{"id":1624,"date":"2017-09-22T05:00:00","date_gmt":"2017-09-22T08:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/grandepremium\/materias\/a-indy-2017-em-notas\/"},"modified":"2017-09-22T05:00:00","modified_gmt":"2017-09-22T08:00:00","slug":"a-indy-2017-em-notas","status":"publish","type":"42wp_premium","link":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/grandepremium\/noticias\/materias\/a-indy-2017-em-notas\/","title":{"rendered":"A Indy 2017 em notas"},"content":{"rendered":"\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2017918255117_04CJ1893_O.jpg\" width=\"640\" height=\"427\" \/><\/div>\n<blockquote class=\"destaque-imagem\">\n<p>    google_ad_client = &#8220;ca-pub-6830925722933424&#8221;;<br \/>\n    google_ad_slot = &#8220;5708856992&#8221;;<br \/>\n    google_ad_width = 336;<br \/>\n    google_ad_height = 280;<\/p>\n<p>A temporada 2017 da Indy acabou neste fim de semana em Sonoma e o GRANDE PREMIUM chega com a avalia&ccedil;&atilde;o final do desempenho de cada piloto no campeonato.&nbsp;<\/p>\n<p>A nota mais alta ficou com o campe&atilde;o Josef Newgarden, com Scott Dixon, Simon Pagenaud, Alexander Rossi e Graham Rahal tamb&eacute;m tendo destaque. Por outro lado, Tony Kanaan, Max Chilton, JR Hildebrand, Charlie Kimball e Esteban Guti&eacute;rrez ficaram com marcas bem baixas.<\/p>\n<p>Confira como foram avaliados todos os titulares, lembrando que Spencer Pigot e Ed Carpenter se revezaram no #20 da Carpenter, enquanto Guti&eacute;rrez substituiu S&eacute;bastien Bourdais em parte da temporada no #18 da Dale Coyne, Sebasti&aacute;n Saavedra e Jack Harvey foram utilizados na vaga do demitido Mikhail Aleshin no #7 da Schmidt Peterson e Gabby Chaves fez suas primeiras corridas com a novata Harding.<\/p>\n<p> (IndyCar)<\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20179211436784_JGS_2144-1_O.jpg\" width=\"1600\" height=\"1066\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">1&ordm;) JOSEF NEWGARDEN &#8211; 642 PONTOS &#8211; 10,0<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>N&atilde;o foi muito f&aacute;cil decidir qual seria a nota de Josef Newgarden. O campe&atilde;o da temporada conseguiu o feito logo em seu primeiro ano de Penske e estabelecendo-se como o mais jovem norte-americano a conquistar tal marca. Seu &uacute;nico grande problema em 2017 foi o erro crasso no GP de Watkins Glen, mas Josef conseguiu compensar em grande estilo com uma atua&ccedil;&atilde;o irretoc&aacute;vel em Sonoma.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Newgarden teve uma das adapta&ccedil;&otilde;es mais r&aacute;pidas j&aacute; vistas na Penske. Recolocou a Indy no mapa, voltou a fazer com que os americanos ficassem interessados na categoria e colocou no bolso uma trinca de companheiros das mais fortes. Duvido que Newgarden se lamente pelo ocorrido em Watkins Glen, ano perfeito o dele, com direito a uma segunda metade de temporada absurda.<br \/>\n (Josef Newgarden)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20179211449694_16C_6939-EDIT-1_O.jpg\" width=\"1600\" height=\"1064\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">2&ordm;) SIMON PAGENAUD &#8211; 629 PONTOS &#8211; 8,5<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A nota de Simon Pagenaud at&eacute; a &uacute;ltima corrida do campeonato era 7. Mas n&atilde;o tem como n&atilde;o aumentar muito a avalia&ccedil;&atilde;o do franc&ecirc;s depois do que ele fez em Sonoma. Ousado e arrojado como n&atilde;o havia sido o ano todo, Pagenaud passou perto de virar o jogo contra Newgarden mesmo com chances reduzidas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Pesa contra Simon o fato do restante de seu 2017 ter sido burocr&aacute;tico como a segunda metade da temporada 2016, quando foi campe&atilde;o. No geral, &eacute; um vice-campeonato que vai para a conta de Pagenaud e um desempenho em Sonoma que pode servir para acordar de vez o franc&ecirc;s para 2018.<br \/>\n (Simon Pagenaud)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2017921154640_JGS_9531-1_O.jpg\" width=\"1600\" height=\"1066\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">3&ordm;) SCOTT DIXON &#8211; 621 PONTOS &#8211; 9,5<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>S&oacute; n&atilde;o d&aacute; para dar 10 para Dixon porque o t&iacute;tulo n&atilde;o veio, mas foi um dos melhores campeonatos que o neozeland&ecirc;s j&aacute; fez. Impressionante com uma Ganassi capenga, brigou pelo caneco at&eacute; o fim e quase levou, perdendo para a Penske de Newgarden que era muito melhor em Sonoma.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Dixon &eacute; o &uacute;nico piloto confirmado no time para 2018 e a Ganassi deve mesmo girar em torno de Scott cada vez mais. Em 2017, por exemplo, s&oacute; o neozeland&ecirc;s conseguiu deixar o time no top-9 na classifica&ccedil;&atilde;o final.<br \/>\n (Scott Dixon)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20179211511257_16C_0531-1_O.jpg\" width=\"1600\" height=\"1065\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">4&ordm;) HELIO CASTRONEVES &#8211; 598 PONTOS &#8211; 7,0<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Helio merece o in&iacute;cio do coment&aacute;rio sobre a temporada de Pagenaud ao contr&aacute;rio. Se o 2017 do brasileiro foi consideravelmente melhor que 2016 em termos de postura e mesmo de resultados, sua reta final foi muito apagada.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&Eacute; poss&iacute;vel dizer que a nota de Castroneves foi caindo na segunda metade da temporada e despencou de vez com a final em Sonoma. Burocr&aacute;tico, s&oacute; conseguiu segurar Dixon e garantir o t&iacute;tulo da Penske, mas ficou bem longe de assustar Newgarden.<br \/>\n (Helio Castroneves)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20179211519548_JGS_8861-1_O.jpg\" width=\"1600\" height=\"1066\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">5&ordm;) WILL POWER &#8211; 562 PONTOS &#8211; 6,0<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O campeonato que fez Power em 2017 foi cheio de oscila&ccedil;&otilde;es. Rei das poles na temporada, o australiano n&atilde;o aproveitou diversas chances que teve para, de fato, brigar pelo t&iacute;tulo. Acaba como pior da Penske em um ano que teve momentos de invenc&iacute;vel.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O que pesou verdadeiramente contra Will foi o fato de n&atilde;o ter lidado bem com os momentos de press&atilde;o. Ou seja: a cada vez que vencia uma corrida e parecia pronto para brigar com os rivais, sucumbia nas duas provas seguintes e despencava. Faltou muito a regularidade.<br \/>\n (Will Power)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20179211531169_JGS_6632-1_O.jpg\" width=\"1600\" height=\"1066\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">6&ordm;) GRAHAM RAHAL &#8211; 522 PONTOS &#8211; 8,5<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>N&atilde;o &eacute; de hoje que Rahal vem se mostrando um &oacute;timo piloto. A cada ano que passa, a sensa&ccedil;&atilde;o de que Graham poderia brigar pelo t&iacute;tulo da Indy com um equipamento melhor fica mais forte. Em 2017, voltou a ser um dos principais nomes da Honda no grid.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O ponto alto da campanha de Rahal em 2017 foi o final de semana em Detroit, quando venceu as duas corridas. Ali, dava pinta de que poderia entrar na luta pelo t&iacute;tulo, mas a RLL errou bastante a m&atilde;o em diversas etapas e o sexto lugar foi mesmo seu teto.<br \/>\n (Graham Rahal)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20179211538104_16C_0491-1_O.jpg\" width=\"1600\" height=\"1065\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">7&ordm;) ALEXANDER ROSSI &#8211; 494 PONTOS &#8211; 8,5<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&Eacute; poss&iacute;vel dizer que a temporada 2017 de Rossi serviu para que a maioria das pessoas parasse de desprezar sua conquista na Indy 500 em 2016. Muito regular, o americano foi o grande comandante da Andretti neste ano e ainda chegou na etapa final com chances remotas de t&iacute;tulo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Assim como no caso de Rahal, o americano passou a impress&atilde;o de que poderia ter brigado efetivamente pelo caneco se tivesse mais carro. N&atilde;o foram poucas as corridas em que a Andretti errou feio a m&atilde;o no acerto do carro em 2017.<br \/>\n (Alexander Rossi)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20179211549123_16C_0501-1_O.jpg\" width=\"1600\" height=\"1064\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">8&ordm;) TAKUMA SATO &#8211; 441 PONTOS &#8211; 6,5<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A temporada de Sato foi maravilhosamente estranha. Tudo bem, vai ficar marcada para sempre pela sua &oacute;tima atua&ccedil;&atilde;o coroada com vit&oacute;ria nas 500 Milhas de Indian&aacute;polis, mas como o japon&ecirc;s oscilou&#8230;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Por exemplo: Sato teve apenas tr&ecirc;s top-5 na temporada inteira e somente sete top-10 &#8211; um deles abandonando -, ou seja, dependeu muito de grandes resultados avulsos alcan&ccedil;ados. Obviamente, o triunfo no IMS foi o que o garantiu no top-10 da temporada.<br \/>\n (Takuma Sato)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/201738546898_Hunter-Reay_O.jpg\" width=\"2400\" height=\"1600\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">9&ordm;) RYAN HUNTER-REAY &#8211; 421 PONTOS &#8211; 5,5<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Se algu&eacute;m me dissesse que Ryan Hunter-Reay n&atilde;o participou da temporada 2017, eu levaria alguns segundos para realmente dizer que a pessoa estava errada. O americano bateu pouco, foi pouco ao p&oacute;dio &#8211; tr&ecirc;s vezes -, n&atilde;o venceu, n&atilde;o brigou por vit&oacute;ria praticamente em momento nenhum.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&Oacute;bvio que Hunter-Reay tem muitos cr&eacute;ditos por sua hist&oacute;ria na Andretti e na categoria, mas parece cada vez mais longe de seu auge. 2018 ser&aacute; decisivo para o piloto mostrar que ainda pode, um dia, voltar a brigar por t&iacute;tulo.<br \/>\n (Hunter-Reay)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/201738546935_Kanaan_O.jpg\" width=\"2400\" height=\"1600\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">10&ordm;) TONY KANAAN &#8211; 403 PONTOS &#8211; 4,0<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>2017 foi, discutivelmente, o pior ano de Kanaan na Indy. Um p&oacute;dio &#8211; numa corrida em que causou um acidente no Texas -, tr&ecirc;s top-5 e uma s&eacute;rie de incidentes no pelot&atilde;o traseiro do grid. No fim das contas, fechou o ano mais de 200 pontos atr&aacute;s do companheiro Dixon.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>De sa&iacute;da da Ganassi, ao menos Tony mostrou, mais uma vez, que conhece muito de oval. Basicamente foi bem em todas as pistas do tipo em 2017, enquanto que em circuitos mistos e de rua s&oacute; salvou dois top-10, em Barber e na corrida 2 de Detroit.<br \/>\n (Kanaan)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<p style=\"float: left;margin-right: 15px\">\n    google_ad_client = &#8220;ca-pub-6830925722933424&#8221;;<br \/>\n    google_ad_slot = &#8220;2258117790&#8221;;<br \/>\n    google_ad_width = 300;<br \/>\n    google_ad_height = 600;<br \/>\n<!-- Arranha-c\u00e9u --><a href=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js\">\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js<\/a><\/p>\n<div><strong>11&ordm;) MAX CHILTON &#8211; 396 PONTOS &#8211; 4,0<\/strong><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Chilton entra na mesma defini&ccedil;&atilde;o da temporada de Hunter-Reay, mas com o atenuante de que s&oacute; realmente apareceu uma vez: quando parecia ser capaz de vencer a Indy 500. O brit&acirc;nico foi quem mais liderou voltas na principal prova do calend&aacute;rio e fechou em um excelente quarto lugar, mas isso n&atilde;o muda seu desempenho p&iacute;fio em boa parte do resto do ano.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong>12&ordm;) MARCO ANDRETTI &#8211; 388 PONTOS &#8211; 4,5<\/strong><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Marco melhorou bastante em rela&ccedil;&atilde;o a 2016, isso &eacute; fato. Marco segue muito abaixo do que um dia j&aacute; conseguiu produzir na Indy, isso &eacute; outro fato. Bom de oval, o americano continua sofrendo com classifica&ccedil;&otilde;es horrorosas. Em mistos e circuitos de rua, por exemplo, n&atilde;o passa para o Fast Six h&aacute; anos.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong>13&ordm;) JAMES HINCHCLIFFE &#8211; 376 PONTOS &#8211; 5,5<\/strong><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Foram seis abandonos na temporada para o simp&aacute;tico canadense que, certamente, ficou longe de seu melhor desempenho na Indy. De qualquer forma, Hinch venceu corrida em Long Beach e foi ao p&oacute;dio em outras duas oportunidades, ao menos mostrando que foi figura marcante em boa parte da temporada &#8211; para o bem ou para o mal.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong>14&ordm;) ED JONES &#8211; 354 PONTOS &#8211; 6,0<\/strong><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>De Iowa para frente, Jones se arrastou, &eacute; verdade, mas o piloto natural dos Emirados &Aacute;rabes, no geral, fez uma primeira temporada positiva na Indy. Uma atua&ccedil;&atilde;o impressionante nas 500 Milhas de Indian&aacute;polis e alguns outros bons resultados especialmente em circuitos de rua mostraram que Jones pode muito bem ser considerado para voltar ao grid em 2018.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong>15&ordm;) JR HILDEBRAND &#8211; 347 PONTOS &#8211; 3,5<\/strong><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>N&atilde;o d&aacute; para dizer que a volta de Hildebrand para a Indy foi positiva. Excelente nos ovais curtos e p&eacute;ssimo em todos os outros circuitos, JR dificilmente vai arranjar algum lugar para guiar o campeonato todo em 2018. Foram apenas dois top-10 no ano, justamente em Iowa e Phoenix.<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20179211656760_16C_9674-1_O.jpg\" width=\"1600\" height=\"1064\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">JR Hildebrand teve um ano bem fraco na Carpenter (JR Hildebrand)<\/div>\n<\/div>\n<div><strong>16&ordm;) CARLOS MU&Ntilde;OZ &#8211; 328 PONTOS &#8211; 6,5<\/strong><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>N&atilde;o dava para exigir nada melhor do bom piloto colombiano com esse carro da Foyt que, indiscutivelmente, era o pior do grid. Mu&ntilde;oz conquistou seis top-10, incluindo um heroico d&eacute;cimo lugar nas 500 Milhas de Indian&aacute;polis, prova em que costuma se dar muito bem. No Texas, quando parecia ser candidato at&eacute; a vit&oacute;ria, acabou coletado em um grande acidente e abandonou. Enfim, um ano complicado, mas que provou novamente seu talento. Resta saber o que espera Mu&ntilde;oz para 2018.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong>17&ordm;) CHARLIE KIMBALL &#8211; 327 PONTOS &#8211; 2,0<\/strong><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Nossa, que temporada horr&iacute;vel fez Kimball. Possivelmente, o americano foi o pior piloto a ter feito a temporada completa em 2017. Nenhum p&oacute;dio, nenhum top-5. Tudo isso com uma Ganassi. Salvou uns pontinhos ao ser surpreendentemente pole no Texas, mas n&atilde;o vai deixar saudade alguma no time de Chip Ganassi.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong>18&ordm;) CONOR DALY &#8211; 305 PONTOS &#8211; 4,5<\/strong><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Na compara&ccedil;&atilde;o com Mu&ntilde;oz, Daly ficou devendo, mas n&atilde;o d&aacute; para jogar fora o esfor&ccedil;o do americano com esse p&eacute;ssimo carro da Foyt. Ap&oacute;s uma primeira metade de ano tenebrosa, embalou depois de um s&eacute;timo lugar que caiu dos c&eacute;us no Texas, ficando no top-10 tamb&eacute;m em Mid-Ohio, Gateway e Sonoma.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong>19&ordm;) MIKHAIL ALESHIN &#8211; 237 PONTOS &#8211; 3,0<\/strong><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Eu n&atilde;o sei se teria demitido Aleshin durante a temporada, mas fica dif&iacute;cil de defender o russo depois de tantas batidas. Mikhail certamente deu um preju&iacute;zo gordo para a Schmidt Peterson com tantos carros que danificou e, de resultado, fez bem pouco, com tr&ecirc;s top-10 nas 12 corridas que fez em 2017.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong>20&ordm;) SPENCER PIGOT &#8211; 218 PONTOS &#8211; 6,5<\/strong><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Finalmente chegou a hora de vermos Pigot guiando durante a temporada toda pela Carpenter. A vaga &eacute; um reconhecimento justo ao moleque que, cada vez mais, mostra ter potencial em meio a nomes bem mais experientes. Se a equipe tivesse caprichado mais no carro e, principalmente, na estrat&eacute;gia, Spencer fatalmente teria um p&oacute;dio em 2017.<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2017921165538_04CJ4209_O.jpg\" width=\"1600\" height=\"1066\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">Spencer Pigot ganhou uma temporada completa para 2018 (Spencer Pigot)<\/div>\n<\/div>\n<div><strong>21&ordm;) S&Eacute;BASTIEN BOURDAIS &#8211; 214 PONTOS &#8211; 7,5<\/strong><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Cinco top-10 em oito etapas disputadas com aquela que era a pior equipe do grid at&eacute; outro dia. Bourdais viveu um ano iluminad&iacute;ssimo na Indy com direito a um segundo lugar em Long Beach e a uma vit&oacute;ria em St. Pete. Sofreu um acidente grav&iacute;ssimo quando era favorito &agrave; pole para a Indy 500 e, ap&oacute;s uma recupera&ccedil;&atilde;o incrivelmente r&aacute;pida, reapareceu para as &uacute;ltimas tr&ecirc;s corridas, chegando em d&eacute;cimo em Gateway e nono em Sonoma. Sensacional.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong>22&ordm;) ED CARPENTER &#8211; 169 PONTOS &#8211; 6,5<\/strong><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Carpenter continua no seu esquema de correr apenas nos ovais e segue fazendo isso com bons resultados. Ed teve como ponto alto o segundo lugar no grid na Indy 500, mas, no geral, tamb&eacute;m n&atilde;o decepcionou nas demais corridas, ficando logo pelo caminho apenas em Gateway, na batida da largada causada por Power.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong>23&ordm;) GABBY CHAVES &#8211; 98 PONTOS &#8211; 7,5<\/strong><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Chaves foi uma das &oacute;timas surpresas da temporada. Quase todo mundo j&aacute; sabia de seu potencial, mas o campe&atilde;o da Lights de 2014 teve desempenhos sensacionais com a novata Harding, um time que apareceu na Indy 500 e voltou no Texas e em Pocono. Na principal prova do calend&aacute;rio, um excelente nono lugar; no Texas, fez top-5. Chaves merece disputar a temporada completa da Indy.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong>25&ordm;) ESTEBAN GUTI&Eacute;RREZ &#8211; 91 PONTOS &#8211; 1,0<\/strong><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Esteban Guti&eacute;rrez. Ah, Esteban Guti&eacute;rrez&#8230; Foram sete corridas e um 13&ordm; lugar como melhor resultado. O mexicano n&atilde;o fez absolutamente nada na Indy em 2017, mas j&aacute; avisou que quer voltar em 2018. Boa sorte.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong>26&ordm;) SEBASTI&Aacute;N SAAVEDRA &#8211; 80 PONTOS &#8211; 6,0<\/strong><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Olha, Sebasti&aacute;n Saavedra n&atilde;o fez um ano de se jogar fora, n&atilde;o. Substituindo Aleshin na SPM, teve desempenho bem decente e, com a novata Juncos, fez uma Indy 500 de respeito ao colocar o lento carro no 15&ordm; lugar. Deve aparecer novamente em 2018.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong>28&ordm;) JACK HARVEY &#8211; 57 PONTOS &#8211; 4,0<\/strong><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Harvey n&atilde;o chegou a ser exatamente impressionante em suas primeiras corridas na Indy. Ap&aacute;tico nas duas provas que fez pela Schmidt Peterson, o brit&acirc;nico deixou a desejar, principalmente, na Indy 500, etapa em que vestiu as cores da Andretti e bateu quando vinha em prova bem apagada.<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A &oacute;tima temporada 2017 da Indy teve destaques importantes. 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