{"id":1985,"date":"2016-09-23T06:00:00","date_gmt":"2016-09-23T09:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/grandepremium\/materias\/mirando-nas-coisas-certas\/"},"modified":"2016-09-23T06:00:00","modified_gmt":"2016-09-23T09:00:00","slug":"mirando-nas-coisas-certas","status":"publish","type":"42wp_premium","link":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/grandepremium\/noticias\/materias\/mirando-nas-coisas-certas\/","title":{"rendered":"Mirando nas coisas certas"},"content":{"rendered":"\n<p>Um relat&oacute;rio do banco Citi n&atilde;o recomendou a transa&ccedil;&atilde;o levada adiante no in&iacute;cio deste m&ecirc;s pela Liberty Media, a empresa norte-americana que confirmou um investimento de mais de US$ 4 bilh&otilde;es para se tornar a nova acionista-majorit&aacute;ria do Campeonato Mundial de F1. Este pode ser o melhor dos sinais para quem quer saber o que ser&aacute; da categoria com a mudan&ccedil;a de donos e a passagem para um comando mais norte-americano.<\/p>\n<p>Eu &eacute; que n&atilde;o vou p&ocirc;r a m&atilde;o no fogo por ningu&eacute;m, n&atilde;o vou dizer que mal conhe&ccedil;o esses tais de John Malone e Chase Carey e j&aacute; considero pacas. Mas que as primeiras indica&ccedil;&otilde;es dos seus planos para o Mundial s&atilde;o positivas, isso s&atilde;o. Ao menos v&atilde;o no caminho do que o campeonato precisa, uma tecla que vem sendo batida aqui no <strong>GRANDE PR&Ecirc;MIO<\/strong> e em v&aacute;rios outros ve&iacute;culos de comunica&ccedil;&atilde;o h&aacute; um bom tempo.<\/p>\n<p>A Liberty Media est&aacute; disposta a explorar as plataformas digitais como Bernie Ecclestone nunca fez. Ali&aacute;s, ele n&atilde;o faz ideia de como explor&aacute;-las. Os americanos tamb&eacute;m chegam interessados em investir em grandes eventos, o que tende a ir de encontro com um outro anseio dos f&atilde;s: a prefer&ecirc;ncia por circuitos e pa&iacute;ses tradicionais no esporte.<\/p>\n<p>A entrevista publicada no site oficial da F1 no domingo do GP de Cingapura ajudou a entender as inten&ccedil;&otilde;es e o caminho. &ldquo;Bernie teve um sucesso enorme, e o mundo o admira pelo neg&oacute;cio que ele construiu, mas eu acho que podemos levar a F1 a outro n&iacute;vel&rdquo;, promete Carey.<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20169182038102_aerea_Cingapura_Getty Images Red Bull Content Pool_O.jpg\" width=\"1423\" height=\"949\" \/><\/div>\n<blockquote class=\"destaque-imagem\"><p>Os novos donos da F1 querem mais eventos como o GP de Cingapura (Getty Images\/Red Bull Content Pool)<\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<p>H&aacute; uma gigante diferen&ccedil;a entre os interesses do CVC e os da Liberty Media na F1. O fundo de investimentos que comprou o Mundial em 2005 n&atilde;o queria nada al&eacute;m do lucro. Nesta miss&atilde;o, Ecclestone serviu com maestria. O CVC estava mais do que contente em apenas recolher os dividendos. Depois de pagar cerca de US$ 2 bilh&otilde;es para se tornar acionista-majorit&aacute;ria, teve retornos que superaram US$ 4 bilh&otilde;es nos &uacute;ltimos 11 anos. Agora est&aacute; vendendo 18,7% para a Liberty Media por US$ 746 milh&otilde;es. Uma segunda fase ser&aacute; conclu&iacute;da ap&oacute;s o neg&oacute;cio ser aprovado por &oacute;rg&atilde;os reguladores e pela FIA, culminando no pagamento de mais US$ 4,4 bilh&otilde;es. Ao final, a Liberty ter&aacute; 35% das a&ccedil;&otilde;es, e mais 3% pertencer&atilde;o ao pr&oacute;prio John Malone. O restante ficar&aacute; dividido entre a CVC, Bernie Ecclestone e seu fundo familiar, o Bambino Holdings, e outros acionistas que j&aacute; est&atilde;o hoje na companhia. Os montantes da transa&ccedil;&atilde;o fazem com que o valor estimado da F1 supere US$ 8 bilh&otilde;es.<\/p>\n<p>Como que um campeonato &quot;decadente&rdquo;, como muitos t&ecirc;m teimado em dizer, consegue ser alvo de tamanho investimento? A resposta pode estar no fato de que a Liberty Media est&aacute; confiante de que saber&aacute; trabalhar este &quot;conte&uacute;do&quot; para ent&atilde;o lucrar. Chase Carey, novo presidente do Conselho da F1, avisou que seus patr&otilde;es n&atilde;o entraram na F1 para ganhar dinheiro imediato, como foi com o CVC. Eles querem &eacute; reconquistar o p&uacute;blico oferecendo um produto de qualidade.&nbsp;<\/p>\n<p>Se do ponto de vista financeiro, o relat&oacute;rio do Citi chamou de &#039;trof&eacute;u&#039; a aquisi&ccedil;&atilde;o da F1, h&aacute; outro modo de se ver: trata-se de uma empresa de m&iacute;dia, e para uma companhia destas, &eacute; melhor ter a F1 sob seu comando do que v&ecirc;-la nas m&atilde;os uma concorrente. &Eacute; um trof&eacute;u que, sim, vale muito.<\/p>\n<p>A Liberty cresceu atrav&eacute;s de investimentos no setor de TV por assinatura nos Estados Unidos, mas hoje &eacute; uma firma global, operando tanto na Europa quanto na Am&eacute;rica Latina e no Caribe. &Eacute; deste ramo que vem Carey, que por muitos anos foi executivo da 21st Century e da News Corp, da Fox.&nbsp;A Liberty Global chega a um total de 56 milh&otilde;es de resid&ecirc;ncias. Ou seja, &eacute; muito mais do que uma companhia norte-americana.<\/p>\n<p>A Liberty Media tamb&eacute;m &eacute; dona da Live Nation, a maior empresa de promo&ccedil;&atilde;o de eventos e shows do mundo. A Liberty Global possui 10% da ITV, um dos principais canais de TV do Reino Unido. Malone, 29% da Discovery Communications, por meio da qual j&aacute; havia entrado na F-E e agora adquiriu 58% do campeonato de carros el&eacute;tricos.<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20169182038662_Chase Carey_DivulgacaoNAB__O.jpg\" width=\"474\" height=\"702\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">Qual o prop&oacute;sito que a F1 serve para tais ferramentas? Conte&uacute;do.<\/p>\n<p>Em um tempo em que servi&ccedil;os de streaming como o Netflix revolucionam o mercado de entretenimento e tiram o consumidor da frente da TV e derruba o n&uacute;mero de assinantes da TV paga, ter a F1 no seu portf&oacute;lio n&atilde;o &eacute; pouca coisa. &Eacute; com esse pensamento que a NFL vende n&atilde;o o campeonato, mas jogos exclusivos em diferentes faixas de hor&aacute;rio para as emissoras nos Estados Unidos, ou que a ESPN no Brasil compra direitos irrestritos para a exibi&ccedil;&atilde;o da Premier League. Como Carey j&aacute; andou destacando, &eacute; um campeonato anual disputado ao redor do mundo em mais de 20 pa&iacute;ses, transmitido para audi&ecirc;ncias globais. Os novos donos podem continuar negociando os direitos de transmiss&atilde;o com as companhias atuais ou ent&atilde;o passarem as corridas para os seus pr&oacute;prios produtos. O acesso para document&aacute;rios do Discovery sobre aspectos t&eacute;cnicos ou econ&ocirc;micos ficaria mais simples, e assim por diante.<\/p>\n<p>Quem sabe, at&eacute; mesmo vendendo o seu pr&oacute;prio servi&ccedil;o de streaming. No Reino Unido, a partir de 2019 e at&eacute; 2024, a Sky Sports vai exibir todas as provas com exclusividade em seu canal por pay-per-view. &Eacute; improv&aacute;vel que este contrato seja renegociado, mas para outros pa&iacute;ses pode ser poss&iacute;vel oferecer uma plataforma como o Videopass da MotoGP. Grandes mercados onde a exposi&ccedil;&atilde;o em TV for considerada abaixo das expectativas podem ser alvos &mdash; e eu sei que muita gente no Brasil pagaria para ter uma cobertura mais extensa e aprofundada da F1. O Mundial de Endurance &eacute; outro que tem tal ferramenta.<\/p>\n<p>Neste ramo, a Major League Baseball foi pioneira, e adivinhem: a Liberty Media conhece bem o que foi feito por l&aacute;. A empresa &eacute; a dona do Atlanta Braves. Por meio da MLB Advanced Media, uma empresa fundada em 2000 com investimentos dos 30 times, todas as mais de 2500 partidas da temporada regular s&atilde;o transmitidas ao vivo para o mundo todo. Pelo pacote avan&ccedil;ado, o f&atilde; de beisebol paga US$ 120 anuais. Essa empresa teve uma receita de US$ 880 milh&otilde;es no ano passado, dentro do bolo total de US$ 9,5 bilh&otilde;es da MLB.<\/p>\n<p>A receita anual atual da F1? US$ 1,8 bilh&atilde;o, sendo 35% provenientes dos acordos de TV.<\/p>\n<p>&ldquo;Eu acredito que um bom produto digital torna o produto mais gratificante&rdquo;, defende Carey. &ldquo;Divulgar o esporte, contar a hist&oacute;ria das estrelas e dos her&oacute;is, as incr&iacute;veis m&aacute;quinas. E ent&atilde;o torn&aacute;-lo mais forte geograficamente. H&aacute; possibilidade para crescimento em todas as &aacute;reas.&rdquo;&nbsp;<br \/>\n (Divulga\u00e7\u00e3o\/NAB)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<p>Ent&atilde;o vem uma segunda parte na qual o modo de trabalho da Liberty Media deve contrastar ainda mais com o que &eacute; feito hoje na F1. Eles v&atilde;o querer grandes eventos, festas. Casas cheias. N&atilde;o necessariamente levar as corridas para quem paga mais por elas, como Abu Dhabi, Bahrein, China ou Azerbaij&atilde;o. &Eacute; ter eventos onde o p&uacute;blico est&aacute;, e mudar a forma de se relacionar com este p&uacute;blico. Silverstone, Monza, Interlagos, Barcelona, Spa-Francorchamps. E tentar novamente explorar os Estados Unidos, correndo n&atilde;o s&oacute; em Austin, mas em Nova York, Miami ou Los Angeles. O GP de Las Vegas, do qual tanto se fala, mas n&atilde;o volta a acontecer. Correndo nas grandes cidades do mundo.<\/p>\n<p>&ldquo;A corrida &eacute; &oacute;tima e &eacute; a base de tudo, mas na verdade &eacute; uma extravag&acirc;ncia de uma semana com m&uacute;sica e entretenimento. Essa &eacute; a quest&atilde;o. Criar um grande evento com os carros e a tecnologia, as estrelas e a experi&ecirc;ncia do ao vivo&rdquo;, esclarece Carey.<\/p>\n<p>Na MLB, o Atlanta Braves usa aplicativos em seu est&aacute;dio para aprimorar a &quot;experi&ecirc;ncia&quot; do p&uacute;blico. &Eacute; poss&iacute;vel comprar um lanche usando o celular e esper&aacute;-lo sem sair da cadeira. O aplicativo tamb&eacute;m oferece informa&ccedil;&otilde;es sobre a partida, os jogadores, o est&aacute;dio e o que &eacute; poss&iacute;vel encontrar nele, o campeonato e at&eacute; mesmo trivia e pr&ecirc;mios. H&aacute; um determinado produto em promo&ccedil;&atilde;o na loja do time? Est&aacute; l&aacute; a notifica&ccedil;&atilde;o na tela do smartphone. Quem costuma ir ao GP do Brasil sabe como algo assim seria bem &uacute;til.<\/p>\n<p>Novas atra&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m podem ser oferecidas, e uma coisa &oacute;bvia a se pensar &eacute; que shows ficar&atilde;o mais comuns nas corridas. A Live Nation agencia mais de 350 artistas. Uma de suas subsidi&aacute;rias &eacute; a empresa de Jay Z. Al&eacute;m disso, trabalha tamb&eacute;m com a promo&ccedil;&atilde;o de espet&aacute;culos de bandas como o U2 e o mundialmente famoso show do intervalo do Super Bowl. At&eacute; que ponto a Live Nation interferiria no trabalho hoje realizado pelos promotores locais, &eacute; dif&iacute;cil dizer, mas que isso ao menos serviria como uma ponte, certamente sim.<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2016941720804_2016 f1 italia beto issa rosberg hamilton podio_O.jpg\" width=\"2000\" height=\"1281\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">A Heineken chegou neste ano, mas a Liberty Media acredita que a F1 peca pela falta de patrocinadores (Nico Rosberg e Lewis Hamilton no p\u00f3dio (Foto: Beto Issa))<\/div>\n<\/div>\n<p>A tudo isso, acompanharia uma mudan&ccedil;a de p&uacute;blico-alvo. N&atilde;o faz nem dois anos que Ecclestone afirmou que prefere ter um rico de 60 anos a um garoto de 12 assistindo &agrave;s corridas. &Eacute; algo se encaixa com um coment&aacute;rio feito por Greg Maffei, CEO da Liberty Media e &ldquo;chefe&rdquo; de Carey.<\/p>\n<p>&ldquo;Acho que temos 17 patrocinadores, com tr&ecirc;s pessoas trabalhando em cima dessa &aacute;rea. A gente v&ecirc; que pode crescer muito na quest&atilde;o dos patrocinadores ao ver que a MLB tem 75 s&oacute; dentro dos Estados Unidos&rdquo;, declarou.<\/p>\n<p>Pois &eacute;. Em sua vis&atilde;o elitista, Ecclestone focou em empresas como a Rolex &mdash; &eacute; o rico de 60 anos que vai comprar o rel&oacute;gio, ou ent&atilde;o uma Mercedes ou Ferrari. Aparentemente, os novos donos v&atilde;o tentar diversificar isso.<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2016521134786_GettyImages-526778590_O.jpg\" width=\"1024\" height=\"602\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">Ecclestone j\u00e1 disse preferir um p\u00fablico &#8220;velho e rico&#8221; para a F1. Isso vai mudar (e precisa mudar) (Bernie Ecclestone em S\u00f3chi, R\u00fassia (Foto: Getty Images))<\/div>\n<\/div>\n<p>Bem, j&aacute; que estamos falando tanto de &ldquo;modelo americano de neg&oacute;cios&rdquo;, a F1 vai passar a ter franquias como a NFL e a MLB? Aqui, acredito que n&atilde;o seja este o caminho ideal. O modelo da Premier League faria mais sentido (<a href=\"https:\/\/grandepremium.grandepremio.uol.com.br\/por-fora-dos-boxes\/materias\/a-f1-pode-ter-seu-leicester\">at&eacute; j&aacute; falamos disso aqui no <strong>GRANDE PREMIUM<\/strong> h&aacute; alguns meses<\/a>).<\/p>\n<p>N&atilde;o &eacute; preciso fazer como na NFL e dividir as receitas igualmente entre as escuderias. A l&oacute;gica do automobilismo sempre esteve ligada &agrave; premia&ccedil;&atilde;o pelos resultados.<\/p>\n<p>Os direitos de TV da NFL s&atilde;o divididos igualmente, e a&iacute; cabe aos times buscarem receitas como a venda de ingressos para suas partidas &mdash; equipes n&atilde;o organizam as corridas na F1.<\/p>\n<p>Agora, a Liberty j&aacute; sinalizou que gostaria de acabar com os pagamentos que a Ferrari recebe dentro do status de &ldquo;equipe hist&oacute;rica&rdquo;. V&atilde;o conseguir? Dif&iacute;cil. A renegocia&ccedil;&atilde;o dos acordos herdados desta era Ecclestone-CVC j&aacute; seria dura sem a mudan&ccedil;a nos donos, diante da crise enfrentada pelos times menores nos &uacute;ltimos anos. Com algu&eacute;m que est&aacute; disposto a mudar o status-quo, imaginem s&oacute;.<\/p>\n<p>A principal ressalva que fa&ccedil;o: a competitividade precisa melhorar, fato. Isso s&oacute; n&atilde;o pode ocorrer por meio de uma &lsquo;Nascariza&ccedil;&atilde;o&rsquo;. A F1 &eacute; o que &eacute; por seu conceito &ldquo;europeu&rdquo;. H&aacute; coisas que se pode aprender com o automobilismo americano, como a rela&ccedil;&atilde;o com o p&uacute;blico e a promo&ccedil;&atilde;o dos eventos, mas h&aacute; limites, e n&atilde;o s&oacute; o pr&oacute;prio meio da F1 demonstrar&aacute; resist&ecirc;ncia, como o p&uacute;blico o far&aacute;.&nbsp;<\/p>\n<p>At&eacute; o fim do ano, Carey vai &ldquo;ouvir, conhecer e digerir&rdquo; o mundo da F1. A partir de ent&atilde;o, come&ccedil;ar&aacute; &ldquo;uma fase com uma s&eacute;rie de ideias que continuar&atilde;o a ser refinadas&rdquo; para depois sa&iacute;rem do papel. Algumas novidades devem sair em 2017, e em 2018 a marca da Liberty tornar-se-&aacute; mais vis&iacute;vel.<\/p>\n<p>Na se&ccedil;&atilde;o &#039;Por Fora dos Boxes&#039;, Renan do Couto publica &agrave;s ter&ccedil;as e sextas-feiras opini&otilde;es, an&aacute;lises, reportagens e outros conte&uacute;dos especiais a respeito do Mundial de F1 e das demais categorias do automobilismo mundial. Renan tamb&eacute;m &eacute; narrador dos canais ESPN e ganhou, em 2015, o Pr&ecirc;mio ACEESP de melhor reportagem de automobilismo com o Grande Pr&ecirc;mio.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/grandepremium.grandepremio.uol.com.br\/por-fora-dos-boxes\">Leia as colunas anteriores<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/twitter.com\/renandocouto\">Siga no Twitter<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&Eacute; cedo demais para dizer se os novos donos da F1 ter&atilde;o sucesso para promover mudan&ccedil;as. As suas inten&ccedil;&otilde;es, no entanto, caminham na dire&ccedil;&atilde;o correta<\/p>\n","protected":false},"author":0,"featured_media":0,"template":"","meta":{"42wp_featured_image_caption":"","42wp_featured_image_credits":"","42wp_featured_video":"","42wp_featured_image_hidden":false,"42wp_authors_list":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"42wp_author":[47112],"class_list":["post-1985","42wp_premium","type-42wp_premium","status-publish","hentry","category-noticias","42wp_author-renan-do-couto"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_premium\/1985","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_premium"}],"about":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/42wp_premium"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_premium\/1985\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1985"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1985"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1985"},{"taxonomy":"42wp_author","embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_author?post=1985"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}