{"id":1746,"date":"2017-05-24T10:31:00","date_gmt":"2017-05-24T13:31:00","guid":{"rendered":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/grandepremium\/materias\/quando-a-f1-desafiou-a-indy-e-perdeu\/"},"modified":"2017-05-24T10:31:00","modified_gmt":"2017-05-24T13:31:00","slug":"quando-a-f1-desafiou-a-indy-e-perdeu","status":"publish","type":"42wp_premium","link":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/grandepremium\/noticias\/materias\/quando-a-f1-desafiou-a-indy-e-perdeu\/","title":{"rendered":"Quando a F1 desafiou a Indy (e perdeu)"},"content":{"rendered":"\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20175241049563_1957-Monza-action_O.jpg\" width=\"1208\" height=\"900\" \/><\/div>\n<blockquote class=\"destaque-imagem\"><p>&nbsp;<\/p>\n<p>    google_ad_client = &#8220;ca-pub-6830925722933424&#8221;;<br \/>\n    google_ad_slot = &#8220;2258117790&#8221;;<br \/>\n    google_ad_width = 300;<br \/>\n    google_ad_height = 600;<\/p>\n<p>Semana do GP de M&ocirc;naco. Semana das 500 Milhas de Indian&aacute;polis. N&atilde;o importa muito o lado do Atl&acirc;ntico para o qual voc&ecirc; esteja olhando agora. O fato &eacute; que esta &eacute; a&nbsp;melhor &eacute;poca do ano para os f&atilde;s do automobilismo. Afinal, as duas provas s&atilde;o as mais tradicionais do esporte a motor &mdash; ao lado das 24 Horas de Le Mans &mdash;,&nbsp;mesmo que antag&ocirc;nicas: a pista de Monte Carlo &eacute; travada e estreita, enquanto o Indianapolis Motor Speedway &eacute; o suprassumo&nbsp;da velocidade.<\/p>\n<p>E foi para elevar este clima de velocidade que a McLaren postou nas redes sociais um p&ocirc;ster ao melhor estilo das corridas de antigamente, juntando algo que apenas ela pode fazer este ano: os carros com os quais vai disputar, no mesmo 28 de maio, as duas ic&ocirc;nicas corridas. Por&eacute;m, mais do que isso, a arte trouxe inscrita uma frase que fez os f&atilde;s mais ligados &agrave; hist&oacute;ria sorrirem: &#039;The Race of Two Worlds&#039;. Ou Corrida dos Dois Mundos, em portugu&ecirc;s.<\/p>\n<p>Uma disputa que colocou frente a frente os carros da Indy e da F1.<\/p>\n<\/blockquote>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20175241056390_18595236_10155102142221413_7148899258592549138_o_O.jpg\" width=\"1335\" height=\"2048\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">\n    google_ad_client = &#8220;ca-pub-6830925722933424&#8221;;<br \/>\n    google_ad_slot = &#8220;5708856992&#8221;;<br \/>\n    google_ad_width = 336;<br \/>\n    google_ad_height = 280;<\/p>\n<p>Quando o Mundial de Pilotos foi criado, seguindo a &lsquo;F1&rsquo; da FIA, algo precisava ser feito para garantir um car&aacute;ter &lsquo;mundial&rsquo; ao certame. Como voc&ecirc; sabe, resolveram colocar as 500 Milhas de Indian&aacute;polis, que j&aacute; era super tradicional, no calend&aacute;rio. Na pr&aacute;tica, poucos europeus se aventuraram na Am&eacute;rica, enquanto eram raros os norte-americanos com destaque no automobilismo europeu. Apesar de se tratar de corridas, no fim das contas, os estilos das provas eram muito diferentes, assim como os circuitos, resultando em carros tamb&eacute;m bem distintos entre si.<\/p>\n<p>Mas, se ainda hoje paira o questionamento sobre&nbsp;qual categoria &eacute; a mais r&aacute;pida, o mesmo acontecia naqueles tempos.<\/p>\n<p>Paralelamente, no come&ccedil;o dos anos 1950, foi iniciada uma reforma para restaurar o Autodromo Nazionale di Monza. O projeto compreendeu a revitaliza&ccedil;&atilde;o de uma ideia antiga do aut&oacute;dromo, que j&aacute; tinha em seu projeto original um circuito oval (e que poderia at&eacute; ser combinado ao tra&ccedil;ado misto). Foi assim que surgiu a vers&atilde;o definitiva das grandes curvas inclinadas que seriam usadas por algumas vezes na F1, que s&atilde;o retratadas no filme &#039;Grand Prix&#039; e, mesmo que n&atilde;o seja mais usadas, ainda est&atilde;o l&aacute;.\n <\/p><\/div>\n<\/div>\n<p style=\"float: left;margin-right: 15px\">\n    google_ad_client = &#8220;ca-pub-6830925722933424&#8221;;<br \/>\n    google_ad_slot = &#8220;2258117790&#8221;;<br \/>\n    google_ad_width = 300;<br \/>\n    google_ad_height = 600;<br \/>\n<!-- Arranha-c\u00e9u --><a href=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js\">\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js<\/a><\/p>\n<p>Nessa &eacute;poca, o presidente do aut&oacute;dromo &mdash; e o manda-chuva do Automobile Club di Milano &mdash; Giuseppe Bacciagaluppi tamb&eacute;m tinha aquela mesma curiosidade sobre qual categoria seria a mais r&aacute;pida, e sabia que o oval que estava &nbsp;novinho era ideal para essa disputa. E, mais do que isso, ele havia percebido que os americanos sabiam, j&aacute; naquela &eacute;poca, capitalizar melhor com uma disputa entre autom&oacute;veis.<\/p>\n<p>Assim, Bacciagaluppi convidou o presidente do Autom&oacute;vel Clube dos EUA (United States Automobile Club,&nbsp;USAC) para estar presente na segunda edi&ccedil;&atilde;o do GP de It&aacute;lia no ent&atilde;o novo Monza, em 1956. Rapidamente os dois executivos entraram em acordo, percebendo que uma prova oval europeia seria o melhor dos dois mundos, atraindo grandes pilotos da Indy e da F1.<\/p>\n<p>Coube ao Autom&oacute;vel Clube da It&aacute;lia o trabalho de tornar esse evento poss&iacute;vel, enquanto os times americanos se empolgaram com a possibilidade. Assim, a data da primeira prova &mdash; chamada de 500 Milhas de Monza (500 Miglia di Monza, em italiano), mas que entrou para a hist&oacute;ria como a Corrida de Dois Mundos ou Monzanapolis &mdash; foi marcada: 23 de junho de 1957.<\/p>\n<p>Para dizer a verdade, dos tr&ecirc;s nomes, Monzanapolis &eacute; o que mais se adequa. Afinal, ficou decidido que apenas o circuito oval seria utilizado, num percurso anti-hor&aacute;rio e com largada em movimento, tal qual manda o script americano. At&eacute; mesmo o regulamento t&eacute;cnico dos carros seguiu o da USAC, com motores de 4,2 L&nbsp;com aspira&ccedil;&atilde;o normal e 2,8 L com compressor. Por fim, a prova teria 500 Milhas como em Indian&aacute;polis &mdash; a diferen&ccedil;a &eacute; que seriam disputadas tr&ecirc;s baterias de 63 voltas, com uma hora de pausa entre elas.<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20175241052553_dtype_O.jpg\" width=\"1200\" height=\"811\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">Um Jaguar D-Type na Corrida de Dois Mundos de 1957 (Um Jaguar D-Type na Corrida de Dois Mundos de 1957)<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20175241113418_blur_O.jpg\" width=\"1200\" height=\"811\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">\n<p>    google_ad_client = &#8220;ca-pub-6830925722933424&#8221;;<br \/>\n    google_ad_slot = &#8220;2258117790&#8221;;<br \/>\n    google_ad_width = 300;<br \/>\n    google_ad_height = 600;<\/p>\n<p>Dez carros e pilotos atravessaram o oceano naquele m&ecirc;s de junho, incluindo nomes consagrados nos EUA como Tony Bettenhausen, Troy Ruttman e Jimmy Bryan. J&aacute; os grandes roadsters de Indy eram fabricados por Kuzma, Kurtis Kraft e Watson, todos empurrados por motores Novi ou Offenhsauser (esse &uacute;ltimo, inclusive, continuaria a ser usados nas d&eacute;cadas seguintes, impulsionando, com o acr&eacute;scimo de um turbo, a McLaren em suas vit&oacute;rias em Indian&aacute;polis nos anos 1970).<\/p>\n<p>O grande problema &eacute; que os times europeus preferiram boicotar o evento, oficialmente porque acreditavam que as curvas inclinadas n&atilde;o eram seguras.&nbsp;Eles tinham raz&atilde;o, sim, mas o fato &eacute; que os F1 daqueles tempos &ndash; com motores de 2,5 L &ndash; n&atilde;o seriam p&aacute;reo aos modelos norte-americanos em um oval. Dessa forma, apenas Mario Bornigia, com uma Ferrari particular, e a equipe Maserati, com Jean Behra, representaram a F1. Al&eacute;m deles, o time escoc&ecirc;s Ecurie Ecosse, que havia acabado de ganhar as 24 Horas de Le Mans, colocou tr&ecirc;s Jaguar D-Type &ndash; que eram carros de turismo &ndash; na pista.<\/p>\n<p>Nos treinos, os modelos da Indy foram os dominantes, passando da barreira dos 177 mph (ou 284 km\/h, 40 mph a mais que a velocidade da pole registrada nas 500 Milhas de Indian&aacute;polis daquele ano). J&aacute; o franc&ecirc;s Behra andou com dois modelos da Maserati &ndash; o monoposto 250F e o turismo 450 &ndash;, mas ambos tiveram problemas com os pneus Firestone mais largos, e a equipe desistiu da disputa. O mesmo aconteceu com Bornigia e sua Ferrari. <\/p>\n<p>Sobraram ent&atilde;o os carros da USAC e os Jaguar D-Type, transformando a tal &lsquo;Corrida dos Dois Mundos&rsquo; numa quase de um mundo s&oacute;.<\/p>\n<p>Com um Kuzma-Offy, Jimmy Bryan venceu as duas primeiras baterias, ficando em segundo na &uacute;ltima. Dessa forma, frente a um p&uacute;blico de cerca de 20 mil pessoas (incluindo o fot&oacute;grafo Gary Mason,&nbsp;do qual algumas fotos ilustram esta mat&eacute;ria), o americano foi decretado o vencedor, levando um pr&ecirc;mio de US$ 35 mil (equivalente, hoje, a US$ 305 mil, ou R$ 1 milh&atilde;o).<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2017524124924_1957-Monza-B_O.jpg\" width=\"1156\" height=\"900\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">\n<p>A loucura em imagens<\/p>\n<p>Na &eacute;poca, para promover a prova, foi produzido um v&iacute;deo mostrando n&atilde;o s&oacute; os bastidores, pilotos e carros, mas tamb&eacute;m a loucura que era correr nas curvas inclinadas de Monza. O v&iacute;deo, mesmo que em p&eacute;ssima qualidade, sobreviveu at&eacute; os dias atuais e est&aacute; dispon&iacute;vel no YouTube.&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p>.embed-container { position: relative; padding-bottom: 56.25%; height: 0; overflow: hidden; max-width: 100%; } .embed-container iframe, .embed-container object, .embed-container embed { position: absolute; top: 0; left: 0; width: 100%; height: 100%; }<\/p><\/div>\n<\/div>\n<p style=\"float: left;margin-right: 15px\">\n    google_ad_client = &#8220;ca-pub-6830925722933424&#8221;;<br \/>\n    google_ad_slot = &#8220;5708856992&#8221;;<br \/>\n    google_ad_width = 336;<br \/>\n    google_ad_height = 280;<br \/>\n<!-- Ret\u00e2ngulo grande --><a href=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js\">\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js<\/a><\/p>\n<p>Gra&ccedil;as aos norte-americanos, a primeira 500 Milhas de Monza foi um verdadeiro sucesso. Com isso &ndash; e o bom pr&ecirc;mio em dinheiro &ndash;, os times europeus se mostraram dispostos a participar da segunda edi&ccedil;&atilde;o, em 1958. A grande exce&ccedil;&atilde;o quase foi Ferrari, mas o time acabou convencido pelo Automobile Club di Italia, que premiava a melhor equipe italiana na temporada e informou que a corrida no oval de Monza contaria para essa classifica&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Neste segundo ano vieram 12 carros dos EUA, das marcas Salih, Watson, Lesovsky, Kurtis Kraft, Phillips e Kuzma, todos com motores Offenhauser. Foram dez pilotos por americanos, incluindo nomes como A.J. Foyt e Jim Rathman, al&eacute;m dos retornos de Bryan e Ruttman. Os outros dois b&oacute;lidos ficaram nas m&atilde;os de Juan Manuel Fangio e Maurice Tringnant.<\/p>\n<p>Os times europeus tamb&eacute;m se armaram melhor. A Ecurie Ecosse adquiriu um carro esportivo da Lister, sendo drasticamente modificado e transformado em um monoposto com um motor Jaguar com seis cilindros em linha. Al&eacute;m disso, inscreveram dois D-Type da Jaguar, mas tamb&eacute;m modificados para se adaptarem melhor ao oval.<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20175241122464_Lister_Jaguar_Monzanapolis_at_Silverstone_Classic_2011_(1)_O.jpg\" width=\"1439\" height=\"956\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">O belo Lister-Jaguar constru\u00eddo especialmente para a corrida de 1958 &#8211; fotografado em 2011 (O belo Lister-Jaguar constru\u00eddo especialmente para a corrida de 1958 &#8211; fotografado em 2011)<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20175241127836_monza-5_O.jpg\" width=\"2048\" height=\"1536\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">\n<p>    google_ad_client = &#8220;ca-pub-6830925722933424&#8221;;<br \/>\n    google_ad_slot = &#8220;2258117790&#8221;;<br \/>\n    google_ad_width = 300;<br \/>\n    google_ad_height = 600;<\/p>\n<p>J&aacute; a Maserati construiu um carro especialmente para a ocasi&atilde;o, o 420M\/58, que seguia o regulamento da USAC e foi pilotado por ningu&eacute;m menos que Stirling Moss. O curioso &eacute; que a equipe foi patrocinada pela marca de sorvetes chamada Eldorado Ice Cream Company, sendo renomeada Eldorado Italia e disputando a corrida com carros brancos, e n&atilde;o vermelhos. Isso muito tempo antes da iniciativa virar moda na F1.<\/p>\n<p>Ainda assim, eles n&atilde;o superaram o esfor&ccedil;o dos compatriotas: a Ferrari colocou na pista nada menos que tr&ecirc;s carros totalmente diferentes. O primeiro foi um velho 375 F1, usado em 1950, mas agora com um motor V12 (dos carros esportivos) de 4,1L e renomeado 412MI. O segundo foi um 246 F1, usado no Mundial de Pilotos daquele ano, mas com um motor Dino de maior cilindrada e renomeado 296 MI. Por fim, o ent&atilde;o rec&eacute;m-criado North American Racing Team (NART), fundado para promover a marca da Ferrari nos EUA, participou com um 375 Indy, com o qual a equipe italiana participou da prova em Indian&aacute;polis no ano de 1952.<\/p>\n<p>Phil Hill, Mike Hawthorn e Luigi Musso foram os representantes da Ferrari em Monzanapolis.<br \/>\n&nbsp;<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20175241158231_500-MIGLIA-DI-MONZA-1958-MOSS-AI-BOX-SU-MASERATI_O.jpg\" width=\"1000\" height=\"788\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">Maserati de Moss na corrida de 1958 <\/div>\n<\/div>\n<p style=\"float: left;margin-right: 15px\">\n    google_ad_client = &#8220;ca-pub-6830925722933424&#8221;;<br \/>\n    google_ad_slot = &#8220;5708856992&#8221;;<br \/>\n    google_ad_width = 336;<br \/>\n    google_ad_height = 280;<br \/>\n<!-- Ret\u00e2ngulo grande --><a href=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js\">\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js<\/a><\/p>\n<p>Mais uma vez, a corrida foi dividida em tr&ecirc;s baterias, que foram amplamente dominadas pelos carros da Indy. De forma geral, apenas dois carros europeus conseguiram alguma coisa: o Maserati de Moss, que foi quarto e quinto nas duas primeiras baterias; e a Ferrari-Dino&nbsp;dividida entre Hill, Hawthorn e Musso, que ficou em terceiro na &uacute;ltima parte.<\/p>\n<p>No final, Rathmann venceu as tr&ecirc;s partes, sendo declarado o vencedor com o seu Watson-Offy.<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20175241136770_1958_starting_field_edited_O.jpg\" width=\"1300\" height=\"900\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">A largada da prova de 1958 <\/div>\n<\/div>\n<p style=\"float: left;margin-right: 15px\">\n    google_ad_client = &#8220;ca-pub-6830925722933424&#8221;;<br \/>\n    google_ad_slot = &#8220;5708856992&#8221;;<br \/>\n    google_ad_width = 336;<br \/>\n    google_ad_height = 280;<br \/>\n<!-- Ret\u00e2ngulo grande --><a href=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js\">\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js<\/a><\/p>\n<p>O que ningu&eacute;m sabia naquele momento &eacute; que a Corridas dos Dois Mundos nunca mais aconteceria. O Autom&oacute;vel Clube milan&ecirc;s n&atilde;o conseguiu tirar um lucro com o evento e percebeu que n&atilde;o teria recursos para uma terceira edi&ccedil;&atilde;o, em 1959. O ano de 1960 seria o &uacute;ltimo do oval de Indian&aacute;polis como parte do Mundial de F1, com as categorias voltando a se aproximar alguns anos depois, <a href=\"https:\/\/grandepremium.grandepremio.uol.com.br\/box\/materias\/alonso-jim-clark-e-como-a-indy-revolucionou-a-f1\">mas com os europeus se aventurando do outro lado do Atl&acirc;ntico<\/a>. J&aacute; as curvas inclinadas deixariam de ser utilizadas no GP da It&aacute;lia em 1961.<\/p>\n<p>O tempo passou. At&eacute; que, agora em 2017, a McLaren nos faz relembrar de Monzanapolis. O curioso &eacute; que Indian&aacute;polis, o templo norte-americano da velocidade, &eacute; um aut&oacute;dromo que hoje possui uma pista oval e um misto. Quem sabe a equipe inglesa n&atilde;o se encoraja para, de alguma forma, utilizar isso para colocar, lado a lado, o MCL32 da F1 e o DW12 da Indy em uma boa disputa para ver quem se sai melhor.<\/p>\n<p>Sonhar n&atilde;o custa nada&#8230;<\/p>\n<div id=\"crt_ftr\">\n<div>\n<div style=\"margin-left: auto;margin-right: auto;text-align: right\"><span id=\"crt_cls\" style=\"font-family:Verdana,Geneva,sans-serif;cursor:pointer;padding-left:1em;padding-right:1em;border:1px solid #000000;background-color:#f1f1f1\">fechar<\/span><\/div>\n<\/div>\n<p>function crt(t){for(var e=document.getElementById(&#8220;crt_ftr&#8221;).children,n=0;n&lt;e.length;n++)if(child=e[n],e[n].id.substr(0,t.length)==t)return e[n];for(var c=0,n=1;nc&amp;&amp;(c=e[n].offsetWidth);return c&gt;80?c:void 0}function rs(t){t++,450&gt;t&amp;&amp;setTimeout(function(){var e=crt(&#8220;cto_ifr&#8221;);if(e){var n=e.width?e.width:e;n=n.toString().indexOf(&#8220;px&#8221;)&lt;0?n+=&quot;px&quot;:n,cc.style.display=&quot;&quot;,s2.width=n,window.frameElement&amp;&amp;(s1.height=c2.offsetHeight+5+&quot;px&quot;),t=500,s1.width=&quot;100%&quot;}rs(t)},200)}var c1=window.frameElement?window.frameElement:document.getElementById(&quot;crt_ftr&quot;),c2=document.getElementById(&quot;crt_ftr&quot;),s1=c1.style;s1.position=&quot;fixed&quot;,s1.bottom=&quot;-4px&quot;,s1.left=&quot;0px&quot;,window.frameElement&amp;&amp;(s1.height=&quot;0&quot;),c2.style.textAlign=&quot;center&quot;,s1.zIndex=&quot;60000&quot;;var cc=document.getElementById(&quot;crt_cls&quot;),s2=cc.parentNode.style;cc.onclick=function(){s1.display=&quot;none&quot;};var t=0;rs(0);<\/p>\n<p>var zoneid = (parent.window.top.innerWidth &lt; 970) ? 302357 : 302359;<br \/>\ndocument.MAX_ct0 = &#039;&#039;;<br \/>\nvar m3_u = (location.protocol == &#039;https:&#039; ? &#039;https:\/\/cas.criteo.com\/delivery\/ajs.php?&#039; : &#039;http:\/\/cas.criteo.com\/delivery\/ajs.php?&#039;);<br \/>\nvar m3_r = Math.floor(Math.random() * 99999999999);<br \/>\ndocument.write(&quot;&#8221;);<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Corrida dos Dois Mundos, que reuniu carros de ambas as categorias, foi disputada por duas vezes nos anos 1950 &mdash; fato este que foi relembrado pela McLaren nas redes sociais &agrave;s v&eacute;speras da participa&ccedil;&atilde;o de Fernando Alonso nas 500 Milhas de Indian&aacute;polis<\/p>\n","protected":false},"author":0,"featured_media":0,"template":"","meta":{"42wp_featured_image_caption":"","42wp_featured_image_credits":"","42wp_featured_video":"","42wp_featured_image_hidden":false,"42wp_authors_list":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"42wp_author":[47127],"class_list":["post-1746","42wp_premium","type-42wp_premium","status-publish","hentry","category-noticias","42wp_author-renan-martins-frade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_premium\/1746","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_premium"}],"about":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/42wp_premium"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_premium\/1746\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1746"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1746"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1746"},{"taxonomy":"42wp_author","embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_author?post=1746"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}