{"id":2270,"date":"2016-03-09T06:00:00","date_gmt":"2016-03-09T09:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/grandepremium\/materias\/afinal-como-a-colombia-virou-um-fenomeno-na-indy\/"},"modified":"2016-03-09T06:00:00","modified_gmt":"2016-03-09T09:00:00","slug":"afinal-como-a-colombia-virou-um-fenomeno-na-indy","status":"publish","type":"42wp_premium","link":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/grandepremium\/noticias\/materias\/afinal-como-a-colombia-virou-um-fenomeno-na-indy\/","title":{"rendered":"Afinal, como a Col&ocirc;mbia virou um fen&ocirc;meno na Indy?"},"content":{"rendered":"\n<p style=\"float: left;margin-right: 15px\">\n<p>    google_ad_client = &#8220;ca-pub-6830925722933424&#8221;;<br \/>\n    google_ad_slot = &#8220;5708856992&#8221;;<br \/>\n    google_ad_width = 336;<br \/>\n    google_ad_height = 280;<br \/>\n<!-- Ret\u00e2ngulo grande --><a href=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js\">\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js<\/a><\/p>\n<p>O que &eacute; a Col&ocirc;mbia sen&atilde;o apenas mais um dos 12 pa&iacute;ses que comp&otilde;em a Am&eacute;rica do Sul? Um pa&iacute;s que, assim como seus vizinhos, tem uma quantidade anormal de problemas hist&oacute;ricos, n&atilde;o resolvidos, e que voc&ecirc; provavelmente associa ao tr&aacute;fico de drogas, Pablo Escobar, Shakira e James Rodr&iacute;guez. Existe, por&eacute;m, um lado da na&ccedil;&atilde;o libertada por Simon Bol&iacute;var que acaba sendo ignorado no meio disso tudo: o pa&iacute;s est&aacute; virando uma pot&ecirc;ncia na Indy.<\/p>\n<p>Juan Pablo Montoya, Carlos Mu&ntilde;oz, Gabby Chaves, Sebasti&aacute;n Saavedra e Carlos Huertas. Todos colombianos com passagem na Indy em 2015, tempor&aacute;ria ou permanente. Voc&ecirc; certamente j&aacute; ouviu falar em Montoya, maior piloto da hist&oacute;ria do pa&iacute;s, mas talvez nunca tenha dado a devida aten&ccedil;&atilde;o aos demais nomes. Mu&ntilde;oz j&aacute; desponta como um dos nomes do futuro da categoria, enquanto Chaves ganhava o <em>Rookie of the Year<\/em>. Saaverdra e Huertas s&atilde;o bons? N&atilde;o. Mas tr&ecirc;s de cinco parece um bom aproveitamento.<\/p>\n<p>A nova fase colombiana &eacute; &uacute;nica entre pa&iacute;ses sul-americanos. O Brasil, &uacute;nico outro pa&iacute;s do continente com pilotos regulares na Indy, est&aacute; longe de contar com jovens na categoria. H&eacute;lio Castroneves e Tony Kanaan s&atilde;o, h&aacute; anos, os &uacute;nicos respons&aacute;veis por erguer a bandeira verde e amarela em solo americano.<\/p>\n<p>A&iacute; vem a pergunta: qual o motivo para isso acontecer? Nada acontece por acaso, diria o outro. Quest&otilde;es financeiras, proximidade cultural, o <em>boom<\/em> causado por Montoya na &eacute;poca da F1. O bom momento do pa&iacute;s na Indy pode ser qualquer coisa, menos uma obra do destino.<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2016381630490_GettyImages-485613340_O.jpg\" width=\"2200\" height=\"1435\" \/><\/div>\n<blockquote class=\"destaque-imagem\"><p>Depois de anos sozinho, Montoya passou a ter compatriotas na Indy (Generated by  IJG JPEG Library)<\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<p>Uma an&aacute;lise sobre o assunto n&atilde;o poderia come&ccedil;ar de outro jeito: falando sobre dinheiro. Como se sabe, os gastos exacerbantes com uma carreira na F1 est&atilde;o afetando cada vez mais&nbsp;aqueles que n&atilde;o t&ecirc;m um patroc&iacute;nio forte, ou apoio de uma equipe. Em teoria, esta limita&ccedil;&atilde;o deveria afetar todos os pa&iacute;ses uniformemente, mas n&atilde;o &eacute; bem assim: &eacute; muito mais f&aacute;cil arranjar um patrocinador disposto a investir em automobilismo na Inglaterra do que na Col&ocirc;mbia, por exemplo. Quantas empresas colombianas s&atilde;o realmente grandes a ponto de injetar dinheiro em jovens talentos, afinal?<\/p>\n<p>Sem o suporte necess&aacute;rio, os pilotos colombianos resolvem desbravar o mundo apenas com a cara e a coragem. Os que d&atilde;o certo, como Mu&ntilde;oz e Chaves, s&oacute; aparecem com patroc&iacute;nios americanos, ou adesivos com o nome de suas pr&oacute;prias equipes. Mesmo Montoya, com fama e reconhecimento, n&atilde;o traz dinheiro colombiano para a Penske.<\/p>\n<p>E isso &eacute; um problema s&eacute;rio. Chaves, por exemplo, perdeu a vaga na Bryan Herta e, salvo alguma contrata&ccedil;&atilde;o no meio da temporada, estar&aacute; fora da Indy em 2016. Quem tomou seu espa&ccedil;o foi Alexander Rossi, que conseguiu a proeza de atrair patrocinadores americanos para a F1 e certamente far&aacute; o mesmo em seu novo certame.<\/p>\n<p>Se at&eacute; na Indy as coisas est&atilde;o ruins, o que esperar de um latino tentando desbravar a complicada rota para chegar &agrave; F1? Se o Brasil, pa&iacute;s sul-americano com mais tradi&ccedil;&atilde;o em automobilismo, n&atilde;o consegue emplacar algu&eacute;m em uma GP2 ou GP3 da vida, o que esperar de uma na&ccedil;&atilde;o que s&oacute; foi ter um representante digno no cen&aacute;rio internacional h&aacute; 15 anos?<\/p>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2016380432_GettyImages-451399864_O.jpg\" width=\"2000\" height=\"1277\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">Sucesso na Indy. E quem se importa?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>    google_ad_client = &#8220;ca-pub-6830925722933424&#8221;;<br \/>\n    google_ad_slot = &#8220;5708856992&#8221;;<br \/>\n    google_ad_width = 336;<br \/>\n    google_ad_height = 280;<\/p>\n<p>Na Col&ocirc;mbia, voc&ecirc; n&atilde;o vai encontrar pessoas na rua casualmente falando sobre F1 ou automobilismo em geral &ndash; assim como no Brasil, verdade seja dita. O sucesso do pa&iacute;s no exterior est&aacute; longe de significar popularidade entre os nativos. Conversas com tr&ecirc;s pessoas de Bogot&aacute; servem para exemplificar isso. Feita a pergunta &lsquo;o automobilismo &eacute; popular na Col&ocirc;mbia?&rsquo;, duas responderam &lsquo;n&atilde;o&rsquo;. Uma terceira respondeu &lsquo;j&aacute; foi&rsquo;: a transi&ccedil;&atilde;o de Montoya da F1 para a Nascar foi citada como motivo para o fen&ocirc;meno.<\/p>\n<p>A prova disso veio na sequ&ecirc;ncia da conversa: o sujeito em quest&atilde;o acreditava que Juan Pablo&nbsp;ainda estava correndo na Nascar.<\/p>\n<p>No futebol, a similaridade entre colombianos e brasileiros &eacute; evidente. Nossos vizinhos s&atilde;o t&atilde;o fan&aacute;ticos quanto n&oacute;s, tendo clubes como Atl&eacute;tico Nacional, Millonarios e Deportivo Cali dentre os mais populares do pa&iacute;s. Isso, assim como no Brasil, leva ao esquecimento dos demais esportes: v&ocirc;lei, basquete e t&ecirc;nis est&atilde;o longe de ser assunto frequente, assim como o automobilismo.&nbsp;<br \/>\n (Generated by  IJG JPEG Library)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2016381648262_FotorCreated_O.jpg\" width=\"2700\" height=\"1519\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">Outro ponto importante para avaliar o crescimento da Col&ocirc;mbia na Indy &eacute; cultural. J&aacute; se v&atilde;o mais de 20 anos desde o auge da guerra contra o narcotr&aacute;fico, per&iacute;odo em que os colombianos n&atilde;o tiveram muitas op&ccedil;&otilde;es al&eacute;m de receber os Estados Unidos de bra&ccedil;os abertos para vencer Pablo Escobar e companhia limitada.<\/p>\n<p>E, bem, a partir do momento que Tio Sam chega at&eacute; voc&ecirc;, &eacute; dif&iacute;cil simplesmente dar tchau: desde ent&atilde;o, os dois pa&iacute;ses se tornaram muito pr&oacute;ximos &ndash; tanto em pol&iacute;ticas quanto em ideologias.<\/p>\n<p>Todos os presidentes da hist&oacute;ria recente da Col&ocirc;mbia fortaleceram ou mantiveram as rela&ccedil;&otilde;es do pa&iacute;s com os Estados Unidos. Juan Manuel Santos, eleito em 2010, &eacute; mais um a manter as tradi&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p>Isso se reflete no cotidiano da Col&ocirc;mbia. Em v&aacute;rios momentos, ao caminhar pelas metr&oacute;poles, d&aacute; para se um gostinho de Miami ou S&atilde;o Francisco: lojas, restaurantes e fast-foods que n&atilde;o se espera encontrar nesta parte do mundo. Mesmo nos notici&aacute;rios, as redes locais de TV optam por um padr&atilde;o televisivo jornal&iacute;stico t&iacute;picamente americano.<\/p>\n<p>Pode parecer bobagem, um devaneio meu, mas todos esses detalhes acabaram cumprindo o papel na vida de um jovem de 20 e poucos anos que resolve seguir com sua carreira esportiva nos Estados Unidos. Gente como Mu&ntilde;oz e Chaves ainda chega a tentar algo na Europa, mas parece&nbsp;muito mais pr&oacute;xima&nbsp;de uma mudan&ccedil;a de rumos, atravessando o Atl&acirc;ntico e se estabelecendo no pa&iacute;s de Barack Obama.<\/p>\n<p>De uma hora para outra, op&ccedil;&otilde;es como a Indy Lights come&ccedil;am at&eacute; a parecer mais interessantes do que ficar batendo cabe&ccedil;a em uma GP3 da vida, sem qualquer garantia de eventual avan&ccedil;o.\n <\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2016381736131_03Ger20_O.jpg\" width=\"3500\" height=\"2469\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">\n&Eacute; ineg&aacute;vel, todavia, que Montoya um papel important&iacute;ssimo para a juventude. Juan Pablo &eacute;, para o automobilismo local, um &iacute;dolo sem precedentes. Mu&ntilde;oz e Chaves, quando pequenos, viam a ascens&atilde;o do her&oacute;i nacional em um mundo, o do automobilismo, que nunca se importou com colombianos.<\/p>\n<p>N&atilde;o &eacute; dif&iacute;cil tra&ccedil;ar um paralelo entre Montoya e Ayrton Senna, pois. Senna, aliado ao seu sucesso com o povo brasileiro, foi a fa&iacute;sca que deu in&iacute;cio &agrave; explos&atilde;o de pilotos do Brasil nas d&eacute;cadas de 1990 e de 2000. E isso n&atilde;o aconteceria com tal magnitude se um her&oacute;i de inf&acirc;ncia n&atilde;o tivesse criado o interesse em tantas crian&ccedil;as.<\/p>\n<p>O mesmo parece acontecer com Montoya: todas aquelas crian&ccedil;as viram, maravilhadas, um colombiano vencer a Indy 500,&nbsp;lutar pelo t&iacute;tulo da F1, al&eacute;m de espremer Michael Schumacher no S do Senna.<\/p>\n<p>Se isso n&atilde;o &eacute; capaz de fazer uma pessoa acreditar em seus sonhos,&nbsp;eu n&atilde;o sei o que &eacute; capaz. Nenhum colombiano esteve na F1 desde a conturbada sa&iacute;da de Montoya, em 2006, apontando para um fracasso relativo da gera&ccedil;&atilde;o de colombianos. Mas essa gente, depois de aprender a pilotar, n&atilde;o poderia simplesmente desistir de tudo. E &eacute; a&iacute; que entra a Indy, suprindo uma demanda criada ao longo dos &uacute;ltimos anos.\n <\/p><\/div>\n<\/div>\n<p style=\"float: left;margin-right: 15px\">\n<p>    google_ad_client = &#8220;ca-pub-6830925722933424&#8221;;<br \/>\n    google_ad_slot = &#8220;5708856992&#8221;;<br \/>\n    google_ad_width = 336;<br \/>\n    google_ad_height = 280;<br \/>\n<!-- Ret\u00e2ngulo grande --><a href=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js\">\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js<\/a><\/p>\n<p>Se a trilha para a Indy parece acess&iacute;vel para os colombianos, a da F1 voltou a ser t&atilde;o complexa quanto antes de Montoya. Poucos s&atilde;o aqueles que se aventuram pelo automobilismo europeu. E os motivos logo se tornam aparentes.<\/p>\n<p>Dissertemos sobre &Oacute;scar Tunjo, de quem voc&ecirc; provavelmente nunca ouviu falar. Nascido em Cali, o jovem de 20 anos conseguiu alguns resultados decentes em categorias como a Formula BMW, onde foi vice em 2010. Depois de alguns resultados duvidosos na World Series em 2014, a mudan&ccedil;a para a GP3 em 2015 foi a rota escolhida.<\/p>\n<p>Na GP3, Tunjo estava longe de ser um protagonista. Mas quis o destino que, com ajuda do grid invertido, um colombiano vencesse a Corrida 2 no Red Bull Ring. Promissor? Bem, uma rodada dupla depois &Oacute;scar havia perdido sua vaga na Trident por falta de patroc&iacute;nio, nunca mais voltando. J&aacute; em 2016, s&oacute; Deus sabe o que ser&aacute; de seu futuro.<\/p>\n<p>A pr&oacute;xima temporada da GP3, todavia, contar&aacute; com representante da Col&ocirc;mbia. Uma representante: Tatiana Calder&oacute;n. A pilota vem de tr&ecirc;s temporadas na F3 Europeia, mas n&atilde;o &eacute; exatamente um Esteban Ocon da vida: dois dos tr&ecirc;s anos foram acabaram sem pontos. D&aacute; para esperar algo de Calder&oacute;n na GP3? Apenas que ela n&atilde;o seja t&atilde;o ruim quanto Carmen Jord&aacute;.<\/p>\n<p>O aparente fim da jornada do p&iacute;fio Juli&aacute;n Leal na GP2 d&aacute; ainda mais sinais de que n&atilde;o teremos um colombiano na F1 t&atilde;o cedo. N&atilde;o que Leal realmente parecesse capaz de chegar ao &aacute;pice do automobilismo &ndash; quatro p&oacute;dios em cinco anos est&aacute; longe de ser um hist&oacute;rico bom &ndash;, mas servia para manter a esperan&ccedil;a viva.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Contando com veteranos e promessas, a Col&ocirc;mbia j&aacute; &eacute; uma pot&ecirc;ncia na Indy. E a pergunta fica no ar: como que um pa&iacute;s t&atilde;o incipiente no automobilismo conseguiu tal posi&ccedil;&atilde;o?<\/p>\n","protected":false},"author":0,"featured_media":0,"template":"","meta":{"42wp_featured_image_caption":"","42wp_featured_image_credits":"","42wp_featured_video":"","42wp_featured_image_hidden":false,"42wp_authors_list":[],"footnotes":"","42wp_breaking_news":false},"categories":[1],"tags":[],"42wp_author":[47118],"class_list":["post-2270","42wp_premium","type-42wp_premium","status-publish","hentry","category-noticias","42wp_author-vitor-fazio"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_premium\/2270","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_premium"}],"about":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/42wp_premium"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_premium\/2270\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2270"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2270"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2270"},{"taxonomy":"42wp_author","embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_author?post=2270"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}