{"id":1992,"date":"2016-09-20T06:15:00","date_gmt":"2016-09-20T09:15:00","guid":{"rendered":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/grandepremium\/materias\/a-virada-da-virada\/"},"modified":"2016-09-20T06:15:00","modified_gmt":"2016-09-20T09:15:00","slug":"a-virada-da-virada","status":"publish","type":"42wp_premium","link":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/grandepremium\/noticias\/materias\/a-virada-da-virada\/","title":{"rendered":"A virada da virada"},"content":{"rendered":"\n<p>Nico Rosberg e Lewis Hamilton se tornaram os dois grandes protagonistas da F1 nas &uacute;ltimas tr&ecirc;s temporadas e est&atilde;o novamente disputando ponto a ponto o campeonato deste ano. At&eacute; agora, o ingl&ecirc;s sempre levou a melhor, conquistando dois t&iacute;tulos em cima do colega alem&atilde;o. Mas Nico ainda insiste em querer uma ta&ccedil;a para chamar de sua, e a trajet&oacute;ria da maior das categorias tem exemplos &eacute;picos e que podem inspirar o filho de Keke nesta fase decisiva da temporada 2016. Especialmente agora que Rosberg retomou a lideran&ccedil;a na classifica&ccedil;&atilde;o, depois de uma corrida brilhante em Cingapura.&nbsp;<br \/>\n<br \/>\nAo longo de seus mais de 60 anos, a F1 acumulou hist&oacute;rias de reviradas no campeonato que foram acompanhadas de t&iacute;tulo. E o pr&oacute;prio companheiro de Mercedes j&aacute; provou que &eacute; poss&iacute;vel &ndash; duas vezes. Por isso, <strong>GRANDE PREMIUM<\/strong> lista aqui as dez reviradas mais recentes do Mundial.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2016919185147_80_GER_04 (2)_O.jpg\" width=\"3809\" height=\"2251\" \/><\/div>\n<blockquote class=\"destaque-imagem\"><p>Alan Jones virou o jogo contra Nelson Piquet em 1980 (Alan Jones em 1980 (Foto: Williams))<\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<p><strong>10. 1980 | ALAN JONES X NELSON PIQUET<\/strong><br \/>\n<br \/>\nAlan Jones iniciou a temporada de 1980 da F1 vencendo logo na primeira etapa, o GP da Argentina. E comandou a tabela por mais um GP, no Brasil, mas a&iacute; viu o franc&ecirc;s Ren&eacute; Arnoux lhe tirar a lideran&ccedil;a na terceira prova daquele ano, na &Aacute;frica do Sul, depois de duas vit&oacute;rias em sequ&ecirc;ncia. Parecia ali que o campeonato seria disputado entre os dois anos. Mas Nelson Piquet logo entrou na briga. Na sexta corrida, em M&ocirc;naco, o brasileiro assumiu a ponta que estava nas m&atilde;os de Arnoux. S&oacute; que Jones reapareceu com dois triunfos, na Fran&ccedil;a e na Inglaterra, na sequ&ecirc;ncia e retomou o primeiro lugar. Piquet, ent&atilde;o, se colocou como principal rival e foi disputando ponto a ponto o campeonato com o australiano. Nelson chegou a assumir a ponta na antepen&uacute;ltima etapa, mas Jones a retomou na reta final do campeonato, garantindo assim seu primeiro e &uacute;nico t&iacute;tulo na F1. E o primeiro da equipe Williams.&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20169191855275_Piquet 1981_O.jpg\" width=\"620\" height=\"387\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">Nelson Piquet conquistou seu primeiro t\u00edtulo com uma virada no fim da temporada (Nelson Piquet 1981 (Foto: Jorge Felix\/Forix))<\/div>\n<\/div>\n<p><strong>9. 1981 | NELSON PIQUET x CARLOS REUTEMANN<\/strong><br \/>\n<br \/>\nDepois de ter perdido o campeonato para Alan Jones na temporada anterior, Nelson Piquet retornou ainda mais competitivo no ano seguinte. Ainda defendendo as cores da Brabham, o brasileiro protagonizou uma intensa batalha com Carlos Reutemann. O argentino, na verdade, iniciou o ano melhor, assumindo a lideran&ccedil;a na tabela de pontos logo na segunda etapa, depois da vit&oacute;ria justamente no GP do Brasil. Piquet levou duas provas para se colocar como forte candidato ao t&iacute;tulo e logo come&ccedil;ou a fazer press&atilde;o no rival. Mas a ponta do campeonato s&oacute; veio mesmo na 12&ordf; corrida daquela temporada, na Holanda. Mas durou apenas uma prova. Na seguinte, em Monza, Reutemann voltou a liderar. A revirada de Piquet se deu na corrida decisiva e final, em Las Vegas. Nelson precisava apenas chegar na frente do advers&aacute;rio, que largava da pole. Mas Carlos n&atilde;o conseguiu impor um bom ritmo na corrida e acabou fora da zona de pontos, em oitavo. Piquet chegou em quinto na vit&oacute;ria de Jones. Foi o suficiente para o carioca celebrar seu primeiro t&iacute;tulo mundial. A diferen&ccedil;a na ponta da tabela ficou em apenas 1 ponto.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20169191859745_Nelson Piquet 1983_O.jpg\" width=\"500\" height=\"689\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">8. 1983 | NELSON PIQUET X ALAIN PROST<\/p>\n<p>O segundo t&iacute;tulo de Nelson Piquet tamb&eacute;m veio depois de uma reviravolta no campeonato. Mas, desta vez, a batalha do brasileiro foi contra Alain Prost. Naquele ano, Piquet iniciou a temporada vencendo logo de cara, em Jacarepagu&aacute;. E foi comandando a tabela at&eacute; a quinta etapa, em M&ocirc;naco. A partir da B&eacute;lgica, Prost tomou a frente com uma vit&oacute;ria e por l&aacute; permaneceu at&eacute; antes da &uacute;ltima corrida do ano, sempre com Nelson no encal&ccedil;o. Mas a&iacute;, na prova derradeira, Piquet e a Brabham adotaram uma estrat&eacute;gia inteligente e se mantiveram &agrave; frente, enquanto a Renault deixou o franc&ecirc;s na m&atilde;o por conta de uma falha de motor. O brasileiro foi ao p&oacute;dio e l&aacute; comemorou o bicampeonato. A diferen&ccedil;a para Prost no fim ficou em somente dois pontos.<br \/>\n (Nelson Piquet 1983 (Foto: Dempsey Warren\/Forix))<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2016919199730_4onwall (2)_O.jpg\" width=\"4621\" height=\"2289\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">A emblem\u00e1tica foto que marcou os anos de 1980 na F1  (Ayrton Senna, Alain Prost, Nigel Mansell e Nelson Piquet (Foto: Williams))<\/div>\n<\/div>\n<p><strong>7. 1986 | ALAIN PROST X NIGEL MANSELL X NELSON PIQUET<\/strong><\/p>\n<p>Sabe aquela famosa foto tirada em uma mureta da pista de Estoril e que tinha Ayrton Senna, Alain Prost, Nigel Mansell e Nelson Piquet? Pois &eacute;, aquele retrato foi clicado exatamente na temporada de 1986, uma das mais disputadas e celebradas da hist&oacute;ria da F1. Isso porque at&eacute; perto do fim os quatro estavam na luta pelo t&iacute;tulo. A abertura do campeonato aconteceu em Jacarepagu&aacute; e viu uma dobradinha brasileira com Piquet &agrave; frente de Senna. Por isso, o carioca, agora defendendo a inglesa Williams ap&oacute;s sete anos de Brabham, iniciou a temporada na lideran&ccedil;a. Mas Ayrton tomou a ponta logo na seguinte, ao vencer na Espanha. A lideran&ccedil;a do ent&atilde;o piloto da Lotus durou at&eacute; o GP de M&ocirc;naco, quando Alain Prost levou a corrida nas ruas do Principado e assumiu a ponta.&nbsp;<\/p>\n<p>Nas etapas seguintes, Senna e Prost foram se revezando na primeira coloca&ccedil;&atilde;o da tabela, at&eacute; Mansell decidiu entrar na brincadeira. O ingl&ecirc;s, colega de equipe de Nelson, se tornou l&iacute;der na nona corrida do ano, depois de triunfar em casa, no GP da Inglaterra. A partir da&iacute; o &#039;Le&atilde;o&#039; comandou a classifica&ccedil;&atilde;o, assumindo tamb&eacute;m a condi&ccedil;&atilde;o de favorito ao t&iacute;tulo. Prost, Piquet e Senna o acompanhavam de perto e tamb&eacute;m eram candidatos &agrave; ta&ccedil;a.<\/p>\n<p>Na verdade, Ayrton deixou a briga ap&oacute;s uma pane seca que o relegou ao quarto posto em Portugal, antepen&uacute;ltima prova do calend&aacute;rio. A&iacute; apenas o trio tinha chances. Na corrida derradeira, na australiana Adelaide, Mansell precisava somente de uma quinta coloca&ccedil;&atilde;o. Mas o destino foi cruel com o brit&acirc;nico e muito generoso com Prost em uma decis&atilde;o inacredit&aacute;vel. Todos os tr&ecirc;s se viram em condi&ccedil;&atilde;o de t&iacute;tulo em algum momento da prova, mas furos de pneus e um pit-stop extra interferiram no caminho dos tr&ecirc;s. No fim, o campeonato acabou mesmo nas m&atilde;os de Prost, que ganhou a corrida e festejou seu segundo Mundial. Piquet foi segundo, enquanto Mansell nem completou.<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20169191917564_Ayrton Senna_O.jpg\" width=\"720\" height=\"480\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">6. 1988 | AYRTON SENNA X ALAIN PROST<\/p>\n<p>A temporada de 1988 da F1 &eacute; at&eacute; hoje conhecida como ano em que a F1 testemunhou o nascimento da maior rivalidade entre dois pilotos de sua hist&oacute;ria. E dois companheiros de equipe. Naquele ano, Ayrton Senna trocou a Lotus pela poderosa McLaren, que tinha no outro lado garagem o ent&atilde;o bicampe&atilde;o Alain Prost. Al&eacute;m disso, o time tamb&eacute;m havia trazido os fortes motores Honda, o que tornou a esquadra quase imbat&iacute;vel. Tanto &eacute; assim que das 16 corridas daquela temporada, a McLaren venceu 15. E o embate entre Senna e Prost foi duro e com direito a virada do brasileiro.<br \/>\n (Ayrton Senna 1988 (Foto: Forix\/LAT))<\/p><\/div>\n<\/div>\n<p>O campeonato come&ccedil;ou com a lideran&ccedil;a de Prost. O franc&ecirc;s abriu o ano com uma vit&oacute;ria categ&oacute;rica em Jacarepagu&aacute;, enquanto Ayrton foi desclassificado. Seguindo como l&iacute;der, Alain tamb&eacute;m teve de lidar com a aproxima&ccedil;&atilde;o de Senna, que vinha ferozmente recuperando terreno at&eacute; emendar tr&ecirc;s vit&oacute;rias seguidas no in&iacute;cio da segunda fase da temporada. Foi na Hungria que o brasileiro assumiu a lideran&ccedil;a pela primeira vez. Mas a&iacute; o abandono em Monza e o&nbsp;triunfo de Prost em Portugal provocaram a&nbsp;perda&nbsp;do&nbsp;primeiro lugar para o colega de equipe e rival. O gaul&ecirc;s chegou ao Jap&atilde;o na ponta e precisava vencer para impedir o t&iacute;tulo de Senna. N&atilde;o deu. O brasileiro deu show depois de largar muito mal da pole, virou o jogo e conquistou finalmente seu primeiro t&iacute;tulo na F1.<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20169191930353_97EUR01 (4)_O.jpg\" width=\"3887\" height=\"1812\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">Jacques Villeneuve venceu Michael Schumacher de virada em 1997 (Jacques Villeneuve Michael Schumacher (Foto: Williams))<\/div>\n<\/div>\n<p><strong>5. 1997 | JAQUES VILLENEUVE X MICHAEL SCHUMACHER<\/strong><\/p>\n<p>1997 acompanhou uma dura batalha entre Jacques Villeneuve, da Williams, e Michael Schumacher, que tentava encerrar um jejum de t&iacute;tulos que j&aacute; durava 18 anos. O jovem canadense vinha apenas em sua segunda temporada na F1, mas, contando com o melhor carro do grid, logo foi al&ccedil;ado &agrave; condi&ccedil;&atilde;o de favorito. Mas Schumacher se mostrou um rival forte e astuto. O fato &eacute; que Jacques se tornou l&iacute;der do Mundial a partir da terceira etapa, depois emendar duas vit&oacute;rias seguidas, no Brasil e Argentina. E isso foi at&eacute; a quinta prova, em M&ocirc;naco, onde o ent&atilde;o ferrarista venceu e assumiu a ponta. Villeneuve recuperou a lideran&ccedil;a na etapa seguinte, na Espanha, mas foi de novo superado por Schumacher, que venceu no Canad&aacute;.&nbsp;<\/p>\n<p>A partir de ent&atilde;o, o alem&atilde;o foi comandando o campeonato, chegando a abrir mais dez pontos do filho de Gilles em dado momento. Sem jogar a toalha, o piloto da Williams foi capaz de reagir na fase final ao vencer duas vezes, em Zeltweg e em N&uuml;rburbring, mas Michael lhe tomou a primeira coloca&ccedil;&atilde;o na pen&uacute;ltima prova, ao ganhar em Suzuka. E a&iacute; os dois chegaram para a corrida derradeira, em Jerez de la Frontera, com apenas um ponto de diferen&ccedil;a. Na classifica&ccedil;&atilde;o, ainda fizeram o mesm&iacute;ssimo tempo, o emblem&aacute;tico 1min21s072, mas Villeneuve levou vantagem por ter assinalado antes e conquistou assim a chance de largar da pole. A prova foi outra hist&oacute;ria.&nbsp;<\/p>\n<p>Schumacher se saiu melhor nas duas primeiras partes da corrida e manteve Jacques atr&aacute;s, mas, depois do segundo pit-stop de ambos, o canadense voltou mais forte e foi capaz de encostar na Ferrari. A&iacute; veio a manobra que condenou Michael. O jovem jogo o carro por dentro da Dry Sack e, quando Schumacher tentou fechar a porta, j&aacute; era tarde, mas colis&atilde;o foi inevit&aacute;vel. Ruim para o ferrarista, que foi parar na brita. Melhor para Jacques, que ficou na pista e conquistou seu primeiro e &uacute;nico t&iacute;tulo na F1.&nbsp;<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2016919201353_Hakkinen_O.jpg\" width=\"480\" height=\"720\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">4. 1999 | MIKA H&Auml;KKINEN<\/p>\n<p>Michael Schumacher seguia com sua cruzada para tentar tirar a Ferrari do jejum de t&iacute;tulos, mas um acidente em Silverstone o impediu de disputar o t&iacute;tulo daquele ano. Assim, coube o colega Eddie Irvine a miss&atilde;o de tentar a ta&ccedil;a. E o irland&ecirc;s iniciou a temporada de maneira forte, vencendo na Austr&aacute;lia. Eddie se manteve na ponta at&eacute; a terceira etapa, quando Schumacher retomou a forma depois de um come&ccedil;o dif&iacute;cil, venceu e assumiu a posi&ccedil;&atilde;o de l&iacute;der. S&oacute; Michael sustentou o primeiro por tr&ecirc;s etapas. Isso porque H&auml;kkinen obteve duas vit&oacute;rias em sequ&ecirc;ncia, em Barcelona e no Canad&aacute;, e virou o ponteiro da tabela na sexta etapa. A lideran&ccedil;a durou mais quatro provas.&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<br \/>\n (Mika Hakkinen Mal\u00e1sia 1999 (Foto: McLaren))<\/p><\/div>\n<\/div>\n<p>Enquanto Schumacher j&aacute; era a aus&ecirc;ncia depois de fraturar a perna na Inglaterra, Irvine foi ganhando espa&ccedil;o e saltou para a ponta na d&eacute;cima corrida daquele ano, depois de triunfar na &Aacute;ustria e na Alemanha. Mas o finland&ecirc;s da McLaren reagiu r&aacute;pido e retomou a frente. Isso durou at&eacute; a pen&uacute;ltima corrida, quando Irvine venceu na Mal&aacute;sia. A&iacute;, separados por quatro pontos, os dois foram decidir a ta&ccedil;a em Suzuka. S&oacute; H&auml;kkinen n&atilde;o deu chance, venceu a corrida, enquanto Irvine foi s&oacute; o terceiro colocado. A prova japonesa consagrou Mika bicampe&atilde;o de F1.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2016919209699_attachment_109787_O.jpg\" width=\"3557\" height=\"2362\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">Felipe Massa venceu a corrida final no Brasil, mas Fernando Alonso foi quem celebrou o t\u00edtulo (   Felipe Massa e Fernando Alonso GP do Brasil 2006 (Foto: Ferrari)                                 )<\/div>\n<\/div>\n<p><strong>3. 2006 | FERNANDO ALONSO X MICHAEL SCHUMACHER<\/strong><\/p>\n<p>A temporada de 2006 testemunhou um embate acirrado entre Fernando Alonso e Michael Schumacher, al&eacute;m da primeira aposentadoria do alem&atilde;o da F1. A verdade &eacute; o espanhol da Renault iniciou aquele campeonato muito forte, depois da conquista do t&iacute;tulo no ano anterior. Com uma regularidade impressionante, o asturiano venceu seis das primeiras nove etapas da temporada e foi segundo em outras tr&ecirc;s provas, garantindo uma lideran&ccedil;a s&oacute;lida na primeira fase do calend&aacute;rio. S&oacute; que Schumacher o acompanhou de perto, chegando um incr&iacute;vel empate em n&uacute;mero de pontos no GP da China, depois de uma vit&oacute;ria. S&oacute; a primeira coloca&ccedil;&atilde;o ficou apenas uma etapa nas m&atilde;os do alem&atilde;o.<\/p>\n<p>No Jap&atilde;o, o heptacampe&atilde;o estava na lideran&ccedil;a da prova quando foi tra&iacute;do pelo motor da Ferrari. O abandono e o triunfo do rival o rebaixaram. Na corrida derradeira, Schumacher protagonizou uma linda prova de recupera&ccedil;&atilde;o, mas n&atilde;o conseguiu impedir o segundo t&iacute;tulo do jovem espanhol.&nbsp;<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/20169192020512_attachment_52717_O.jpg\" width=\"3557\" height=\"2362\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">Contra todos os progn\u00f3sticos, o t\u00edtulo de 2007 ficou nas m\u00e3os de Kimi R\u00e4ikk\u00f6nen  (     Kimi R\u00e4ikk\u00f6nen festejou o t\u00edtulo em Interlagos (Foto: Ferrari)                               )<\/div>\n<\/div>\n<p><strong>2. 2007 | KIMI R&Auml;IKK&Ouml;NEN X LEWIS HAMILTON X FERNANDO ALONSO<\/strong><\/p>\n<p>A verdade &eacute; Kimi R&auml;ikk&ouml;nen venceu seu primeiro e &uacute;nico t&iacute;tulo na F1 na perseveran&ccedil;a e pregando a regularidade. O finland&ecirc;s da Ferrari sequer figurava entre os grandes favoritos, porque as estrelas daquele campeonato se chamavam Lewis Hamilton e Fernando Alonso. Era a temporada de estreia do ingl&ecirc;s na F1. O pupilo da McLaren chegou chegando e assombrou o mundo ao enfrentar de igual para igual o bicampe&atilde;o Fernando Alonso. A rivalidade entre os dois foi ta&otilde; severa que provocou a sa&iacute;da de Alonso da equipe no fim do ano.<\/p>\n<p>S&oacute; que R&auml;ikk&ouml;nen vinha totalmente alheio aos conflitos da ex-equipe e foi levando o campeonato de uma maneira que s&oacute; ele poderia fazer. A verdade &eacute; que o finland&ecirc;s iniciou o na lideran&ccedil;a, porque venceu a primeira corrida, na Austr&aacute;lia. Mas depois a primeira coloca&ccedil;&atilde;o foi passando pelas m&atilde;os de Alonso e de Hamilton &ndash; o ingl&ecirc;s, na realidade, liderou grande parte daquela temporada e chegou na frente tamb&eacute;m no dia da decis&atilde;o, em Interlagos.<\/p>\n<p>O ferrarista, por outro lado, vinha marcando pontos importantes e havia vencido as duas provas anteriores, mantendo suas chances ainda vivas. Ele era o terceiro quando desembarcou no Brasil. Mas uma corrida atrapalha de Hamilton e uma falta de ritmo de Alonso, al&eacute;m de uma pequena interven&ccedil;&atilde;o da Ferrari, ajudaram R&auml;ikk&ouml;nen a vencer e celebrar o campeonato. Este ainda &eacute; o &uacute;ltimo t&iacute;tulo de Pilotos da Ferrari na F1.<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2016328516376_LewisHamiltonNicoRosbergBahrain2014_O.jpg\" width=\"2560\" height=\"1536\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">O duelo \u00e9pico de 2014 terminou com uma vit\u00f3ria de virada de Lewis Hamilton (Lewis Hamilton e Nico Rosberg travaram um duelo \u00e9pico no Bahrein em 2014 (Foto: Getty Images))<\/div>\n<\/div>\n<p><strong>2014 | LEWIS HAMILTON X NICO ROSBERG<\/strong><\/p>\n<p>Diante de uma mudan&ccedil;a radical no regulamento t&eacute;cnico, a F1 criou enorme expectativa para a temporada 2014. Mas quando ela realmente come&ccedil;ou a Mercedes assombrou o mundo com um carro r&aacute;pido e quase imbat&iacute;vel. O t&iacute;tulo dificilmente sairia das m&atilde;os de seus dois pilotos, e Lewis Hamilton largou como grande favorito. S&oacute; Nico Rosberg n&atilde;o era carta fora do baralho e a pol&iacute;tica de igualdade de condi&ccedil;&otilde;es da equipe prata apenas apimentou o campeonato de um time s&oacute;. O alem&atilde;o o Mundial vencendo em Melbourne e foi se mantendo na frente, apesar das vit&oacute;rias seguidas de Hamilton. Tamanha a regularidade de Nico que o ingl&ecirc;s s&oacute; conseguiu tomar a ponta em Barcelona, depois de mais um triunfo.<\/p>\n<p>Mas Rosberg foi esperto na prova seguinte, em M&ocirc;naco, e freio a sequ&ecirc;ncia de vit&oacute;rias do rival, recuperando, assim, o primeiro posto. Hamilton n&atilde;o desistiu, claro. E foi a luta, s&oacute; que, ainda assim, Nico permanecia na ponta, e isso durou at&eacute; o GP de Cingapura, em setembro.<\/p>\n<p>A partir da vit&oacute;ria na corrida noturna Lewis n&atilde;o parou mais e voltou a liderar. Rosberg seguiu o brit&acirc;nico, venceu a pen&uacute;ltima prova da temporada, em Interlagos, e levou a disputa do t&iacute;tulo para Abu Dhabi. Mas nem mesmo a pontua&ccedil;&atilde;o dobrada ajudou o alem&atilde;o, que viu a consagra&ccedil;&atilde;o do brit&acirc;nico, que se tornava assim bicampe&atilde;o.&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nico Rosberg conseguiu novamente inverter papeis com Lewis Hamilton e agora retomou a lideran&ccedil;a da F1 em um ano em que busca seu primeiro t&iacute;tulo mundial. 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