{"id":1785,"date":"2017-04-15T06:30:00","date_gmt":"2017-04-15T09:30:00","guid":{"rendered":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/grandepremium\/materias\/alonso-jim-clark-e-como-a-indy-revolucionou-a-f1\/"},"modified":"2017-04-15T06:30:00","modified_gmt":"2017-04-15T09:30:00","slug":"alonso-jim-clark-e-como-a-indy-revolucionou-a-f1","status":"publish","type":"42wp_premium","link":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/grandepremium\/noticias\/materias\/alonso-jim-clark-e-como-a-indy-revolucionou-a-f1\/","title":{"rendered":"Alonso, Jim Clark e como a Indy revolucionou a F1"},"content":{"rendered":"\n<p style=\"float: left;margin-right: 15px\">\n    google_ad_client = &#8220;ca-pub-6830925722933424&#8221;;<br \/>\n    google_ad_slot = &#8220;2258117790&#8221;;<br \/>\n    google_ad_width = 300;<br \/>\n    google_ad_height = 600;<br \/>\n<!-- Arranha-c\u00e9u --><a href=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js\">\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js<\/a><\/p>\n<p>Europa, come&ccedil;o da d&eacute;cada de 1960. A F&oacute;rmula 1 havia entrado na era dos garagistas, com as equipes inglesas desenvolvendo carros leves e com motor traseiro que revolucionaram a categoria. O mundial de 1962 foi praticamente inteiro dominado por dois desses times: BRM, do campe&atilde;o Graham Hill, e Lotus, do vice Jim Clark.<\/p>\n<p>Mas isso era pouco para Colin Chapman, o fundador da Lotus.<\/p>\n<p>Foi naquele ano que o construtor criou o Lotus 25, com um design revolucion&aacute;rio, introduzindo o monocoque &ndash; deixando-o ainda mais resistente e, ainda assim, leve. Aquilo foi o come&ccedil;o do primeiro t&iacute;tulo mundial de Clark, em 1963. E foi o estopim para uma das grandes loucuras de Chapman: participar das 500 Milhas de Indian&aacute;polis.<\/p>\n<p>A Indy 500 tinha feito parte do calend&aacute;rio da F1 na d&eacute;cada anterior, mas poucos pilotos e equipes europeus&nbsp;tinham se aventurado no Brickyard. Era apenas uma formalidade, para justificar o t&iacute;tulo de &lsquo;Mundial de Pilotos&rsquo;.<\/p>\n<p>Isso come&ccedil;ou a mudar ainda em 1962, quando um outro construtor maluco, Mickey Thompson, resolveu investir em carros de motor traseiro para a Indy,&nbsp;parecidos aos da F1, mas com propulsores de Buick de modelos de produ&ccedil;&atilde;o. Um dos pilotos daquela empreitada foi Dan Gurney, que fez a oitava velocidade m&eacute;dia na classifica&ccedil;&atilde;o. Acostumado a correr na Europa, o americano voltou ao velho continente e deu o recado para Chapman: com a tecnologia do 25, ele tinha o potencial de construir um carro vencedor das 500 Milhas.<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2017415110499_imsc6343_O.jpg\" width=\"2500\" height=\"1927\" \/><\/div>\n<blockquote class=\"destaque-imagem\"><p>Lotus na Indy 500 de 1963 <\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<p style=\"float: left;margin-right: 15px\">\n    google_ad_client = &#8220;ca-pub-6830925722933424&#8221;;<br \/>\n    google_ad_slot = &#8220;5708856992&#8221;;<br \/>\n    google_ad_width = 336;<br \/>\n    google_ad_height = 280;<br \/>\n<!-- Ret\u00e2ngulo grande --><a href=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js\">\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js<\/a><\/p>\n<p>Enquanto a F1 estava com carros mais leves, pequenos e, com o Lotus 25, mais resistentes, a Indy ainda vivia uma evolu&ccedil;&atilde;o dos anos 1950. Tirando os modelos de Thompson, eram os grandes roadsters de motores dianteiros que corriam por l&aacute;. Os velhos propulsores Offenhauser dominavam, mas eram beberr&otilde;es. Com foco em Indian&aacute;polis e na vantagem tecnol&oacute;gica que tinha, a Lotus desenvolveu o modelo 29, equipado com um novo motor Ford V8.<\/p>\n<p>Para a edi&ccedil;&atilde;o de 1963, a Lotus inscreveu dois carros: um para Clark e outro para Dan Gurney, os dois competindo contra uma imensid&atilde;o de dragsters produzidos por Watson, Trevis e Kuzma &ndash; e os pequenos Thompson, claro.<\/p>\n<p>Clark largou em quinto &ndash; mas a estrat&eacute;gia era fazer apenas um pitstop para reabastecer durante toda a corrida, contra dois ou tr&ecirc;s paradas para os advers&aacute;rios defasados. A corrida em si foi memor&aacute;vel: as Lotus, ainda na primeira parte da corrida, chegaram a abrir 18s para o terceiro colado, que era Parnelli Jones. Jim fez a &uacute;nica parada programada na volta 95, mas foi um pit stop longo para os ingleses, que n&atilde;o estavam acostumados com a t&aacute;tica, perdendo 33 segundos. Dan parou logo em seguida e teve problemas, realizando um pit de 42s e caindo para nono.<\/p>\n<p>Na segunda parte da prova, Jones liderava com Clark em segundo. No entanto, o americano tinha a sabedoria do Brickyard, sabendo o momento de fazer os pits &ndash; ou seja, nas bandeiras amarelas &ndash; e com um time muito mais bem treinado, fazendo as paradas por volta dos 20 segundos. Depois, Parnelli Jones, que estava com o carro vazando &oacute;leo, se valeu da prote&ccedil;&atilde;o dos fiscais locais para vencer a corrida, com Jim Clark chegando em segundo.&nbsp;Dan Gurney acabou em s&eacute;timo.<\/p>\n<p>Chapman e Clark podem at&eacute; ter ficado com um gosto amargo na boca, principalmente ao ver que Jones n&atilde;o tinha recebido uma bandeira preta mesmo jogando &oacute;leo na pista, mas eles sabiam que estavam perto de uma vit&oacute;ria. Tanto &eacute; que, em agosto, o escoc&ecirc;s disputou uma nova prova da F-Indy, chegando na primeira posi&ccedil;&atilde;o&nbsp;em Milwaukee. Com a primeira vit&oacute;ria na categoria do&nbsp;outro lado do Atl&acirc;ntico na conta, a&nbsp;Lotus decidiu que voltaria&nbsp;a disputar as 500 Milhas no ano seguinte.<\/p>\n<p>Eles n&atilde;o sabiam, mas o Brickyard nunca mais seria o mesmo ap&oacute;s esta decis&atilde;o.&nbsp;<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2017415112229_imsc6297_O.jpg\" width=\"2500\" height=\"1999\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">Jones e o carro vencedor de 1963 &#8211; compare com o tamanho da Lotus da foto anterior <\/div>\n<\/div>\n<p style=\"float: left;margin-right: 15px\">\n    google_ad_client = &#8220;ca-pub-6830925722933424&#8221;;<br \/>\n    google_ad_slot = &#8220;2258117790&#8221;;<br \/>\n    google_ad_width = 300;<br \/>\n    google_ad_height = 600;<br \/>\n<!-- Arranha-c\u00e9u --><a href=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js\">\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js<\/a><\/p>\n<p>Em 1964, a Lotus e Jim Clark chegaram &agrave; Indianapolis como os campe&otilde;es mundiais de F1. O novo carro, o Lotus 34, se mostrou ainda melhor que o antecessor, faturando a pole com o escoc&ecirc;s. Ali&aacute;s, n&atilde;o foi qualquer pole: aquele era o recorde de velocidade m&eacute;dia em quatro voltas no circuito, conquistando tamb&eacute;m o recorde de velocidade m&eacute;dia em uma s&oacute; volta.<\/p>\n<p>As grandes equipes dos EUA ainda n&atilde;o acreditavam nos &#039;carros esquisitos&#039; dos europeus, mas a ades&atilde;o crescia. Al&eacute;m de Lotus e Thompson (agora com carenagens que lembravam mais modelos de Le Mans), a alternativa passou a ser usada pela Halibrand, que alinhou um carro com o propulsor Ford V8 &#8211; enquanto o&nbsp;construtor&nbsp;A.J. Watson&nbsp;desenvolveu uma esp&eacute;cie de &#039;hibr&iacute;do&#039;, um roadster com um motor Ford na traseira. Quem tamb&eacute;m apareceu no Brickyard foi Jack Brabham, alinhando um carro que levava seu nome movido a uma das velhas usinas Offy. Por fim, os americanos da Huffaker inscreveram carros com motor Offy na traseira, assim como a Vollstedt.<\/p>\n<p>No entanto, n&atilde;o parecia que nenhum desses advers&aacute;rios faria frente ao time de Colin Chapman e era para as Lotus 34 terem tido uma vantagem abissal em rela&ccedil;&atilde;o ao resto. Era. Jim Clark at&eacute; liderou no come&ccedil;o da prova, mas foi v&iacute;tima de uma explos&atilde;o de se&nbsp;pneu Dunlop. O &uacute;nico outro piloto a usar a mesma marca era Gurney, que teve o mesmo problema.&nbsp;<\/p>\n<p>No final, a vit&oacute;ria ficou com A.J. Foyt, correndo de motor traseiro, mas seguido por&nbsp;Rodger Ward &#8211; que pilotou um dos estranhos Watson com motor Ford. Por dois anos seguidos, os &#039;carros esquisitos&#039; bateram na trave. A Lotus ainda venceria outras duas corridas da temporada de 64 da USAC, o campeonato da Indy naqueles tempos, ambas com Parnelli Jones. Com esses resultados, boa parte dos norte-americanos percebeu que eles estavam na Idade da Pedra quando comparados aos europeus.<\/p>\n<p>Em 1965, diversos times compraram Lotus 29 e 34 para alinhar em Indian&aacute;polis, enquanto a Lola e outros fabricantes passaram a fornecer modelos de motor traseiro para serem equipados com propulsores Ford pelos&nbsp;times americanos.<\/p>\n<p>Para aquele ano, Chapman desenvolveu o modelo 38, pilotados na equipe de f&aacute;brica por&nbsp;Clark e Bobby Johns &ndash; com um terceiro vendido para Gurney, correndo pelo pr&oacute;prio time, a All-American Racers. Uma das novidades do carro era o chamado &lsquo;suspens&atilde;o offset&rsquo;, assim&eacute;trica, ou, pra ser mais claro e simplista, &lsquo;torta&rsquo;, facilitando na hora das curvas. No entanto, o design atrapalhava nas retas e n&atilde;o se tornou o padr&atilde;o na categoria.<\/p>\n<p>A.J. Foyt, vencedor do ano anterior e pilotando um Lotus 34 da equipe Hurst, fez a pole, mais uma vez quebrando o recorde de velocidade na pista &ndash; em dois anos, a velocidade da pole tinha subido cerca de 10 mph, ou 16 km\/h. Clark ficou em segundo.<\/p>\n<p>Chapman sabia que vencia naquele ano ou nunca mais conseguiria, j&aacute; que os americanos estavam tirando a diferen&ccedil;a. Por isso, pensando nos problemas que teve em 1963, chamou os Wood Brothers para ajudar a Lotus. A equipe era famosa na Nascar e trouxe toda a experi&ecirc;ncia dos pit stops para o time ing&ecirc;s, algo que faltava a eles. No entanto, nem precisou muito: Jim Clark fez s&oacute;&nbsp;duas paradas durante toda a corrida, ambas apenas para reabastecimentos (sem a troca de pneus), e dominou Foyt com certa tranquilidade. Acabadas as 200 voltas, Clark estava pronto para beber o leite dos campe&otilde;es.<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2017415117803_clark657_O.jpg\" width=\"2500\" height=\"1653\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">O time que faturou a Indy de 1965 <\/div>\n<\/div>\n<p style=\"float: left;margin-right: 15px\">\n    google_ad_client = &#8220;ca-pub-6830925722933424&#8221;;<br \/>\n    google_ad_slot = &#8220;2258117790&#8221;;<br \/>\n    google_ad_width = 300;<br \/>\n    google_ad_height = 600;<br \/>\n<!-- Arranha-c\u00e9u --><a href=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js\">\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js<\/a><\/p>\n<p>Aquele n&atilde;o era o fim da participa&ccedil;&atilde;o da Lotus na Indy. O time voltaria em 1966 com um carro laranja, patrocinado pela STP &ndash; algo que era comum nos EUA, mas que nunca havia sido feito por uma equipe europeia nesta escala. Naquele ano, Clark ficou em segundo, atr&aacute;s de Graham Hill &ndash; pilotando um Lola da equipe de John Mecom. Jackie Stewart, tamb&eacute;m pilotando por John Mecom, era outro europeu no Brickyard, fechando a prova em sexto.<\/p>\n<p>Com Hill e Clark, a Lotus apareceu em Indian&aacute;polis mais uma vez em 1967, com ambos abandonando com problemas no motor. Jim Clark morreria em abril de 1968 e, no mesmo ano, Chapman quis correr em&nbsp;Indy com movido &agrave; turbina de avi&atilde;o, algo que havia sido feito no ano anterior pela Granatelli. N&atilde;o deu certo, e o modelo acabou vitimando o piloto Mike Spence nos treinos em Indy. Tamb&eacute;m n&atilde;o&nbsp;funcionou a tentativa de um carro com tra&ccedil;&atilde;o nas quatro rodas para o ano seguinte, que s&oacute; ficou nos testes. Isso acabou fechando,&nbsp;de vez, a participa&ccedil;&atilde;o da Lotus nos EUA.<\/p>\n<p>Mas a marcha da revolu&ccedil;&atilde;o j&aacute; estava em andamento. Os pilotos europeus voltaram a ter sucesso no Brickyard, assim como os construtores do Velho Continente. Ao mesmo tempo, os bons resultados nos EUA iniciaram o &oacute;timo relacionamento entre Lotus e Ford, com a &uacute;ltima assinando um lucrativo contrato com a fabricante de motores Cosworth por influ&ecirc;ncia de Colin Chapman. Nascia o propulsor que dominaria a F&oacute;rmula 1 nas d&eacute;cadas seguintes.<\/p>\n<p>Tem mais: altamente influenciada pelo uso da publicidade nos EUA, a Lotus fechou o primeiro contrato de publicidade com a Gold Leaf, pintando seus carros da F1 com as cores da marca de cigarro. A partir da&iacute;, a torneira do dinheiro do cigarro s&oacute; pararia de jorrar no come&ccedil;o do s&eacute;culo XXI.<\/p>\n<p>Isso tudo atraiu, em 1970, a McLaren &agrave; Indian&aacute;polis&nbsp;&ndash; inicialmente com a pr&oacute;pria equipe, incluindo Peter Revson ao volante, mas depois fornecendo carros para outros times. A primeira vit&oacute;ria veio em 1972, com Mark Donohue, por uma equipe que voc&ecirc; deve conhecer bem: a Penske. Em 1974 foi a vez de vencer com a equipe oficial, com Johnny Rutherford pilotando um belo carro laranja. A vit&oacute;ria aconteceu novamente em 1976, mais uma vez&nbsp;com Rutherford.<\/p>\n<p>Coincid&ecirc;ncia ou n&atilde;o, naqueles mesmos anos a McLaren conquistou os primeiros t&iacute;tulos na F1.<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2017415120775_JR_1976_O.jpg\" width=\"1345\" height=\"900\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">Rutherford vencendo a Indy 500 de 1976 pela McLaren <\/div>\n<\/div>\n<p style=\"float: left;margin-right: 15px\">\n    google_ad_client = &#8220;ca-pub-6830925722933424&#8221;;<br \/>\n    google_ad_slot = &#8220;5708856992&#8221;;<br \/>\n    google_ad_width = 336;<br \/>\n    google_ad_height = 280;<br \/>\n<!-- Ret\u00e2ngulo grande --><a href=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js\">\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js<\/a><\/p>\n<p>Acelerando um pouco as coisas. A F&oacute;rmula 1 entrou em um momento de consolida&ccedil;&atilde;o, principalmente a partir do final dos anos 1970. Como um show mundial, a categoria passou a exigir mais dedica&ccedil;&atilde;o de seus pilotos e equipes. Os construtores foram deixando de lado o fornecimento para outras categorias, enquanto os corredores ficaram presos &agrave; contratos que os impediam de sair correndo por a&iacute;, no que quisessem. O interc&acirc;mbio com os EUA minguou, fazendo a F1 e a F-Indy se distanciarem mais uma vez.<\/p>\n<p>E a&iacute; chegamos &agrave; 2017. Fernando Alonso, bicampe&atilde;o mundial de F1 (assim como Jim Clark), anuncia que vai participar da Indy 500 enquanto ainda &eacute; um piloto da maior categoria do automobilismo. Mais do que isso: com o apoio da McLaren. Por mais que os ingleses, ainda, n&atilde;o tenham uma nova iniciativa pr&oacute;pria na Indy, se valendo da estrutura da Andretti, fica aberta uma porta importante &ndash; parecida, talvez, com aquela de 1963. N&atilde;o precisa vir uma vit&oacute;ria, mas apenas ao espanhol mostrar que sim, &eacute; poss&iacute;vel, para iniciar uma nova era de interc&acirc;mbio entre Indy e F1. Algo que mudou o automobilismo nos dois pontos do mundo.<\/p>\n<p>&Eacute;, parece que, de alguma forma, estamos vendo a hist&oacute;ria ser escrita mais uma vez. Olhando para tudo que aconteceu entre os anos 1960 e 70, podemos dizer: ainda bem.&nbsp;<\/p>\n<div id=\"crt_ftr\">\n<div>\n<div style=\"margin-left: auto;margin-right: auto;text-align: right\"><span id=\"crt_cls\" style=\"font-family:Verdana,Geneva,sans-serif;cursor:pointer;padding-left:1em;padding-right:1em;border:1px solid #000000;background-color:#f1f1f1\">fechar<\/span><\/div>\n<\/div>\n<p>function crt(t){for(var e=document.getElementById(&#8220;crt_ftr&#8221;).children,n=0;n&lt;e.length;n++)if(child=e[n],e[n].id.substr(0,t.length)==t)return e[n];for(var c=0,n=1;nc&amp;&amp;(c=e[n].offsetWidth);return c&gt;80?c:void 0}function rs(t){t++,450&gt;t&amp;&amp;setTimeout(function(){var e=crt(&#8220;cto_ifr&#8221;);if(e){var n=e.width?e.width:e;n=n.toString().indexOf(&#8220;px&#8221;)&lt;0?n+=&quot;px&quot;:n,cc.style.display=&quot;&quot;,s2.width=n,window.frameElement&amp;&amp;(s1.height=c2.offsetHeight+5+&quot;px&quot;),t=500,s1.width=&quot;100%&quot;}rs(t)},200)}var c1=window.frameElement?window.frameElement:document.getElementById(&quot;crt_ftr&quot;),c2=document.getElementById(&quot;crt_ftr&quot;),s1=c1.style;s1.position=&quot;fixed&quot;,s1.bottom=&quot;-4px&quot;,s1.left=&quot;0px&quot;,window.frameElement&amp;&amp;(s1.height=&quot;0&quot;),c2.style.textAlign=&quot;center&quot;,s1.zIndex=&quot;60000&quot;;var cc=document.getElementById(&quot;crt_cls&quot;),s2=cc.parentNode.style;cc.onclick=function(){s1.display=&quot;none&quot;};var t=0;rs(0);<\/p>\n<p>var zoneid = (parent.window.top.innerWidth &lt; 970) ? 302357 : 302359;<br \/>\ndocument.MAX_ct0 = &#039;&#039;;<br \/>\nvar m3_u = (location.protocol == &#039;https:&#039; ? &#039;https:\/\/cas.criteo.com\/delivery\/ajs.php?&#039; : &#039;http:\/\/cas.criteo.com\/delivery\/ajs.php?&#039;);<br \/>\nvar m3_r = Math.floor(Math.random() * 99999999999);<br \/>\ndocument.write(&quot;&#8221;);<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nos anos 1960, o escoc&ecirc;s e Colin Chapman influenciaram toda uma gera&ccedil;&atilde;o de pilotos e construtores a irem at&eacute; Indian&aacute;polis &ndash; mudando a hist&oacute;ria da pr&oacute;pria Indy e da F&oacute;rmula 1. Ser&aacute; que o espanhol e a McLaren ter&atilde;o o mesmo efeito no automobilismo atual?<\/p>\n","protected":false},"author":0,"featured_media":0,"template":"","meta":{"42wp_featured_image_caption":"","42wp_featured_image_credits":"","42wp_featured_video":"","42wp_featured_image_hidden":false,"42wp_authors_list":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"42wp_author":[47127],"class_list":["post-1785","42wp_premium","type-42wp_premium","status-publish","hentry","category-noticias","42wp_author-renan-martins-frade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_premium\/1785","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_premium"}],"about":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/42wp_premium"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_premium\/1785\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1785"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1785"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1785"},{"taxonomy":"42wp_author","embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_author?post=1785"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}