{"id":137489,"date":"2019-04-23T06:00:00","date_gmt":"2019-04-23T09:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/noticias\/na-garagem-senna-quebra-acordo-passa-prost-em-imola-e-explode-guerra-na-mclaren\/"},"modified":"2020-05-12T20:26:09","modified_gmt":"2020-05-12T23:26:09","slug":"na-garagem-senna-quebra-acordo-passa-prost-em-imola-e-explode-guerra-na-mclaren","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/f1\/na-garagem-senna-quebra-acordo-passa-prost-em-imola-e-explode-guerra-na-mclaren\/","title":{"rendered":"Na Garagem: Senna quebra acordo, passa Prost em \u00cdmola e explode guerra na McLaren"},"content":{"rendered":"\n<div style=\"float: left;margin-right: 15px;margin-bottom:15px\">\n\t<\/div>\n<div>\n\tPoucas vezes a <strong><a href=\"https:\/\/www.grandepremio.com\/br\/f1\">F&oacute;rmula 1<\/a><\/strong> foi t&atilde;o b&eacute;lica como no fim dos anos 1980. A uni&atilde;o entre o experiente Alain Prost, bicampe&atilde;o do mundo e conhecido como &lsquo;Professor&rsquo;, com o jovem Ayrton Senna na McLaren quase imbat&iacute;vel daquela &eacute;poca resultou na maior rivalidade da F1 em todos os tempos. Alguns embates entraram para os anais do esporte, como entre Niki Lauda e James Hunt &mdash; que virou at&eacute; filme &mdash;, Nelson Piquet e Nigel Mansell ou, anos depois, entre Fernando Alonso e Lewis Hamilton. Mas nada que seja comparado ao que Senna e Prost viveram naquela &eacute;poca. E o estopim da guerra entre os dois foi aceso h&aacute; exatos 30 anos, no dia 23 de abril de 1989, no GP de San Marino.<\/div>\n<div>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div>\n\tAntes disso, Senna e Prost compartilhavam de um ambiente relativamente ameno na McLaren. 1988 foi uma temporada dominada pela equipe de Woking, com 15 vit&oacute;rias em 16 GPs &mdash; exce&ccedil;&atilde;o feita ao GP da It&aacute;lia daquele ano. Em um campeonato amplamente disputado pela dupla, Senna derrotou Prost em um memor&aacute;vel GP do Jap&atilde;o para conquistar seu primeiro t&iacute;tulo mundial.<\/div>\n<div>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div>\n\tAt&eacute; ent&atilde;o, o momento de maior tens&atilde;o entre os dois havia sido no GP de Portugal de 1988. Prost fechou Senna e o empurrou para a grama logo ap&oacute;s a largada, mas o brasileiro conseguiu assumir a ponta. Na volta seguinte, o &lsquo;Professor&rsquo; retomou a lideran&ccedil;a, mas n&atilde;o sem antes Senna dar o troco ao fechar o franc&ecirc;s, que ficou muito perto do muro na reta dos boxes. No fim das contas, Prost partiu para a vit&oacute;ria no Estoril.<\/div>\n<div>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div>\n\tVeio a temporada 1989, com a abertura em Jacarepagu&aacute;, em 26 de mar&ccedil;o. Senna parecia ter tudo para fazer a alegria do p&uacute;blico nas arquibancadas ao conquistar a pole-position. Mas a festa durou at&eacute; pouco depois da largada, quando o brasileiro se envolveu em um incidente com Riccardo Patrese e Gerhard Berger e sofreu um dano na asa dianteira. No fim, vit&oacute;ria de Mansell, da Ferrari, com Prost em segundo e Maur&iacute;cio Gugelmin em terceiro. Senna abandonou.<br \/>\n\t<\/p>\n<div class=\"embed-responsive embed-responsive-16by9\">\n\t\t<\/div>\n<div style=\"float: left;margin-right: 15px;margin-bottom:15px\">\n\t\t<\/div>\n<\/div>\n<div>\n\tA caminho da segunda etapa do campeonato, o GP de San Marino, Senna prop&ocirc;s um acordo de n&atilde;o-agress&atilde;o a Prost, da seguinte forma: ningu&eacute;m atacaria o outro na primeira curva ap&oacute;s a largada. Justamente para evitar situa&ccedil;&otilde;es como a de Jacarepagu&aacute; de ter uma corrida arruinada logo no come&ccedil;o. Foi com esse esp&iacute;rito que a McLaren chegou a &Iacute;mola.<\/div>\n<div>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div>\n\tSenna e Prost, como j&aacute; era esperado, dominaram os treinos e garantiram a primeira fila do GP de San Marino, com o brasileiro fazendo a pole com 1min26s010, superando o companheiro de McLaren por 0s225. Para se ter ideia do quanto a McLaren estava &agrave; frente das rivais, o &lsquo;melhor do resto&rsquo;, Mansell, se colocou em terceiro lugar no grid, mas com diferen&ccedil;a de 1s642 para Senna.<\/div>\n<div>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div>\n\tSenna fez boa largada e manteve a dianteira sem problemas S&oacute; que a corrida foi interrompida por conta de um terr&iacute;vel acidente sofrido por Berger, que bateu sua Ferrari contra o muro da curva Tamburello. Segundos depois, o carro vermelho foi consumido pelas chamas. Um inc&ecirc;ndio de propor&ccedil;&otilde;es b&iacute;blicas, com a temperatura dentro do carro chegando a 1.000&ordm;C.&nbsp;<\/div>\n<div>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div>\n\tNaquele momento, pairou um grande sil&ecirc;ncio em &Iacute;mola, com muitos temendo o pior. Por milagre e pela efic&aacute;cia do macac&atilde;o antichamas, Berger sobreviveu e escapou praticamente ileso.<\/p>\n<div class=\"imagem-noticia\">\n\t\t<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.grandepremio.com\/br\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/2019422134276_BergerFogoForix_II.jpg\" title=\"Ferrari de Gerhard Berger pega fogo ap\u00f3s batida na curva Tamburello (Foto: Forix)\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">\n\t\t#iconeimagem Ferrari de Gerhard Berger pega fogo ap&oacute;s batida na curva Tamburello (Foto: Forix)<\/div>\n<div style=\"float: left;margin-right: 15px;margin-bottom:15px\">\n\t\t<\/div>\n<p>\tQuando foi dada a relargada, Prost tracionou melhor que Senna e assumiu a lideran&ccedil;a. Uma lideran&ccedil;a que n&atilde;o durou muito tempo. O brasileiro pegou o v&aacute;cuo na sa&iacute;da da curva Tamburello e encostou de vez na McLaren #2, colocando de lado na curva Villeneuve para fazer a ultrapassagem pouco depois, na Tosa.<\/p><\/div>\n<div>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div>\n\tEstava quebrado o acordo que o pr&oacute;prio Senna havia proposto dias atr&aacute;s.<\/div>\n<div>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div>\n\tEstava aberta a guerra que mudou para sempre a hist&oacute;ria da McLaren e da pr&oacute;pria F1.<\/div>\n<div>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div>\n\tProst se sentiu tra&iacute;do pelo brasileiro. Era vis&iacute;vel o clima de tens&atilde;o j&aacute; no p&oacute;dio. &Agrave; &eacute;poca, Senna se defendeu e disse que o acordo de cavalheiros valia para a largada, mas n&atilde;o para uma relargada, como havia sido em &Iacute;mola. Quem diz isso &eacute; o pr&oacute;prio Prost, em entrevista publicada pela revista &lsquo;Motor Sport&rsquo; anos depois, em 1998.<\/div>\n<div>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div>\n\t&ldquo;Ele argumentou que n&atilde;o era a largada, era a relargada, ent&atilde;o o acordo n&atilde;o se aplicava. Ele tinha suas pr&oacute;prias regras, e algumas vezes elas eram muito&#8230; bem, vamos dizer, estranhas. Foi ideia de Ayrton, para in&iacute;cio de conversa, e eu n&atilde;o tinha problemas com ela. Depois, no entanto, eu disse que era o fim. Continuaria a trabalhar com ele, em assuntos t&eacute;cnicos, mas no que se referia &agrave; nossa rela&ccedil;&atilde;o pessoal, era o fim. E a atmosfera na equipe ficou muito ruim, claro&rdquo;, disse o &lsquo;Professor&rsquo;.<br \/>\n\t<br \/>\n\tSenna, em fala divulgada pela McLaren, se defendeu e julgou como correta a manobra sobre o companheiro de equipe. &ldquo;Acho que h&aacute; uma diverg&ecirc;ncia de interpreta&ccedil;&atilde;o do conceito deste acordo e, acima de tudo, uma despropor&ccedil;&atilde;o entre as consequ&ecirc;ncias da manobra de ultrapassagem e a sua rea&ccedil;&atilde;o depois. Na relargada, ele partiu um pouco melhor que eu, mas estava imediatamente atr&aacute;s para tirar proveito a partir do v&aacute;cuo. Assim, ganhei velocidade e fiz minha manobra bem antes da zona de frenagem. Minha ultrapassagem foi iniciada, na minha opini&atilde;o, bem antes da primeira curva e, como resultado, fora dos termos do nosso acordo&rdquo;.<\/p>\n<div>\n\t\t&nbsp;<\/div>\n<div>\n\t\t&ldquo;O que eu deveria ter feito? Tirar o p&eacute; em linha reta porque eu estava indo mais r&aacute;pido que ele? Estamos correndo, sim ou n&atilde;o? E eu freei mais tarde do que ele; eu estava melhor colocado, e isso &eacute; tudo. Jamais quis trair nosso acordo, nem por um segundo eu achei que isso foi desonesto. O acordo sempre foi de que nenhuma manobra de ultrapassagem aconteceria na freada da primeira curva. Minha ultrapassagem foram iniciada durante a reta e, na primeira curva, ficamos lado a lado&rdquo;, declarou o ent&atilde;o campe&atilde;o do mundo.<\/div>\n<div class=\"imagem-noticia\">\n\t\t<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.grandepremio.com\/br\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/20194221344996_Imola_II.jpg\" title=\"A quebra do acordo: Senna passa Prost na relargada do GP de San Marino de 1989 (Foto: McLaren)\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">\n\t\t#iconeimagem A quebra do acordo: Senna passa Prost na relargada do GP de San Marino de 1989 (Foto: McLaren)<\/div>\n<div style=\"float: left;margin-right: 15px;margin-bottom:15px\">\n\t\t<\/div>\n<p>\t&Iacute;mola representou um verdadeiro racha na McLaren. Prost e Senna tinham suas armas um contra o outro. Do lado do franc&ecirc;s, um elemento pol&iacute;tico importante na figura de Jean-Marie Balestre, presidente da FISA. Senna, por outro lado, tinha o apoio incondicional da Honda.<\/p><\/div>\n<div>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div>\n\tAo longo daquela temporada, Prost foi mais eficiente e regular que Senna, ainda que o paulista tivesse vencido mais corridas &mdash; seis, contra quatro do seu rival. Antes da decis&atilde;o do t&iacute;tulo, no GP do Jap&atilde;o, o &lsquo;Professor&rsquo; s&oacute; n&atilde;o havia pontuado no GP do Canad&aacute;. Ayrton, por sua vez, ficou fora dos pontos em sete provas. Lembrando que naquela &eacute;poca apenas os seis primeiros pontuavam.<\/div>\n<div>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div>\n\tNo mesmo palco onde foi humilhado por Senna um ano antes, Prost tinha a chance de se redimir e sair como tricampe&atilde;o em cima do rival em Suzuka. A pole foi de Ayrton de forma soberana, com 1s730 de vantagem para Prost. O brasileiro tinha de vencer para adiar a decis&atilde;o do t&iacute;tulo para a Austr&aacute;lia.<\/div>\n<div>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div>\n\tS&oacute; que Prost foi melhor na largada e pulou na ponta, sendo seguido por Senna em praticamente toda a corrida. O brasileiro sabia que era tudo ou nada e andava muito pr&oacute;ximo, mas seu arquirrival n&atilde;o estava disposto a ceder. At&eacute; que na volta 47, Senna foi com tudo e mergulhou na chicane para passar Prost. Alain fechou a porta, e os dois bateram.<\/div>\n<div>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div>\n\t&ldquo;Eu disse &agrave; equipe e &agrave; imprensa: &lsquo;N&atilde;o h&aacute; chance alguma de que eu abra passagem para ele&rsquo;. Ron Dennis sempre dizia que o importante era que n&atilde;o bat&ecirc;ssemos no outro, dev&iacute;amos pensar na equipe. No que me dizia respeito, Senna pensava sobre si, e era isso. Na largada do GP da Inglaterra daquele ano, por exemplo, chegando &agrave; curva Copse, se n&atilde;o tivesse me colocado tr&ecirc;s, quatro metros fora do tra&ccedil;ado, ter&iacute;amos nos tocado e os dois teriam abandonado a corrida. Quanto ao acidente entre n&oacute;s dois na chicane, sim, eu sei que todos pensam que eu fiz de prop&oacute;sito. O que digo &eacute; que n&atilde;o abri passagem, e s&oacute;. N&atilde;o queria terminar daquele jeito. Liderei desde a largada, e queria vencer&rdquo;, declarou.<\/div>\n<div>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div>\n\tProst abandonou a corrida e Senna teve a asa dianteira da sua McLaren avariada com o impacto. O piloto chegou a ficar parado na &aacute;rea de escape da chicane antes de conseguir voltar &agrave; pista. Em um fim de prova memor&aacute;vel, Ayrton fez o pit-stop, voltou &agrave; pista e ultrapassou Alessandro Nannini, da Benetton. Da&iacute; em diante, partiu para a vit&oacute;ria, que foi apenas dentro da pista. O brasileiro foi desclassificado pelos comiss&aacute;rios por ter cortado o caminho. Nannini venceu e Prost foi declarado campe&atilde;o mundial em 1989.<\/div>\n<div>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div>\n\tO que ficou depois foi hist&oacute;ria. Com um ambiente insuport&aacute;vel na McLaren, Prost assinou contrato e se transferiu para a Ferrari, liderando um projeto que visava recolocar a equipe italiana no topo da F1, o que n&atilde;o acontecia desde 1979, com Jody Scheckter. Senna tinha a McLaren toda para si, a come&ccedil;ar pelo seu novo companheiro de equipe, o amigo Berger.<\/div>\n<div>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div>\n\tSenna e Prost protagonizaram aquela temporada, que novamente foi decidida no Jap&atilde;o. Daquela vez, o brasileiro deu o troco e jogou o carro para cima do rival ainda na primeira curva em Suzuka, confirmando o bicampeonato.<\/p>\n<div class=\"imagem-noticia\">\n\t\t<img decoding=\"async\" src=\"\/images\/201672167970_CTMrihSWsAA6Q_M_II.jpg\" title=\"A \u00faltima dobradinha Senna-Prost aconteceu em 1993 (Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/Twitter)\" \/><\/div>\n<div class=\"legenda-imagem\">\n\t\t#iconeimagem A reconcilia&ccedil;&atilde;o entre Prost e Senna veio na &uacute;ltima corrida do franc&ecirc;s &mdash; e na &uacute;ltima vit&oacute;ria de Ayrton (Foto: Reprodu&ccedil;&atilde;o\/Twitter)<\/div>\n<div style=\"float: left;margin-right: 15px;margin-bottom:15px\">\n\t\t<\/div>\n<p>\t&ldquo;Ele me admitiu &mdash; assim como fez para a imprensa &mdash; de que fez aquilo de prop&oacute;sito. Ele me explicou porque fez. Ele estava furioso com o Balestre por n&atilde;o concordar em mudar o grid para que ele pudesse largar no lado esquerdo e n&atilde;o do lado sujo, e ele me disse que decidiu que se eu chegasse &agrave; primeira curva &agrave; sua frente, ele me tiraria. Nunca vou me esquecer porque n&atilde;o envolvia apenas Ayrton. Algumas pessoas na McLaren, v&aacute;rios dirigentes, e muitos na imprensa, concordaram com o que ele tinha feito. E isso eu n&atilde;o podia aceitar. Quase me aposentei depois daquela corrida&rdquo;, revelou Prost.<\/p><\/div>\n<div>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div>\n\tFoi o &uacute;ltimo grande ato da rivalidade entre os dois. Em 1991, Prost foi muito mal na Ferrari, enquanto Senna partiu rumo ao tricampeonato, conquistado novamente em Suzuka, depois de seu principal advers&aacute;rio naquele ano, Mansell, perder o controle da Williams e ir parar na brita da curva 1. Dispensado pela Ferrari, Prost cumpriu um ano sab&aacute;tico em 1992 para ocupar o lugar que Senna tanto queria: a Williams, em 1993, com o &lsquo;carro do outro planeta&rsquo;.<\/div>\n<div>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div>\n\tSenna e Prost travaram algumas boas brigas na pista, mas o brasileiro, mesmo fazendo sua melhor temporada e com atua&ccedil;&otilde;es &eacute;picas no Brasil, em Donington Park e M&ocirc;naco, n&atilde;o tinha condi&ccedil;&otilde;es reais de lutar por vit&oacute;rias diante da supremacia da Williams.<br \/>\n\t<br \/>\n\tProst chegou ao tetra no GP de Portugal. Pouco depois, na &uacute;ltima corrida da carreira do franc&ecirc;s, veio o gesto de reconcilia&ccedil;&atilde;o da parte de Ayrton, no p&oacute;dio do GP da Austr&aacute;lia, em Adelaide. Senna havia vencido na sua despedida pela McLaren e, no ano seguinte, ocuparia a Williams #2 no lugar de Prost, aposentado.<\/div>\n<div>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div>\n\tOs dois se tornaram muito mais pr&oacute;ximos nos meses seguintes. A ponto de Senna, durante uma volta em &Iacute;mola com o carro da Williams no fim de semana do fat&iacute;dico GP de San Marino, saudar Prost. &ldquo;Gostaria de dar as boas-vindas ao meu amigo Alain. Todos sentimos a sua falta&rdquo;.<\/div>\n<div>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div>\n\tA paz entre os dois estava definitivamente selada.<\/div>\n<div>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div>\n\tDias depois, na mesma &Iacute;mola que viu o in&iacute;cio da maior rivalidade da F1, Senna sofria o acidente que lhe tiraria a vida em 1&ordm; de maio de 1994.<\/div>\n<p>\nO <strong>GRANDE PR&Ecirc;MIO<\/strong> acompanha todas as atividades do GP do Azerbaij&atilde;o <strong>AO VIVO e EM TEMPO REAL<\/strong>.<br \/>\n<br \/>\n<strong>Confira a programa&ccedil;&atilde;o do fim de semana do GP da Azerbaij&atilde;o de F1<\/strong><br \/>\n<br \/>\nHor&aacute;rios de Bras&iacute;lia, GMT -3<br \/><\/p>\n<table style=\"border-collapse: collapse;font-size: 14px;font-family: Roboto, sans-serif;width: 70%\">\n<thead style=\"text-transform: uppercase;padding: 20px\">\n<tr>\n<th style=\"padding: 15px 10px;text-align: left\">\n\t\t\t\tSESS&Atilde;O<\/th>\n<th style=\"padding: 15px 10px;text-align: left\">\n\t\t\t\tDIA<\/th>\n<th style=\"padding: 15px 10px;text-align: left\">\n\t\t\t\tDATA<\/th>\n<th style=\"padding: 15px 10px;text-align: left\">\n\t\t\t\tHORA<\/th>\n<\/tr>\n<\/thead>\n<tbody style=\"padding: 10px 0px\">\n<tr>\n<td style=\"padding: 13px\">\n\t\t\t\tTL1<\/td>\n<td style=\"padding: 13px\">\n\t\t\t\tQuinta<\/td>\n<td style=\"padding: 13px\">\n\t\t\t\t26\/4<\/td>\n<td style=\"padding: 13px\">\n\t\t\t\t5h<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"padding: 13px\">\n\t\t\t\tTL2<\/td>\n<td style=\"padding: 13px\">\n\t\t\t\tSexta<\/td>\n<td style=\"padding: 13px\">\n\t\t\t\t26\/4<\/td>\n<td style=\"padding: 13px\">\n\t\t\t\t9h<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"padding: 13px\">\n\t\t\t\tTL3<\/td>\n<td style=\"padding: 13px\">\n\t\t\t\tS&aacute;bado<\/td>\n<td style=\"padding: 13px\">\n\t\t\t\t27\/4<\/td>\n<td style=\"padding: 13px\">\n\t\t\t\t6h<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"padding: 13px\">\n\t\t\t\tTC<\/td>\n<td style=\"padding: 13px\">\n\t\t\t\tS&aacute;bado<\/td>\n<td style=\"padding: 13px\">\n\t\t\t\t27\/4<\/td>\n<td style=\"padding: 13px\">\n\t\t\t\t9h<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"padding: 13px\">\n\t\t\t\tGP<\/td>\n<td style=\"padding: 13px\">\n\t\t\t\tDomingo<\/td>\n<td style=\"padding: 13px\">\n\t\t\t\t28\/4<\/td>\n<td style=\"padding: 13px\">\n\t\t\t\t9h10<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><\/p>\n<div>\n<table bgcolor=\"#E6E6E6\" border=\"0\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width: 100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<div>\n\t\t\t\t\t\t<b><span style=\"color:#FF0040\">Apoie o <strong> GRANDE PR&Ecirc;MIO<\/strong><\/span><\/b><span style=\"color:#FF0040\">: garanta o futuro do nosso jornalismo <\/span><br \/>\n\t\t\t\t\t\t<br \/>\n\t\t\t\t\t\tO<strong> GRANDE PR&Ecirc;MIO <\/strong>&eacute; a maior m&iacute;dia digital de esporte a motor do Brasil, na Am&eacute;rica Latina e em L&iacute;ngua Portuguesa, editorialmente independente. 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A quebra do acordo n&atilde;o apenas irritou o &lsquo;Professor&rsquo; como foi o marco do in&iacute;cio daquela que viria a ser a maior rivalidade da F1 em todos os tempos<\/p>\n","protected":false},"author":0,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"42wp_featured_image_caption":"","42wp_featured_image_credits":"","42wp_featured_video":"","42wp_featured_image_hidden":false,"42wp_authors_list":[],"footnotes":"","42wp_breaking_news":false},"categories":[2],"tags":[1189,699,147,390,2394,90,794,1731],"42wp_author":[47110],"class_list":["post-137489","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-f1","tag-alain-prost","tag-ayrton-senna","tag-f1","tag-fernando-silva","tag-guerra","tag-mclaren","tag-na-garagem","tag-rivalidade","42wp_author-fernando-silva"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/137489","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=137489"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/137489\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=137489"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=137489"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=137489"},{"taxonomy":"42wp_author","embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_author?post=137489"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}