{"id":1502,"date":"2018-03-05T05:00:00","date_gmt":"2018-03-05T08:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/grandepremium\/materias\/grandes-secas-da-f1\/"},"modified":"2018-03-05T05:00:00","modified_gmt":"2018-03-05T08:00:00","slug":"grandes-secas-da-f1","status":"publish","type":"42wp_premium","link":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/grandepremium\/noticias\/materias\/grandes-secas-da-f1\/","title":{"rendered":"Grandes secas da F1"},"content":{"rendered":"\n<p>A 32&ordf; e, at&eacute; aqui, &uacute;ltima vit&oacute;ria de Fernando Alonso na F1 ocorreu no dia 12 de maio de 2013. J&aacute; se passaram quase cinco anos do dia em que o espanhol subiu no topo do p&oacute;dio em frente &agrave; sua torcida, em seu pa&iacute;s &#8211; era o GP local, em Montmel&oacute;.<\/p>\n<p>Ningu&eacute;m naquele circuito sabia que tantos anos se passariam sem que o ent&atilde;o ferrarista voltasse ao primeiro lugar.<\/p>\n<p>Mas a McLaren, ap&oacute;s anos de sofrimento, promete entregar ao seu piloto um carro competitivo. Alonso j&aacute; falou que sim, sonha em vencer novamente j&aacute; em 2018.<\/p>\n<p>E, se isso ocorrer, ele entrar&aacute; em um top-10 curioso: o de maiores intervalos entre uma vit&oacute;ria e a seguinte de um piloto na maior categoria do automobilismo.<\/p>\n<p>Abaixo, voc&ecirc; vai conhecer os 10 pilotos que atualmente formam essa lista. Alonso est&aacute; quase beirando a lideran&ccedil;a&#8230;<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2018321450901_Lauda 10_O.jpg\" width=\"1600\" height=\"824\" \/><\/div>\n<blockquote class=\"destaque-imagem\"><p>\n10) Niki Lauda ficou tr&ecirc;s anos, seis meses e 25 dias sem conseguir vencer uma corrida &#8211; demorou 49 GPs para voltar a triunfar. A seca durou de GP da It&aacute;lia de 1978 at&eacute; o dos EUA de 1982.<\/p>\n<p>Na It&aacute;lia, Lauda correu com a Brabham. Nos EUA, ele j&aacute; estava com a McLaren. Ele ainda seguiria vencendo corridas at&eacute; 1985, somando 25 no total na carreira.<\/p>\n<\/blockquote>\n<\/div>\n<p>9) Mike Hawthorn ficou tr&ecirc;s anos, oito meses e 12 dias sem vencer na F1. Ap&oacute;s triunfar no GP da Espanha de 1954, ele s&oacute; voltou a subir no lugar mais alto do p&oacute;dio em 1958, no GP da Fran&ccedil;a.<\/p>\n<p>Nas duas vit&oacute;rias, Hawthorn estava com a Ferrari. A seca poderia ter sido menor se ele n&atilde;o tivesse se ausentado do Mundial de 1955.<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2018321436753_hawthorn_O.jpg\" width=\"900\" height=\"512\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">Mike Hawthorn com a Ferrari, no GP da Fran\u00e7a de 1958 (Hawthorn (Foto: Divulga\u00e7\u00e3o))<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2018321436434_regazzoni8_O.jpg\" width=\"1024\" height=\"662\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">\n8) Clay Regazzoni teve cinco vit&oacute;rias em seus 11 anos de F1. Entre o GP da It&aacute;lia de 1970 e o GP da Alemanha de 1974, o su&iacute;&ccedil;o ficou tr&ecirc;s anos, 10 meses e 29 dias sem triunfar.<\/p>\n<p>Em ambas as oportunidades ele estava na Ferrari, passando em branco pela BRM em 1973. Na lista, ele tamb&eacute;m possui a 12&ordf; maior seca, entre&nbsp; 1976 e 1979, j&aacute; longe da escuderia italiana.<\/p>\n<p> (Regazzoni (Foto: Divulga\u00e7\u00e3o))<\/p><\/div>\n<\/div>\n<p>7) Johnny Herbert ocupa a s&eacute;tima coloca&ccedil;&atilde;o nesta lista em raz&atilde;o de sua seca ter durado quatro anos e 16 dias, entre a vit&oacute;ria no GP da It&aacute;lia de 1995 e a no GP da europa de 1999.<\/p>\n<p>Em 1995, Herbert corria de Benetton, enquanto em 1999 ele disputou a F1 com a Stewart &#8211; sendo parceiro de Rubens Barrichello na equipe.<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2018321436748_herbert 7_O.jpg\" width=\"740\" height=\"337\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">Johnny Herbert no GP da Europa de 1999 (Herbert (Foto: Divulga\u00e7\u00e3o))<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2018321436831_Barrichello 6_O.jpg\" width=\"1200\" height=\"800\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">\n6) Rubens Barrichello tamb&eacute;m est&aacute; na lista, com a sexta maior seca. Entre sua vit&oacute;ria na China, em 2004, e na Europa, em 2009, se passaram quatro anos,&nbsp;10 meses e 28 dias.<\/p>\n<p>Na vit&oacute;ria na &Aacute;sia, Rubinho ainda estava com a Ferrari. Em 2009, ele estave no famoso &uacute;nico ano da Brawn.<\/p>\n<p> (Barrichello (Foto: Divulga\u00e7\u00e3o))<\/p><\/div>\n<\/div>\n<p>5) Em quinto aparece John Watson, piloto norte-irland&ecirc;s que disputou 154 GPs na F1, com cinco vit&oacute;rias.<\/p>\n<p>Ap&oacute;s vencer o GP da &Aacute;ustria de 1976, com a Penske, ele s&oacute; voltou a triunfar quatro anos, 11 meses e tr&ecirc;s dias depois, em Silverstone, com a McLaren.<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2018321436586_Watson 5_O.jpg\" width=\"1024\" height=\"664\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">John Watson em Silverstone, 1981 (Watson (Foto: Divulga\u00e7\u00e3o))<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2018321436630_andretti 4_O.png\" width=\"727\" height=\"428\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">\n4) Mario Andretti foi campe&atilde;o da F1 em 1978. Mas, antes disso, sofreu bastante, principalmente entre o GP da &Aacute;frica do Sul de 1971 e o do Jap&atilde;o de 1976.<\/p>\n<p>Foram cinco anos, sete meses e 18 dias entre essas duas vit&oacute;rias. Felizmente para Andretti, ele saiu da F1 n&atilde;o s&oacute; com um t&iacute;tulo, mas com outros 10 lugares mais altos do p&oacute;dio.<\/p>\n<p> (Andretti (Foto: Divulga\u00e7\u00e3o))<\/p><\/div>\n<\/div>\n<p>3) O top-3 da lista &eacute; aberto com Jack Brabham, que ficou cinco anos, 10 meses e 19 dias sem vencer uma corrida sequer na F1.<\/p>\n<p>Isso ocorreu com o tricampe&atilde;o do mundo entre o GP de Portugal de 1960 e o da Fran&ccedil;a de 1966. Curiosamente, nos dois anos ele conquistou o t&iacute;tulo.<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2018321436937_brabham 3_O.jpg\" width=\"1250\" height=\"751\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">Jack Brabham na Fran\u00e7a, em 1966 (Brabham(Foto: Divulga\u00e7\u00e3o) )<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2018321436463_Bruce McLaren2_O.jpg\" width=\"960\" height=\"632\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">\n2) Dono de um dos maiores nomes da hist&oacute;ria do automobilismo, Bruce McLaren teve per&iacute;odos de seca t&atilde;o grandes quanto os da equipe que hoje comporta ernando Alonso e Stoffel Vandoorne.<\/p>\n<p>Entre o GP de M&ocirc;naco de 1962 e o da B&eacute;lgica de 1968, McLaren ficou seis anos e seis dias sem uma vit&oacute;ria sequer.<\/p>\n<p> (Bruce McLaren (Foto: Divulga\u00e7\u00e3o))<\/p><\/div>\n<\/div>\n<p>1) E o l&iacute;der da lista n&atilde;o t&atilde;o gloriosa &eacute; Riccardo Patrese. Com 257 GPs disputados, o italiano conquistou apenas seis vit&oacute;rias.<\/p>\n<p>Dentre elas, est&atilde;o o GP da &Aacute;frica do Sul de 1983, com a Brabham, e o GP de San Marino de 1990, com a Williams.&nbsp;<\/p>\n<p>Entre estas duas, Patrese conquistou exatamente zero triunfos, ficando seis anos, seis meses e 28 dias sem vit&oacute;rias.<\/p>\n<p>O maior intervalo entre duas vit&oacute;rias do mesmo piloto na hist&oacute;ria da F1.<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2018321436316_Patrese 1_O.jpg\" width=\"680\" height=\"453\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">Riccardo Patrese em San Marino-1990 (Patrese (Foto: Divulga\u00e7\u00e3o))<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fernando Alonso venceu pela &uacute;ltima vez na F1 em 12 de maio de 2013 &#8211; j&aacute; se v&atilde;o quase cinco anos. 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