{"id":1495,"date":"2018-03-12T06:00:00","date_gmt":"2018-03-12T09:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/grandepremium\/materias\/da-f1-para-a-stock-car\/"},"modified":"2018-03-12T06:00:00","modified_gmt":"2018-03-12T09:00:00","slug":"da-f1-para-a-stock-car","status":"publish","type":"42wp_premium","link":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/grandepremium\/noticias\/materias\/da-f1-para-a-stock-car\/","title":{"rendered":"Da F1 para a Stock Car"},"content":{"rendered":"\n<p style=\"float: left;margin-right: 15px\">\n    google_ad_client = &#8220;ca-pub-6830925722933424&#8221;;<br \/>\n    google_ad_slot = &#8220;5708856992&#8221;;<br \/>\n    google_ad_width = 336;<br \/>\n    google_ad_height = 280;<br \/>\n<!-- Ret\u00e2ngulo grande --><a href=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js\">\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js<\/a><\/p>\n<p>A Stock Car teve seu in&iacute;cio da temporada 2018 no &uacute;ltimo fim de&nbsp;semana em Interlagos. De volta com a j&aacute; tradicional Corrida de Duplas &mdash; realizada antes em 2014, 2015 e 2016 &mdash;, a principal categoria do esporte a motor brsileiro teve a presen&ccedil;a de pilotos nacionais e internacionais e contou com um grid gra&uacute;do, com 66 grandes nomes do automobilismo.<\/p>\n<p>Entre os pilotos oriundos de categorias como DTM, Endurance e GT, por exemplo, havia nada menos que dez ex-F1 no grid, entre titulares e convidados. Nomes como Felipe Massa, Felipe Nasr, Rubens Barrichello, Ricardo Zonta, Lucas Di Grassi e Nelsinho Piquet fizeram parte da ca&oacute;tica e emocionante prova no aut&oacute;dromo paulista.<\/p>\n<p>Ao longo dos anos, o certame brasileiro tem sido a escolha de pilotos que deixaram a F1 e procuram um novo desafio para a carreira. O <strong>GRANDE PREMIUM<\/strong>, ent&atilde;o, listou dez competidores que voltaram para correr no Brasil.<\/p>\n<p><strong>Rubens Barrichello<\/strong><\/p>\n<p>A chegada de Barrichello &agrave; Stock Car aconteceu aos poucos. Ap&oacute;s 19 temporadas na F1, com dois vice-campeonatos e dois terceiros lugares, e uma na Indy, em 2012 fez as tr&ecirc;s &uacute;ltimas corridas da temporada. Foi o suficiente para que em 2013 j&aacute; entrasse de cabe&ccedil;a na categoria, defendendo as cores da forte Full Time, chefiada por Maur&iacute;cio Ferreira, o &#039;Mau Mau&#039;.&nbsp;<\/p>\n<p>No certame nacional se encontrou rapidamente.&nbsp; Logo em 2014 abocanhou sua primeira vit&oacute;ria, na tradicional Corrida do Milh&atilde;o, e o t&iacute;tulo daquele ano. Em 2016 conquistou o vice ap&oacute;s brigar pelo t&iacute;tulo at&eacute; a &uacute;ltima corrida.<br \/>\n<br \/>\nMas a chegada de Barrichello &agrave; Stock Car &eacute; muito mais significativa que seus resultados na pista. A categoria cresceu muito do ponto de vista do profissionalismo. N&atilde;o &eacute; exagero nenhum dizer que a vinda de Rubinho foi um divisor de &aacute;guas na Stock Car, tornando-a cada vez mais atraente para pilotos brasileiros e internacionais, al&eacute;m de servir como grande plataforma de marketing e novos neg&oacute;cios para os patrocinadores.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2018312023673_barrichello_O.jpg\" width=\"1081\" height=\"675\" \/><\/div>\n<blockquote class=\"destaque-imagem\"><p>Barrichello se emocionou ao chegar no p\u00f3dio na Corrida de Duplas <\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2018312023954_zonta fernanda_O.jpg\" width=\"2048\" height=\"1366\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">\n&nbsp;<\/p>\n<p>Ricardo Zonta<\/p>\n<p>Ricardo Zonta come&ccedil;ou na F1 em 1997, como piloto de testes da McLaren, mas apenas em 1999 que disputou sua primeira corrida, pela BAR. Seguiu na equipe em 2000 e chegou a correr algumas corridas em 2001 e 2004. Sua entrada efetiva na Stock Car aconteceu em 2007, quando dividia seu tempo como pilotos de testes da Renault.<\/p>\n<p>Na categoria brasileira, seu curr&iacute;culo &eacute; mais extenso. Chegou a correr em sua pr&oacute;pria equipe, a RZ Motorsport, e ganhou a Corrida do Milh&atilde;o em 2013, disputada em Interlagos. Sua melhor coloca&ccedil;&atilde;o em um campeonato foi s&eacute;timo, nesse mesmo ano.<\/p>\n<p>Em 2017, Zonta teve sua temporada mais s&oacute;lida do ponto de vista de vit&oacute;rias. Correndo pela Shell Racing, equipe chefiada por Thiago Meneghel, o curitibano subiu duas vezes no topo do p&oacute;dio. E na Corrida de Duplas deste ano, em Interlagos, Ricardo mostrou que segue muito competitivo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p><\/div>\n<\/div>\n<p><strong>Ant&ocirc;nio Pizzonia<\/strong><\/p>\n<p>Ant&ocirc;nio Pizzonia teve seu primeiro contato com a F1 em 2002, quando era piloto de testes em Williams. Ap&oacute;s resultados impressionantes na F300, assinou com a Jaguar no ano seguinte. No entanto, por falta de resultados acabou trocado no meio da temporada. Chegou a correr algumas corridas em 2004 e 2005, mas ficou sem espa&ccedil;o na categoria, e foi quando voltou ao Brasil e para a Stock Car.<\/p>\n<p>Sua primeira apari&ccedil;&atilde;o no certame brasileiro foi em 2007, assumindo o carro da RS Competi&ccedil;&otilde;es ap&oacute;s as quatro primeiras etapas. Desde ent&atilde;o, alinhou no grid em todos os anos, competindo em seis temporadas completas. Em 2016, fora da lista de pilotos, disputou a Corrida de Duplas ao lado de Marcos Gomes e conquistou a vit&oacute;ria.<br \/>\n<br \/>\nNo ano passado, o &#039;Jungle Boy&#039; voltou &agrave; Stock Car como um dos pilotos da Prati-Donaduzzi\/RX Mattheis, reeditando uma dupla vitoriosa com J&uacute;lio Campos.<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2018312023709_pizzonia duda_O.jpg\" width=\"1600\" height=\"1065\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">Ant\u00f4nio Pizzonia <\/div>\n<\/div>\n<p><strong>Ingo Hoffmann<\/strong><\/p>\n<p>A passagem de Ingo Hoffmann pela F1 foi bastante reduzida. O piloto competiu no segundo carro da equipe Copersucar, ent&atilde;o disputou apenas determinadas etapas nos anos de 1976 e 1977. No total, fez alinhou seis corridas e largou apenas em tr&ecirc;s, conquistando uma s&eacute;tima coloca&ccedil;&atilde;o como melhor resultado.<\/p>\n<p>No entanto, na Stock Car o cen&aacute;rio foi completamente diferente para o Alem&atilde;o, como era conhecido. Desde 1979, quando o certame surgiu, e 2008, quando se aposentou, esteve presente em todas as corridas, com exce&ccedil;&atilde;o da primeira.<br \/>\n<br \/>\nSeu curr&iacute;culo na Stock Car &eacute; incompar&aacute;vel: 76 vit&oacute;rias e 12 t&iacute;tulos, tornando-se o maior campe&atilde;o e vencedor da hist&oacute;ria. Sua rever&ecirc;ncia &eacute; tamanha que o lend&aacute;rio n&uacute;mero #17 ostentado pelo &#039;Alem&atilde;o&#039; foi aposentado.&nbsp;<br \/>\n<br \/>\nAtualmente, o ex-piloto lidera um trabalho de grande refer&ecirc;ncia, definido por ele mesmo como a maior vit&oacute;ria da sua vida: o Instituto Ingo Hoffmann, que trabalha junto ao Centro Boldrini, em Campinas, e cuida de crian&ccedil;as portadoras de c&acirc;ncer.<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/201831201672_ingo acervo_O.jpg\" width=\"1024\" height=\"672\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">Ingo Hoffmann na \u00e9poca em que corria na Stock Car <\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2018312016829_chico duda_O.jpg\" width=\"1024\" height=\"685\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">\n&nbsp;<\/p>\n<p>Chico Serra<\/p>\n<p>Chico Serra chegou &agrave; F1 nos anos 80, disputando sua primeira corrida em 1981 pela Arrows. Seguiu na categoria pelos dois anos seguintes, conseguindo apenas um ponto ap&oacute;s uma sexta coloca&ccedil;&atilde;o. Ap&oacute;s um tempo, ent&atilde;o, voltou ao Brasil para decolar.<\/p>\n<p>Em 1986 iniciou uma vitoriosa carreira na Stock Car. Al&eacute;m das 33 vit&oacute;rias e 24 pole-positions, o piloto conquistou seus tr&ecirc;s t&iacute;tulos consecutivamente, nos anos de 1999, 2000 e 2001. Ficou fora da temporada 2008 e voltou em 2009, e depois disputou a Corrida de Duplas de 2014 ao lado de Felipe Lapenna.<\/p>\n<p>Mas sua &uacute;ltima corrida na Stock Car aconteceu no ano seguinte. Chico teve a chance singular de correr ao lado do filho, Daniel Serra, na Corrida de Duplas ocorrida em 2015, em Goi&acirc;nia.&nbsp;<\/p>\n<p>Dois anos depois, Chico viu o filho Serrinha repetir seu feito e ser consagrado como campe&atilde;o da Stock Car. Certamente, deixando o papai bem orgulhoso.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2018312023299_burti fernanda_O.jpg\" width=\"1600\" height=\"1066\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">\n&nbsp;<\/p>\n<p>Luciano Burti<\/p>\n<p>Sua rela&ccedil;&atilde;o com a F1 se iniciou em 1999 como piloto de testes da Stewart. No ano seguinte chegou a disputar uma corrida para substituir Eddie Irvine, e em 2001 fez a temporada completa da categoria, alcan&ccedil;ando dois oitavos postos como melhores resultados. Chegou a ser piloto de testes por mais alguns anos, mas em 2005 foi para a Stock Car.<\/p>\n<p>Na categoria brasileira, ficou por 11 temporadas completas. Em 2016 chegou a correr duas etapas, mas logo na terceira corrida do ano deixou a categoria.<\/p>\n<p>Neste ano voltou ao grid, mas como piloto convidado da Corrida de Duplas, disputando em Interlagos ao lado de Diego Nunes no carro #70 da Full Time.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p><\/div>\n<\/div>\n<p><strong>Christian Fittipaldi<\/strong><\/p>\n<p>O ano de 1992 marcou o primeiro de Christian Fittipaldi na F1, defendendo as cores da Minardi. Ficou por mais duas temporadas ap&oacute;s a sua de estreia, uma ainda pela mesma equipe e sua &uacute;ltima na Footwork. Depois, foi para os Estados Unidos para competir por oito temporadas na Indy.<\/p>\n<p>Veio para o Brasil, ent&atilde;o, em 2005 para alinhar na Stock Car. Pela equipe Avalone, somou 32 pontos e fechou o ano em 23&ordm;. No campeonato seguinte, come&ccedil;ou pelo mesmo time e encerrou pela RC3 Bassani.<br \/>\n<br \/>\nTeve um hiato de tr&ecirc;s anos para retornar em 2010, pela Gramacho. Em seguida, voltou aos Estados Unidos para ser um dos protagonistas do SportsCar. Christian, hoje no posto de diretor da Action Express, venceu por tr&ecirc;s vezes as ic&ocirc;nicas 24h de Daytona.<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/201831201623_christian fernanda_O.jpg\" width=\"1024\" height=\"685\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">Christian Fittipaldi durante a etapa de Ribeir\u00e3o Preto <\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2018312016656_tarso fernanda_O.jpg\" width=\"1024\" height=\"685\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">\n&nbsp;<\/p>\n<p>Tarso Marques<\/p>\n<p>Tarso Marques fez sua estreia na F1 em 1996, quando come&ccedil;ou a defender a Minardi. Nesse e no ano seguinte teve que dividir o carro com diversos outros pilotos, como Giancarlo Fisichella e Jarno Trulli. Fora por tr&ecirc;s temporadas, voltou em 2001, e ap&oacute;s um ano sem grandes resultados, encerrou sua carreira no Mundial.<\/p>\n<p>Em 2006 disputou as &uacute;ltimas quatro corridas do campeonato. E logo em seu ano de d&eacute;but abocanhou sua primeira vit&oacute;ria. Em 2007 voltou a triunfar, e fez sua &uacute;ltima temporada completa no ano seguinte.<\/p>\n<p>Nas &uacute;ltimas temporadas, Marques realizou corridas espor&aacute;dicas na Stock Car. Aos 42 anos, o paranaense foi o titular da Mico&#039;s na Corrida de Duplas do &uacute;ltimo fim de semana em Interlagos, dividindo o carro com Fernando Croce.&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p><\/div>\n<\/div>\n<p><strong>Enrique Bernoldi<\/strong><\/p>\n<p>Enrique Bernoldi chegou aos poucos na F1, fazendo testes com a Sauber e fazendo parte do programa de pilotos da Red Bull. Sua chance chegou com a Arrows, em 2001, onde ficou at&eacute; 2002, mas sem terminar a temporada, pois a equipe deixou a categoria.<\/p>\n<p>Sua ida para a Stock Car aconteceria em 2007, ap&oacute;s alguns anos de piloto de testes no Mundial. Na Action Power, conseguiu dois p&oacute;dios e terminou o campeonato em 13&ordm;. Correu quatro etapas em 2008 e foi convidado da Corrida de Duplas em 2014 e 2015.<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2018312016397_enrique fernanda_O.jpg\" width=\"1024\" height=\"685\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">Enrique Bernoldi em sua \u00e9poca na Stock Car <\/div>\n<\/div>\n<p><strong>Wilsinho Fittipaldi<\/strong><\/p>\n<p>Wilson Fittipaldi J&uacute;nior &eacute; uma das lendas do automobilismo brasileiro. Ele pr&oacute;prio construiu os carros de corrida nos anos 1960, quando correu na F&oacute;rmula V&ecirc;. E foi um dos l&iacute;deres do pioneiro e in&eacute;dito projeto de criar uma equipe brasileira na F1: a Copersucar Fittipaldi.<br \/>\n<br \/>\nAo todo, Wilsinho disputou tr&ecirc;s temporadas na F1 como piloto, e entre 1976 e 1980 foi o chefe de equipe da Copersucar Fittipaldi, que teve ao volante de um dos seus carros o irm&atilde;o e bicampe&atilde;o mundial, o ic&ocirc;nico Emerson Fittipaldi.<\/p>\n<p>Na Stock Car, Wilsinho teve uma carreira de sucesso. Sua chegada aconteceu no ano de 1982, onde correu todas as provas. No ano seguinte, largou apenas em uma. Ainda disputou nos anos de 1994, 1995 e 1996, e conquistou, ao todo, duas vit&oacute;rias e 20 p&oacute;dios.<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2018312839247_4464996361_3639ac8803_b_O.jpg\" width=\"1024\" height=\"685\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">Wilson Fittipaldi (Wilson Fittipaldi (Foto: Duda Bairros))<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Corrida de Duplas, etapa de abertura da Stock Car 2018, contou com 10 ex-F1 em seu grid. 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