{"id":1814,"date":"2017-03-22T19:25:00","date_gmt":"2017-03-22T22:25:00","guid":{"rendered":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/grandepremium\/materias\/equipes-e-pilotos\/"},"modified":"2017-03-22T19:25:00","modified_gmt":"2017-03-22T22:25:00","slug":"equipes-e-pilotos","status":"publish","type":"42wp_premium","link":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/grandepremium\/noticias\/materias\/equipes-e-pilotos\/","title":{"rendered":"Equipes e Pilotos"},"content":{"rendered":"\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20173171429452_Fichas 2-10_O.png\" width=\"2723\" height=\"1259\" \/><\/div>\n<blockquote class=\"destaque-imagem\"><p>. <\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20173172025341_M60815_O.JPG\" width=\"2400\" height=\"1350\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">\n&nbsp;<\/p>\n<p>Mercedes<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>    google_ad_client = &#8220;ca-pub-6830925722933424&#8221;;<br \/>\n    google_ad_slot = &#8220;5708856992&#8221;;<br \/>\n    google_ad_width = 336;<br \/>\n    google_ad_height = 280;<\/p>\n<p>A Mercedes abre 2017 com seu dom&iacute;nio posto em xeque por uma Ferrari que foi a grande equipe da pr&eacute;-temporada. A escuderia prateada ainda ter&aacute; de lidar com a aus&ecirc;ncia de Nico Rosberg, a adapta&ccedil;&atilde;o de Valtteri Bottas e a gana de Lewis Hamilton em voltar ao topo do Mundial.<\/p>\n<p>A sens&iacute;vel mudan&ccedil;a no regulamento t&eacute;cnico da F1 n&atilde;o foi bem-quista pela Mercedes. E havia uma grande raz&atilde;o para tal. Afinal, a &lsquo;nova F1&rsquo; faz com que, pela primeira vez nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos, a escuderia prateada tenha seu dom&iacute;nio posto em xeque. Dona de nada menos que 51 vit&oacute;rias, tr&ecirc;s t&iacute;tulos do Mundial de Pilotos e outros tr&ecirc;s do Mundial de Construtores de 2014 para c&aacute;, a Mercedes era a principal interessada em que tudo ficasse como est&aacute;.<\/p>\n<p>Mas a introdu&ccedil;&atilde;o de novas regras mostrou, ao menos nos testes de pr&eacute;-temporada, que h&aacute; grandes chances de a temporada 2017 ser bem mais parelha em rela&ccedil;&atilde;o aos anos anteriores. A Ferrari se destacou demais n&atilde;o apenas pela performance em volta r&aacute;pida, mas tamb&eacute;m foi extremamente consistente e confi&aacute;vel.<\/p>\n<p>A Mercedes se mostrou novamente forte, completou mais voltas e quil&ocirc;metros que qualquer outra equipe nos testes &mdash; 1.096 voltas, ou 5.102 km &mdash;, mas desta vez n&atilde;o parece que o abismo que vai separ&aacute;-la da sua principal oponente ser&aacute; t&atilde;o grande assim.<\/p>\n<p>E para complicar ainda mais a vida dos prateados, h&aacute; uma mudan&ccedil;a importante na sua dupla de pilotos. Lewis Hamilton continua focado em buscar mais um t&iacute;tulo, mas agora o brit&acirc;nico ter&aacute; outro companheiro de equipe no lugar de Nico Rosberg, que chocou o mundo ao anunciar sua aposentadoria apenas cinco dias depois de faturar seu &uacute;nico t&iacute;tulo.<\/p>\n<p>Ainda &eacute; muito cedo para ver o impacto de Valtteri Bottas na Mercedes. O finland&ecirc;s j&aacute; se mostrou &agrave; vontade durante os testes de pr&eacute;-temporada. Mas &eacute; como o famoso comentarista costuma dizer: treino &eacute; treino, corrida &eacute; corrida, de modo que &eacute; preciso de um tempo para ver como Bottas vai se encaixar &agrave; equipe e lidar com Hamilton, um companheiro de equipe sempre dif&iacute;cil.<\/p>\n<p>Outra mudan&ccedil;a importante diz respeito ao diretor-t&eacute;cnico. Pilar dos anos de sucesso do time de Brackley, Paddy Lowe deixou a Mercedes e fechou com a Williams. Para seu lugar, a escuderia contratou o renomado e experiente James Allison, que fez seu &uacute;ltimo trabalho na Ferrari. Allison chega a uma estrutura forte e logo deve exercer um papel de destaque para ajudar a Mercedes a tentar permanecer no topo da F1. &nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p> (Mercedes (Foto: Mercedes))<\/p><\/div>\n<\/div>\n<p>Sedes: <strong>Brackley e Brixworth, Inglaterra; Stuttgart, Alemanha<\/strong><br \/>\nCarro: <strong>W08 EQ Power+<\/strong><br \/>\nMotor: <strong>Mercedes<\/strong><br \/>\nChefe de equipe: <strong>Toto Wolff<\/strong><br \/>\nDiretor-t&eacute;cnico:<strong> James Allison<\/strong><\/p>\n<p>Em 2016:<strong> Campe&atilde; Mundial de Construtores (765 pontos)<\/strong><br \/>\nMelhor resultado:<strong> 3 t&iacute;tulos de Pilotos; 3 t&iacute;tulos de Construtores<\/strong><br \/>\nMelhor tempo em Barcelona:<strong> 1min19s310 (Valtteri Bottas, 3&ordm;, pneus ultramacios)<br \/>\n<br \/>\n<big>#ForeverFaster #PumaMotorsport&nbsp;<\/big><\/strong><\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20173172045944_M56950_O.JPG\" width=\"2200\" height=\"1467\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">#44 Lewis Hamilton<\/p>\n<p>Nascimento: 7 de janeiro de 1985, Tewin, Inglaterra (32 anos)<br \/>\n188 GPs disputados<br \/>\n53 vit&oacute;rias<br \/>\n61 poles<br \/>\n104 p&oacute;dios<br \/>\n31 voltas mais r&aacute;pidas<br \/>\n2.247 pontos<\/p>\n<p>Melhor resultado<br \/>\nCampe&atilde;o em 2008, 2014 e 2015<br \/>\nEm 2016: vice-campe&atilde;o (380 pontos)<\/p>\n<p>Lewis Hamilton ficou a seis pontos de conquistar o tetracampeonato em 2016. Mas o brit&acirc;nico foi acometido por uma s&eacute;rie de azares e erros, que acabaram por prejudic&aacute;-lo na miss&atilde;o de faturar mais um t&iacute;tulo, ainda que tendo sido o piloto com mais vit&oacute;rias no ano passado. Mesmo assim, n&atilde;o d&aacute; para dizer que a &uacute;ltima temporada foi de toda ruim para o #44. Afinal, Lewis alcan&ccedil;ou marcas hist&oacute;ricas: ultrapassou as 50 vit&oacute;rias, as 60 poles e os 100 p&oacute;dios. N&uacute;meros que colocaram Hamilton, em definitivo, no rol dos maiores pilotos da F1 em todos os tempos.<\/p>\n<p>Por toda a sua capacidade e por fazer parte da Mercedes, Hamilton abre a temporada como, ao menos em teoria, grande favorito ao t&iacute;tulo em 2017. E para ajudar ainda mais o tricampe&atilde;o, Nico Rosberg, seu maior rival nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos, decidiu deixar o esporte depois de superar Lewis e conquistar a ta&ccedil;a de campe&atilde;o do mundo no ano passado. Valtteri Bottas, por mais talento que possa ter, ainda ter&aacute; de se encaixar &agrave; estrutura da Mercedes, o que sempre leva tempo.&nbsp;<\/p>\n<p>Com o discurso cauteloso, Hamilton prefere jogar para os ombros da Ferrari o favoritismo neste come&ccedil;o de temporada. Nos testes de inverno, Lewis n&atilde;o brilhou, procurando trabalhar muito em simula&ccedil;&otilde;es de corrida. Ao falar sobre os trabalhos, o brit&acirc;nico se empolgou com a pilotagem do novo W08, mas ao mesmo tempo n&atilde;o se mostrou t&atilde;o certo sobre a perman&ecirc;ncia da Mercedes como equipe dominante da F1. Se &eacute; blefe ou n&atilde;o, s&oacute; ser&aacute; poss&iacute;vel comprovar a partir do GP da Austr&aacute;lia. Mas que ningu&eacute;m duvide de Hamilton, que abre 2017 com totais condi&ccedil;&otilde;es de conquistar o tetra.<br \/>\n (Lewis Hamilton (Foto: Mercedes))<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20173172048320_M56946_O.JPG\" width=\"2200\" height=\"1467\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">#77 Valtteri Bottas<\/p>\n<p>Nascimento: 28 de agosto de 1989, Nastola, Finl&acirc;ndia (27 anos)<br \/>\n77 GPs disputados<br \/>\n9 p&oacute;dios<br \/>\n1 volta mais r&aacute;pida<br \/>\n411 pontos<\/p>\n<p>Melhor resultado<br \/>\nQuinto lugar em 2015<br \/>\nEm 2016: oitavo (85 pontos)<\/p>\n<p>No esporte, assim como na vida, nada &eacute; por acaso. Se Valtteri Bottas &eacute; um predestinado, s&oacute; o tempo vai dizer. Mas &eacute; fato que o finland&ecirc;s recebeu a grande chance da sua carreira de forma inesperada e, claro, com certa dose de sorte. Nem o mais fan&aacute;tico f&atilde; do finland&ecirc;s poderia imaginar que, menos de um m&ecirc;s ap&oacute;s encerrar a temporada 2016 como piloto da Williams, seu universo viraria do avesso com a transfer&ecirc;ncia para a toda-poderosa Mercedes. Fruto, claro, da aposentadoria surpreendente de Rosberg.<\/p>\n<p>Em teoria, Bottas n&atilde;o seria a primeira op&ccedil;&atilde;o. Mas pilotos de ponta como Sebastian Vettel e Fernando Alonso tinham (e t&ecirc;m) contratos vigentes. Bottas tamb&eacute;m tinha e chegou a ser anunciado pela Williams para 2017, mas um acordo que envolveu dinheiro, negocia&ccedil;&otilde;es arrastadas com Claire Williams e a n&atilde;o menos surpreendente volta do aposentado Felipe Massa &agrave; F1 fez com que Valtteri tivesse a chance de assinar com a Mercedes. Com a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o do seu ex-empres&aacute;rio, Toto Wolff.<\/p>\n<p>&Eacute; muito cedo para saber o que Bottas poder&aacute; fazer correndo pela Mercedes. O n&oacute;rdico ter&aacute; pela frente o desafio de correr pela equipe que vem dominando a F1 nas &uacute;ltimas temporadas e conta com ningu&eacute;m menos que Lewis Hamilton. Rosberg sabe bem como &eacute; dif&iacute;cil lidar com a competitividade de Hamilton. A press&atilde;o a que Bottas ser&aacute; submetido ser&aacute; muito grande, afinal o mundo da F1 estar&aacute; de olho nele e muita gente vai querer estar no seu lugar. &Eacute; uma miss&atilde;o pra l&aacute; de espinhosa: substituir o campe&atilde;o mundial vigente &eacute; tarefa para poucos. Assim, 2017 ser&aacute; um ano-chave para a carreira de Bottas. Jogado aos le&otilde;es, ele ter&aacute; de mostrar do que &eacute; capaz logo de cara &mdash; afinal, seu contrato &eacute; de apenas um ano, o que aumenta ainda mais a press&atilde;o. Para Valtteri Bottas, todas as 20 corridas do calend&aacute;rio v&atilde;o ter um qu&ecirc; de decis&atilde;o.<br \/>\n (Bottas (Foto: Mercedes))<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20173171429975_Fichas 2-9_O.png\" width=\"2723\" height=\"1259\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">. <\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2017317210451_P-20170310-00728_News_O.jpg\" width=\"2400\" height=\"1350\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">\n&nbsp;<\/p>\n<p>Red Bull<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A equipe que fechou 2016 como segunda for&ccedil;a parece ter dado um passo para tr&aacute;s em 2017, ficando atr&aacute;s de Mercedes e Ferrari. Sorte que a Red Bull conta com uma das melhores duplas do grid: Daniel Ricciardo e Max Verstappen devem trazer bons resultados vez que outra.<\/p>\n<p>A equipe que terminou a temporada 2016 como segunda for&ccedil;a pode muito bem estar dando um passo para tr&aacute;s &ndash; justamente o contr&aacute;rio do que se esperava. A Red Bull, que tem na aerodin&acirc;mica um de seus pontos fortes, parece ter falhado justamente quando os fluxos de ar ganharam import&acirc;ncia. A julgar pelos tempos de volta anotados em Barcelona, a equipe abre 2017 claramente atr&aacute;s de Mercedes e Ferrari.<\/p>\n<p>N&atilde;o que a Red Bull esteja fadada ao fracasso &ndash; os novos carros ainda v&atilde;o se desenvolver muito ao longo de 2017 &ndash;, mas j&aacute; fica bem dif&iacute;cil acreditar em um t&iacute;tulo para Daniel Ricciardo e Max Verstappen. N&atilde;o &eacute; exagero nenhum pensar em uma ou outra vit&oacute;ria, mas as fraquezas do motor Renault, menos potente e confi&aacute;vel, v&atilde;o ser uma bela pedra no sapato. Ali&aacute;s, os motores seguem sendo determinantes. Quando se esperava que a pot&ecirc;ncia dos carros fosse menos determinante, a Ferrari acertou em cheio e a Renault derrapou. Com um bom desenvolvimento, os taurinos devem voltar a ser postulantes ao t&iacute;tulo em 2018.<\/p>\n<p>O que n&atilde;o deve ser um problema &eacute; a dupla de pilotos. Daniel Ricciardo e Max Verstappen formam um dos conjuntos mais fortes da F1 &ndash; se n&atilde;o o mais forte de todos. S&atilde;o dois caras que j&aacute; mandaram muito bem em 2016, se posicionando como &uacute;nicas grandes amea&ccedil;as ao poderio da Mercedes. N&atilde;o h&aacute; motivo para acreditar que a hist&oacute;ria ser&aacute; diferente em 2017.&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p> (Red Bull)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<p>Sede: <strong>Milton Keynes, Inglaterra<\/strong><br \/>\nCarro: <strong>Red Bull RB13<\/strong><br \/>\nMotor: <strong>Tag-Heuer (Renault)<\/strong><br \/>\nChefe de equipe: <strong>Christian Horner<\/strong><br \/>\nDiretor-t&eacute;cnico: <strong>Adrian Newey<\/strong><br \/>\nPilotos reserva: <strong>S&eacute;bastien Buemi e Pierre Gasly<\/strong><\/p>\n<p>Melhor resultado: <strong>4 t&iacute;tulos de Pilotos; 4 t&iacute;tulos de Construtores<\/strong><br \/>\nEm 2016: <strong>2&ordm; lugar no Mundial de Construtores (436 pontos)<\/strong><br \/>\nMelhor tempo em Barcelona: <strong>1min19s438 (Max Verstappen, 6&ordm;, pneus ultramacios)<\/strong><\/p>\n<p><strong>#FasterTogether #PumaMotorsport<\/strong><\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2017317218794_P-20170225-00071_HiRes JPEG 24bit RGB_O.jpg\" width=\"2200\" height=\"1467\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">#3 Daniel Ricciardo<\/p>\n<p>Nascimento: 1&ordm; de julho de 1989, Perth, Austr&aacute;lia (27 anos)<br \/>\n109 GPs<br \/>\n4 vit&oacute;rias<br \/>\n18 p&oacute;dios<br \/>\n8 voltas mais r&aacute;pidas<br \/>\n616 pontos<\/p>\n<p>Melhor resultado: 3&ordm; colocado em 2014 e 2016<br \/>\nEm 2016: 3&ordm; colocado (256 pontos)<\/p>\n<p>N&atilde;o &eacute; exagero nenhum dizer que Daniel Ricciardo vive o melhor momento da carreira. Teria brigado pelo t&iacute;tulo em 2016 se tivesse carro para isso &ndash; n&atilde;o por acaso, o australiano foi o &lsquo;melhor do resto&rsquo;, excluindo as Mercedes. Essa velocidade contrasta com o momento incerto da Red Bull, que parece ter perdido terreno e virado a terceira melhor equipe.<\/p>\n<p>Essas vari&aacute;veis dificultam uma previs&atilde;o certeira sobre Ricciardo, mas n&atilde;o h&aacute; motivos para acreditar que a boa forma de 2016 vai ficar para tr&aacute;s. &Eacute; bem poss&iacute;vel que o australiano consiga ao menos uma vit&oacute;ria, alimentando de gr&atilde;o em gr&atilde;o suas ainda magras estat&iacute;sticas na F1 &ndash; e que n&atilde;o fazem justi&ccedil;a ao real talento de Daniel.<\/p>\n<p>    google_ad_client = &#8220;ca-pub-6830925722933424&#8221;;<br \/>\n    google_ad_slot = &#8220;5708856992&#8221;;<br \/>\n    google_ad_width = 336;<br \/>\n    google_ad_height = 280;<\/p>\n<p> (Daniel Ricciardo )<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20173172110626_P-20170224-01767_HiRes JPEG 24bit RGB_O.jpg\" width=\"2200\" height=\"1467\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">#33 Max Verstappen<\/p>\n<p>Nascimento: 30 de setembro de 1997, Hasselt, B&eacute;lgica (19 anos)<br \/>\n40 GPs<br \/>\n1 vit&oacute;ria<br \/>\n7 p&oacute;dios<br \/>\n1 volta mais r&aacute;pida<br \/>\n253 pontos<\/p>\n<p>Melhor resultado: 5&ordm; colocado em 2016<br \/>\nEm 2015: 5&ordm; colocado (204 pontos)<\/p>\n<p>O menino prod&iacute;gio s&oacute; tem a crescer em 2017. Agora mais experiente, a expectativa &eacute; de um Max Verstappen capaz de igualar a regularidade alcan&ccedil;ada por Daniel Ricciardo, por exemplo. Os p&oacute;dios, que j&aacute; vinham em n&uacute;mero consider&aacute;vel, podem ser ainda mais frequentes &ndash; isso se as defici&ecirc;ncias do RB13 n&atilde;o incomodarem tanto.<\/p>\n<p>Mas, mais do que a experi&ecirc;ncia, a grande vantagem de Verstappen &eacute; ter uma temporada inteira para conhecer o novo carro. A mudan&ccedil;a s&uacute;bita da Toro Rosso para a Red Bull significou que o holand&ecirc;s disputou alguns GPs ainda se adaptando ao carro &ndash; mesmo que tenha vencido logo na primeira corrida pela equipe A, no GP da Espanha. Dessa vez, Max iniciar a temporada j&aacute; plenamente adaptada.<\/p>\n<p>Mesmo com toda essa expectativa de melhora, a sensa&ccedil;&atilde;o &eacute; de que Verstappen ainda deve ficar um pouco atr&aacute;s de Ricciardo &ndash; mas bem pouco mesmo. Deve ser uma das disputas mais acirradas entre companheiros de equipe.<br \/>\n (Max Verstappen)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20173171429718_Fichas 2-8_O.png\" width=\"2723\" height=\"1259\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">. <\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20173172120290_C6jn1olW0AEvzzc_O.jpg\" width=\"2400\" height=\"1350\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">\n&nbsp;<\/p>\n<p>Ferrari<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>    google_ad_client = &#8220;ca-pub-6830925722933424&#8221;;<br \/>\n    google_ad_slot = &#8220;2258117790&#8221;;<br \/>\n    google_ad_width = 300;<br \/>\n    google_ad_height = 600;<\/p>\n<p>A Ferrari chega a 2017 renovada. Ainda que n&atilde;o tenha sofrido nenhuma grande mudan&ccedil;a em seu quadro t&eacute;cnico, a equipe italiana produziu um carro r&aacute;pido e confi&aacute;vel. A SF70H foi a grande sensa&ccedil;&atilde;o dos testes de pr&eacute;-temporada e &eacute; a aposta do time para bater a Mercedes.<\/p>\n<p>Depois de passar por uma reestrutura&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica entre as temporadas de 2014 e 2015, em que viu a troca de chefia, pessoas chave dos bastidores e a vinda de Sebastian Vettel para o lugar de Fernando Alonso, a Ferrari deu um salto de qualidade. O alem&atilde;o e a nova gest&atilde;o deram frescor ao ambiente sempre carregado em Maranello. Chegaram a vencer corridas e se colocaram como uma amea&ccedil;a real &agrave; Mercedes em algumas etapas, ainda que a disputa do t&iacute;tulo nunca tenha se concretizado. S&oacute; que aquele campeonato de 2015 acabou elevar demais as expectativas para o ano seguinte.<\/p>\n<p>E a pr&eacute;-temporada corroborou isso. A esquadra vermelha liderou os testes e deixou a impress&atilde;o de que viria mais forte. Mas a performance foi apenas ilus&oacute;ria, e a verdade &eacute; que o time sofreu demais ao longo da temporada. N&atilde;o conseguiu vencer e se viu &agrave;s voltas com a rebeldia de Vettel. Pior do que isso foi assistir &agrave; recupera&ccedil;&atilde;o da Red Bull. A equipe austr&iacute;aca n&atilde;o s&oacute; ultrapassou os italianos na tabela, como foi a &uacute;nica a vencer em um ano que a Mercedes dominou a F1 como quis.<\/p>\n<p>Agora, entretanto, a Ferrari parece ter renascido. A esquadra se recomp&ocirc;s muito bem da perda de James Alisson &ndash; agora na rival alem&atilde; &ndash; e a apostou na prata da casa para projetar o SF70H. E a decis&atilde;o agora parece acertada. Em um ano de grandes mudan&ccedil;as, o modelo ferrarista se mostrou r&aacute;pido, apresentou solu&ccedil;&otilde;es aerodin&acirc;micas inteligentes e chamou a aten&ccedil;&atilde;o pela confiabilidade.<\/p>\n<p>A equipe fechou os testes com os dois melhores tempos. Mas, desta vez, o desempenho foi mais real. E chegou a colocar medo na concorr&ecirc;ncia. E h&aacute; quem j&aacute; coloque a Ferrari como a grande favorita do ano. Lewis Hamilton, por exemplo, n&atilde;o escondeu a surpresa com o ritmo dos italianos e teme por uma rivalidade ainda maior neste 2017. Not&iacute;cia mais que bem-vinda para essa nova F1.&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p> (Kimi)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<p>Sede:<strong> Maranello, It&aacute;lia<\/strong><br \/>\nCarro: <strong>SF70H<\/strong><br \/>\nMotor: <strong>Ferrari<\/strong><br \/>\nChefe de equipe: <strong>Maurizio Arrivabene<\/strong><br \/>\nDiretor-t&eacute;cnico: <strong>Mattia Binotto<\/strong><br \/>\nPiloto reserva:<strong> Antonio Giovinazzi<\/strong><\/p>\n<p>Melhor resultado: <strong>15 T&iacute;tulos de Pilotos; 16 T&iacute;tulos de Construtores<\/strong><br \/>\nEm 2016: <strong>Terceira colocada no Mundial de Construtores (398 pontos)<\/strong><br \/>\nMelhor tempo em Barcelona: <strong>1min18s634 (Kimi R&auml;ikk&ouml;nen, 1&ordm;, pneus supermacios)<\/strong><\/p>\n<p><big><strong>#ForeverFaster #PumaMotorsport<\/strong><\/big><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20173172124100_Vettel_O.jpg\" width=\"2200\" height=\"1394\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">#5 Sebastian Vettel<\/p>\n<p>Nascimento: 3 de julho de 1987, Heppenheim, Alemanha (29 anos)<br \/>\n178 GPs disputados<br \/>\n42 vit&oacute;rias<br \/>\n46 poles<br \/>\n86 p&oacute;dios<br \/>\n28 voltas mais r&aacute;pidas<br \/>\n2.108 pontos<\/p>\n<p>Melhor resultado<br \/>\nCampe&atilde;o em 2010, 2011, 2012 e 2013<br \/>\nEm 2016: quarto colocado (278 pontos)<\/p>\n<p>Sebastian Vettel &eacute; quem lidera a Ferrari nesta nova fase da equipe italiana. Contratado para substituir Fernando Alonso e conduzir o time mais tradicional do grid de volta &agrave;s vit&oacute;rias e t&iacute;tulos, o tetracampe&atilde;o vestiu o vermelho como poucos, se identificou rapidamente com o ambiente em Maranello e, principalmente, cativou os fan&aacute;ticos torcedores ferraristas. Tal como seu &iacute;dolo Michael Schumacher, Vettel vem trabalhando arduamente para levantar a equipe. &Eacute; bem verdade que o alem&atilde;o se tornou um &lsquo;reclam&atilde;o&rsquo; nas pistas no &uacute;ltimo ano, mas raramente se queixa da Ferrari. E s&oacute; por isso j&aacute; ganhou o cora&ccedil;&atilde;o dos tifosi.<\/p>\n<p>Vettel come&ccedil;ou bem sua trajet&oacute;ria pela Ferrari em 2015. Ganhou tr&ecirc;s vezes, foi ao p&oacute;dio e deu a impress&atilde;o de que seria o futuro rival de Lewis Hamilton. S&oacute; que a temporada passada acabou sendo um pesadelo para os italianos, que perderam a m&atilde;o do carro e o posto de segunda for&ccedil;a do Mundial para a Red Bull. S&oacute; que isso n&atilde;o parece ter servido de motiva&ccedil;&atilde;o. O novo carro come&ccedil;ou a ser projetado na metade do ano e chegou a Barcelona impressionando, no fim de fevereiro.<\/p>\n<p>O alem&atilde;o se colocou veloz e foi melhorando seu desempenho volta a volta. Mas a Ferrari &eacute; mais do que mostrou. Tanto &eacute; assim que, em seu &uacute;ltimo dia de testes, Seb tirou o p&eacute; e deliberadamente evitou andar mais r&aacute;pido. Saiu de Montmel&oacute; feliz e com um sorriso no rosto, embora pregasse a cautela. Ainda assim, j&aacute; poss&iacute;vel dizer que o tetracampe&atilde;o, enfim, deve se colocar como o grande oponente de Hamilton.<br \/>\n (Vettel)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20173172124604_Kimi_O.jpg\" width=\"2200\" height=\"1269\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">#7 Kimi R&auml;ikk&ouml;nen<\/p>\n<p>Nascimento: 17 de outubro de 1979, Espoo, Finl&acirc;ndia (37 anos)<br \/>\n251 GPs disputados<br \/>\n20 vit&oacute;rias<br \/>\n16 poles<br \/>\n84 p&oacute;dios<br \/>\n43 voltas mais r&aacute;pidas<br \/>\n1.360 pontos<\/p>\n<p>Melhor resultado<br \/>\nCampe&atilde;o em 2007<br \/>\nEm 2016: sexto colocado (186 pontos)<\/p>\n<p>Kimi R&auml;ikk&ouml;nen completa a dupla ferrarista, uma das mais fortes do grid. O campe&atilde;o mundial de 2007 ganhou uma nova chance ao ter seu contrato renovado com os italianos e agora vai para seu &uacute;ltimo ano de acordo. A verdade &eacute; que o finland&ecirc;s fez por merecer. Com um carro melhor em 2015, foi consistente, apesar de n&atilde;o ter conseguido acompanhar o ritmo do colega tetracampe&atilde;o. Por&eacute;m, no ano passado, conseguiu superar Seb em posi&ccedil;&otilde;es de largada e foi bastante regular, teve menos abandonos e se mostrou o cara certo para levar a Ferrari tamb&eacute;m de volta ao caminho das vit&oacute;rias.<\/p>\n<p>A experi&ecirc;ncia do n&oacute;rdico, sem d&uacute;vida, tem grande peso no clima mais ameno dentro dos boxes ferraristas e no desempenho da SF70H. R&auml;ikk&ouml;nen estava &agrave; vontade em um carro que parece que casa com seu estilo de pilotagem. Foi muito r&aacute;pido nos testes coletivos em todas as configura&ccedil;&otilde;es. Tirou o que conseguiu de uma Ferrari melhor acertada e est&aacute;vel.&nbsp;<\/p>\n<p>Se Vettel parece o homem que vai se colocar como principal advers&aacute;rio para Hamilton, R&auml;ikk&ouml;nen ser&aacute; o cara da preocupa&ccedil;&atilde;o da Mercedes. Afinal, Kimi &eacute; extremamente veloz e comete pouqu&iacute;ssimos erros. Ser&aacute; interessante tamb&eacute;m ver o embate entre os dois finlandeses, agora que o r&aacute;pido Valtteri Bottas ter&aacute; um carro capaz de vencer.<br \/>\n (Kimi)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2017319144795_Force_O.png\" width=\"2730\" height=\"1262\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">. <\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20173172138449_jm1710ma97_O.jpg\" width=\"2400\" height=\"1350\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">\n&nbsp;<\/p>\n<p>Force India<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Depois de terminar em quinto lugar no Mundial de Construtores em 2015, no ano passado, a Force India alcan&ccedil;ou um feito ainda maior e fechou a temporada no top-4. O grande desafio em 2017 &eacute; manter a posi&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>O slogan de &lsquo;equipe que mais cresce na F1&rsquo; se encaixa como uma luva &agrave; Force India. Baseada em Silverstone, a escuderia de Vijay Mallya alcan&ccedil;ou um feito hist&oacute;rico no ano passado e desbancou ningu&eacute;m menos que a Williams, equipe ic&ocirc;nica e multicampe&atilde;, para terminar o Mundial de Construtores em quarto lugar. Um ano antes, a Force India j&aacute; havia conquistado um s&oacute;lido quinto posto no campeonato. Para manter a guinada ascendente, o time anglo-indiano contou com um carro de &oacute;tima base, o poderoso motor Mercedes e a forte e equilibrada dupla de pilotos formada por Sergio P&eacute;rez e Nico H&uuml;lkenberg.<\/p>\n<p>Para 2017, como a maior parte das equipes, a Force India teve mudan&ccedil;as na sua dupla de pilotos. Nico H&uuml;lkenberg ganhou a chance que queria para defender uma equipe de f&aacute;brica e partiu de mala e cuia para ser a grande refer&ecirc;ncia da Renault, que queria P&eacute;rez. Mas &lsquo;Checo&rsquo;, dono de dois p&oacute;dios no ano passado e piloto mais bem-sucedido da hist&oacute;ria da Force India, permaneceu e ter&aacute; ao seu lado uma das grandes estrelas desta nova gera&ccedil;&atilde;o: o jovial e talentoso franc&ecirc;s Esteban Ocon.<\/p>\n<p>Os cofres da Force India ganharam um substancial refor&ccedil;o. Primeiro, em raz&atilde;o do quarto lugar no Mundial de Construtores no ano passado. E agora, depois do an&uacute;ncio do patroc&iacute;nio da empresa austr&iacute;aca de tratamento h&iacute;drico BWT, vai receber cerca de R$ 63,2 milh&otilde;es para pintar seu novo carro de rosa. Vale a pena. Trata-se de um dinheiro suficiente para a equipe tenha toda a tranquilidade para desenvolver o VJM10 ao longo da temporada.<\/p>\n<p>Nos testes de inverno em Barcelona, a Force India n&atilde;o impressionou, mas indicou ter um carro confi&aacute;vel, o que &eacute; sempre bom neste come&ccedil;o de temporada. Ao todo, P&eacute;rez, Ocon e o piloto de desenvolvimento Alfonso Celis completaram, juntos, 785 voltas no circuito catal&atilde;o, com &lsquo;Checo&rsquo; anotando a melhor volta da equipe no &uacute;ltimo dia (1min20s116).<\/p>\n<p>As sess&otilde;es de pr&eacute;-temporada podem ser pouco conclusivas, mas d&aacute; a entender que, neste princ&iacute;pio de 2017, a Force India larga atr&aacute;s da Williams. Mas, claro, considerando o equil&iacute;brio maior da sua dupla em rela&ccedil;&atilde;o ao duo Felipe Massa-Lance Stroll, h&aacute; uma possibilidade de repetir o quarto lugar do ano passado no Mundial deste ano. Tudo para continuar vivendo sua fase cor-de-rosa na F1.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p> (Force India)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<p>Sede: <strong>Silverstone, Inglaterra<\/strong><br \/>\nCarro: <strong>VJM10<\/strong><br \/>\nMotor: <strong>Mercedes<\/strong><br \/>\nChefe de equipe: <strong>Vijay Mallya<\/strong><br \/>\nDiretor-t&eacute;cnico:<strong> Andrew Green<\/strong><br \/>\nPiloto de desenvolvimento: <strong>Alfonso Celis<\/strong><\/p>\n<p>Em 2016: <strong>4&ordm; no Mundial de Construtores (173 pontos)<\/strong><br \/>\nMelhor resultado: <strong>7&ordm; lugar no Mundial de Pilotos; 4&ordm; lugar no Mundial de Construtores<\/strong><br \/>\nMelhor tempo em Barcelona: <strong>1min20s116 (Sergio P&eacute;rez, 10&ordm;, ultramacios)<\/strong><\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20173172142962_Perez_O.jpg\" width=\"2200\" height=\"1467\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">#11 Sergio P&eacute;rez<\/p>\n<p>Nascimento: 26 de janeiro de 1990, Guadalajara, M&eacute;xico (27 anos)<br \/>\n114 GPs disputados<br \/>\n7 p&oacute;dios<br \/>\n3 voltas mais r&aacute;pidas<br \/>\n367 pontos<\/p>\n<p>Melhor resultado<br \/>\n7&ordm; lugar em 2007<br \/>\nEm 2016: s&eacute;timo (101 pontos)<\/p>\n<p>Sergio P&eacute;rez acompanhou a Force India e seguiu uma rota ascendente nos &uacute;ltimos. Desde que foi dispensado pela McLaren e abra&ccedil;ado pela escuderia anglo-indiana, &lsquo;Checo&rsquo; evoluiu de forma constante, conquistou pelo menos um p&oacute;dio por ano desde 2014 e se consolidou como um dos melhores pilotos do grid. Na temporada passada, terminou o Mundial como o &lsquo;melhor do resto&rsquo;, ficando s&oacute; atr&aacute;s dos pilotos do &lsquo;trio de ferro da F1&rsquo;, formado por Mercedes, Red Bull e Ferrari.<\/p>\n<p>P&eacute;rez alcan&ccedil;ou sua melhor fase na F1 tendo ao seu lado como companheiro de equipe o forte, por&eacute;m azarado Nico H&uuml;lkenberg. Neste ano, com a sa&iacute;da do alem&atilde;o para a Renault, &lsquo;Checo&rsquo; assume de vez o posto de l&iacute;der da Force India e, mesmo ainda bem jovem, servir&aacute; de refer&ecirc;ncia ao talentoso Esteban Ocon para ajudar a equipe a pelo menos se manter no rol das quatro maiores for&ccedil;as da F1.<\/p>\n<p>Competente, cada vez mais forte mentalmente e com uma pilotagem que melhora a cada temporada, P&eacute;rez desponta como um dos nomes que podem brilhar aqui e ali ao longo de 2017. Carro para isso o mexicano tem. A estrutura da Force India est&aacute; cada vez melhor e, se n&atilde;o permite a ele sonhar com vit&oacute;rias, ao menos lhe d&aacute; a perspectiva de conquistar mais p&oacute;dios neste ano e se consolidar de vez como o melhor piloto da hist&oacute;ria da equipe.<br \/>\n (P\u00e9rez)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20173172142106_Ocon_O.jpg\" width=\"2200\" height=\"1467\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">#31 Esteban Ocon<\/p>\n<p>Nascimento: 17 de setembro de 1996, Evreux, Fran&ccedil;a (20 anos)<br \/>\n9 GPs disputados<\/p>\n<p>Melhor resultado<br \/>\n23&ordm; lugar em 2016<br \/>\nEm 2016: 23&ordm; (sem pontos)<\/p>\n<p>A Mercedes aproveitou os problemas financeiros de Rio Haryanto e encaixou Esteban Ocon na vaga de titular da hoje extinta Manor para dar ao franc&ecirc;s alguma rodagem na F1 na metade final da temporada 2016. Pupilo da montadora alem&atilde;, o franc&ecirc;s despontou como grande talento desde o in&iacute;cio da carreira, ainda no kart. Nos monopostos, brilhou na F3 Europeia, bateu ningu&eacute;m menos que Max Verstappen e saiu com o t&iacute;tulo em 2014. No ano seguinte, faturou a ta&ccedil;a da GP3.&nbsp;<\/p>\n<p>Com tamanha compet&ecirc;ncia, logo Ocon despontou como um dos bons talentos da sua gera&ccedil;&atilde;o. Assim, a Mercedes n&atilde;o perdeu tempo e tratou de promover o jovem franc&ecirc;s de ascend&ecirc;ncia espanhola a um lugar no grid t&atilde;o logo teve oportunidade. Mesmo com seu desempenho ofuscado pelas defici&ecirc;ncias do carro da Manor, mas Esteban mostrou bom trabalho e desbancou at&eacute; mesmo Pascal Wehrlein para virar o queridinho da Mercedes.<\/p>\n<p>Tanto que, novamente gra&ccedil;as &agrave; montadora alem&atilde; e a Toto Wolff, foi Esteban e n&atilde;o Pascal o piloto indicado para correr pela Force India, parceira da Mercedes, nesta temporada. Um salto e tanto para quem disputou apenas nove corridas na F1 at&eacute; o momento. Com uma equipe melhor estruturada e um companheiro bom de grupo e capaz de lhe ajudar nesta nova temporada, Ocon chega a 2017 com condi&ccedil;&otilde;es de, pelo menos, somar pontos na maioria das corridas. E, talvez, consiga repetir os feitos de P&eacute;rez nos &uacute;ltimos anos e beliscar algum p&oacute;dio aqui e ali.<\/p>\n<p>    google_ad_client = &#8220;ca-pub-6830925722933424&#8221;;<br \/>\n    google_ad_slot = &#8220;5708856992&#8221;;<br \/>\n    google_ad_width = 336;<br \/>\n    google_ad_height = 280;<\/p>\n<p> (Ocon)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20173171428195_Fichas 2-6_O.png\" width=\"2723\" height=\"1259\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">. <\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20173172152510_WX4I6777_O.jpg\" width=\"2400\" height=\"1350\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">\n&nbsp;<\/p>\n<p>Williams<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Com a sa&iacute;da de Valtteri Bottas, a Williams perdeu um dos seus pontos fortes: o equil&iacute;brio entre seus pilotos. Mas a volta de Felipe Massa da aposentadoria d&aacute; &agrave; lend&aacute;ria equipe brit&acirc;nica a chance de voltar a sonhar. J&aacute; o novato Lance Stroll &eacute; uma inc&oacute;gnita, sobretudo pelo que apresentou nos testes de inverno.<\/p>\n<p>A Williams terminou o Mundial de 2016 em baixa. Afinal, depois de ficar por dois anos consecutivos no top-3 da F1, a equipe de Grove foi superada pela Red Bull, o que n&atilde;o chegou a ser uma surpresa, e pela Force India, isso sim, algo inesperado. Quinta colocada no ano passado, os ingleses tinham em mente apenas uma palavra para 2017: rea&ccedil;&atilde;o. Mas tudo o que aconteceu dias depois do fim da &uacute;ltima temporada mexeu demais com as estruturas da escuderia multicampe&atilde; da F1.<\/p>\n<p>O planejamento inicial era contar com Valtteri Bottas e o novato Lance Stroll, enquanto Felipe Massa se despedia do esporte. Mas a inesperada aposentadoria de Nico Rosberg acabou por al&ccedil;ar Bottas rumo a Williams, e Massa foi chamado de volta da aposentadoria. O brasileiro retornou &agrave; F1 e &agrave; equipe como grande refer&ecirc;ncia para equilibrar com a falta de experi&ecirc;ncia do novato, por&eacute;m bilion&aacute;rio, Stroll. O equil&iacute;brio que a Williams tinha na sua antiga dupla de pilotos ficou para tr&aacute;s.<\/p>\n<p>Em 2017, a miss&atilde;o &eacute; conseguir aliar da melhor forma a experi&ecirc;ncia de Massa e a juventude de Stroll. A julgar pelos testes de pr&eacute;-temporada, a Williams acertou em cheio em apostar no brasileiro. Como o pr&oacute;prio Felipe disse, nem parece um ex-aposentado: em Barcelona, Massa foi um dos grandes destaques, foi r&aacute;pido, consistente, n&atilde;o cometeu erros e se mostrou extremamente motivado. E se coloca como o par&acirc;metro ideal para Stroll que, ao contr&aacute;rio do seu companheiro de equipe, n&atilde;o deixou uma boa impress&atilde;o, sobretudo na primeira semana de testes.<\/p>\n<p>O novo FW40 se mostrou muito bom e confi&aacute;vel. A equipe completou nada menos que 800 voltas (3.724 km), s&oacute; atr&aacute;s de Mercedes e Ferrari, e s&oacute; enfrentou maiores problemas quando Stroll bateu. O conjunto &eacute; est&aacute;vel e, al&eacute;m do chassi que parece ser bem equilibrado, a Williams continua sendo empurrada pelo motor Mercedes, o melhor da F1. Com todas as armas que &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, a Williams tem potencial para estar de volta ao grupo das quatro primeiras equipes do Mundial. Mas a falta de experi&ecirc;ncia de Stroll pode jogar contra os ingleses em 2017.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p> (Stroll)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<p>Sede: <strong>Grove, Inglaterra<\/strong><br \/>\nCarro: <strong>FW40<\/strong><br \/>\nMotor:<strong> Mercedes<\/strong><br \/>\nPrincipais dirigentes: <strong>Frank Williams, Claire Williams, Paddy Lowe, Rob Smedley<\/strong><br \/>\nPiloto reserva: <strong>Paul di Resta<\/strong><\/p>\n<p>Em 2016: <strong>5&ordm; no Mundial de Construtores (138 pontos)<\/strong><br \/>\nMelhor resultado: <strong>7 t&iacute;tulos de Pilotos; 9 t&iacute;tulos de Construtores<\/strong><br \/>\nMelhor tempo em Barcelona: <strong>1min19s420 (Felipe Massa, 5&ordm;, pneus ultramacios)<\/strong><\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20173172156382_Massa_O.jpg\" width=\"2200\" height=\"1467\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">#19 Felipe Massa<\/p>\n<p>Nascimento: 25 de abril de 1981, S&atilde;o Paulo, Brasil (35 anos)<br \/>\n250 GPs disputados<br \/>\n11 vit&oacute;rias<br \/>\n16 poles<br \/>\n41 p&oacute;dios<br \/>\n15 voltas mais r&aacute;pidas<br \/>\n1.124 pontos<\/p>\n<p>Melhor resultado<br \/>\nVice-campe&atilde;o em 2008<br \/>\nEm 2016: 11&ordm; (53 pontos)<\/p>\n<p>Dentre os pilotos em atividade na F1 em 2017, Felipe Massa &eacute; o terceiro mais experiente, atr&aacute;s apenas em rela&ccedil;&atilde;o a Fernando Alonso e Kimi R&auml;ikk&ouml;nen em n&uacute;mero de largadas. Foi essa experi&ecirc;ncia de 250 GPs que determinou, na pr&aacute;tica, o retorno do brasileiro ap&oacute;s breve aposentadoria da F1. Massa nem bem chegou a deixar a categoria e voltou ao grid e &agrave; Williams para ser a grande refer&ecirc;ncia em um novo momento do time, que passa a contar com o jovem Lance Stroll.<\/p>\n<p>A Williams sabe bem que o retorno de Massa acrescenta muito ao time em si. Al&eacute;m de ser bom de grupo e ter &oacute;timo relacionamento com todos, Felipe re&uacute;ne grande conhecimento t&eacute;cnico e j&aacute; enfrentou v&aacute;rias mudan&ccedil;as de regulamento na F1. Assim, foi o nome perfeito escolhido por Claire Williams para liderar a equipe ap&oacute;s a sa&iacute;da de Valtteri Bottas. E os testes de pr&eacute;-temporada mostraram que a escolha foi a melhor poss&iacute;vel para a Williams no momento.<\/p>\n<p>A forma de Massa nos testes foi invej&aacute;vel. R&aacute;pido e motivado ao extremo, Felipe mostrou que ainda tem muita lenha para queimar na F1 e que seria um desperd&iacute;cio enorme ficar de fora, ainda mais nesta fase de mudan&ccedil;as pela qual passa a categoria. O brasileiro re&uacute;ne todos os predicados para fazer uma temporada melhor que em 2016, ainda mais se o FW40 render t&atilde;o bem como nos testes de inverno. &Eacute; uma atra&ccedil;&atilde;o a mais nesta temporada, at&eacute; porque Massa ser&aacute; o &uacute;nico brasileiro no grid em 2017.<br \/>\n (Massa)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20173172156488_Stroll_O.jpg\" width=\"4060\" height=\"2707\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">#18 Lance Stroll<\/p>\n<p>Nascimento: 29 de outubro de 1998, Montreal, Canad&aacute; (18 anos)<br \/>\nEstreante na F1<\/p>\n<p>Lance Stroll chega &agrave; F1 sob a sombra da d&uacute;vida. Em teoria, um t&iacute;tulo como o da F3 Europeia &eacute; um indicativo de talento e capacidade de um jovem piloto. De fato, o canadense mostrou bom trabalho nas categorias de base, sendo campe&atilde;o tamb&eacute;m de competi&ccedil;&otilde;es importantes como a F4 Italiana em 2014 e o Toyota Racing Series em 2015. Seu crescimento, contudo, foi not&aacute;vel. Por&eacute;m, a primeira impress&atilde;o de Stroll como piloto da F1 n&atilde;o foi nada boa.<\/p>\n<p>Como forma de prepara&ccedil;&atilde;o, Lance, bancado pelo bilion&aacute;rio pai, o magnata do mundo da moda Lawrence Stroll, teve &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o uma equipe s&oacute; para si e testou em v&aacute;rios circuitos ao redor do mundo com o carro de 2014 da Williams. Tudo para garantir a maior quilometragem poss&iacute;vel antes dos testes &lsquo;pra valer&rsquo; e da temporada de estreia em si.<\/p>\n<p>Entretanto, seja pelas diferen&ccedil;as do novo FW40 em rela&ccedil;&atilde;o aos modelos anteriores, seja pela ansiedade ou por sentir a press&atilde;o, Stroll cometeu muitos erros e ficou marcado por uma performance abaixo da m&eacute;dia e pouco digna de um piloto de F1 na primeira semana de pr&eacute;-temporada. As cr&iacute;ticas vieram em profus&atilde;o, e a equipe precisou mandar trazer de Grove, &agrave;s pressas, um novo chassi para os testes.&nbsp;<\/p>\n<p>Na segunda sess&atilde;o, Lance mudou sua postura e, seguindo o programa da Williams, se dedicou a simula&ccedil;&otilde;es em ritmo de corrida. Mais cauteloso, Stroll ficou bem longe de impressionar, como fez Massa, mas ao menos tamb&eacute;m n&atilde;o comprometeu. Seja como for, o canadense j&aacute; come&ccedil;a sua carreira no Mundial com desconfian&ccedil;a. Rob Smedley, por sua vez, pediu tempo para o piloto se adaptar ao carro, &agrave; equipe e &agrave; F1 como um todo. Mas em um esporte que costuma ser cruel, sobretudo com quem est&aacute; come&ccedil;ando, Lance Stroll sabe que ter&aacute; de mostrar servi&ccedil;o desde j&aacute;.<br \/>\n (Massa)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20173171428746_Fichas 2-5_O.png\" width=\"2723\" height=\"1259\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">. <\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20173172213743_McLaren 11_O.jpg\" width=\"2400\" height=\"1350\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">\n&nbsp;<\/p>\n<p>McLaren<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>    google_ad_client = &#8220;ca-pub-6830925722933424&#8221;;<br \/>\n    google_ad_slot = &#8220;2258117790&#8221;;<br \/>\n    google_ad_width = 300;<br \/>\n    google_ad_height = 600;<\/p>\n<p>A performance rid&iacute;cula na pr&eacute;-temporada, consequ&ecirc;ncia do motor Honda, indica um ano de sofrimento para uma McLaren que mal deve pontuar. A temporada que deveria ser de renascimento n&atilde;o vai demorar em virar uma agonia dividida em 20 cap&iacute;tulos.<\/p>\n<p>A McLaren quebrou tanto na pr&eacute;-temporada que fica at&eacute; dif&iacute;cil pensar em uma previs&atilde;o certeira. Mas uma coisa &eacute; certa: todas as expectativas que est&atilde;o sendo nutridas s&atilde;o, em maior ou menor escala, negativas. Ou o motor Honda vai quebrar toda hora, ou vai durar uma corrida inteira e ser um desastre por mais tempo.<\/p>\n<p>O problema &eacute; t&atilde;o s&eacute;rio que n&atilde;o d&aacute; nem para avaliar o chassi. Ningu&eacute;m sabe dizer com precis&atilde;o se com um motor Mercedes o MCL32 seria um carro campe&atilde;o &ndash; opini&atilde;o de Eric Boullier, chefe da equipe. Todo o esfor&ccedil;o empregado em desvendar o novo regulamento t&eacute;cnico, buscando ganhos na aerodin&acirc;mica, se provou in&uacute;til.<\/p>\n<p>Fernando Alonso e Stoffel Vandoorne n&atilde;o podem nem se dar ao luxo de criar expectativas, j&aacute; que elas provavelmente v&atilde;o gerar frustra&ccedil;&atilde;o. A realidade &eacute; que a equipe brit&acirc;nica deve abrir 2017 apenas na frente da Sauber, que tamb&eacute;m tem defici&ecirc;ncias no motor. Muito, muito pouco para uma escuderia que prometeu um renascimento ao se pintar de laranja.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p> (McLaren)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<p>Sede:<strong> Woking, Inglaterra<\/strong><br \/>\nCarro:<strong> MCL32<\/strong><br \/>\nMotor: <strong>Honda<\/strong><br \/>\nChefe de equipe: <strong>Eric Boullier<\/strong><br \/>\nDiretor-t&eacute;cnico: <strong>&nbsp;Tim Goss<\/strong><br \/>\nPiloto reserva: <strong>Oliver Turvey<\/strong><\/p>\n<p>Melhor resultado: <strong>8 t&iacute;tulos de Pilotos, &nbsp;12 t&iacute;tulos de Construtores<\/strong><br \/>\nEm 2016: <strong>Sexta colocada no Mundial de Construtores (76 pontos)<\/strong><br \/>\nMelhor tempo em Barcelona:<strong> 1min24s714 (pneus ultramacios)<\/strong><\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20173172214800_Alonso_O.jpg\" width=\"2000\" height=\"1333\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">#14 Fernando Alonso<\/p>\n<p>Nascimento: 29 de julho de 1981, Oviedo, Espanha (35 anos)<br \/>\n272 GPs disputados<br \/>\n32 vit&oacute;rias<br \/>\n22 poles<br \/>\n97 p&oacute;dios<br \/>\n22 voltas mais r&aacute;pidas<br \/>\n1.832 pontos<\/p>\n<p>Melhor resultado<br \/>\nCampe&atilde;o em 2005 e 2006<br \/>\nEm 2016: D&eacute;cimo colocado (54 pontos)<\/p>\n<p>Fernando Alonso virou quase uma alma penada no grid da F1. Depois de um 2016 relativamente promissor, o espanhol parece estar de volta &agrave; estaca zero. O t&atilde;o sonhado terceiro t&iacute;tulo, objetivo principal em sua jornada na McLaren, &eacute; uma meta mais surreal do que um quadro do conterr&acirc;neo Salvador Dal&iacute;.<\/p>\n<p>Infelizmente, Alonso deve passar 2017 usando seu grande talento para trazer pontos esparsos. O espanhol, piloto de maior experi&ecirc;ncia da equipe, tamb&eacute;m vai servir como guia no t&atilde;o necess&aacute;rio desenvolvimento do MCL32. Al&eacute;m disso, deve ser um tutor para Stoffel Vandoorne, que faz a transi&ccedil;&atilde;o para a F1. N&atilde;o s&atilde;o as tarefas dos sonhos.<br \/>\n (Alonso)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20173172214438_VanDoorne_O.jpg\" width=\"2000\" height=\"1333\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">#2 Stoffel Vandoorne<\/p>\n<p>Nascimento: 26 de mar&ccedil;o de 1992, Kortrijk, B&eacute;lgica (24 anos)<br \/>\n1 GP disputado<br \/>\n1 ponto<\/p>\n<p>Melhor resultado<br \/>\n20&ordm; colocado em 2016 (1 ponto)<br \/>\nEm 2016: 20&ordm; colocado em 2016 (1 ponto)<\/p>\n<p>Stoffel Vandoorne sofre do mesmo problema que Alonso, mesmo que em menor escala. &Eacute; outro piloto de enorme talento, mas que vai ser aproveitado apenas para brigar por posi&ccedil;&otilde;es med&iacute;ocres.<\/p>\n<p>Mas o belga tem alguma sorte. Qualquer performance mais apagada, consequ&ecirc;ncia da adapta&ccedil;&atilde;o ao novo carro da F1, vai ser camuflada pelo carro lento. Quando surgir a oportunidade de trazer resultados melhores, Vandoorne h&aacute; de estar preparado. Mais do que tudo, Stoffel tem tempo. &lsquo;Perder&rsquo; 2017 nem &eacute; t&atilde;o ruim, olhando desta forma.<\/p>\n<p>O grande objetivo de Vandoorne, ent&atilde;o passa a ser aprender com Alonso. Se o belga for capaz de acompanhar o rendimento do espanhol, aprendendo e acumulando experi&ecirc;ncia, j&aacute; ser&aacute; um bom trabalho.&nbsp;<br \/>\n (Vandoorne)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20173171428141_Fichas 2-4_O.png\" width=\"2699\" height=\"1259\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">. <\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20173172227819_P-20170310-00743_News_O.jpg\" width=\"2400\" height=\"1350\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">\n&nbsp;<\/p>\n<p>Toro Rosso<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A confiabilidade &eacute; o maior problema da Toro Rosso no in&iacute;cio de 2017. A segunda equipe com menos voltas disputadas na pr&eacute;-temporada tem na boa performance em voltas r&aacute;pidas uma luz no fim do t&uacute;nel. Quem sabe essa seja a f&oacute;rmula para bons resultados de Daniil Kvyat e Carlos Sainz.<\/p>\n<p>A Toro Rosso de hoje &eacute; uma equipe relativamente forte. Dentro das limita&ccedil;&otilde;es de uma escuderia sat&eacute;lite, os italianos fazem um belo trabalho e batem de frente com outras pot&ecirc;ncias do meio do pelot&atilde;o, como McLaren, Haas ou at&eacute; Force India e Williams. N&atilde;o fosse o motor velho da Ferrari em 2015, poderia at&eacute; sonhar com top-5 no Campeonato de Construtores em 2016. Um ano depois, a escuderia segue capaz de ganhar terreno, mas o motor segue sendo uma dor de cabe&ccedil;a.<\/p>\n<p>O STR12 &eacute; um dos carros que mais quebrou na pr&eacute;-temporada, e a Toro Rosso s&oacute; somou mais quilometragem do que a desastrosa McLaren. O maior problema parece ser o motor Renault, que deu problema at&eacute; em dia de filmagem. Quando o carro conseguiu andar, pareceu bom: ao utilizar os compostos mais macios, Carlos Sainz Jr. e Daniil Kvyat n&atilde;o pareciam estar muito atr&aacute;s da Red Bull.<\/p>\n<p>Se o carro n&atilde;o quebrar muito, a Toro Rosso pode viver uma de suas melhores temporadas. Enquanto boa parte das equipes ainda est&aacute; batendo cabe&ccedil;a para encontrar rendimento, a equipe de Faenza parece ter arranjado tudo que poderia. A miss&atilde;o agora &eacute; fazer o carro funcionar durante um GP inteiro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p> (Toro Rosso)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<p>Sede: <strong>Faenza, It&aacute;lia<\/strong><br \/>\nCarro: <strong>STR12<\/strong><br \/>\nMotor: <strong>Renault<\/strong><br \/>\nChefe de equipe: <strong>Franz Tost<\/strong><br \/>\nDiretor-t&eacute;cnico: <strong>James Key<\/strong><br \/>\nPiloto reserva: <strong>Pierre Gasly, Niko Kari<\/strong><\/p>\n<p>Melhor resultado: <strong>8&ordm; no Mundial de Pilotos, 6&ordm; no Mundial de Construtores<\/strong><br \/>\nEm 2016: <strong>7&ordf; no Mundial de Construtores (63 pontos)<\/strong><br \/>\nMelhor tempo em Barcelona: <strong>1min19s837 (Carlos Sainz Jr., 7&ordm;, pneus ultramacios)<\/strong><\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20173172231899_Kvyat_O.jpg\" width=\"2007\" height=\"1338\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">#26 Daniil Kvyat<\/p>\n<p>Nascimento: 26 de julho de 1994, Ufa, R&uacute;ssia (22 anos)<br \/>\n58 GPs<br \/>\n2 p&oacute;dios<br \/>\n128 pontos<br \/>\nMelhor resultado: 7&ordm; colocado em 2015<br \/>\nEm 2016: 14&ordm; colocado (25 pontos)<\/p>\n<p>2017 ser&aacute;, em ess&ecirc;ncia, um ano de renascimento para Daniil Kvyat. Depois de ser desalojado da Red Bull, a Toro Rosso virou solu&ccedil;&atilde;o imediata para algu&eacute;m que tenta reencontrar os rumos da carreira. N&atilde;o &eacute; uma situa&ccedil;&atilde;o horr&iacute;vel: na equipe de Faenza, Kvyat ainda deve ser capaz de demonstrar seu talento, brigando por pontos com frequ&ecirc;ncia.<\/p>\n<p>Se der para superar Carlos Sainz Jr., Kvyat j&aacute; ter&aacute; feito um grande trabalho. Atrav&eacute;s de uma temporada constante &ndash; exatamente o contr&aacute;rio do que se viu em 2016 &ndash; Daniil deve reencontrar a rota do sucesso. Se tudo der certo, o russo encontra uma nova casa em 2018 &ndash; ningu&eacute;m merece virar bab&aacute; na equipe j&uacute;nior do programa que chutou sua bunda sem d&oacute;.<br \/>\n (Kvyat)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20173172231739_Sainz_O.jpg\" width=\"2091\" height=\"1394\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">#55 Carlos Sainz<\/p>\n<p>Nascimento: 1&ordm; de setembro de 1994, Madri, Espanha (22 anos)<br \/>\n40 GPs disputados<br \/>\n64 pontos<br \/>\nMelhor resultado: 12&ordm; lugar em 2016<br \/>\nEm 2016: 12&ordm; lugar (46 pontos)<\/p>\n<p>Ao contr&aacute;rio de Kvyat, Carlos Sainz vem em plena ascens&atilde;o. O espanhol assumiu a condi&ccedil;&atilde;o de primeiro piloto da Toro Rosso e trouxe &oacute;timos resultados em 2016 &ndash; tr&ecirc;s sextos lugares com uma equipe que fechou o ano em p&eacute;ssima forma n&atilde;o est&aacute; nada mal.<\/p>\n<p>Se Sainz conseguir repetir a dose em 2017, trazendo resultados chamativos e derrotando Kvyat com frequ&ecirc;ncia, sua miss&atilde;o estar&aacute; completa. Francamento, n&atilde;o h&aacute; muito mais o que possa ser feito na Toro Rosso, mesmo que haja um salto de rendimento nesta temporada. A&iacute; o problema vai passar a ser outro: arranjar uma vaga em uma Red Bull que j&aacute; tem uma dupla sensacional.<\/p>\n<p>    google_ad_client = &#8220;ca-pub-6830925722933424&#8221;;<br \/>\n    google_ad_slot = &#8220;2258117790&#8221;;<br \/>\n    google_ad_width = 300;<br \/>\n    google_ad_height = 600;<\/p>\n<p> (Sainz)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20173171428847_Fichas 2-3_O.png\" width=\"2723\" height=\"1259\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">. <\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20173172239604_Haas 2_O.jpg\" width=\"2400\" height=\"1350\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">\n&nbsp;<\/p>\n<p>Haas<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Depois de um ano de experi&ecirc;ncia, a Haas desembarca em 2017 mais confiante e melhor preparada para a F1. A equipe norte-americana n&atilde;o fez feio em sua primeira temporada, mas agora quer dar o salto para se firmar no grupo de intermedi&aacute;rio do grid.<\/p>\n<p>A Haas viveu uma estreia decente e n&atilde;o fez feio na primeira experi&ecirc;ncia na F1. Cautelosa, a equipe norte-americana esperou e se preparou para o ano inicial. Surpreendeu ao marcar pontos logo de nas primeiras corridas e mostrou ter acertado ao chamar Romain Grosjean para liderar o time. No fim, a esquadra terminou 2016 &agrave; frente de equipes como a Renault e Sauber. Como era de se esperar, a ca&ccedil;ula do grid tamb&eacute;m cometeu muitos erros. Equ&iacute;vocos de estrat&eacute;gia e teve dificuldades para lidar com contratempos, especialmente os relacionados &agrave; confiabilidade, apesar do apoio t&eacute;cnico da Ferrari.<\/p>\n<p>Para 2017, a Haas surgiu mais forte e estruturada. Dispensou o fraco Esteban Guti&eacute;rrez e contratou o veloz Kevin Magnussen, que traz na bagagem a experi&ecirc;ncia de ser o &uacute;nico piloto a j&aacute; ter andado com os quatro motores dispon&iacute;veis. O conhecimento do dinamarqu&ecirc;s certamente vai ajudar o time a dar mais um passo adiante.<\/p>\n<p>A meta para a temporada que come&ccedil;a neste fim de semana &eacute; se firmar no grupo intermedi&aacute;rio do grid. Para isso, o time se preparou muito, aprendeu com os erros do ano passado, melhorou a opera&ccedil;&atilde;o e, acima de tudo, dedicou mais tempo ao projeto do carro e a um melhor relacionamento com suas parceiras italianas, Dallara e Ferrari.<\/p>\n<p>Durante a pr&eacute;-temporada, a Haas mostrou parte dessa evolu&ccedil;&atilde;o, mas tamb&eacute;m revelou problemas de confiabilidade, principalmente de freios. Tirando isso, Romain Grosjean e Kevin Magnussen foram capazes de percorrer muitas voltas e conduzir simula&ccedil;&otilde;es de corridas. O conjunto da Ferrari tamb&eacute;m fez diferen&ccedil;a para a performance do time, especialmente na fase final das atividades em Barcelona.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p> (Haas)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<p>Sede: <strong>Kannapolis, EUA&nbsp;<\/strong><br \/>\nCarro: <strong>VF-17<\/strong><br \/>\nMotor: <strong>Ferrari<\/strong><br \/>\nChefe de equipe: <strong>Guenther Steiner<\/strong><br \/>\nDiretor-t&eacute;cnico:<strong> Rob Taylor<\/strong><\/p>\n<p>Em 2016: <strong>Oitava colocada no Mundial de Construtores (29 pontos)<\/strong><br \/>\nMelhor resultado: <strong>Oitava coloca&ccedil;&atilde;o no Mundial de Construtores em 2016<\/strong><br \/>\nMelhor tempo em Barcelona: <strong>1min20s504 (Kevin Magnussen, 15&ordm;, pneus ultramacios)<\/strong><\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20173172239597_Grosjean_O.jpg\" width=\"3418\" height=\"2279\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">#8 Romain Grosjean<\/p>\n<p>Nascimento: 17 de abril de 1986, Genebra, Su&iacute;&ccedil;a (30 anos)<br \/>\n102 GPs disputados<br \/>\n10 p&oacute;dios<br \/>\n1 volta mais r&aacute;pida<br \/>\n316 pontos<\/p>\n<p>Melhor resultado<br \/>\nS&eacute;timo colocado no Mundial de Pilotos em 2013<br \/>\nEm 2016: 13&ordm; (29 pontos)<\/p>\n<p>Romain Grosjean vai disputar em 2017 sua oitava temporada na F1. Depois dos anos de Lotus\/Renault, o franc&ecirc;s foi eleito para liderar o projeto da Haas no Mundial. Amadurecido ap&oacute;s alguns anos dif&iacute;ceis, marcados por acidentes e at&eacute; uma suspens&atilde;o, Grosjean agora &eacute; dono de uma carreira s&oacute;lida e muito bem visto por seus pares. Foi gra&ccedil;as a ele que a equipe norte-americana se apresentou muito bem na estreia.<\/p>\n<p>Sempre combativo, o gaul&ecirc;s somou pontos importantes, especialmente na primeira metade do ano passado. Depois, como toda a equipe, sofreu com a confiabilidade e erros de estrat&eacute;gia. Ainda assim, Grosjean inicia o ano mais otimista. &ldquo;Acho que estamos em uma melhor posi&ccedil;&atilde;o do que ano passado&rdquo;, disse ao GRANDE PR&Ecirc;MIO em Barcelona. De fato, a Haas se revelou mais veloz. Mas o quanto, s&oacute; ser&aacute; poss&iacute;vel saber em Melbourne. Para Romain, a not&iacute;cia boa &eacute; que ter&aacute; um piloto melhor para dividir os boxes e as informa&ccedil;&otilde;es, mas a not&iacute;cia ruim &eacute; que esse mesmo piloto tamb&eacute;m &eacute; muito r&aacute;pido e pode se tornar uma dor de cabe&ccedil;a.&nbsp;<br \/>\n (Grosjean)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20173172239982_Magnussem_O.jpg\" width=\"3935\" height=\"2623\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">#20 Kevin Magnussen<\/p>\n<p>Nascimento: 5 de outubro de 1992, Roskilde, Dinamarca (24 anos)<br \/>\n40 GPs disputados<br \/>\n1 p&oacute;dio<br \/>\n62 pontos<\/p>\n<p>Melhor resultado<br \/>\n11&ordm; colocado no Mundial de Pilotos em 2014<br \/>\nEm 2016: 16&ordm; (7 pontos)<\/p>\n<p>Kevin Magnussen tem pouco experi&ecirc;ncia na F1 &ndash; disputou uma temporada como titular da McLaren e depois mais uma com a Renault -, mas nesse meio tempo andou com carros da gera&ccedil;&atilde;o das unidades de pot&ecirc;ncia e tamb&eacute;m com os antigos V8. Kevin tamb&eacute;m &eacute; o &uacute;nico que j&aacute; pilotou pelas quatro fornecedoras de motor do grid. S&oacute; por isso a vaga na Haas j&aacute; se justifica.<\/p>\n<p>A verdade &eacute; que o jovem Magnussen vinha sendo preparado para crescer na McLaren, mas a chegada de Fernando Alonso em 2015 mudou os planos da equipe, que acabou por dispensar o piloto um ano mais tarde. Sem ter o que fazer, Kevin se viu longe da F1, mas teve acabou ganhando uma segunda chance na Renault em 2016, durante um per&iacute;odo de transi&ccedil;&atilde;o. Mas as coisas n&atilde;o aconteceram como previsto, e o filho de Jan preferiu tamb&eacute;m buscar novos ares. Agora, na Haas, em uma equipe o quis, j&aacute; se sente em casa e pronto para, enfim, mostrar que &eacute; mais que um filho de ex-piloto.<br \/>\n (Magnussen)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20173171428883_Fichas 2-2_O.png\" width=\"2723\" height=\"1259\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">. <\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2017317238138_000_MJ7HS_O.jpg\" width=\"2400\" height=\"1350\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">\n&nbsp;<\/p>\n<p>Renault<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A Renault embarca em 2017 com a miss&atilde;o de melhorar a nona coloca&ccedil;&atilde;o conquistada no Mundial de Construtores no ano passado. Para isso, mudou nomes chave do staff t&eacute;cnico e contratou o elogiad&iacute;ssimo Nico H&uuml;lkenberg para liderar a equipe nesta nova fase da F1.<\/p>\n<p>Depois dos anos de vit&oacute;rias e campeonatos com a Red Bull, a Renault se viu em meio a um tiroteio de cr&iacute;ticas vindas da parceira, por conta do motor pouco competitivo que a montadora fabricou na era das unidades V6 h&iacute;bridas. 2014 e 2015 n&atilde;o foram anos f&aacute;ceis. A confiabilidade deixou a desejar, e a equipe austr&iacute;aca n&atilde;o perdoou. Chegou a procurar novos fornecedores, mas, sem sucesso, chamou a Ilmor para ajudar no desenvolvimento.<\/p>\n<p>Todo os problemas causados pela tetracampe&atilde; acabaram por dar a Renault um motivo para voltar &agrave; F1 como equipe. A marca francesa, ent&atilde;o, adquiriu a falida Lotus e a reestruturou. Dispensou Pastor Maldonado e chamou para o seu lugar, Kevin Magnussen, que passou a fazer dupla com o novato Jolyon Palmer.<\/p>\n<p>S&oacute; que o ano de transi&ccedil;&atilde;o foi ainda mais complicado. &Eacute; verdade que a Renault conseguiu melhorar seu motor e torn&aacute;-lo mais forte, mas o projeto do carro n&atilde;o acompanhou essa evolu&ccedil;&atilde;o, aliado a isso, a equipe ainda teve de lidar com dois pilotos inexperientes, e isso se refletiu na tabela de pontos. No fim, o time de Enstone fechou a temporada na nona posi&ccedil;&atilde;o com apenas oito pontos.<\/p>\n<p>Dessa forma, cabe&ccedil;as rolaram. Magnussen foi trocado pelo experiente e r&aacute;pido Nico H&uuml;lkenberg, enquanto o chefe Frederic Vasseur tamb&eacute;m foi tirado do comando. A meta agora &eacute; usar o novo regulamento para tentar preencher as lacunas e voltar a disputar posi&ccedil;&otilde;es na parte de cima do grupo intermedi&aacute;rio do grid.<\/p>\n<p>Nos testes, a Renault surgiu com um carro arrojado e bonito. Mas os problemas de confiabilidade e pot&ecirc;ncia ainda perseguem o time a ponto de H&uuml;lkenberg perceber que n&atilde;o ser&aacute; f&aacute;cil manter a equipe na zona de pontua&ccedil;&atilde;o. Ao menos, nas primeiras etapas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p> (Renault)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<p>Sede: <strong>Enstone, Inglaterra&nbsp;<\/strong><br \/>\nCarro:<strong> R.S.17<\/strong><br \/>\nMotor:<strong> Renault<\/strong><br \/>\nChefe de equipe: <strong>Cyril Abiteboul<\/strong><br \/>\nDiretor-t&eacute;cnico: <strong>Bob Bell<\/strong><\/p>\n<p>Em 2016: <strong>Nona colocada no Mundial de Construtores (8 pontos)<\/strong><br \/>\nMelhor resultado: <strong>2 t&iacute;tulos de Pilotos (2005 e 2006), 2 t&iacute;tulos de Construtores (2005 e 2006)<\/strong><br \/>\nMelhor tempo em Barcelona:<strong> 1min19s885 (Nico H&uuml;lkenberg, 8&ordm;, pneus ultramacios)<\/strong><\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20173172310454_hulk_O.jpg\" width=\"4079\" height=\"2720\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">#27 Nico H&uuml;lkenberg<\/p>\n<p>Nascimento: 19 de agosto de 1987, Emmerich, Alemanha (29 anos)<br \/>\n115 GPs disputados<br \/>\n1 pole-position<br \/>\n2 voltas mais r&aacute;pidas<br \/>\n362 pontos<\/p>\n<p>Melhor resultado<br \/>\nNono colocado no Mundial de Pilotos em 2014 e 2016<br \/>\nEm 2016: Nono colocado (72 pontos)<\/p>\n<p>Nico H&uuml;lkenberg enfim ter&aacute; a oportunidade de defender uma equipe de f&aacute;brica na F1. Visto como um dos pilotos mais talentosos do grid, mas sempre no lugar errado na hora errada, o alem&atilde;o n&atilde;o hesitou quando a Renault bateu em sua porta. A equipe francesa pode n&atilde;o estar nos melhores dias, mas, sem d&uacute;vida, possui recursos suficientes para dar ao piloto de 29 anos a chance de liderar o time no caminho de volta ao sucesso.<\/p>\n<p>H&uuml;lkenberg ter&aacute; a seu lado o jovem Jolyon Palmer, que vai para a segunda temporada na F1. Isso quer dizer que, ao menos no in&iacute;cio, a cobran&ccedil;a e a press&atilde;o por resultados v&atilde;o pesar do lado mais experiente da dupla. Mas Nico n&atilde;o tem medo, apesar da enorme cautela mostrada durante os testes coletivos. Em Barcelona, H&uuml;lk foi bem, especialmente na segunda semana, mas acha que ainda &eacute; cedo para colocar o time gaul&ecirc;s entre os favoritos do grupo intermedi&aacute;rio.<\/p>\n<p>    google_ad_client = &#8220;ca-pub-6830925722933424&#8221;;<br \/>\n    google_ad_slot = &#8220;5708856992&#8221;;<br \/>\n    google_ad_width = 336;<br \/>\n    google_ad_height = 280;<\/p>\n<p> (Hulk)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20173172310290_Palmer_O.jpg\" width=\"2322\" height=\"1548\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">#30 Jolyon Palmer<\/p>\n<p>Nascimento: 20 de janeiro de 1991, Horsham, Inglaterra (26 anos)<br \/>\n20 GPs disputados<br \/>\n1 ponto<\/p>\n<p>Melhor resultado<br \/>\n18&ordm; colocado no Mundial de Pilotos em 2016<br \/>\nEm 2016: 18&ordm; colocado (1 ponto)<br \/>\nJolyon Palmer chega em 2017 com um ano de experi&ecirc;ncia na F1. E n&atilde;o foi um ano dos mais f&aacute;ceis. O ingl&ecirc;s sofreu para se adaptar &agrave; Renault e tamb&eacute;m sofreu com a falta de competitividade da equipe. N&atilde;o se deu bem com companheiro Kevin Magnussen, mas acabou garantindo uma segunda oportunidade no time para esta temporada.<\/p>\n<p>Agora, a meta do brit&acirc;nico &eacute; melhorar o ritmo de corrida e classifica&ccedil;&atilde;o, al&eacute;m de cometer menos erros. O piloto ter&aacute; a seu lado um competidor bem mais forte do Magnussen, e essa parceria pode at&eacute; definir seus rumos na carreira no futuro.<br \/>\n (Palmer)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20173171428217_Fichas 2-1_O.png\" width=\"2723\" height=\"1259\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">. <\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20173172314925_JFX9085_O.jpg\" width=\"2400\" height=\"1350\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">\n&nbsp;<\/p>\n<p>Sauber<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Com a fal&ecirc;ncia da Manor, a Sauber tem tudo para ser a pior equipe do grid do Mundial de F1 em 2017. Sua dupla de pilotos n&atilde;o &eacute; das piores. O mediano Marcus Ericsson ter&aacute; ao seu lado o promissor Pascal Wehrlein. Mas o motor defasado da Ferrari s&oacute; dever&aacute; atrapalhar.<\/p>\n<p>De todas as dez equipes do grid, a Sauber desponta como a mais fraca e com o menor or&ccedil;amento. Assim, tudo aponta para que a escuderia su&iacute;&ccedil;a seja a &uacute;ltima colocada no Mundial de Construtores em 2017. Mesmo com a salvadora chegada da Longbow Finance no ano passado, o que ajudou o time de Hinwil a sobreviver, as perspectivas n&atilde;o s&atilde;o nada animadoras diante de um ano que deveria ser mais alentador depois das enormes dificuldades vividas no ano passado.<\/p>\n<p>Pode-se dizer que os dois pontos conquistados por Felipe Nasr no GP do Brasil de 2016 ajudaram financeiramente a Sauber, que recebeu cerca de R$ 130 milh&otilde;es pelo pr&ecirc;mio por ter finalizado o Mundial de Construtores em d&eacute;cimo lugar, tendo somado dois pontos, contra um da Manor. Mas o brasileiro, sem o patroc&iacute;nio do Banco do Brasil, foi sacado do time, que passa a contar neste ano com o talentoso Pascal Wehrlein ao lado do mediano Marcus Ericsson.<\/p>\n<p>N&atilde;o ser&aacute; uma temporada f&aacute;cil para a dupla, claro. Mesmo com a equipe ganhando o refor&ccedil;o de bons profissionais no seu corpo t&eacute;cnico, como a estrategista Ruth Buscombe, o chefe de engenharia Xevi Pujolar e o novo diretor-t&eacute;cnico J&ouml;rg Zander, al&eacute;m de uma perspectiva financeira um pouco melhor, as chances de bons resultados s&atilde;o muito pouco prov&aacute;veis. O principal fator contra a Sauber &eacute; o uso do motor Ferrari na vers&atilde;o 2016, o que representa um d&eacute;ficit e tanto, como foi visto nos tempos de volta.<\/p>\n<p>Nos testes de pr&eacute;-temporada, como j&aacute; era esperado, a Sauber ficou bem longe das rivais. O time ficou com as duas piores marcas dos testes de inverno. Se &eacute; poss&iacute;vel apontar um ponto positivo &eacute; que o novo C36 apresentou poucos problemas e levou a escuderia su&iacute;&ccedil;a a ser a quarta que mais completou voltas em Barcelona: foram 788, o que d&aacute; um total de 3.668 km.<\/p>\n<p>De resto, tudo indica que ser&aacute; mesmo outro ano dif&iacute;cil para a equipe fundada por Peter Sauber. Chances de pontos? Pouqu&iacute;ssimas. S&oacute; mesmo em uma dessas corridas insanas, como a que Nasr somou os &uacute;nicos pontos do time no ano passado. Dentro da normalidade, j&aacute; &eacute; poss&iacute;vel prever um verdadeiro calv&aacute;rio para os su&iacute;&ccedil;os de Hinwil.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p> (Sauber)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<p>Sede: <strong>Hinwil, Su&iacute;&ccedil;a<\/strong><br \/>\nCarro: <strong>C36<\/strong><br \/>\nMotor:<strong> Ferrari (vers&atilde;o 2016)<\/strong><br \/>\nChefe de equipe: <strong>Monisha Kaltenborn<\/strong><br \/>\nDiretor-t&eacute;cnico: <strong>Eric Gandelin<\/strong><br \/>\nPiloto de desenvolvimento: <strong>Tatiana Calder&oacute;n&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p>Em 2016: <strong>10&ordf; colocada (dois pontos)<\/strong><br \/>\nMelhor resultado: <strong>8&ordm; no Mundial de Pilotos (Nick Heidfeld, 2001); 4&ordm; no Mundial de Construtores (2001)<\/strong><br \/>\nMelhor tempo em Barcelona: <strong>1min21s670 (19&ordm;, Marcus Ericsson, supermacios)<\/strong><\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20173172315714_Ericsson_O.jpg\" width=\"2200\" height=\"1467\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">#9 Marcus Ericsson<\/p>\n<p>Nascimento: 2 de setembro de 1990, Kumla, Su&eacute;cia (27 anos)<br \/>\n56 GPs disputados<br \/>\n9 pontos<br \/>\nMelhor resultado<br \/>\n18&ordm; lugar em 2015<br \/>\nEm 2016: 22&ordm; (sem pontos)<\/p>\n<p>Diante de uma Sauber cheia de dificuldades, atraso no pagamento de sal&aacute;rios e a consequente falta de desenvolvimento do carro, Marcus Ericsson pouco pode fazer em 2016. Por&eacute;m, ao longo da maior parte da temporada, o sueco conseguiu se sair melhor frente aos problemas e andou &agrave; frente de Felipe Nasr. Mas os pontos logrados pelo brasileiro em sua excepcional performance em Interlagos ofuscou de vez os poucos pontos positivos apresentados por Ericsson.<\/p>\n<p>De capacidade limitada, o sueco tem muito pouco a mostrar em rela&ccedil;&atilde;o aos &uacute;ltimos anos. &Eacute; not&oacute;rio que Ericsson est&aacute; na Sauber muito pela sua liga&ccedil;&atilde;o com a nova propriet&aacute;ria da equipe. Nas pistas, Marcus nunca foi brilhante. Trata-se apenas de um piloto esfor&ccedil;ado, mas s&oacute;.&nbsp;<\/p>\n<p>Em teoria, a tend&ecirc;ncia &eacute; que o piloto seja &lsquo;engolido&rsquo; por Pascal Wehrlein. No entanto, Ericsson caminha para o terceiro ano na Sauber, e isso pode ser um ponto em seu favor.<br \/>\n (Ericsson)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20173172315913_Wehrlein_O.jpg\" width=\"5736\" height=\"3824\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">#94 Pascal Wehrlein<\/p>\n<p>Nascimento: 18 de outubro de 1994, Sigmaringen, Alemanha (22 anos)<br \/>\n21 GPs disputados<br \/>\n1 pontos<br \/>\nMelhor resultado<br \/>\n19&ordm; lugar em 2016<br \/>\nEm 2016: 19&ordm; (um ponto)<\/p>\n<p>Pascal Wehrlein viveu um ano, digamos, esquisito em 2016. Gra&ccedil;as &agrave; for&ccedil;a da Mercedes, o talentoso alem&atilde;o foi elevado ao posto de titular da Manor, a pior equipe do grid. Mas o piloto, mesmo bastante jovem, se destacou e conseguiu um feito: levar a escuderia brit&acirc;nica &agrave; zona de pontua&ccedil;&atilde;o com o d&eacute;cimo lugar no GP da &Aacute;ustria. Uma credencial e tanto para quem fazia seu ano de estreia na sempre desafiadora F1.<\/p>\n<p>Mas as coisas meio que mudaram para Pascal quando Esteban Ocon foi contratado pela Manor, tamb&eacute;m com a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o da Manor. N&atilde;o que Wehrlein tenha desaprendido a andar. Mas as aten&ccedil;&otilde;es se voltaram para o franc&ecirc;s. Tanto que, antes do fim da temporada, Ocon, e n&atilde;o Wehrlein, foi contratado pela Force India, que seguiu a orienta&ccedil;&atilde;o da Mercedes. Pascal n&atilde;o escondeu a decep&ccedil;&atilde;o por ter sido preterido.<\/p>\n<p>Um m&ecirc;s depois, Wehrlein amargou outro rev&eacute;s: depois que Nico Rosberg se aposentou, o germ&acirc;nico despontou como um dos candidatos &agrave; sua vaga. O piloto seria a escolha natural, j&aacute; que era o reserva imediato de Rosberg e Lewis Hamilton na Mercedes. Mas a escuderia prateada optou por trazer um nome mais experiente e contratou Valtteri Bottas. Wehrlein teve de se contentar com um pr&ecirc;mio de consola&ccedil;&atilde;o: substituir Felipe Nasr e correr na Sauber em 2017. Assim como no ano passado, novamente Pascal integra o pior time do grid. E, assim como no ano passado, tem tudo para mostrar seu talento mesmo com poucas condi&ccedil;&otilde;es de competitividade.&nbsp;<\/p>\n<p>D&aacute; para imaginar que o t&iacute;mido alem&atilde;o vai dar tudo de si para mostrar que a Mercedes errou, por duas vezes, em recusar a ele uma mudan&ccedil;a de patamar na F1.<\/p>\n<p>fechar<\/p>\n<p>function crt(t){for(var e=document.getElementById(&#8220;crt_ftr&#8221;).children,n=0;n80?c:void 0}function rs(t){t++,450&gt;t&amp;&amp;setTimeout(function(){var e=crt(&#8220;cto_ifr&#8221;);if(e){var n=e.width?e.width:e;n=n.toString().indexOf(&#8220;px&#8221;) (Wehrlein)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20173211850926_000_MK06Q_O.jpg\" width=\"2000\" height=\"1331\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">\n&nbsp;<\/p>\n<p>GUIA F1 2017 GRANDE PREMIUM<\/p>\n<p>&iacute;ndice &#8211; parte 2<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p>\t&nbsp;A &lsquo;classe de 2017&rsquo;: quem s&atilde;o equipes e pilotos da temporada<\/p>\n<p>\t&nbsp;Novo regulamento t&eacute;cnico provoca revolu&ccedil;&atilde;o na categoria<\/p>\n<p>\t&nbsp;Prepara&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica se intensifica e forma &#039;Era dos Gladiadores&#039;<\/p>\n<p>\t&nbsp;Feitos para voar: carros novos s&atilde;o mesmo muito mais r&aacute;pidos<\/p>\n<p>\t&nbsp;O que ser&aacute; da nova F2 e da distante GP3 sem Ecclestone?<\/p>\n<p>\t&nbsp;Novo dono, Liberty j&aacute; promove mudan&ccedil;as sens&iacute;veis na F1<\/p>\n<p>\t&nbsp;<\/p><\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quem &eacute; quem na temporada 2017 do Mundial de F1<\/p>\n","protected":false},"author":0,"featured_media":0,"template":"","meta":{"42wp_featured_image_caption":"","42wp_featured_image_credits":"","42wp_featured_video":"","42wp_ai_content_disclaimer":"","42wp_is_ai_content":false,"42wp_featured_image_hidden":false,"42wp_authors_list":[],"footnotes":"","42wp_hide_from_automatic":false,"42wp_breaking_news":false},"categories":[1],"tags":[],"42wp_author":[47124],"class_list":["post-1814","42wp_premium","type-42wp_premium","status-publish","hentry","category-noticias","42wp_author-rodrigo-berton"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_premium\/1814","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_premium"}],"about":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/42wp_premium"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_premium\/1814\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1814"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1814"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1814"},{"taxonomy":"42wp_author","embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_author?post=1814"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}