{"id":1807,"date":"2017-03-28T06:00:00","date_gmt":"2017-03-28T09:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/grandepremium\/materias\/f1-voltou-dez-anos-no-tempo\/"},"modified":"2017-03-28T06:00:00","modified_gmt":"2017-03-28T09:00:00","slug":"f1-voltou-dez-anos-no-tempo","status":"publish","type":"42wp_premium","link":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/grandepremium\/noticias\/materias\/f1-voltou-dez-anos-no-tempo\/","title":{"rendered":"F1 voltou dez anos no tempo"},"content":{"rendered":"\n<p style=\"float: left;margin-right: 15px\">\n    google_ad_client = &#8220;ca-pub-6830925722933424&#8221;;<br \/>\n    google_ad_slot = &#8220;2258117790&#8221;;<br \/>\n    google_ad_width = 300;<br \/>\n    google_ad_height = 600;<br \/>\n<!-- Arranha-c\u00e9u --><a href=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js\">\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js<\/a><\/p>\n<p>Apesar de um ou outro coment&aacute;rio &ndash; como os de Lewis Hamilton &ndash; todo mundo imaginava que a F&oacute;rmula 1 em 2017 representaria uma evolu&ccedil;&atilde;o. Carros com visual mais agressivo, rodas mais largas e a possibilidade do dom&iacute;nio da Mercedes acabaram atraindo os f&atilde;s e o p&uacute;blico em geral. Por&eacute;m, ao fim do GP da Austr&aacute;lia, ficou um gosto amargo na boca. As promessas at&eacute; que foram cumpridas, mas a &#039;nova&nbsp;F1&#039; levou embora algo com o que t&iacute;nhamos nos acostumado nos &uacute;ltimos anos: as ultrapassagens.<\/p>\n<p>De certa forma, &eacute; poss&iacute;vel dizer que a categoria voltou dez anos no tempo. Em 2007 os carros tinham diversos adere&ccedil;os aerodin&acirc;micos e motores V8 aspirados. Apesar dos pneus sulcados, eram carros muito r&aacute;pidos. No GP da Austr&aacute;lia daquele ano, Kimi R&auml;ikk&ouml;nen, j&aacute; na Ferrari, venceu a prova com um tempo total de 1h25m28s, com uma velocidade m&eacute;dia de 215,8 km\/h. Agora em 2017, Sebastian Vettel fechou a prova em 1h24m11s &ndash; com a diferen&ccedil;a de que houve uma volta a menos, por conta da primeira largada abortada. Assim, o alem&atilde;o teve uma velocidade m&eacute;dia praticamente igual &agrave;quela&nbsp;do companheiro finland&ecirc;s h&aacute; dez anos, com 215,4 km\/h. Nas duas provas n&atilde;o houve safety-car na pista.<\/p>\n<p>Talvez a classifica&ccedil;&atilde;o nas duas oportunidades nos desse at&eacute; estimativas mais aproximadas do quanto os tempos de volta est&atilde;o parecidos, mas, em 2007, o tempo estava inst&aacute;vel em Melbourne &ndash; com direito aos carros andando com pneus de chuva no come&ccedil;o do terceiro treino livre, pela manh&atilde;. Fica dif&iacute;cil fazer compara&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p>Se fosse apenas isso, seria &oacute;timo. Afinal, a F1 &eacute; conhecida por tentar limitar a velocidade de seus carros de tempos em tempos. Desta vez, foi um verdadeiro avan&ccedil;o &ndash; o GP da Austr&aacute;lia de 2014, o &uacute;ltimo sem safety-cars, foi completado por Nico Rosberg, da Mercedes, em 1h32m58s, com uma velocidade m&eacute;dia de 195 km\/h.<\/p>\n<p>No entanto, o &#039;resgate&#039;&nbsp;de tempos passados n&atilde;o foi apenas este.<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20173272355272_17545553_1613317808697837_3727395717281996439_o_O.jpg\" width=\"2048\" height=\"1365\" \/><\/div>\n<blockquote class=\"destaque-imagem\"><p>O \u00fanico momento de emo\u00e7\u00e3o do GP: a largada <\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<p>O retorno do downforce extra, combinado com pneus extremamente resistentes da Pirelli, tornou as ultrapassagens quase que imposs&iacute;veis na &uacute;ltima corrida. Nos &uacute;ltimos anos, com o regulamento colocado em pr&aacute;tica a partir de 2009, tivemos uma m&eacute;dia de 41 ultrapassagens por corrida &ndash; bem mais do que vimos na Terra dos Cangurus. Ainda &eacute; cedo para tirar conclus&otilde;es ap&oacute;s uma &uacute;nica corrida, mas &eacute; praticamente certo que voltaremos aos n&iacute;veis de 2007 e 2008, quando a m&eacute;dia era de 14 ultrapassagens por GP.<\/p>\n<p>E olha que, hoje, h&aacute;&nbsp;o DRS, que facilita as trocas de posi&ccedil;&atilde;o. Ou, ao menos,&nbsp;facilitava.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"float: left;margin-right: 15px\">\n    google_ad_client = &#8220;ca-pub-6830925722933424&#8221;;<br \/>\n    google_ad_slot = &#8220;5708856992&#8221;;<br \/>\n    google_ad_width = 336;<br \/>\n    google_ad_height = 280;<br \/>\n<!-- Ret\u00e2ngulo grande --><a href=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js\">\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js<\/a><\/p>\n<p>A grande diferen&ccedil;a, e que agrava a situa&ccedil;&atilde;o atual, &eacute; o fato da borracha da Pirelli deste ano ser mais resistente do que aquela da Bridgestone em 2007. Naquela oportunidade, os ponteiros finalizaram o GP da Austr&aacute;lia com duas paradas. Agora em 2017 foi apenas uma.<\/p>\n<p>Mais do que estrat&eacute;gia, perder ou ganhar tempo, o n&uacute;mero de paradas e o desgaste da borracha influencia diretamente na tocada no piloto. Com uma parada a mais, ele se v&ecirc; obrigado a acelerar mais, compensando o tempo que perder&aacute; nos pits. Se os pneus s&atilde;o mais resistentes, o piloto faz uma parada a menos &ndash; e, por outro lado, tem&nbsp;economizar os compostos, pilotando de forma mais comedida. Se todo mundo segue essa segunda estrat&eacute;gia, bom, diminuem as chances de erro ou de perda de grip, reduzindo as chances de ultrapassagem.<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20173272357236_17546758_1613317802031171_524358949807402954_o_O.jpg\" width=\"2048\" height=\"1365\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">Vit\u00f3ria da Ferrari &#8211; em 2017 e 2007 <\/div>\n<\/div>\n<p style=\"float: left;margin-right: 15px\">\n    google_ad_client = &#8220;ca-pub-6830925722933424&#8221;;<br \/>\n    google_ad_slot = &#8220;5708856992&#8221;;<br \/>\n    google_ad_width = 336;<br \/>\n    google_ad_height = 280;<br \/>\n<!-- Ret\u00e2ngulo grande --><a href=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js\">\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js<\/a><\/p>\n<p>N&atilde;o &eacute; s&oacute; isso: em 2007, o ano come&ccedil;ou com vit&oacute;ria da Ferrari. Agora em 2017 foi a mesma coisa. H&aacute; dez anos, Kimi R&auml;ikk&ouml;nen largou na pole e liderou o GP por 52 voltas. Saiu do primeiro lugar apenas duas vezes, durante os pit-stops. No &uacute;ltimo fim de semana foi quase a mesma coisa: vit&oacute;ria da Ferrari, desta vez com Sebastian Vettel. A grande diferen&ccedil;a &eacute; que o alem&atilde;o n&atilde;o largou na pole, tendo ultrapassado Lewis Hamilton, da Mercedes, na estrat&eacute;gia. Valtteri Bottas &ndash; com duas voltas &ndash;, tamb&eacute;m da Mercedes, e o pr&oacute;prio R&auml;ikk&ouml;nen &ndash; com uma &ndash;&nbsp;foram os outros l&iacute;deres do GP.<\/p>\n<p>N&atilde;o que a Austr&aacute;lia seja pr&oacute;diga em disputas pelo primeiro lugar &ndash; em 2014, por exemplo, Nico Rosberg liderou todas as voltas da corrida. S&oacute; chama a aten&ccedil;&atilde;o, claro, a coincid&ecirc;ncia do dom&iacute;nio vermelho passados exatos dez anos.<\/p>\n<p>H&aacute;, ainda, muita coisa para acontecer. Por mais que o horizonte pare&ccedil;a cheio de nuvens para quem esperava uma F1 disputada em 2017, vale lembrar que 2007 foi um grande ano na categoria. Sim, havia,&nbsp;menos ultrapassagens, mas a disputa interna entre Lewis Hamilton e Fernando Alonso na McLaren trouxe um grande tempero ao ano, resultando em um inesperado t&iacute;tulo para R&auml;ikk&ouml;nen.<\/p>\n<p>Se o regulamento n&atilde;o ajuda, vamos torcer, ent&atilde;o, para um grande campeonato &#8211; nem que seja recheado de corridas chatas.&nbsp;<\/p>\n<div id=\"crt_ftr\">\n<div>\n<div style=\"margin-left: auto;margin-right: auto;text-align: right\"><span id=\"crt_cls\" style=\"font-family:Verdana,Geneva,sans-serif;cursor:pointer;padding-left:1em;padding-right:1em;border:1px solid #000000;background-color:#f1f1f1\">fechar<\/span><\/div>\n<\/div>\n<p>function crt(t){for(var e=document.getElementById(&#8220;crt_ftr&#8221;).children,n=0;n&lt;e.length;n++)if(child=e[n],e[n].id.substr(0,t.length)==t)return e[n];for(var c=0,n=1;nc&amp;&amp;(c=e[n].offsetWidth);return c&gt;80?c:void 0}function rs(t){t++,450&gt;t&amp;&amp;setTimeout(function(){var e=crt(&#8220;cto_ifr&#8221;);if(e){var n=e.width?e.width:e;n=n.toString().indexOf(&#8220;px&#8221;)&lt;0?n+=&quot;px&quot;:n,cc.style.display=&quot;&quot;,s2.width=n,window.frameElement&amp;&amp;(s1.height=c2.offsetHeight+5+&quot;px&quot;),t=500,s1.width=&quot;100%&quot;}rs(t)},200)}var c1=window.frameElement?window.frameElement:document.getElementById(&quot;crt_ftr&quot;),c2=document.getElementById(&quot;crt_ftr&quot;),s1=c1.style;s1.position=&quot;fixed&quot;,s1.bottom=&quot;-4px&quot;,s1.left=&quot;0px&quot;,window.frameElement&amp;&amp;(s1.height=&quot;0&quot;),c2.style.textAlign=&quot;center&quot;,s1.zIndex=&quot;60000&quot;;var cc=document.getElementById(&quot;crt_cls&quot;),s2=cc.parentNode.style;cc.onclick=function(){s1.display=&quot;none&quot;};var t=0;rs(0);<\/p>\n<p>var zoneid = (parent.window.top.innerWidth &lt; 970) ? 302357 : 302359;<br \/>\ndocument.MAX_ct0 = &#039;&#039;;<br \/>\nvar m3_u = (location.protocol == &#039;https:&#039; ? &#039;https:\/\/cas.criteo.com\/delivery\/ajs.php?&#039; : &#039;http:\/\/cas.criteo.com\/delivery\/ajs.php?&#039;);<br \/>\nvar m3_r = Math.floor(Math.random() * 99999999999);<br \/>\ndocument.write(&quot;&#8221;);<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As novas regras, ao menos no GP da Austr&aacute;lia, fizeram a categoria voltar a uma &eacute;poca com voltas mais r&aacute;pidas, vit&oacute;ria da Ferrari e poucas ultrapassagens<\/p>\n","protected":false},"author":0,"featured_media":0,"template":"","meta":{"42wp_featured_image_caption":"","42wp_featured_image_credits":"","42wp_featured_video":"","42wp_featured_image_hidden":false,"42wp_authors_list":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[1753],"42wp_author":[47127],"class_list":["post-1807","42wp_premium","type-42wp_premium","status-publish","hentry","category-noticias","tag-gp-da-australia","42wp_author-renan-martins-frade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_premium\/1807","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_premium"}],"about":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/42wp_premium"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_premium\/1807\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1807"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1807"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1807"},{"taxonomy":"42wp_author","embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_author?post=1807"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}