{"id":133950,"date":"2012-08-11T13:46:00","date_gmt":"2012-08-11T16:46:00","guid":{"rendered":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/noticias\/lendas-do-rali-dos-sertoes-guilherme-spinelli\/"},"modified":"2012-08-11T13:46:00","modified_gmt":"2012-08-11T16:46:00","slug":"lendas-do-rali-dos-sertoes-guilherme-spinelli","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/rally\/lendas-do-rali-dos-sertoes-guilherme-spinelli\/","title":{"rendered":"Lendas do Rali dos Sert&otilde;es: Guilherme Spinelli"},"content":{"rendered":"\n<p>\n\tEm quase duas d&eacute;cadas de Rali dos Sert&otilde;es, ningu&eacute;m jamais conquistou tantos t&iacute;tulos correndo na categoria Carros como Guilherme Spinelli. Carioca que vai chegar aos 40 anos em outubro, &lsquo;Guiga&rsquo;, como &eacute; conhecido, tem uma trajet&oacute;ria bastante peculiar: foi bicampe&atilde;o em 2003 e 2004, tendo ao seu lado o navegador Marcelo Vivolo, sempre correndo com Mitsubishi. Spinelli seguiu sua trajet&oacute;ria na prova at&eacute; 2007. Depois de dois anos de pausa &mdash; &eacute;poca que a Volkswagen dominou com o Race Touareg com Giniel de Villiers e Carlos Sainz, em 2008 e 2009, respectivamente, o carioca voltou ao Sert&otilde;es com novo navegador: Youssef Haddad. A parceria rendeu bons frutos, como mais um bicampeonato para &lsquo;Guiga&rsquo;, que se tornou o maior vencedor da hist&oacute;ria das provas nos carros, se consolidando como uma lenda do Sert&otilde;es.<\/p>\n<div class=\"left\" id=\"gp-noticia-imagem-menor\">\n\t<a href=\"#\"><img decoding=\"async\" src=\"\/images\/20127302148810_CAPA_ed28e_II.jpg\" \/><\/a><\/div>\n<p>\n\tPara manter a hegemonia da competi&ccedil;&atilde;o, Spinelli e Haddad v&atilde;o contar, mais uma vez, com o potente Mitsubishi Lancer na luta pelo penta. Contudo, o duo oficial da montadora ter&aacute; uma dur&iacute;ssima concorr&ecirc;ncia para conquistar mais um t&iacute;tulo: ningu&eacute;m menos que o decacampe&atilde;o do Dakar, St&eacute;phane Peterhansel, que disputar&aacute; a prova pela primeira vez, com Mini, e certamente j&aacute; desponta como um dos postulantes &agrave; ta&ccedil;a. Outro forte candidato &agrave; vit&oacute;ria &eacute; Riamburgo Ximenes, campe&atilde;o de 1999 e que ser&aacute; companheiro de equipe do experient&iacute;ssimo franc&ecirc;s na X-Raid, vai correr com BMW X3 CC a partir de agosto.<\/p>\n<p>\n\tPeterhansel &eacute; grande amigo de Spinelli. Tr&ecirc;s dos quatro t&iacute;tulos do franc&ecirc;s do Dakar nos carros &mdash; os outros seis foram conquistados nas motos, sempre pela Yamaha &mdash; foram obtidos com a Mitsubishi, montadora que foi crucial para que Guilherme se tornasse um dos principais nomes do rali cross-country do Brasil ao longo dos &uacute;ltimos dez anos. Foi por meio dos japoneses que Spinelli come&ccedil;ou sua carreira no Rali dos Sert&otilde;es, e depois, no Dakar. &Eacute; com muito carinho e gratid&atilde;o que o piloto fala da rela&ccedil;&atilde;o com a Mitsubishi ao recordar seu in&iacute;cio de carreira no Sert&otilde;es, ainda no mil&ecirc;nio passado.<\/p>\n<p>\n\tEm meio ao novo projeto do circuito Velo Citt&agrave;, em Mogi Gua&ccedil;u, a prepara&ccedil;&atilde;o para seu 12&ordm; Rali dos Sert&otilde;es, Spinelli, que tamb&eacute;m &eacute; diretor-t&eacute;cnico da Mitsubishi Cup, uma das principais categorias de rali de velocidade do Brasil, conversou com a reportagem da WARM UP e relembrou alguns dos momentos mais marcantes da sua carreira faltando poucos dias para a largada em S&atilde;o Lu&iacute;s, no Maranh&atilde;o. Na entrevista, feita por telefone, o carioca recordou como come&ccedil;ou a sua jornada que o fez, anos mais tarde, um dos principais pilotos do cross-country nacional.<br \/>\n\t<br \/>\n\tA seguir, a entrevista com Guilherme Spinelli, parte do <strong><a href=\"http:\/\/revista.warmup.com.br\/edicoes\/28\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><span style=\"color:#ff0000\">especial &#039;Lendas do Rali dos Sert&otilde;es&#039;, da WARM UP 28<\/span><\/a><\/strong>.<\/p>\n<p>\n\t<strong>Grande Pr&ecirc;mio<\/strong>: Nessa sua trajet&oacute;ria no Rali dos Sert&otilde;es, voc&ecirc; conquistou quatro t&iacute;tulos, sempre pela Mitsubishi. Mas como foi que tudo come&ccedil;ou?<\/p>\n<p>\n\t<strong>Guilherme Spinelli<\/strong>. O primeiro ano que eu fiz [o Sert&otilde;es] foi em 1999 e foi a convite da Mitsubishi. Ainda n&atilde;o era piloto oficial da marca. A Mitsubishi ainda n&atilde;o tinha nenhum piloto oficial, mas j&aacute; apoiava alguns pilotos. Em 1997 eu venci o Campeonato Brasileiro de Rali de Velocidade com um carro da Mitsubishi, um Mitsubishi Colt, e a&iacute; eu comecei a estreitar o relacionamento com a montadora. E a&iacute;, em 1999, eles optaram por dois carros oficiais da marca no grid. E a&iacute; me convidaram para estrear com uma L200. Foi esse o in&iacute;cio da minha carreira, n&atilde;o s&oacute; no Sert&otilde;es, mas tamb&eacute;m na Mitsubishi.<\/p>\n<div class=\"left\" id=\"gp-noticia-imagem-maior\">\n\t<a href=\"#\"><img decoding=\"async\" src=\"\/images\/20128111349235_Spinelli_II.jpg\" \/><\/a><\/p>\n<div id=\"gp-noticia-imagem-maior-legenda\">\n\t\tTetra do Rali dos Sert&otilde;es, Spinelli venceu ao lado dos navegadores Marcelo Vivolo e Youssef Haddad (Foto: Guilherme Spinelli\/Facebook)<\/div>\n<\/div>\n<p>\n\t<strong>GP<\/strong>: E em todo esse tempo que voc&ecirc; disputa o Rali dos Sert&otilde;es, certamente muita coisa mudou, n&atilde;o?<\/p>\n<p>\n\t<strong>GS<\/strong>: Foi muito evidente para mim. Em um primeiro momento, quando comecei a fazer o Rali dos Sert&otilde;es, em 1999. At&eacute; porque antes eu s&oacute; fazia rali de velocidade, de carro, que &eacute; muito mais tradicional e mais antigo que a modalidade cross-country, tanto no Brasil quanto no mundo, e eu vinha com um padr&atilde;o de organiza&ccedil;&atilde;o e exig&ecirc;ncia t&eacute;cnica, e era um n&iacute;vel muito bom. E no meu primeiro ano no Sert&otilde;es, em 1999, me deparei com algo como o macac&atilde;o, que nem era obrigat&oacute;rio para os pilotos usarem.<\/p>\n<p>\n\tO rali tinha uma defici&ecirc;ncia muito grande na quest&atilde;o mais b&aacute;sica de organiza&ccedil;&atilde;o, de cronometragem. Dificilmente havia informa&ccedil;&atilde;o oficial de resultado do dia e do acumulado, ent&atilde;o era ainda um evento muito amador, tanto na parte da organiza&ccedil;&atilde;o, quanto das equipes e equipamento. E no decorrer desses anos todos, ano ap&oacute;s ano, foi muito evidente a evolu&ccedil;&atilde;o de todos esses pontos; cada vez mais as equipes foram buscando melhorar os carros; os pilotos cada vez foram treinando mais para se preparar para uma prova como o Sert&otilde;es; a organiza&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m veio em uma evolu&ccedil;&atilde;o constante. E hoje eu posso te dizer que o Sert&otilde;es est&aacute; em um padr&atilde;o top do mundo.<\/p>\n<p>\n\tDepois desses anos todos eu tive a oportunidade de correr provas pelo mundo a fora pelo campeonato mundial, o Dakar, por quatro vezes, e posso afirmar que o Sert&otilde;es &eacute; um evento que, em termos de organiza&ccedil;&otilde;es, termos t&eacute;cnicos, de exig&ecirc;ncia e dificuldades para os competidores, um evento top do mundo. E os equipamentos e carros brasileiros tamb&eacute;m est&atilde;o em um n&iacute;vel top no mundo. &Eacute; muito bacana olhar para tr&aacute;s e ver o quanto tudo se aperfei&ccedil;oou e o quanto n&oacute;s temos de capacidade para competir com pilotos e equipes e receber os estrangeiros em um evento no Brasil.<\/p>\n<p>\n\t<strong>GP<\/strong>: Quais foram seus momentos mais marcantes nessa sua hist&oacute;ria vencedora no Rali dos Sert&otilde;es?<\/p>\n<p>\n\t<strong>GS<\/strong>: Meu primeiro t&iacute;tulo, em 2003, veio no meu quinto ano no Sert&otilde;es. Bati na trave por dois anos seguidos, em 2000 e 2001, ficando em segundo na classifica&ccedil;&atilde;o geral. No quarto ano a gente n&atilde;o conseguiu completar, e no quinto ano eu venci. O mais bacana nesse rali &eacute; que foi o primeiro que eu cheguei me sentindo pronto para vencer. Considerava que a gente tinha uma equipe muito bem preparada, e a partir de 2000 come&ccedil;amos a correr com uma equipe oficial da Mitsubishi, e em 2003, na minha quinta participa&ccedil;&atilde;o, eu larguei no rali me achando totalmente pronto para vencer. Achava que tinha uma boa experi&ecirc;ncia como piloto, achava que a L200 Evolution era bastante competitiva, e estava muito seguro. No segundo dia de prova, acabei cometendo um erro, eu, pessoalmente, como piloto, e capotamos na sa&iacute;da de um rio e ficamos um tempo o carro capotado com as rodas para cima. Foi um momento de frustra&ccedil;&atilde;o muito grande, imaginei que estava me afastando muito da possibilidade de vencer, terminei aquele dia em &uacute;ltimo na geral do rali. E dali para frente, fui fazendo um rali mais preocupado em ter um bom desempenho no dia a dia, esquecendo do resultado final, e faltando dois ou tr&ecirc;s dias para o fim do rali, acabei assumindo a ponta e consegui vencer. Acho que o mais marcante nessa edi&ccedil;&atilde;o foi que, no segundo dia estava completamente derrotado, e no fim da contas, mesmo tendo cometido o erro, consegui voltar &agrave; disputa e venci o rali.<\/p>\n<p>\n\tEm 2010 eu voltei a competir depois de dois anos parado, sem participar do Rali dos Sert&otilde;es, e com o Youssef. Corremos com uma Triton SR movida a etanol, um carro novo, um carro constru&iacute;do h&aacute; pouco tempo. A expectativa era de um carro que seria desenvolvido e que teria de receber v&aacute;rios ajustes durante a prova. Isso aconteceu nos primeiros dias. Viemos corrigindo isso nesses tr&ecirc;s primeiros dias e, a partir do quarto, ele j&aacute; estava mais competitivo, seguro, e a&iacute; vencendo com uma certa folga. Foi a primeira vez que um carro movido a etanol venceu um rali internacional. Foi um marco ter vencido a prova daquela forma.<\/p>\n<p>\n\tTodos os quatro anos tiveram uma situa&ccedil;&atilde;o especial, diferente, que tornou a nossa hist&oacute;ria de resultados nos ralis mais interessante para n&oacute;s. Sempre teve uma situa&ccedil;&atilde;o diferente que pudemos viver.<\/p>\n<p>\n\t<strong>GP<\/strong>: E nesse seu desafio de lutar pelo pentacampeonato, quais s&atilde;o seus maiores advers&aacute;rios?<\/p>\n<p>\n\t<strong>GS<\/strong>: O Riamburgo vai ser um fort&iacute;ssimo advers&aacute;rio, mais experiente que o Palmeirinha, tem mais bagagem em rali longo e tem mais resultados expressivos no Sert&otilde;es. Trata-se de um piloto consistente n&atilde;o s&oacute; no sentido de fazer um rali longo com precis&atilde;o, mas tamb&eacute;m sabe fazer um rali agressivo. Ent&atilde;o ele ser&aacute; um fort&iacute;ssimo concorrente e vai exigir mais da gente do que nos anos anteriores. Mas n&atilde;o vou me surpreender nem um pouco com outros concorrentes como Reinaldo Varela ou Jo&atilde;o Franciosi, que v&ecirc;m com Triton SR. O n&iacute;vel dos pilotos com carros brasileiros vem evoluindo muito, e esse ano acho que, al&eacute;m de os carros serem r&aacute;pidos, mais que nos anos anteriores, eles est&atilde;o muito mais confi&aacute;veis. Ent&atilde;o acho que a gente vai ter uma disputa intensa pelos primeiros lugares. Ent&atilde;o acho que umas cinco ou seis duplas v&atilde;o chegar l&aacute; no fim e v&atilde;o disputar o t&iacute;tulo deste ano.<\/p>\n<p>\n\t<em>A entrevista foi feita dias antes da confirma&ccedil;&atilde;o de St&eacute;phane Peterhansel na lista de inscritos do Rali dos Sert&otilde;es 2012. O lend&aacute;rio piloto, dez vezes campe&atilde;o do Dakar, vai disputar a prova no Norte-Nordeste brasileiro com um Mini da equipe X-Raid. Ao saber que o mito do Dakar ser&aacute; seu advers&aacute;rio no Sert&otilde;es, Spinelli disse que &ldquo;n&atilde;o existe melhor maneira do Sert&otilde;es comemorar seus 20 anos, colocando o maior piloto de todos os tempos no grid&rdquo;.<\/em><\/p>\n<div class=\"left\" id=\"gp-noticia-imagem-maior\">\n\t<a href=\"#\"><img decoding=\"async\" src=\"\/images\/2012881042305_Spinelli1_II.jpg\" \/><\/a><\/p>\n<div id=\"gp-noticia-imagem-maior-legenda\">\n\t\tSpinelli ter&aacute; de lutar contra o lend&aacute;rio Peterhansel para conquistar o penta do Sert&otilde;es (Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o)<\/div>\n<\/div>\n<p>\n\t<strong>GP<\/strong>: Falando sobre esse novo percurso do Rali dos Sert&otilde;es, qual sua opini&atilde;o?<\/p>\n<p>\n\t<strong>GS<\/strong>: Acho que o fato de o rali neste ano se concentrar no Norte-Nordeste vai permitir &agrave; organiza&ccedil;&atilde;o mais estradas de areia, ent&atilde;o o fato de o percurso ter mais areia &eacute; muito mais exigente para o carro e para a pr&oacute;pria dupla. Acho tamb&eacute;m que o fato de eles terem feito duas etapas Maratona vai dificultar bastante o rali, vai torn&aacute;-lo mais dif&iacute;cil, o pessoal vai ficar mais vulner&aacute;vel a problemas que tomem muito tempo, e tamb&eacute;m acho que eles conseguiram um n&iacute;vel t&eacute;cnico de exig&ecirc;ncia nas especiais bastante alto, at&eacute; pelo fato de ser uma edi&ccedil;&atilde;o comemorativa, eles v&atilde;o buscar um alto &iacute;ndice de competitividade para que o rali fique marcado na hist&oacute;ria. Gostei do roteiro, acho que vai ser bem exigente, e, sem d&uacute;vida nenhuma, a gente ainda vai encontrar algumas surpresas ao longo da prova.<\/p>\n<p>\n\t<strong>GP<\/strong>: E por fim, gostaria que voc&ecirc; opinasse sobre o atual est&aacute;gio do rali cross-country aqui no Brasil.<\/p>\n<p>\n\t<strong>GS<\/strong>: Acho que o rali cross-country est&aacute; em um n&iacute;vel muito bom, n&atilde;o s&oacute; ao Rali dos Sert&otilde;es, mas a evolu&ccedil;&atilde;o das equipes e dos equipamentos; a gente tem duplas, pilotos e navegadores de alt&iacute;ssimo n&iacute;vel no Brasil, e a gente tem potencial para disputar qualquer prova e com qualquer um. O que falta &eacute; mais investimento e patroc&iacute;nio, n&atilde;o s&oacute; para as equipes, mas tamb&eacute;m uma jun&ccedil;&atilde;o maior de tudo o que envolve o esporte, desde a CBA com os promotores e com as pr&oacute;prias equipes e pilotos, para que a gente busque alternativas de aumentar a exposi&ccedil;&atilde;o na m&iacute;dia, aumentar capta&ccedil;&atilde;o de patroc&iacute;nio, poder fazer uso dessa experi&ecirc;ncia no Brasil como organizador de evento, fazer tudo isso de uma forma mais abrangente. No fim das contas, o que falta &eacute; o de sempre: mais investimento e mais divulga&ccedil;&atilde;o. Uma coisa puxa a outra, ent&atilde;o &eacute; meio dif&iacute;cil ver o que vem primeiro. &Eacute; uma realidade natural dos esportes brasileiros como um todo.<br \/>\n\t<br \/>\n\t<strong style=\"border: 0px;margin: 0px;padding: 0px;vertical-align: baseline;font-family: arial, sans-serif;font-size: 16px;line-height: 20.433332443237305px\"><a href=\"http:\/\/revista.warmup.com.br\/edicoes\/28\/\" style=\"background-color: transparent;border: 0px;margin: 0px;padding: 0px;vertical-align: baseline;text-decoration: none\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><span style=\"background-color: transparent;border: 0px;margin: 0px;padding: 0px;vertical-align: baseline;background-position: initial initial\">Revista WARM UP revela formato atraente, com se&ccedil;&otilde;es novas e estreia de colunistas<\/span><\/a><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Maior vencedor da hist&oacute;ria do Rali dos Sert&otilde;es nos carros, Guilherme Spinelli &eacute; o sexto entrevistado da s&eacute;rie que o Grande Pr&ecirc;mio e a Revista WARM UP preparou antes do in&iacute;cio da 20&ordf; edi&ccedil;&atilde;o de uma das maiores provas cross-country do planeta<\/p>\n","protected":false},"author":0,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"42wp_featured_image_caption":"","42wp_featured_image_credits":"","42wp_featured_video":"","42wp_featured_image_hidden":false,"42wp_authors_list":[],"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"42wp_author":[47110],"class_list":["post-133950","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-rally","42wp_author-fernando-silva"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/133950","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=133950"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/133950\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=133950"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=133950"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=133950"},{"taxonomy":"42wp_author","embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_author?post=133950"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}