{"id":918,"date":"2020-03-04T06:00:00","date_gmt":"2020-03-04T09:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/grandepremium\/materias\/a-esperanca-brasileira-e-nordestina-da-indy-8\/"},"modified":"2020-03-04T06:00:00","modified_gmt":"2020-03-04T09:00:00","slug":"a-esperanca-brasileira-e-nordestina-da-indy-8","status":"publish","type":"42wp_premium","link":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/grandepremium\/noticias\/materias\/a-esperanca-brasileira-e-nordestina-da-indy-8\/","title":{"rendered":"A esperan&ccedil;a brasileira (e nordestina) da Indy"},"content":{"rendered":"\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2020331715941_Kiko Porto teste USF2000 foto Chris Burger 10_O.jpg\" width=\"2000\" height=\"1333\" \/><\/div>\n<blockquote class=\"destaque-imagem\"><p>\n&nbsp;<\/p>\n<p>Francisco Melo Domingues Porto tem apenas 16 anos, mas uma boa carga de responsabilidade nas costas. Ao lado de Dudu Barrichello, Kiko Porto, como &eacute; conhecido, &eacute; um raro brasileiro no Road to Indy de 2020. Al&eacute;m disso, tem a oportunidade de colocar o Nordeste em evid&ecirc;ncia em uma categoria de ponta nos pr&oacute;ximos anos.<\/p>\n<p>E o jovem piloto sabe disso tudo, sabe o tamanho e o significado que tem seu momento de ascens&atilde;o no automobilismo americano e, mais do que isso, se sente bem com a responsabilidade. No geral, Kiko assimila a press&atilde;o e pensa em um futuro promissor que pode come&ccedil;ar a desenhar a partir de sua carreira.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Com uma maturidade impressionante apesar da pouca idade, o piloto fala bastante sobre suas origens, do orgulho que tem de representar o Nordeste e o Brasil no per&iacute;odo de entressafra agora com a sa&iacute;da de Matheus Leist e com Tony Kanaan e Helio Castroneves com programas reduzidos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&quot;&Eacute; muito bom. Sempre que falo que sou piloto aqui no Nordeste o pessoal comenta da escassez. E eu sinto que posso ser um novo pontap&eacute; inicial nessa hist&oacute;ria. Sei que j&aacute; tivemos muitos outros pilotos, mas das &uacute;ltimas levas eu sou um dos &uacute;nicos a conseguir levar isso para frente, como meta de vida. Fico muito feliz em representar o Nordeste, n&atilde;o tenho d&uacute;vida de que terei uma torcida imensa comigo&quot;, comenta em entrevista exclusiva ao GRANDE PREMIUM.<\/p>\n<p> (Kiko Porto (Foto: Chris Burger\/USF2000))<\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2020331715477_Box 3_O.jpg\" width=\"1907\" height=\"1093\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">Um amigo veterano<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Nascido em Recife, capital de Pernambuco, Kiko se inspira no pai, empres&aacute;rio de mesmo nome, e tamb&eacute;m em Beto Monteiro, piloto conterr&acirc;neo de bel&iacute;ssimo curr&iacute;culo e que hoje est&aacute; na Copa Truck. Ali&aacute;s, os caminhos de Kiko e Beto se cruzaram de uma forma bastante inesperada, mas foi um encontro que simplesmente colocou a carreira do garoto no rumo certo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&quot;A gente se encontrou em um shopping em 2017. Estava pensando em correr na It&aacute;lia de F4, tentamos a Prema, mas eram &euro; 450 mil uma temporada &ndash; atualmente R$ 2,2 milh&otilde;es, ou ent&atilde;o &euro; 370 mil em uma equipe menor. Meu pai estava vendo que n&atilde;o ia dar, uma coisa &eacute; fazer um ano, mas e depois? N&atilde;o d&aacute; para fazer um ano e depois parar, tem de ter uma vis&atilde;o l&aacute; na frente. A&iacute;, conversando com Beto, abrimos o olho, ele falou da F4 Americana e tamb&eacute;m de campeonatos de GT por l&aacute;, que tem um leque muito amplo de categorias. Foi por meio dessa conversa que marcamos para testar na F4 e tudo come&ccedil;ou&quot;, conta.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Al&eacute;m do conselho de ir tentar a sorte nos EUA que mudou a hist&oacute;ria dos Porto nos &uacute;ltimos dois anos e permitiu a chegada ao Road to Indy para, em 2020, vestir as cores da DEForce, Beto tamb&eacute;m se transformou em uma inspira&ccedil;&atilde;o pr&oacute;xima do jovem piloto.<br \/>\n (Kiko Porto (Foto: F4 Americana))<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>&quot;Ele me ajudou muito mesmo. Al&eacute;m de me passar toda experi&ecirc;ncia que tem, &eacute; um cara que j&aacute; correu de tudo, &eacute; impressionante, mas tamb&eacute;m um cara que come&ccedil;ou no duro, no dif&iacute;cil e no ardil. Tenho muito mais condi&ccedil;&otilde;es do que ele teve na &eacute;poca dele, mas essa for&ccedil;a de vontade dele, a garra, a determina&ccedil;&atilde;o, &eacute; isso que mais brilha meus olhos. A t&eacute;cnica, a experi&ecirc;ncia, tudo conta, mas a garra dele &eacute; algo que eu realmente vou levar sempre comigo&quot;, explica.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Correndo desde o final de 2011, Kiko Porto acumulou uma s&eacute;rie de t&iacute;tulos regionais em Pernambuco, na Para&iacute;ba e no Rio Grande do Norte, vencendo tamb&eacute;m o nacional de kart em 2016 e, no ano seguinte, partindo para campeonatos no exterior. Foi nessa &eacute;poca que chegou a pensar no caminho para a F1, mas trocou a rota rapidamente pelos valores e possibilidades reais. Hoje, j&aacute; pensa de forma bem mais ampla no futuro.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&quot;Quando comecei, como quase com todo mundo, meu sonho era a F1, mas depois de um tempo eu fui vendo que a F1 est&aacute; muito complicada, &eacute; muito complexo chegar l&aacute;, &eacute; um absurdo na parte do talento, mas tamb&eacute;m do dinheiro. Hoje, n&atilde;o basta ter talento, &eacute; um pacote, precisa ter sorte, precisa ter tudo, estar no lugar certo e na hora certa, virou uma coisa muito monumental. A&iacute; parei para pensar na realidade e vi que existem outras possibilidades. Como sou muito f&atilde; de monopostos, a Indy seria a mais plaus&iacute;vel, gosto muito da categoria e acho as corridas at&eacute; melhores que as da F1. Mas eu sou totalmente aberto a uma F&oacute;rmula E da vida, andando de f&oacute;rmula eu estou feliz&quot;.<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2020331715811_F4 ,Mrs Ridge, Pai, Kiko e Beto_O.JPG\" width=\"2000\" height=\"1333\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">Kiko Porto com Beto Monteiro (F4, Mrs Ridge, Pai, Kiko e Beto (Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o))<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2020331715109_Box 1_O.jpg\" width=\"1709\" height=\"1237\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">A aventura nos EUA<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>F&atilde; de Ayrton Senna, da hist&oacute;ria de Lewis Hamilton, de churrasco, de comida japonesa, de praia, de viagens e espectador ass&iacute;duo de tudo que &eacute; categoria, Kiko vem de um vice-campeonato na disputada F4 Americana que, naturalmente, fez seu nome ganhar proje&ccedil;&atilde;o. Ainda assim, &eacute; cauteloso ao avaliar como foi seu desempenho.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&quot;Comecei bem, fui r&aacute;pido a temporada toda, mas acabei n&atilde;o tendo tanta consist&ecirc;ncia. Em Virg&iacute;nia, por exemplo, n&atilde;o tivemos o melhor acerto para o carro, estava dif&iacute;cil, a gente era muito r&aacute;pido, mas tinha vezes que n&atilde;o adiantava, a gente andava com pouca asa e ficava com a traseira bem solta. Tinha prova que ficava bem dif&iacute;cil. Tive tamb&eacute;m acidentes em Mid-Ohio e Austin, que fui acertado, que complicaram bastante as coisas. O Joshua Car, que foi campe&atilde;o, conseguiu encaixar tudo, era r&aacute;pido, era constante, ent&atilde;o deu tudo certo para ele&quot;, diz.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Mesmo sabendo que o desafio n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil, o pernambucano deixa claro que, sim, o primeiro objetivo para 2020 &eacute; chegar na USF2000 e j&aacute; subir de categoria. At&eacute; a Indy, a escada ainda tem a Pro 2000 e a Indy Lights.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&quot;Nosso plano &eacute; acabar o ano e j&aacute; subir para outra categoria. Tenho muito que aprender ainda, s&oacute; fiz um ano completo nos carros, mas, pelos treinos que estou fazendo, vou chegar forte, acho que estaremos ali pelo top-5, a&iacute; fica bom&quot;, avalia.<br \/>\n (Kiko Porto (Foto: F4 Americana))<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2020332046320_pro32_O.jpg\" width=\"640\" height=\"427\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">O momento n&atilde;o &eacute; nada bom para o automobilismo brasileiro em geral. J&aacute; n&atilde;o &eacute; de hoje que o pa&iacute;s est&aacute; sem pilotos na F1 e, cada vez mais, parece real o risco de ficar sem ningu&eacute;m em prova alguma da Indy. Em 2020, por exemplo, &eacute; Castroneves na Indy 500, Kanaan nos ovais e s&oacute;. Aumenta a press&atilde;o em quem est&aacute; vindo?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&quot;J&aacute; me preocupei mais com isso, mas hoje sou bem tranquilo com press&atilde;o. L&oacute;gico que sempre tem a press&atilde;o de ser brasileiro, promessa, mas me cobro com o que eu sei que posso fazer, sempre. Tem a press&atilde;o, sim, mas n&atilde;o deixo ela me atingir muito, tento fazer meu melhor todos os dias e ver o que consigo&quot;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A firmeza do jovem brasileiro ao aceitar e lidar bem com a press&atilde;o n&atilde;o &eacute; a mesma quando o assunto &eacute; corrida em oval. Em tom de brincadeira, Kiko revela que n&atilde;o &eacute; mesmo seu tipo de pista favorito.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&quot;Vai ser minha primeira vez correndo em um oval em 2020 e, meu Deus do c&eacute;u, n&atilde;o sei o que eu vou fazer da vida (risadas). Acho que tudo &eacute; quest&atilde;o de experi&ecirc;ncia, na hora a gente v&ecirc; como vai ser, mas, por v&iacute;deos, acho que sou mais f&atilde; dos mistos mesmo (mais risadas). Tenho um pouco de receio, mas vamos encarar&quot;, conclui.<br \/>\n (Kiko Porto (Foto: Divulga\u00e7\u00e3o))<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2020331715893_Box 2_O.jpg\" width=\"1555\" height=\"885\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">\n&nbsp;<\/p>\n<p>Um futuro promissor para os pilotos nordestinos<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O recifense falou de tudo na entrevista, mas talvez o tema que tenha comentado com maior propriedade seja o automobilismo do Nordeste e seu futuro. Para o piloto, uma s&eacute;rie de a&ccedil;&otilde;es podem ajudar no crescimento, desde movimentos em &oacute;rg&atilde;os oficiais, passando pelos pr&oacute;prios apaixonados locais e, claro, tamb&eacute;m nos seus resultados na busca pela Indy.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na vis&atilde;o de Porto, Waldner Bernardo, conterr&acirc;neo do piloto, tem focado algumas a&ccedil;&otilde;es no desenvolvimento da regi&atilde;o, mas o crescimento passa por mais e mais movimentos de pessoas diferentes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&quot;Acho que sim [que a CBA deva olhar mais para o Nordeste]. E acho que a gest&atilde;o do Dadai [Waldner Bernardo] tem olhado mais, ele &eacute; um conterr&acirc;neo nosso, mas n&atilde;o &eacute; s&oacute; isso. Tinha coisa que tinha de partir daqui. Tem muita gente dando a vida pelo esporte, mas tamb&eacute;m outros que s&oacute; est&atilde;o para criticar sem saber como &eacute; o esfor&ccedil;o de cada um. Isso tamb&eacute;m ajuda a desanimar internamente, falta um pouco de respeito, de parceria&quot;, afirma.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Um ponto importante para Kiko &eacute; a falta de campeonatos na regi&atilde;o, ou seja, muito mais custos para os pilotos se deslocarem para outras pra&ccedil;as para competir. Treinamentos? Cada vez mais raros, mais at&eacute; do que nos tempos de forma&ccedil;&atilde;o do pr&oacute;prio piloto da DEForce.<\/p>\n<p> (Kiko Porto (Foto: F4 Americana))<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>&quot;A escassez de kart&oacute;dromo contribui para formar menos pilotos. Tem o Paladino (na Para&iacute;ba) que &eacute; uma coisa de louco, uma pista maravilhosa, o Tamboril (em Pernambuco), mas &eacute; pouco, acaba que ficam sobrando poucos campeonatos. Os pilotos de hoje t&ecirc;m menos forma&ccedil;&atilde;o do que eu tive na minha &eacute;poca, que j&aacute; n&atilde;o era muita. Em S&atilde;o Paulo, por exemplo, voc&ecirc; tem uma s&eacute;rie de campeonatos, enfim, est&aacute; cada vez mais dif&iacute;cil come&ccedil;ar no kart por aqui&quot;, cita.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&quot;Sinto que falta tamb&eacute;m incentivo, &eacute; meio que como em S&atilde;o Paulo estivesse chovendo pedra e o pessoal andando de kart. L&aacute;, &eacute; muito dif&iacute;cil correr, o n&iacute;vel &eacute; muito alto, voc&ecirc; demora at&eacute; conquistar seu primeiro p&oacute;dio. Por aqui, sinto que tem muita gente que come&ccedil;a e desanima r&aacute;pido. Eu mesmo demorei dois anos para conseguir meu primeiro p&oacute;dio, mas continuei, acho que mais gente faria o mesmo com mais incentivo a um esporte que &eacute; meio desconhecido por aqui&quot;, completa.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>E quem vem, al&eacute;m do pernambucano, na esteira de pilotos de futuro? Porto aponta alguns, mas faz a ressalva que outros promissores pararam no caminho. Nos &uacute;ltimos anos, por exemplo, a regi&atilde;o teve o baiano Luiz Razia perto da F1 e o paraibano Valdeno Brito com &oacute;tima jornada na Stock Car.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&quot;O Rafael C&acirc;mara, kartista, j&aacute; est&aacute; bem engatilhado ali para o que ele quer, sem d&uacute;vida. Mas tem outros pilotos bons, alguns em Recife, por exemplo o Lucas Pontual, que est&aacute; na classe Cadete. Ele ainda &eacute; muito novo, ainda est&aacute; cedo, mas j&aacute; consigo ver que ele n&atilde;o vai ser qualquer um. Tinha um amigo, Guilherme Teixeira, que parou de correr por causa da falta de recursos financeiros, mas &eacute; aquilo que eu disse: Pernambuco tem muito talento que n&atilde;o consegue chegar, queria que isso fosse quebrado&quot;, avalia.<\/div>\n<div>\n<div class=\"imagem-noticia\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3-us-east-2.amazonaws.com\/cdngp\/grandepremium\/images\/2020331715297_F4 Pai_O.JPG\" width=\"2000\" height=\"1333\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">Kiko e o pai Francisco, refer\u00eancia na vida (Kiko e o pai (Foto: F4 Americana))<\/div>\n<\/div>\n<div>E como ajudar que isso seja quebrado? Kiko quer ser refer&ecirc;ncia, quer ser o cara para abrir portas e sabe que, assim, vai correr n&atilde;o apenas por ele em 2020, mas por todos os meninos da regi&atilde;o que t&ecirc;m o mesmo sonho.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&quot;Se eu conseguir chegar aonde eu quero chegar, sei que posso mudar um pouco esse foco de S&atilde;o Paulo e acho isso muito bom. O Rafael C&acirc;mara tamb&eacute;m vai dar o que falar, sempre foi muito r&aacute;pido e muito humilde, &eacute; outra grande esperan&ccedil;a para a gente. Acho que o pernambucano de maior destaque foi o Beto Monteiro, mas Pernambuco e Para&iacute;ba j&aacute; formaram muitos bons pilotos que n&atilde;o tiveram as chances que mereciam, tem muita gente boa mesmo. Acho que eu posso acabar incentivando mesmo mais os pilotos daqui, &eacute; isso que eu quero&quot;.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Em uma das boas equipes do grid da USF2000 e com muito talento, Kiko Porto tem tudo para ser um dos destaques da categoria em 2020 e, mais do que isso, come&ccedil;ar a trilhar um caminho iluminado para sua carreira e para outras tantas carreiras de seus vizinhos.<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&quot;Sinto que posso ser como um novo pontap&eacute; inicial na hist&oacute;ria. 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