{"id":1956,"date":"2016-10-17T06:00:00","date_gmt":"2016-10-17T08:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/grandepremium\/materias\/numeros-para-sempre\/"},"modified":"2016-10-17T06:00:00","modified_gmt":"2016-10-17T08:00:00","slug":"numeros-para-sempre","status":"publish","type":"42wp_premium","link":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/grandepremium\/noticias\/materias\/numeros-para-sempre\/","title":{"rendered":"N&uacute;meros para sempre"},"content":{"rendered":"\n<p>Foi s&oacute; em 2014 que a FIA adotou a numera&ccedil;&atilde;o fixa para os pilotos de F1. J&aacute; a partir daquela temporada, o algarismo estampado no carro acompanharia para sempre o piloto independentemente de qual cockpit estivesse sentado ao longo de sua carreira. Nem por isso, a principal categoria deixou de ter s&iacute;mbolos ic&ocirc;nicos ao longo dos anos. Fosse pela hist&oacute;ria dos bastidores ou simplesmente pela forma e uso das cores com que foi escrito, numerais marcaram &eacute;poca e viraram extens&otilde;es das pr&oacute;prias personalidades dos pilotos.<\/p>\n<p>A recente medida &ndash; que em nada tem de in&eacute;dita, j&aacute; que outras tantas categorias do esporte a motor exigem numera&ccedil;&atilde;o fixa &ndash; deu aos pilotos a oportunidade de desenvolverem ainda mais suas marcas. Por diferentes motivos, os atores do espet&aacute;culo escolheram valores que os acompanharia dali em diante. N&uacute;meros da &eacute;poca do kart (como Fernando Alonso e Felipe Massa, 14 e 19 respectivamente), uma homenagem ao pai (como Nico Rosberg, que escolheu o mesmo 6&nbsp;com qual Keke foi campe&atilde;o), simpatia (como S&eacute;rgio Perez com o 11) ou uso comercial (como Valtteri Bottas, com o 77 para escrever Bo77as) foram alguns dos crit&eacute;rios para as escolhas de 2 a 99.<\/p>\n<p>No primeiro ano da numera&ccedil;&atilde;o fixa, Sebastian Vettel reservou o 5 em alus&atilde;o ao ainda sonhado pentacampeonato, mas correu com o 1 pela Red Bull. J&aacute; Lewis Hamilton preferiu seguir com o vitorioso 44 mesmo ap&oacute;s o bicampeonato com a Mercedes.<\/p>\n<p>Seja como for, os n&uacute;meros s&atilde;o para sempre na F1. A seguir, est&atilde;o em ordem num&eacute;rica, como n&atilde;o poderia deixar de ser, os 10+ ic&ocirc;nicos ao longo dos anos:<\/p>\n<div class=\"player_dynad_tv\">&nbsp;<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/201610162316339_0_damon_williams_O.jpg\" width=\"1680\" height=\"1114\" \/><\/div>\n<blockquote class=\"destaque-imagem\"><p>  (Divulga\u00e7\u00e3o\/Williams)<\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<p><strong>#0 &ndash; Damon Hill<\/strong><br \/>\nMuita gente ficou perplexa com o 0 na Williams de Damon Hill em 1993. No entanto, havia um motivo bastante plaus&iacute;vel. O ent&atilde;o campe&atilde;o Nigel Mansell havia se despedido da F1 e, com ele, levado o 1. Hill ent&atilde;o n&atilde;o se sentiu&nbsp;confort&aacute;vel para usar o algarismo reservado at&eacute; hoje ao campe&atilde;o do ano anterior. Como seu companheiro de Williams Allain Prost j&aacute; estava com o n&uacute;mero 2, a sa&iacute;da foi adotar o 0 mesmo.<\/p>\n<p>O que pouco se fala &eacute; que essa foi uma volta do 0 &agrave;s pistas. O n&uacute;mero foi usado de forma experimental pelo sul-africano Jody Scheckter em duas corridas na temporada de 1973.<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/201610162316539_3_michael_ferrari_O.jpg\" width=\"1920\" height=\"1284\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">   (Divulga\u00e7\u00e3o\/Ferrari)<\/div>\n<\/div>\n<p><strong>#3 &ndash; Michael Schumacher<\/strong><br \/>\nEm sua fase &aacute;urea pela Ferrari, Michael Schumacher se acostumou a vencer e comemorar t&iacute;tulos com o 1 na frente do seu carro. Os dois pareciam feitos um para o outro na metade da &uacute;ltima d&eacute;cada. No entanto, foi a bordo do 3 que em 2000 tirou a escuderia italiana de longos 21 anos de fila &ndash; Jody Scheckter havia sido o &uacute;ltimo a levantar o caneco. O n&uacute;mero em preto tamb&eacute;m chamava aten&ccedil;&atilde;o pelo inusitado contraste com o vermelho do carro.<\/p>\n<p>Dos seus sete t&iacute;tulos mundiais, Schumacher n&atilde;o foi campe&atilde;o com o 1 em apenas outra oportunidade: justamente no come&ccedil;o de sua trajet&oacute;ria, com a Benneton, em 1994.<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/201610162316380_4_tyrrell_reproducao_O.jpg\" width=\"1280\" height=\"720\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">   (Reprodu\u00e7\u00e3o)<\/div>\n<\/div>\n<p><strong>#3 e #4 &ndash; Tyrrell<\/strong><br \/>\nA numera&ccedil;&atilde;o dos carros de F1 n&atilde;o obedecia l&aacute; muitas regras at&eacute; 1973. Os n&uacute;meros inclusive poderiam mudar de GP para GP quando se condicionou que a campe&atilde; do ano anterior usaria os carros 1 e 2. No ano seguinte, come&ccedil;aria a hist&oacute;ria da Tyrrell com os 3 e 4 que durou at&eacute; 1995, em uma nova altera&ccedil;&atilde;o no regulamento. Os n&uacute;meros s&atilde;o os recordistas de perman&ecirc;ncia em uma mesma equipe.<\/p>\n<p>Para os mais ligados em n&uacute;meros, os 3 e 4 s&atilde;o at&eacute; mais emblem&aacute;ticos que as seis rodas da metade da d&eacute;cada de 1970.<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/201610162316456_5_nigell_williams_O.jpg\" width=\"700\" height=\"420\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">   (Divulga\u00e7\u00e3o\/Williams)<\/div>\n<\/div>\n<p><strong>#5 &ndash; Nigel Mansell<\/strong><br \/>\nNigel Mansell foi um dos casos em que a cor foi at&eacute; mais emblem&aacute;tica que o pr&oacute;prio n&uacute;mero. O ingl&ecirc;s marcou &eacute;poca com o 5 em vermelho, mundialmente conhecido como Red 5, e caiu no gosto popular. E olha que tudo come&ccedil;ou sem l&aacute; muitas pretens&otilde;es.<\/p>\n<p>A ideia do piloto e da Williams era apenas facilitar a identifica&ccedil;&atilde;o. O companheiro Keke Rosberg usava o 6, tamb&eacute;m em branco, tamb&eacute;m com o topo do capacete em azul. A partir ent&atilde;o do GP do Canad&aacute;, a quinta etapa da temporada, a equipe decidiu pintar o algarismo de vermelho. Coincidiu com uma &oacute;tima sequ&ecirc;ncia de resultados e foi o suficiente para virar febre na Inglaterra, muito por influ&ecirc;ncia de Murray Walker, um conhecido narrador da brit&acirc;nica BBC.&nbsp;<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/201610162316877_6_emersonfittipaldi_reproducao_O.jpg\" width=\"700\" height=\"400\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">   (Reprodu\u00e7\u00e3o)<\/div>\n<\/div>\n<p><strong>#6 &ndash; Emerson Fittipaldi<\/strong><br \/>\nO 6 inicia a vitoriosa hist&oacute;ria brasileira na F1. Na Lotus de Emerson Fittipaldi, o numeral em preto, com fundo em c&iacute;rculo dourado, cruzou a linha de chegada do GP da It&aacute;lia de 1972 para a conquista do primeiro t&iacute;tulo na principal categoria do automobilismo.<\/p>\n<p>Mas n&atilde;o era s&oacute; o n&uacute;mero 6, havia tamb&eacute;m um detalhe na fonte em it&aacute;lico que deixava o carro por inteiro ainda mais charmoso.<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/201610162316454_12_ayrton_mclaren_O.jpg\" width=\"1600\" height=\"736\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">   (Divulga\u00e7\u00e3o\/McLaren)<\/div>\n<\/div>\n<p><strong>#12 &ndash; Ayrton Senna<\/strong><br \/>\nTalvez n&atilde;o seja exagero dizer que 12 seja o n&uacute;mero mais representativo de Ayrton Senna na F1. Mais at&eacute; que o igualmente vencedor 1, historicamente destinado aos campe&otilde;es do ano anterior no Mundial de Pilotos.<\/p>\n<p>Senna conquistou, sim, seu primeiro t&iacute;tulo na principal categoria do automobilismo a bordo do 12, j&aacute; pela McLaren, mas a hist&oacute;ria come&ccedil;ou&nbsp;ainda muito antes de 1988. Tr&ecirc;s anos antes, o brasileiro conquistou suas primeiras vit&oacute;rias com o mesmo n&uacute;mero que viria a se sagrar campe&atilde;o pela primeira vez. Ent&atilde;o com a Lotus, com os algarismos dourados contrastando com o carro preto, Senna venceu os GPs de Estoril e Spa-Francorchamps.<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/201610162316890_13_pastor_flickrlotus_O.jpg\" width=\"2048\" height=\"1012\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">   (Flickr\/Lotus)<\/div>\n<\/div>\n<p><strong>#13 &ndash; Pastor Maldonado<\/strong><br \/>\nPastor Maldonado pode at&eacute; ter dado sopa para o azar como se diz por a&iacute;, mas fato &eacute; que o venezuelano aproveitou a introdu&ccedil;&atilde;o da numera&ccedil;&atilde;o fixa da F1 em 2014 e escolheu logo o 13. O n&uacute;mero estava afastado das pistas por estar ligado a m&aacute; sorte em muitos pa&iacute;ses. Na &eacute;poca, Maldonado ainda se deu ao trabalho de explicar que o n&uacute;mero era de grande sucesso no esporte venezuelano, sobretudo, no beisebol, e seguramente isso n&atilde;o lhe traria azar algum.&nbsp;<\/p>\n<p>Antes do ent&atilde;o piloto da Lotus, apenas o mexicano Mois&eacute;s Solana (no GP do M&eacute;xico de 1963) e a inglesa Divina Galica (que n&atilde;o avan&ccedil;ou sequer para a classifica&ccedil;&atilde;o do GP da Inglaterra de 1976).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/201610162316465_27_gilles_ferrari_O.jpg\" width=\"800\" height=\"533\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">   (Divulga\u00e7\u00e3o\/Ferrari)<\/div>\n<\/div>\n<p><strong>#27 &ndash; Gilles Villeneuve<\/strong><br \/>\nO 27 foi um destes casos que passou para a hist&oacute;ria como n&uacute;mero ligado a uma personalidade de piloto. Depois de Gilles Villeneuve, como foi usado por outros pilotos talentosos e arrojados (Ayrton Senna foi bicampe&atilde;o mundial a bordo do 27 por exemplo), passou a ser uma caracter&iacute;stica intr&iacute;nseca ao numeral mesmo para quem dava pouca bola para o assunto.<\/p>\n<p>O canadense precisou apenas de uma temporada completa para fazer do n&uacute;mero at&eacute; hoje um dos mais representativos da F1. No acidente fatal no treino classificat&oacute;rio para o GP da B&eacute;lgica de 1982, pilotava o mesmo n&uacute;mero que o colocou para sempre na hist&oacute;ria.<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/201610162316713_44_lewis_mercedes_O.jpg\" width=\"1280\" height=\"853\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">   (Divulga\u00e7\u00e3o\/Mercedes)<\/div>\n<\/div>\n<p><strong>#44 &ndash; Lewis Hamilton<\/strong><br \/>\nLewis Hamilton vem construindo uma rela&ccedil;&atilde;o fiel com o 44. N&uacute;mero com o qual ganhou seu primeiro campeonato no kart, levou tamb&eacute;m o bicampeonato da F1. Mais do que isso, o ingl&ecirc;s abdicou de usar o tradicional 1, reservado aos campe&otilde;es em 2016, para se manter com o 44. Foi a primeira vez desde a aposentadoria de Alain Prost em 1994 que a principal categoria do automobilismo n&atilde;o teve o 1 no grid.<\/p>\n<p>Na prateada Mercedes, h&aacute; ainda um contraste interessante com um surpreendente tom de vermelho. A cor n&atilde;o aparece em nenhum outro detalhe do carro e tem acompanhado um cada vez mais&nbsp;supersticioso Hamilton.<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/201610162316868_101_alberto_reproducao_O.jpg\" width=\"960\" height=\"606\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">   (Reprodu\u00e7\u00e3o)<\/div>\n<\/div>\n<p><strong>#101 &ndash; Alberto Ascari<\/strong><br \/>\nA numera&ccedil;&atilde;o para o GP da Alemanha de 1952 era, no m&iacute;nimo, curiosa. Mas tem fundamento. Como manda o pragmatismo germ&acirc;nico, as corridas preliminares tradicionalmente deveriam ter os algarismos mais baixos deixando o 101 em diante para os pilotos da principal categoria. Foi assim que Alberto Ascari, o 101, venceu a prova de Nurburgring. Nino Farina (102) e Rudi Fischer (117) chegaram logo atr&aacute;s.<\/p>\n<p>Como n&atilde;o poderia deixar de ser, a Ferrari era vermelha, com os numerais em branco, bastante grandes, na parte traseira do carro. Simples, por&eacute;m, bastante ic&ocirc;nico.<\/p>\n<div id=\"crt_ftr\">\n<div>\n<div style=\"margin-left: auto;margin-right: auto;text-align: right\"><span id=\"crt_cls\" style=\"font-family:Verdana,Geneva,sans-serif;cursor:pointer;padding-left:1em;padding-right:1em;border:1px solid #000000;background-color:#f1f1f1\">fechar<\/span><\/div>\n<\/div>\n<p>function crt(t){for(var e=document.getElementById(&#8220;crt_ftr&#8221;).children,n=0;n&lt;e.length;n++)if(child=e[n],e[n].id.substr(0,t.length)==t)return e[n];for(var c=0,n=1;nc&amp;&amp;(c=e[n].offsetWidth);return c&gt;80?c:void 0}function rs(t){t++,450&gt;t&amp;&amp;setTimeout(function(){var e=crt(&#8220;cto_ifr&#8221;);if(e){var n=e.width?e.width:e;n=n.toString().indexOf(&#8220;px&#8221;)&lt;0?n+=&quot;px&quot;:n,cc.style.display=&quot;&quot;,s2.width=n,window.frameElement&amp;&amp;(s1.height=c2.offsetHeight+5+&quot;px&quot;),t=500,s1.width=&quot;100%&quot;}rs(t)},200)}var c1=window.frameElement?window.frameElement:document.getElementById(&quot;crt_ftr&quot;),c2=document.getElementById(&quot;crt_ftr&quot;),s1=c1.style;s1.position=&quot;fixed&quot;,s1.bottom=&quot;-4px&quot;,s1.left=&quot;0px&quot;,window.frameElement&amp;&amp;(s1.height=&quot;0&quot;),c2.style.textAlign=&quot;center&quot;,s1.zIndex=&quot;60000&quot;;var cc=document.getElementById(&quot;crt_cls&quot;),s2=cc.parentNode.style;cc.onclick=function(){s1.display=&quot;none&quot;};var t=0;rs(0);<\/p>\n<p>var zoneid = (parent.window.top.innerWidth &lt; 970) ? 302357 : 302359;<br \/>\ndocument.MAX_ct0 = &#039;&#039;;<br \/>\nvar m3_u = (location.protocol == &#039;https:&#039; ? &#039;https:\/\/cas.criteo.com\/delivery\/ajs.php?&#039; : &#039;http:\/\/cas.criteo.com\/delivery\/ajs.php?&#039;);<br \/>\nvar m3_r = Math.floor(Math.random() * 99999999999);<br \/>\ndocument.write(&quot;&#8221;);<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fosse pela hist&oacute;ria ou simplesmente pelo desenho gr&aacute;fico, pilotos marcaram &eacute;poca tamb&eacute;m com numerais que estampavam no carro suas pr&oacute;prias personalidades na F1<\/p>\n","protected":false},"author":0,"featured_media":0,"template":"","meta":{"42wp_featured_image_caption":"","42wp_featured_image_credits":"","42wp_featured_video":"","42wp_featured_image_hidden":false,"42wp_authors_list":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"42wp_author":[47126],"class_list":["post-1956","42wp_premium","type-42wp_premium","status-publish","hentry","category-noticias","42wp_author-andre-avelar"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_premium\/1956","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_premium"}],"about":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/42wp_premium"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_premium\/1956\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1956"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1956"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1956"},{"taxonomy":"42wp_author","embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_author?post=1956"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}