{"id":2063,"date":"2016-07-07T06:00:00","date_gmt":"2016-07-07T09:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/grandepremium\/materias\/a-grande-aposta\/"},"modified":"2016-07-07T06:00:00","modified_gmt":"2016-07-07T09:00:00","slug":"a-grande-aposta","status":"publish","type":"42wp_premium","link":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/grandepremium\/noticias\/materias\/a-grande-aposta\/","title":{"rendered":"A grande aposta"},"content":{"rendered":"\n<p style=\"float: left;margin-right: 15px\">\n    google_ad_client = &#8220;ca-pub-6830925722933424&#8221;;<br \/>\n    google_ad_slot = &#8220;2258117790&#8221;;<br \/>\n    google_ad_width = 300;<br \/>\n    google_ad_height = 600;<br \/>\n<!-- Arranha-c\u00e9u --><a href=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js\">\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js<\/a><\/p>\n<p>A vit&oacute;ria nas 500 Milhas de Indian&aacute;polis quase vale um campeonato inteiro da Indy, dizem. E parece que a Andretti leva essa premissa a s&eacute;rio. Embora venha encontrando dificuldade para se colocar como a rival mais forte da Penske &mdash; a verdade &eacute; que a equipe da Carolina do Norte n&atilde;o vem tendo advers&aacute;rias reais em 2016 &mdash;, a esquadra comandada por Michael Andretti sabe como ningu&eacute;m como tirar proveito das oportunidades e, como um jogador astuto de p&ocirc;quer,&nbsp;n&atilde;o tem medo de arriscar. Talvez a&iacute; esteja seu grande m&eacute;rito e, certamente, um dos fatores que a puseram em uma posi&ccedil;&atilde;o de ganhar a mais importante corrida da s&eacute;rie norte-americana neste ano. E com o piloto que menos experi&ecirc;ncia possu&iacute;a no grande oval.&nbsp;<br \/>\n<br \/>\n<span style=\"line-height: 1.6em\">A Andretti jogou todos os dados seus na mesa no m&ecirc;s de maio. E foi recompensada. Apostou em um talento at&eacute; ent&atilde;o desconhecido na Am&eacute;rica e o colocou sob a tutela de Bryan Herta, que vivia um momento delicado do ponto de vista financeiro. Tamb&eacute;m buscou for&ccedil;as na Honda, tamb&eacute;m desacreditada diante da performance s&oacute;lida e consistente da rival Chevrolet, que vinha tamb&eacute;m servindo as outras duas principais equipes do grid.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p>Por&eacute;m, para contar a hist&oacute;ria de como a esquadra alcan&ccedil;ou o sucesso no templo da velocidade e deu in&iacute;cio a uma nova caminhada na temporada, &eacute; preciso voltar o rel&oacute;gio para o m&ecirc;s de fevereiro. L&aacute; no in&iacute;cio do ano, o filho de Mario decidiu absolver a equipe do grande amigo Bryan Herta. O norte-americano, que estava l&aacute; com Andretti em 2003 na &eacute;poca da compra do time, atravessava uma fase de extrema fragilidade financeira, &agrave; beira do fechamento. Michael achou que o momento era adequado e trouxe toda a opera&ccedil;&atilde;o da equipe de Herta para a Andretti Autosport.&nbsp;<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2016761843630_GettyImages-539253308_O.jpg\" width=\"5184\" height=\"3456\" \/><\/div>\n<blockquote class=\"destaque-imagem\"><p>Alexander Rossi se juntou \u00e0 equipe na \u00faltima hora  (Alexander Rossi (Foto: Getty Images))<\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2016761841250_Alexander Rossi Torre_O.jpg\" width=\"3656\" height=\"2500\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">\n    google_ad_client = &#8220;ca-pub-6830925722933424&#8221;;<br \/>\n    google_ad_slot = &#8220;5708856992&#8221;;<br \/>\n    google_ad_width = 336;<br \/>\n    google_ad_height = 280;<\/p>\n<p>S&oacute; que havia um problema: quem seria o piloto. O dirigente queria um carro para Justin Wilson, mas o destino interferiu tragicamente. Ainda restava algu&eacute;m. E esse algu&eacute;m era o jovem Alexander Rossi, que Andretti havia conhecido um ano antes. Na verdade, Michael j&aacute; acompanhava a carreira da promessa h&aacute; muito tempo, mesmo Rossi tendo constru&iacute;do sua trajet&oacute;ria visando a F1.<\/p>\n<p>S&oacute; que o menino estava sem rumo naquele in&iacute;cio de ano. Os planos do lado de l&aacute; do Oceano Atl&acirc;ntico tinham minguado. Alexander perdera o lugar na nova Manor e se viu sem ter como tocar a vida, depois de um 2015 em que disputou cinco corridas na ent&atilde;o Marussia, al&eacute;m do vice-campeonato na GP2.&nbsp;<\/p>\n<p>Alexander acertou a vida com a Andretti no fim de fevereiro, para andar no carro #98, sob o comando de Herta. Assim, a Andretti iniciou a temporada com quatro pilotos. Al&eacute;m de Rossi, os titulares Marco Andretti, Ryan Hunter-Reay e Carlos Mu&ntilde;oz completaram o quarteto. Para a Indy 500, Andretti ainda chamou o experiente Townsend&nbsp;Bell. Ou seja, era uma equipe at&eacute; maior que as duas rivais Penske e Ganassi.<\/p>\n<p>S&oacute; que os desafios da Andretti eram ainda maiores do que de suas advers&aacute;rias. A Honda era a primeira quest&atilde;o. E a adapta&ccedil;&atilde;o de Rossi, a segunda. Durante os treinos livres para a prova do dia 29 de maio, a Andretti e a Honda dedicaram horas e horas ao aprimoramento do motor e da aerodin&acirc;mica. Os pilotos andaram muito e, por vezes, se viram como os mais r&aacute;pidos do superoval nas sess&otilde;es que antecederam ao Pole Day, incluindo o pr&oacute;prio Rossi, que, no meio desse esfor&ccedil;o todo, tamb&eacute;m tratou de se ambientar ao oval, cuja experi&ecirc;ncia anterior em corrida havia sido apenas a etapa de Phoenix &ndash; disputada ainda em abril.<br \/>\n (Alexander Rossi venceu a Indy 500 em 2016 (Foto: Beto Issa))<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2016761841807_GettyImages-524614460_O.jpg\" width=\"2217\" height=\"1478\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">Bryan Herta e a Honda tiveram um papel importante na vit\u00f3ria da Andretti  (Bryan Herta (Foto: Getty Images))<\/div>\n<\/div>\n<p><strong>O PAPEL DA HONDA<\/strong><\/p>\n<p style=\"float: right;margin-left: 15px\">\n    google_ad_client = &#8220;ca-pub-6830925722933424&#8221;;<br \/>\n    google_ad_slot = &#8220;2258117790&#8221;;<br \/>\n    google_ad_width = 300;<br \/>\n    google_ad_height = 600;<br \/>\n<!-- Arranha-c\u00e9u --><a href=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js\">\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js<\/a><\/p>\n<p>Desde o in&iacute;cio do campeonato a Honda se mostrou fr&aacute;gil diante da Chevrolet. E n&atilde;o conseguia com suas equipes impor qualquer resist&ecirc;ncia aos carros empurrados pela marca da gravatinha, incluindo a&iacute; os modelos da Penske, que, depois de perder o t&iacute;tulo do ano passado, voltou muito forte e contando com um inspirad&iacute;ssimo Simon Pagenaud. At&eacute; o in&iacute;cio dos treinos para a Indy 500, a Andretti tinha em Ryan Hunter-Reay seu melhor piloto na tabela de classifica&ccedil;&atilde;o. O norte-americano, vencedor em Indian&aacute;polis em 2014, ocupava apenas a d&eacute;cima coloca&ccedil;&atilde;o na tabela geral, com 87 pontos contra 188 do l&iacute;der Pagenaud. A equipe somava apenas um p&oacute;dio, de Hunter-Reay, com o terceiro lugar em S&atilde;o Petersburgo, na abertura do ano. Neste per&iacute;odo, a Chevrolet levou simplesmente todas as cinco primeiras provas do campeonato.<\/p>\n<p>Ent&atilde;o, era hora de reagir. E os treinos foram fundamentais para a melhora da performance da Honda. Os japoneses focaram, de fato, na velocidade e nem tanto na confiabilidade. Ainda assim, a orienta&ccedil;&atilde;o dada pela Andretti foi tamb&eacute;m um ponto que a distinguiu das demais. Al&eacute;m disso, a experi&ecirc;ncia de seus pilotos fez a diferen&ccedil;a. Das sete sess&otilde;es efetivamente realizadas em Indian&aacute;polis &ndash; o segundo treino foi cancelado pela chuva -, a Andretti liderou quatro, incluindo as duas atividades que antecederam &agrave; defini&ccedil;&atilde;o das posi&ccedil;&otilde;es de largada.&nbsp;<\/p>\n<p>E tamanho esfor&ccedil;o da Honda se refletiu no grid. James Hinchcliffe, embora na Schmidt Peterson, foi o pole empurrado pelo atualizado motor japon&ecirc;s. E a marca ainda colocou mais quatro carros entre os nove mais r&aacute;pidos.&nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;Sempre confiei na Honda&rdquo;, disse Michael ao <strong>GRANDE PREMIUM<\/strong> depois de vencer a Indy 500. &ldquo;Eu realmente fiquei chateado com as cr&iacute;ticas, mas n&oacute;s conseguimos virar o jogo. E, juntos, fizemos um incr&iacute;vel trabalho neste m&ecirc;s. Eles conseguiram nos dar a for&ccedil;a que precis&aacute;vamos, e isso nos permitiu ter a competitividade necess&aacute;ria. N&atilde;o foi uma completa surpresa para mim, pois sabia de todo o nosso trabalho&rdquo;, completou.&nbsp;<br \/>\n<br \/>\nE a vit&oacute;ria tirou qualquer d&uacute;vida sobre uma eventual mudan&ccedil;a. &ldquo;N&atilde;o, nem penso nisso&rdquo;, acrescentou. &ldquo;n&atilde;o temos a menor inten&ccedil;&atilde;o de mudar. E agora &eacute; continuar trabalhando dessa mesma maneira.&rdquo;<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2016761841803_Alexander Rossi Leite_O.jpg\" width=\"3750\" height=\"2500\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">Rossi tinha tudo planejado para chegar \u00e0 F1. Mas quando tudo deu errado, foi Michael Andretti quem lhe deu a chance que deve mudar sua carreira  (Alexander Rossi venceu a Indy 500 em 2016 (Foto: Beto Issa))<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2016761844878_GettyImages-539598106_O.jpg\" width=\"4844\" height=\"3229\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">UM NOVATO QUE PARECEU VETERANO<\/p>\n<p>    google_ad_client = &#8220;ca-pub-6830925722933424&#8221;;<br \/>\n    google_ad_slot = &#8220;5708856992&#8221;;<br \/>\n    google_ad_width = 336;<br \/>\n    google_ad_height = 280;<\/p>\n<p>O outro lado do grande desempenho da Andretti em Indian&aacute;polis obviamente tem a ver com Alexander Rossi e Bryan Herta. O novato, sem qualquer experi&ecirc;ncia na Indy em si, fechou acordo no instante final e decidiu tamb&eacute;m arriscar a carreira na s&eacute;rie&nbsp;americana, depois de ter ficado sem op&ccedil;&otilde;es na Europa.<\/p>\n<p>Nascido em Auburn, Calif&oacute;rnia, em 23 de setembro de 1991, Alex se tornou piloto pela influ&ecirc;ncia do pai. E deixou os EUA rumo ao sonho de conquistar a F1 com apenas 16 anos, depois de ganhar um teste com a ent&atilde;o BMW Sauber no Mundial, por meio da vit&oacute;ria em um torneio da F-BMW em 2008.&nbsp;<\/p>\n<p>Rossi, portanto, construiu sua trajet&oacute;ria andando nas categorias europeias, como a antiga World Series, a GP2 Asia, a GP2 e at&eacute; GP3. Tudo isso foi necess&aacute;rio para ganhar uma chance na F1, que veio por meio da Caterham em 2012. O piloto se manteve ligado &agrave; esquadra malaia at&eacute; meados de 2014, depois que o time come&ccedil;ou a se deparar com o fracasso. Da Caterham, Alex viu surgir a chance na Marussia &ndash; mas esta tamb&eacute;m j&aacute; vivia a duras penas.&nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;Eu deixei a Calif&oacute;rnia com 16 anos e fui para a Europa. O meu sonho era a F1. E sempre foi desde que eu tinha dez anos de idade. Quando a chance chegou, n&atilde;o quis desperdi&ccedil;ar. E foi uma conquista estar ligado a equipes da F1. Mas 2014 foi um ano incrivelmente desafiador por diferentes raz&otilde;es&rdquo;, disse ao GRANDE PREMIUM.<br \/>\n (Michael Andretti (Foto: Getty Images))<\/p><\/div>\n<\/div>\n<p style=\"float: left;margin-right: 15px\">\n    google_ad_client = &#8220;ca-pub-6830925722933424&#8221;;<br \/>\n    google_ad_slot = &#8220;2258117790&#8221;;<br \/>\n    google_ad_width = 300;<br \/>\n    google_ad_height = 600;<br \/>\n<!-- Arranha-c\u00e9u --><a href=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js\">\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js<\/a><\/p>\n<p>&ldquo;Mas, no fim, eu n&atilde;o sabia o que ia fazer&rdquo;, completou. Na verdade, naquele mesmo ano, as duas menores equipes do grid do Mundial sucumbiram. A Caterham simplesmente deixou de existir, enquanto a Marussia voltou para o ano seguinte, ainda que capengando. Mas ganhou f&ocirc;lego ao ser adquirida por um empres&aacute;rio norte-irland&ecirc;s do ramo de energia na Inglaterra. A partir da&iacute;, o time foi tentando se reerguer, e Alexander finalmente teve a sua chance de estrear na F1. Ainda que seguisse na GP2, Rossi debutou no GP de Cingapura e fez mais quatro corridas em 2015.<br \/>\n<br \/>\n<span style=\"line-height: 1.6em\">&ldquo;Eu tive uma nova chance em 2015 e voltei &agrave; Europa para correr na GP2. Foi nessa &eacute;poca que conheci Michael. E n&oacute;s conversamos sobre as oportunidades que poderiam aparecer naquele ano. Mas eu optei pela Europa, agarrei a chance. E como resultado, acabei fazendo cinco corridas na F1 e tamb&eacute;m ainda completei a temporada na GP2.&quot;<\/span><br \/>\n<br \/>\n<span style=\"line-height: 1.6em\">S&oacute; que, depois disso, as oportunidades desapareceram. &ldquo;As coisas n&atilde;o funcionaram de acordo com os planos que eu tinha para 2016 na Europa&rdquo;, reconheceu. &ldquo;Mas a&iacute; surgiu essa chance aqui, com Michael e Bryan. E isso foi extraordin&aacute;rio. Quatro meses depois, chegamos a Indian&aacute;polis e vencemos. &Eacute; absolutamente incr&iacute;vel&rdquo;, acrescentou.&nbsp;<\/span><br \/>\n<br \/>\n<span style=\"line-height: 1.6em\">Nas voltas finais da corrida em Indian&aacute;polis, quando Rossi assumiu a lideran&ccedil;a enquanto os l&iacute;deres pararam, era a voz de Herta que o jovem ouvia no r&aacute;dio. O ex-piloto chamava a aten&ccedil;&atilde;o do novato para consumo de combust&iacute;vel e o tr&aacute;fego na pista. Alexander conseguiu entrar para a hist&oacute;ria ao se recuperar em uma corrida t&aacute;tica e ao saber poupar seu carro.<\/span><br \/>\n<br \/>\n<span style=\"line-height: 1.6em\">&ldquo;Eu fiquei por muito tempo com o som daquela &uacute;ltima volta na cabe&ccedil;a, com Bryan gritando comigo. Foi fant&aacute;stico. E at&eacute; agora n&atilde;o acredito.&quot;<\/span><br \/>\n<br \/>\n<span style=\"line-height: 1.6em\">Herta tamb&eacute;m se mostrou chocado. &ldquo;Foi inacredit&aacute;vel o que aconteceu. Esse rapaz chegou aqui em 23 de fevereiro, sem saber nada sobre isso aqui. Foi m&aacute;gico&rdquo;, disse, tendo a frase completada por Michael: &ldquo;Ele n&atilde;o tinha a menor ideia. Honestamente, n&atilde;o tinha a menor ideia mesmo. Ele era 100% Europa, desde a maneira de treinar, tudo. Ele nunca tinha visto um oval, exceto em Phoenix pouco antes disso aqui. Por isso, &eacute; realmente impressionante o que ele fez.&rdquo;<\/span><\/p>\n<p>&ldquo;Ele trabalhou muito nesse tempo todo. Sempre muito envolvido e agradecido pela oportunidade dada por Michael. Porque n&atilde;o fui quem encontrou esse rapaz, foi Michael, foi ele que o observou e quis lhe dar uma chance. Acreditou&rdquo;, emendou Bryan.&nbsp;<\/p>\n<p>Herta ainda foi lembrado sobre a vit&oacute;ria de Dan Wheldon em 2011. E questionado se a emo&ccedil;&atilde;o era a mesma ou se o triunfo do novato ter&aacute; mais import&acirc;ncia. Ao <strong>GRANDE PREMIUM<\/strong>, o norte-americano disse ser imposs&iacute;vel responder. &ldquo;S&atilde;o sentimentos muito particulares e n&atilde;o conseguimos ver uma vit&oacute;ria melhor que a outra. E &eacute; diferente. Ningu&eacute;m sabe o qu&atilde;o dif&iacute;cieis foram as aqueles &uacute;ltimas voltas no r&aacute;dio, quando eu estava dizendo a Alex o que fazer. E ele fez exatamente o que eu queria. Dan tamb&eacute;m foi fant&aacute;stico.&rdquo;<\/p>\n<p>Ao fim e ao cabo, Bryan se sente orgulhoso do trabalho feito ao lado de Rossi e da confian&ccedil;a depositada por Michael. &ldquo;Eu estou muito agradecido. Quando est&aacute;vamos no desfile, em Indian&aacute;polis, eu disse a ele: muito obrigado. Sem ele, provavelmente eu teria visto tudo do sof&aacute;. A Indy 500 &eacute; incr&iacute;vel, a Indy &eacute;. N&atilde;o d&aacute; para descrever&rdquo;, completou o ex-dono de equipe.<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2016761840138_Alexander Rossi Coroa_O.jpg\" width=\"2811\" height=\"2500\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">E Rossi levou as 500 Milhas de Indian\u00e1polis em sua primeira vez no superoval. E entrou para a hist\u00f3ria (Alexander Rossi venceu a Indy 500 em 2016 (Foto: Beto Issa))<\/div>\n<\/div>\n<p>Quanto a Rossi, ele segue na equipe ao menos at&eacute; o fim do ano, assim como o trabalho de reserva na Manor. E a F1? &ldquo;Para ser honesto, n&atilde;o tenho a menor ideia do que vai acontecer daqui para frente. N&atilde;o vou estar em nenhuma corrida da F1 por enquanto. Continuo como piloto reserva. Eu apenas sento em algum lugar l&aacute; e finjo que sou algu&eacute;m importante&rdquo;, brincou.&nbsp;<\/p>\n<p>Na verdade, n&atilde;o precisa mais fingir.<\/p>\n<p>A Andretti, por sua vez, tem uma grande chance neste fim de semana de seguir com sua trajet&oacute;ria de sucesso em Iowa, onde a Indy se re&uacute;ne para a d&eacute;cima etapa da temporada 2017. S&oacute; a equipe de Michael venceu no pequeno oval desde 2007.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Andretti sabe como tirar proveito das adversidades. E provou isso ao apostar no trabalho da Honda, de Bryan Herta e chamar o novato Alexander Rossi para compor a equipe que ganhou a Indy 500<\/p>\n","protected":false},"author":0,"featured_media":0,"template":"","meta":{"42wp_featured_image_caption":"","42wp_featured_image_credits":"","42wp_featured_video":"","42wp_featured_image_hidden":false,"42wp_authors_list":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[8774],"42wp_author":[47115],"class_list":["post-2063","42wp_premium","type-42wp_premium","status-publish","hentry","category-noticias","tag-bryan-herta","42wp_author-evelyn-guimaraes"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_premium\/2063","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_premium"}],"about":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/42wp_premium"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_premium\/2063\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2063"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2063"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2063"},{"taxonomy":"42wp_author","embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_author?post=2063"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}