{"id":1870,"date":"2017-01-28T06:03:00","date_gmt":"2017-01-28T08:03:00","guid":{"rendered":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/grandepremium\/materias\/elf-e-renault-o-casamento-acabou\/"},"modified":"2022-05-19T18:47:12","modified_gmt":"2022-05-19T21:47:12","slug":"elf-e-renault-o-casamento-acabou","status":"publish","type":"42wp_premium","link":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/grandepremium\/noticias\/materias\/elf-e-renault-o-casamento-acabou\/","title":{"rendered":"Elf e Renault: o casamento acabou"},"content":{"rendered":"\n<p>Foi com um&nbsp;comunicado frio, sem brilho. E, assim, um casamento de mais de 40 anos foi encerrado. Acabou.<\/p>\n<p>N&atilde;o, n&atilde;o estamos falando de nenhuma celebridade que terminou um relacionamento por meio de um<em> press release<\/em>. Na verdade, o assunto &eacute; F&oacute;rmula 1. &Eacute; que a equipe Renault anunciou novos patrocinadores&nbsp;na &uacute;ltima&nbsp;quinta-feira (26). A partir de 2017, os carros amarelos v&atilde;o correr n&atilde;o s&oacute; com as marcas de BP e Castrol, que s&atilde;o do mesmo grupo, mas tamb&eacute;m com o combust&iacute;vel e o lubrificante fabricados por eles.&nbsp;<\/p>\n<p>Dessa forma, a Total, a antiga fornecedora,&nbsp;se transforma em&nbsp;passado na Renault &ndash; um passado vencedor, que&nbsp;ajudou a montadora francesa a ser o que ela &eacute;, hoje, no esporte a motor. Afinal, essa hist&oacute;ria come&ccedil;a com tr&ecirc;s letrinhas bem familiares para quem acompanha a&nbsp;F1 h&aacute;&nbsp;mais tempo: Elf.<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20171271111670_1977-renault-formula1-rs1-02_O.jpg\" width=\"2953\" height=\"2000\" \/><\/div>\n<blockquote class=\"destaque-imagem\"><p>O RS01, de 1977 (1977 Renault Formula1 RS1)<\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<p>Tudo come&ccedil;ou em 1976, quando a fabricante de autom&oacute;veis ainda era do governo franc&ecirc;s e resolveu unir os departamentos de esporte motorizado das divis&otilde;es Gordini e Alpine. A partir daquele momento o automobilismo passou a ser algo levado a s&eacute;rio, principalmente como uma forma inteligente de divulgar a marca Renault no resto do mundo.<\/p>\n<p>Havia, claro,&nbsp;outras empresas estatais. Uma delas era a Essence et Lubrifiants de France, ou Elf, que, mal comparando, era como a nossa Petrobr&aacute;s: atuava tanto na explora&ccedil;&atilde;o do petr&oacute;leo quanto no refino e no varejo para o consumidor final. Por isso, era natural que todos os esfor&ccedil;os automobil&iacute;sticos de Gordini e Alpine j&aacute; levassem a marca, combust&iacute;veis e lubrificantes Elf, o que continuou na nova fase. Era, acima de tudo, uma iniciativa 100% estatal.<\/p>\n<p>N&atilde;o demorou muito para os engenheiros franceses perceberem que havia uma brecha no regulamento da F&oacute;rmula 1, que permitia correr com motores turbo-alimentados de 1,5 litro. Aquela ainda era&nbsp;uma categoria dominada pelos garagistas ingleses e seus motores Cosworth V8, sendo que apenas os grand&otilde;es motores flat de 12 cilindros da Ferrari faziam oposi&ccedil;&atilde;o. Matra, Alfa Romeo e BRM estavam por l&aacute;, mas os bons resultados eram uma raridade.<\/p>\n<p>Na teoria, os motores turbo poderiam entregar pot&ecirc;ncia semelhante a dos Cosworth, s&oacute; que com menor consumo e peso. E, assim, come&ccedil;ou o sonho da &Eacute;quipe Renault Elf.<\/p>\n<p>As primeiras temporadas n&atilde;o foram f&aacute;ceis para o time, que competia apenas com pilotos franceses. Em 1977, Jean-Pierre Jabouille sofreu com a falta de pot&ecirc;ncia e com a confiabilidade da nova tecnologia. No ano seguinte, 78, o turbo come&ccedil;ou a fazer a diferen&ccedil;a, mas as quebras eram constantes. Para piorar, a Lotus trouxe o chamado &ldquo;efeito solo&rdquo; para a F1, o que deu uma nova vida para os V8&nbsp;da Cosworth.<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20171271115585_122d869a88297ade753d9e4279fceec7_O.jpg\" width=\"1024\" height=\"768\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">Prost nos tempos de Renault <\/div>\n<\/div>\n<p>Foi apenas em 1979, finalmente com efeito-solo em seus carros, que a Renault levou Jabouille &agrave; primeira vit&oacute;ria. Ren&eacute; Arnoux, no outro&nbsp;carro amarelo, tamb&eacute;m fez um bom ano. Aquela temporada foi o ponto de virada do time, que, nos anos seguintes, passou a brigar por vit&oacute;rias de forma mais constante.<\/p>\n<p>S&oacute; que o t&iacute;tulo mundial nunca veio &ndash; apesar de Alain Prost ter chegado perto em 1983, perdendo para Nelson Piquet.<\/p>\n<p>A esta altura, as coisas n&atilde;o estavam muito bem. A Renault acumulava uma d&iacute;vida milion&aacute;ria, que custou a cabe&ccedil;a do presidente do grupo&nbsp;e fez com que todo o esfor&ccedil;o na F1 fosse reavaliado. Foi por isso que, ao final da temporada de 1985, a &Eacute;quipe Renault Elf deixou a categoria.&nbsp;<\/p>\n<p>J&aacute; naquela &eacute;poca a Renault possu&iacute;a um programa para equipes clientes &ndash; conquistando um sucesso moderado com a Lotus preta e dourada dirigida por Ayrton Senna, trazendo as primeiras vit&oacute;rias do brasileiro. Carro este, ali&aacute;s, que carregava a marca Elf como um digno &ldquo;sobrenome&rdquo; para a montadora francesa, com ambas posicionadas na parte traseira dos b&oacute;lidos da equipe inglesa. Por&eacute;m, ao final de 1986, a pareceria tamb&eacute;m acabou. A Renault deixava a categoria de forma definitiva. Ou era o que se imaginava na &eacute;poca.&nbsp;<\/p>\n<p>Aqueles eram anos conturbados na maior categoria do automobilismo mundial. As regras mudaram rapidamente &ndash; inicialmente proibindo os motores aspirados, depois limitando e, por fim, proibindo os turbos. A Renault tamb&eacute;m foi fazendo a li&ccedil;&atilde;o de casa, se reorganizando da crise dos anos anteriores. O resultado foi um retorno para a F1 em 1989, agora fornecendo motores V10 de 3,5 litros para a Williams. Foram as primeiras unidades de pot&ecirc;ncia aspiradas na hist&oacute;ria da empresa na categoria.<\/p>\n<p>A Elf tamb&eacute;m estava l&aacute;. Ainda parte do portf&oacute;lio franc&ecirc;s, a petrol&iacute;fera substituiu a Mobil na equipe baseada em Grove, mantendo a dobradinha. O sucesso n&atilde;o demorou para surgir: a primeira vit&oacute;ria da Williams-Renault veio ainda em 1989, com Thierry Boutsen. O time de Frank Williams disputou o t&iacute;tulo com a McLaren em 1991, finalmente vencendo os campeonatos de 1992 e 93 com,&nbsp;respectivamente,&nbsp;Nigel Mansell e Alain Prost.<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20171271126563_will-fw17-coul-aida-1995-5_O.jpg\" width=\"1680\" height=\"1113\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">Williams FW 17, de 1995, com a dupla Renault-Elf <\/div>\n<\/div>\n<p>Em 1995, ap&oacute;s uma verdadeira obra de engenharia pol&iacute;tica do chefe Fl&aacute;vio Briatore, a Renault deixou de fornecer motores para a Ligier e foi ser&nbsp;parceira da Benetton &ndash; que j&aacute; tinha um contrato com a Elf desde 1993. Foi assim que o casamento continuou, resultando em mais um t&iacute;tulo mundial com Michael Schumacher a bordo de um carro com os adesivos estatais franceses.<\/p>\n<p>Se nas pistas estava tudo lindo, coisas bem feias aconteciam fora dela. A Elf foi acusada de um grande esc&acirc;ndalo financeiro em 1994, com den&uacute;ncias de pagamentos de favores para pol&iacute;ticos por meio de joias, obras de arte e at&eacute; apartamentos.&nbsp;No ano seguinte, o ex-primeiro ministro Jacques Chirac foi eleito o presidente da Fran&ccedil;a, se engajando em reformas sociais e na privatiza&ccedil;&atilde;o de empresas p&uacute;blicas. Como resultado, em 1996, o governo vendeu a participa&ccedil;&atilde;o que ainda tinha na petrol&iacute;fera, apesar de manter um voto decisivo nas decis&otilde;es da companhia.<\/p>\n<p>Foi mais ou menos na mesma &eacute;poca que a Renault tamb&eacute;m foi privatizada, seguindo a pol&iacute;tica do ent&atilde;o novo presidente. No papel, Renault e Elf n&atilde;o eram mais filhas dos mesmos pais.<\/p>\n<p>Na F&oacute;rmula 1, o impacto destas mudan&ccedil;as surgiu em 1997. Pela primeira vez na hist&oacute;ria, Renault e Elf n&atilde;o apareciam mais como nome e sobrenome nos carros de Benetton (que passou a ostentar a marca italiana Agip) e Williams (trocada pela brit&acirc;nica Castrol). Encerrando de vez aquele ciclo vitorioso, os novos donos da montadora francesa resolveram que era o momento de deixar a F1, uma trajet&oacute;ria&nbsp;finalizada com&nbsp;dois t&iacute;tulos mundiais da Williams, em 1996 (com Damon Hill) e 97 (com Jacques Villeneuve).<\/p>\n<p>No entanto, este n&atilde;o foi o fim.<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20171271130240_VIMVuaN_O.jpg\" width=\"2048\" height=\"1152\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">O auge <\/div>\n<\/div>\n<p>Foi na virada do s&eacute;culo que a Renault percebeu que era hora de voltar a fazer grandes investimentos no automobilismo, o que significava n&atilde;o apenas fornecer motores na F1, mas voltar a vencer com uma equipe pr&oacute;pria. A companhia francesa adquiriu a Benetton em 2000 e, como parte do processo de transi&ccedil;&atilde;o para a nova equipe Renault, colocou mais uma vez a pr&oacute;pria marca ao lado da Elf.<\/p>\n<p>A parceria continuou em 2002, com o time oficialmente denominado Mild Seven Renault F1 Team e com a lideran&ccedil;a de Flavio Briatore. Com uma segunda investida mais bem-sucedida, os franceses abocanharam os mundiais de pilotos e construtores de 2005 e 2006, ambos com a lideran&ccedil;a de Fernando Alonso. Naquela &eacute;poca, a parceria Alonso-Renault-Elf-Briatore parecia imbat&iacute;vel.<\/p>\n<p>S&oacute; que, depois do auge, s&oacute; &eacute; poss&iacute;vel ir descer.<\/p>\n<p>Alonso deixou a Renault e foi para a McLaren em 2007 &ndash; retornando em 2008 para viver um dos maiores esc&acirc;ndalos esportivos da F1, em Singapura. Como resultado, o time n&atilde;o s&oacute; perdeu Briatore e o patrocinador m&aacute;ster, como tamb&eacute;m viu o bicampe&atilde;o mundial rumando para a Ferrari.&nbsp;<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20171271131819_b43fe8721b23edd9dede537e4b18a50f_O.jpg\" width=\"1680\" height=\"2520\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">Com um notici&aacute;rio t&atilde;o conturbado, pouca gente percebeu uma outra mudan&ccedil;a importante. A Elf parou de posicionar seus logotipos nos carros da Renault em 2009, parte de uma grande reestrutura&ccedil;&atilde;o global da marca. A petrol&iacute;fera havia feito uma fus&atilde;o com a tamb&eacute;m francesa TotalFina em 2000, criando a TotalFinaElf &ndash; empresa que passou a se chamar apenas Total em 2003. Como parte desse grande plano de reestrutura&ccedil;&atilde;o, o grupo posicionou o vermelho da Total junto com a tradicional marca &eacute;lfica nos&nbsp;R29 pilotados por Alonso, Nelsinho Piquet e Romain Grosjean naquela temporada.&nbsp;<\/p>\n<p>Mesmo que com novas cores, o legado continuou no time de Enstone ap&oacute;s a venda para os investidores da Genii. A equipe, agora chamada de Lotus F1 Team, levava&nbsp;o vermelho petrol&iacute;fero junto com as cores&nbsp;preta e dourada, que evocavam os bons tempos da velha Lotus. Os resultados, no entanto, foram modestos: apenas duas vit&oacute;rias e 25 p&oacute;dios, pouco para uma equipe que, anos antes, lutava pelos t&iacute;tulos.&nbsp;\n <\/p><\/div>\n<\/div>\n<p>Em paralelo, a Renault continuou fornecendo motores para a Red Bull Racing, mais uma parceria de sucesso que tamb&eacute;m trazia os produtos petrol&iacute;feros da Elf e Total. Entre 2010 e 2013 foram nada menos que quatro mundiais de pilotos e construtores, um sucesso que nem a pr&oacute;pria Renault, enquanto equipe de f&aacute;brica, conseguiu.<\/p>\n<p>Apesar de continuar com &oacute;leos lubrificantes e combust&iacute;vel da Total, a Lotus come&ccedil;ou&nbsp;a trazer o patroc&iacute;nio da venezuelana PDVSA no ano de 2014, bancando um assento para Pastor Maldonado. O curioso, mesmo, foi a temporada de 2015: a Lotus n&atilde;o s&oacute; correu com motores Mercedes, mas tamb&eacute;m com os derivados de petr&oacute;leo da malaia Petronas, que j&aacute; era parceira das Flechas de Prata. Um ponto totalmente fora da curva na hist&oacute;ria do time.&nbsp;<\/p>\n<p>Com a recompra do time de Enstone pela Renault, tudo voltou aos eixos, ao menos considerando o contexto hist&oacute;rico. No ano passado, a&nbsp;nova Renault Sport F1 Team alinhou seus tradicionais carros amarelos n&atilde;o s&oacute; com o combust&iacute;vel da Total, mas tamb&eacute;m com lubrificantes Elf. Na &eacute;poca, a petrol&iacute;fera francesa anunciou que se tratava de um acordo de cinco anos. &ldquo;Uma recomenda&ccedil;&atilde;o mundial ativa por 47 anos&rdquo;, ainda informa a Elf em seu site oficial.<\/p>\n<p>Como sabemos, contratos est&atilde;o a&iacute; para serem quebrados. Ou, ao menos, &eacute; assim na F&oacute;rmula 1&#8230;<\/p>\n<div id=\"crt_ftr\">\n<div>\n<div style=\"margin-left: auto;margin-right: auto;text-align: right\"><span id=\"crt_cls\" style=\"font-family:Verdana,Geneva,sans-serif;cursor:pointer;padding-left:1em;padding-right:1em;border:1px solid #000000;background-color:#f1f1f1\">fechar<\/span><\/div>\n<\/div>\n<p>function crt(t){for(var e=document.getElementById(&#8220;crt_ftr&#8221;).children,n=0;n&lt;e.length;n++)if(child=e[n],e[n].id.substr(0,t.length)==t)return e[n];for(var c=0,n=1;nc&amp;&amp;(c=e[n].offsetWidth);return c&gt;80?c:void 0}function rs(t){t++,450&gt;t&amp;&amp;setTimeout(function(){var e=crt(&#8220;cto_ifr&#8221;);if(e){var n=e.width?e.width:e;n=n.toString().indexOf(&#8220;px&#8221;)&lt;0?n+=&quot;px&quot;:n,cc.style.display=&quot;&quot;,s2.width=n,window.frameElement&amp;&amp;(s1.height=c2.offsetHeight+5+&quot;px&quot;),t=500,s1.width=&quot;100%&quot;}rs(t)},200)}var c1=window.frameElement?window.frameElement:document.getElementById(&quot;crt_ftr&quot;),c2=document.getElementById(&quot;crt_ftr&quot;),s1=c1.style;s1.position=&quot;fixed&quot;,s1.bottom=&quot;-4px&quot;,s1.left=&quot;0px&quot;,window.frameElement&amp;&amp;(s1.height=&quot;0&quot;),c2.style.textAlign=&quot;center&quot;,s1.zIndex=&quot;60000&quot;;var cc=document.getElementById(&quot;crt_cls&quot;),s2=cc.parentNode.style;cc.onclick=function(){s1.display=&quot;none&quot;};var t=0;rs(0);<\/p>\n<p>var zoneid = (parent.window.top.innerWidth &lt; 970) ? 302357 : 302359;<br \/>\ndocument.MAX_ct0 = &#039;&#039;;<br \/>\nvar m3_u = (location.protocol == &#039;https:&#039; ? &#039;https:\/\/cas.criteo.com\/delivery\/ajs.php?&#039; : &#039;http:\/\/cas.criteo.com\/delivery\/ajs.php?&#039;);<br \/>\nvar m3_r = Math.floor(Math.random() * 99999999999);<br \/>\ndocument.write(&quot;&#8221;);<\/p><\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20171271225438_16110362_167926140362624_4195074457003360256_n_O.jpg\" width=\"1080\" height=\"1080\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">Com o novo acordo, a temporada de 2017 ver&aacute; o retorno de uma parceria que s&oacute; existiu por um ano, em 1997, quando Renault e Castrol eram fornecedores da Williams &ndash; e tiveram 100% de aproveitamento. &Eacute; um retrospecto importante.&nbsp;<\/p>\n<p>O cen&aacute;rio tamb&eacute;m leva a uma situa&ccedil;&atilde;o inusitada, j&aacute; que os motores Renault continuar&atilde;o na Red Bull, agora parceira da Mobil. Em uma F1 t&atilde;o competitiva e com poucas op&ccedil;&otilde;es de motores (al&eacute;m dos franceses, apenas as unidades de for&ccedil;a de Ferrari, Honda e Mercedes est&atilde;o dispon&iacute;veis), qualquer detalhe pode ser a diferen&ccedil;a entre a vit&oacute;ria e a derrota &ndash; incluindo a&iacute; o poder energ&eacute;tico do combust&iacute;vel. Outra curiosidade &eacute; que a McLaren ter&aacute; tamb&eacute;m a&nbsp;parceria com BP e Castrol, colocando os mesmos produtos em dois motores diferentes.<\/p>\n<p>O fato &eacute; que, na F1 de hoje, a tradi&ccedil;&atilde;o e o nacionalismo falam menos do que vit&oacute;rias e, obviamente, dinheiro. N&atilde;o h&aacute; nada, assim, que seja sagrado demais que n&atilde;o possa ser profanado&#8230;\n <\/p><\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Conhe&ccedil;a a hist&oacute;ria da uni&atilde;o, que trouxe 11 t&iacute;tulos mundiais de pilotos e chega ao fim em 2017<\/p>\n","protected":false},"author":0,"featured_media":0,"template":"","meta":{"42wp_featured_image_caption":"","42wp_featured_image_credits":"","42wp_featured_video":"","42wp_featured_image_hidden":false,"42wp_authors_list":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[11369],"42wp_author":[47127],"class_list":["post-1870","42wp_premium","type-42wp_premium","status-publish","hentry","category-noticias","tag-total","42wp_author-renan-martins-frade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_premium\/1870","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_premium"}],"about":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/42wp_premium"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_premium\/1870\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1870"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1870"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1870"},{"taxonomy":"42wp_author","embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_author?post=1870"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}