesso na F1. A McLaren acreditou nas promessas &ndash; deu no que deu. Hoje, depois de quatro anos na categoria, a f&aacute;brica japonesa d&aacute; sinais de evolu&ccedil;&atilde;o. Para a Red Bull, &eacute; uma aposta que parece boa no papel &ndash; mas existe a possibilidade de ficar s&oacute; no papel mais uma vez.<\/p>\n<p>Como uma esp&eacute;cie de lembrete ao pessoal da Red Bull, o <strong>GRANDE PREMIUM<\/strong> compilou dez parcerias com fornecedoras de motor que eram muito promissoras na teoria. Mas quando chegou a hora de colocar o carro na pista&#8230;<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/201857927856_34a24fb06b0e7b15eccd1b768c66e4f3_O.jpg\" width=\"960\" height=\"640\" \/><\/div>\n<blockquote class=\"destaque-imagem\"><p>10) McLaren-Alfa Romeo<\/p>\n<p>A McLaren j&aacute; se decepcionava com fornecedoras de motor antes mesmo de ser gigante. O ano era 1970: Bruce McLaren ainda pilotava e a equipe come&ccedil;ava a somar as primeiras vit&oacute;rias. A evolu&ccedil;&atilde;o era percept&iacute;vel, mas lenta. Disposta a agilizar o processo, a equipe brit&acirc;nica tomou um rumo meio Professor Pardal, como na vez em que apostou em um carro com tra&ccedil;&atilde;o nas quatro rodas.<\/p>\n<p>Outra aposta foi em um motor Alfa Romeo, que n&atilde;o fazia uma investida s&eacute;ria na F1 desde 1951. Andrea de Adamich, apoiado pela montadora pilotaria um terceiro McLaren inscrito, o &uacute;nico com o motor italiano. Foram dez GPs, e o balan&ccedil;o n&atilde;o foi exatamente positivo: participa&ccedil;&otilde;es em apenas tr&ecirc;s provas &ndash; nas outras o carro simplesmente n&atilde;o conseguiu se classificar &ndash; e um oitavo lugar como melhor resultado. N&atilde;o por acaso, a parceria acabou a&iacute;.<br \/>\n (Andrea de Adamich &#8211; McLaren)<\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/201857927551_2011_Malaysian_GP_-_Lotus_O.jpg\" width=\"4384\" height=\"2788\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">9) Caterham-Renault<\/p>\n<p>2011 come&ccedil;ou com boas expectativas para a Caterham &ndash; ent&atilde;o ainda Lotus. O motor Cosworth foi trocado pelo Renault, que ent&atilde;o come&ccedil;ava a empilhar t&iacute;tulos com a Red Bull. &Eacute; verdade que esse fator ainda n&atilde;o fazia tanto diferen&ccedil;a na &eacute;poca dos V8, mas certamente era um alento. Mais pot&ecirc;ncia n&atilde;o faria mal para Heikki Kovalainen e Jarno Trulli.<\/p>\n<p>A parceria durou entre 2011 e 2014 e, adivinhe, n&atilde;o levou a equipe a lugar nenhum. Tudo que a Lotus\/Caterham conseguiu foi ser a melhor das equipes nanicas &ndash; posto que j&aacute; vinha ocupando, com vantagem sobre Virgin e Hispania. No fim das contas, a Caterham faliu sem sequer pontuar &ndash; essa miss&atilde;o n&atilde;o seria resolvida s&oacute; com um motor bom.<br \/>\n (Heikki Kovalainen &#8211; Caterham)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20163281136477_2016 f1 01 australia wehrlein manor_O.jpeg\" width=\"800\" height=\"534\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">8) Manor-Mercedes<\/p>\n<p>A Manor ganhou um presente dos melhores quando topou assinar com Pascal Wehrlein para 2016. O motor Ferrari desatualizado seria substitu&iacute;do pelo melhor Mercedes poss&iacute;vel, ao mesmo n&iacute;vel de Force India e Williams, que brilhavam justamente pela velocidade nas retas. Houve quem pregasse que, com um piloto bom e uma unidade de pot&ecirc;ncia &oacute;tima, daria para apagar a imagem de nanica.<\/p>\n<p>N&atilde;o d&aacute; para dizer que a parceria deu errado &ndash; Wehrlein foi d&eacute;cimo na &Aacute;ustria, trazendo os primeiros pontos da Manor desde os de Jules Bianchi em M&ocirc;naco em 2014. Mas n&atilde;o deu t&atilde;o certo assim: a equipe fechou 2016 na lanterna depois de levar a pior na briga com a Sauber. A cereja no bolo foi a fal&ecirc;ncia meses depois, para a tristeza de todo mundo que gosta de torcer por underdogs.<br \/>\n (Pascal Wehrlein (Foto: Manor))<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/201857930754_Nico_Rosberg_2006_Canada_2_O.jpg\" width=\"2048\" height=\"1365\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">7) Williams-Cosworth (2006)<\/p>\n<p>A fase da Williams com a BMW chegou ao fim de forma melanc&oacute;lica em 2005 &ndash; a equipe que chegou a brigar por t&iacute;tulo com Juan Pablo Montoya j&aacute; nem conseguia vencer corridas, por uma s&eacute;rie de motivos. Para o ano seguinte, a marca b&aacute;vara queria uma equipe pr&oacute;pria na F1 e quis comprar a equipe brit&acirc;nica, proposta rapidamente recusada por Frank Williams.<\/p>\n<p>Enquanto a BMW comprava a Sauber, a Williams se alinhava com a Cosworth. N&atilde;o era t&atilde;o charmosa quanto a montadora, mas uma fornecedora t&atilde;o tradicional podia dar certo.<\/p>\n<p>O ano come&ccedil;ou bem, com Mark Webber e Nico Rosberg pontuando no Bahrein. Parecia um bom ind&iacute;cio, mas era mentira: depois de s&oacute; pontuar mais tr&ecirc;s vezes no ano, a Williams fechou a temporada em oitavo no Mundial de Construtores, o pior resultado desde 1978. O div&oacute;rcio foi imediato: em 2007, a equipe j&aacute; competia com motor Toyota &ndash; que tamb&eacute;m n&atilde;o deu t&atilde;o certo, mas isso &eacute; outra hist&oacute;ria.<br \/>\n (Nico Rosberg &#8211; Williams)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/201857930854_tumblr_nvcsavLlwF1rx33q7o1_r1_1280_O.png\" width=\"1280\" height=\"830\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">6) McLaren-Peugeot<\/p>\n<p>Olha quem voltou para a lista. Em 1994, ainda procurando alternativas para ocupar o espa&ccedil;o deixado em branco pela Honda em 1992, a McLaren resolveu que n&atilde;o ia seguir com os motores de segunda linha da Ford. A solu&ccedil;&atilde;o foi ambiciosa: trazer a estreante Peugeot, que tentaria fazer frente &agrave; protagonista Renault, que brilhava como fornecedora da Williams.<\/p>\n<p>A inexperi&ecirc;ncia da Peugeot n&atilde;o fez muito bem, no fim das contas. A McLaren sofreu diversos abandonos em 1994. Em 32 tentativas, a bandeira quadriculada n&atilde;o foi vista 21 vezes. Mas &eacute; preciso ser justo: o conjunto chassi-motor foi ao p&oacute;dio oito vezes. Mesmo assim, os brit&acirc;nicos resolveram assim com a Mercedes em 1995. O resto &eacute; hist&oacute;ria.<br \/>\n (Martin Brundle &#8211; McLaren)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/201857927305_1989_lola_lc89_lamborghini_michele_alboreto_esp01_O.jpg\" width=\"1360\" height=\"736\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">5) Lola-Lamborghini<\/p>\n<p>A Lamborghini &eacute; uma marca que invoca os melhores sentimentos nos f&atilde;s de automobilismo. Carros velozes, tanto nas pistas quanto nas ruas, ocupam o imagin&aacute;rio do p&uacute;blico. Talvez tenha sido isso que levou a pequena equipe Lola a assinar com os americanos para a temporada 1989.<\/p>\n<p>O ano de estreia foi complicado, o que at&eacute; seria esperado. Era um carro med&iacute;ocre com um motor experimental. O problema &eacute; que a parceria nunca ficou muito melhor do que isso: at&eacute; 1993 foram poucos pontos e um p&oacute;dio, quando Aguri Suzuki conseguiu um p&oacute;dio hist&oacute;ria em Suzuka em 1990. Em 1993, quando a Lamborghini se decepcionou ao n&atilde;o conseguir um acordo com a McLaren, os italianos decidiram abandonar a F1 para sempre.<br \/>\n (Michele Alboreto &#8211; Larrousse)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/201857937884_dxxbm_O.jpg\" width=\"1280\" height=\"861\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">4) Zakspeed-Yamaha<\/p>\n<p>A Yamaha tem sucesso no esporte a motor. Na MotoGP, s&atilde;o sete t&iacute;tulos em uma campanha marcada pela parceria de sucesso com Valentino Rossi. Mas essa hist&oacute;ria &eacute; conhecida, ao contr&aacute;rio da da marca japonesa na F1, que n&atilde;o chega nem perto do mesmo n&iacute;vel de sucesso. E quem sentiu isso na pele pela primeira vez foi a pequena Zakspeed.<\/p>\n<p>Na passagem dos motores turbo para os aspirados em 1989, a Zakspeed apostou na Yamaha como uma alternativa de &uacute;ltima hora. Isso porque os alem&atilde;es, que fabricavam os pr&oacute;prios motores, resolveram repassar tal miss&atilde;o para uma montadora. N&atilde;o deu certo: em 32 tentativas com Bernd Schneider e Aguri Suzuki, a equipe n&atilde;o passou da pr&eacute;-classifica&ccedil;&atilde;o em incr&iacute;veis 30 oportunidades. Sim, s&oacute; duas vezes a equipe teve direito de andar no s&aacute;bado para tentar um lugar no grid. Quando largou, nessas duas vezes, foi para abandonar. Bem bom.<br \/>\n (Bernd Schneider &#8211; Zakspeed)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/201666236703_2016 f1 06 monaco button getty_O.jpg\" width=\"3147\" height=\"2098\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">3) McLaren-Honda (2015-17)<\/p>\n<p>Essa est&aacute; fresca na mem&oacute;ria. A McLaren, tentando achar um diferencial para voltar a ser campe&atilde; na F1, trocou o dominante motor Mercedes pelo Honda. A ideia era um projeto de longo prazo, mas apostando que os japoneses come&ccedil;ariam bem, competitivos.<\/p>\n<p>Como sabemos, nada disso aconteceu: a McLaren terminou 2015 em nono no Mundial de Construtores, mesmo contando com Jenson Button e Fernando Alonso. 2016 foi melhor, com um sexto lugar.<\/p>\n<p>Um novo rev&eacute;s em 2017, voltando ao nono lugar, foi a gota d&rsquo;&aacute;gua. A McLaren uniu for&ccedil;ar com a Renault, enquanto a Honda foi ser feliz com a Toro Rosso.<br \/>\n (Jenson Button (Foto: Getty Images))<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2018579362_subaru-coloni-3_O.jpg\" width=\"908\" height=\"601\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">2) Coloni-Subaru<\/p>\n<p>A Coloni parecia ter o contrato dos sonhos para 1990: a Subaru, marca ic&ocirc;nica do mercado japon&ecirc;s, resolveu oferecer um motor novinho em folha, al&eacute;m de apoio financeiro. Na pr&aacute;tica, a equipe italiana foi paga para fechar parceria de peso. E mais: a montadora topou pagar d&iacute;vidas da escuderia, assumindo controle de 51% da opera&ccedil;&atilde;o em troca. Parecia um belo neg&oacute;cio para uma turma que em 1989 tinha problemas para sequer passar da pr&eacute;-classifica&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>No fim das contas, ficou claro que ser pago para usar um motor n&atilde;o &eacute; um bom ind&iacute;cio. O motor Subaru, com um conceito ousado, n&atilde;o gerava mais do que 500 cavalos de pot&ecirc;ncia, sendo melhor apenas do que o ris&iacute;vel modelo da Life. Milhas distante de participar dos GPs, a equipe nipo-italiana entrou em crise.<\/p>\n<p>J&aacute; em junho, a Subaru desistiu do projeto na F1 e vendeu sua parcela das a&ccedil;&otilde;es de volta para a Coloni. Os italianos estavam sem d&iacute;vidas, mas isso n&atilde;o adiantou muito: competindo com motor Ford at&eacute; o fim de 1991, a escuderia nunca mais se classificaria para um GP.<br \/>\n (Bertrand Gachot &#8211; Coloni)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/201857937980_136b5aa9c351fe1e8dd19790cb15d7fb_O.jpg\" width=\"1024\" height=\"587\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">1) Footwork-Porsche<\/p>\n<p>Na teoria, a ideia era boa: a Arrows foi comprada por um grupo japon&ecirc;s que estava disposto a investir bastante dinheiro, virando Footwork em 1991. Al&eacute;m do dinheiro e do know-how da equipe, existia tamb&eacute;m uma grande marca: a Porsche. Nos carros, o bom Michele Alboreto e o respeit&aacute;vel Alex Caffi poderiam trazer bons resultados. Pelo menos o plano era esse.<\/p>\n<p>Na pista, a parceria se mostrou um fiasco: nos seis primeiros GPs, sete vezes os carros nem puderam largar. A chefia da Footwork concluiu que a culpa era do motor e rompeu o contrato ainda em junho de 1991 para andar com o convencional motor Ford. Depois do fora, a marca alem&atilde; deixou a F1 para nunca mais voltar. E a Footwork seguiu lenta, independente do motor.<\/p>\n<p>&nbsp;<br \/>\n (Michele Alboreto &#8211; Footwork)<\/p><\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Red Bull avalia trocar a Renault pela Honda para 2019, imaginando que os japoneses realmente est&atilde;o no caminho certo agora. O GRANDE PREMIUM recorda dez casos de parcerias que, na teoria, tinham tudo para ser de sucesso. Mas na pr&aacute;tica&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":0,"featured_media":0,"template":"","meta":{"42wp_featured_image_caption":"","42wp_featured_image_credits":"","42wp_featured_video":"","42wp_featured_image_hidden":false,"42wp_authors_list":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"42wp_author":[47118],"class_list":["post-1434","42wp_premium","type-42wp_premium","status-publish","hentry","category-noticias","42wp_author-vitor-fazio"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_premium\/1434","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_premium"}],"about":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/42wp_premium"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_premium\/1434\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1434"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1434"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1434"},{"taxonomy":"42wp_author","embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_author?post=1434"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}