{"id":75706,"date":"2024-05-29T05:30:00","date_gmt":"2024-05-29T08:30:00","guid":{"rendered":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/noticias\/na-garagem-al-unser-jr-emerson-fittipaldi-muro-leva-indy-500-discordia\/"},"modified":"2024-05-29T10:04:54","modified_gmt":"2024-05-29T13:04:54","slug":"na-garagem-al-unser-jr-emerson-fittipaldi-muro-leva-indy-500-discordia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/indy\/na-garagem-al-unser-jr-emerson-fittipaldi-muro-leva-indy-500-discordia\/","title":{"rendered":"Na Garagem: Unser Jr v\u00ea Fittipaldi no muro e leva Indy 500 da disc\u00f3rdia"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Foi em 29 de maio de 1994 que <strong>Al Unser Jr. <\/strong>coroou um desempenho acachapante da <strong>Penske<\/strong> para vencer as <strong>500 Milhas de Indian\u00e1polis<\/strong> pela segunda vez. A prova, sempre lembrada por ser uma das mais dominantes j\u00e1 vistas no Speedway, acabou virando tamb\u00e9m o ponto de partida para a ruptura da <strong>Indy,<\/strong> que mexeu para sempre com o status do campeonato nos Estados Unidos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para explicar o que aconteceu na vit\u00f3ria de Little Al, \u00e9 importante voltar a 1979. \u00c0 \u00e9poca, os chefes de equipe <strong>Roger Penske, Dan Gurney e Pat Patrick<\/strong> lideraram um movimento de ruptura da United States Auto Club, a <strong>USAC<\/strong>, que exercia a governan\u00e7a e estabeleciam as regras do campeonato da Indy. Descontentes com os repasses de receita, fundaram a Championship Auto Racing Teams, a <strong>CART,<\/strong> e fizeram uma s\u00e9rie de exig\u00eancias, que ap\u00f3s serem recusadas, viraram embri\u00e3o de um campeonato concorrente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A USAC seguia sancionando e determinando o regulamento da Indy 500, e as equipes da CART n\u00e3o poderiam ficar de fora da principal corrida do mundo, apesar de tentativas de barrar os times na edi\u00e7\u00e3o de 1979, al\u00e9m da controversa desclassifica\u00e7\u00e3o de<strong> Bobby Unser<\/strong> em 1981, que teve a vit\u00f3ria devolvida meses depois. Com o tempo, o campeonato da USAC foi perdendo relev\u00e2ncia, com a CART soberana ao ponto de fechar um acordo de licenciamento e poder utilizar o nome de &#8216;Indycar&#8217; em 1992. De qualquer forma, a Indy 500 tinha um regulamento t\u00e9cnico diferente da CART, j\u00e1 que ainda era sancionada pela USAC.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.grandepremio.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/imagem_2024-05-28_162521941-1200x675.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-820724\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Al Unser Jr. e Emerson Fittipaldi (Foto: Associated Press)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os regulamentos eram quase iguais, mas tinham certas exce\u00e7\u00f5es. Uma delas dizia respeito a especifica\u00e7\u00f5es dos motores. A USAC tinha a mentalidade de diminuir os custos dos times que quisessem competir na Indy 500, possibilitando at\u00e9 o uso dos arcaicos motores small block, produzidos para carros de passeio. Por isso, os times poderiam pegar motores \u201cpushrod\u201d (OHV, com comando de v\u00e1lvulas por meio de varetas) de produ\u00e7\u00e3o em massa e modific\u00e1-los extensamente, desde que o bloco e poucas pe\u00e7as ainda fossem originais \u2013 al\u00e9m de existirem algumas restri\u00e7\u00f5es de projeto, como apenas duas v\u00e1lvulas por cilindro. Para compensar essas limita\u00e7\u00f5es, as unidades de pot\u00eancia poderiam ter 3,43l (contra 2,65l das regras da CART) e a press\u00e3o do turbo de chegava a 1860 hPa (enquanto os outros tinham o limite de 1520 hPa).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A artimanha havia se popularizado por meio dos Buick V8, que eram baratos e tinham muito torque, mas,&nbsp;em compara\u00e7\u00e3o aos concorrentes, ficavam devendo&nbsp;em confiabilidade e bebiam muito metanol. Foi com esse motor que Roberto Guerrero fez a pole em 1992,&nbsp;<a href=\"https:\/\/grandepremium.grandepremio.com\/br\/10\/materias\/os-maiores-vexames-da-indy-500\">para rodar ainda na segunda volta de apresenta\u00e7\u00e3o<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por outra raz\u00e3o&nbsp;nunca explicada e sem fazer alarde, a USAC tirou as limita\u00e7\u00e3o do uso de bloco de motor de produ\u00e7\u00e3o nas unidades OHV em 1991. Foi essa brecha no regulamento que Roger Penske viu. Em segredo, a Ilmor, que tinha virado parceira de motores da Penske em 1986, come\u00e7ou a desenvolver um motor OHV totalmente constru\u00eddo propositalmente para corridas, se aproveitando de todas as vantagens do regulamento \u2013 ainda que tamb\u00e9m houvesse desvantagens.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Poucos sabiam do projeto, mesmo na pr\u00f3pria Penske \u2013 um pequeno time de engenheiros e mec\u00e2nicos ficou respons\u00e1vel pela parte final da montagem&nbsp;nos EUA, trabalhando durante noites e madrugadas em uma oficina da&nbsp;Penske Truck Rental&nbsp;sem que o resto da equipe soubesse. O contato com a Ilmor, na Inglaterra, era feito por telefone&nbsp;e, quando era necess\u00e1rio enviar ou receber um pe\u00e7a, compravam assentos no Concorde para transport\u00e1-las.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nessa parte final, a Mercedes, que j\u00e1 era parceira da Ilmor na&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.grandepremio.com\/br\/f1\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">F1&nbsp;<\/a>e havia comprado a parte da empresa que estava nas m\u00e3os da Chevrolet, entrou e financiou o projeto \u2013 batizado oficialmente de Mercedes-Benz 500l.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.grandepremio.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/imagem_2024-05-28_162753570-1200x1200.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-820725\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">O controverso Mercedes-Benz 500l (Foto: Wikim\u00e9dia Commons)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A artimanha se tornou p\u00fablica no final de abril, quando o motor concluiu 500 milhas pela primeira vez em um teste em Michigan. Por isso, o&nbsp;burburinho era geral quando a Penske chegou ao Indian\u00e1polis Motor Speedway com o PC-23 equipado com aquela surpreendente usina de pot\u00eancia decorada com a estrela de tr\u00eas pontas. Dizia-se que o motor chegava aos 1.024 hp, que era entre 150 a 200 hp a mais que os V8 dos concorrentes. Outra grande vantagem era o torque, muito superior ao&nbsp;resto. Tudo isso para ser usado em uma \u00fanica corrida \u2013 e, podemos dizer&nbsp;tamb\u00e9m, em uma corrida \u00fanica. Mas, ser\u00e1 que o 500l aguentaria a prova inteira sem quebrar?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No Pole Day, Al Unser Jr., no Penske-Mercedes #31, garantiu o primeiro lugar no grid. Um surpreendente <strong>Raul Boesel,<\/strong> dirigindo um Lola-Ford da Dick Simon Racing, ficou em segundo, seguido pela Penske-Mercedes #2 de <strong>Emerson Fittipaldi<\/strong>. O terceiro carro de vermelho e branco, o #3, ficou de fora do primeiro dia da classifica\u00e7\u00e3o ap\u00f3s <strong>Paul Tracy<\/strong> sofrer uma concuss\u00e3o causada por um acidente nos treinos. Por isso canadense classificou o carro apenas no domingo, conseguindo o segundo melhor tempo do dia \u2013 e o 25\u00ba lugar do grid.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No dia 29 de maio, a luta pela vit\u00f3ria foi uma batalha quase particular entre Unser e Fittipaldi \u2013 <strong>Jacques Villeneuve<\/strong>, com um <strong>Reynard-Ford da Forsythe Green Racing, <\/strong>foi o \u00fanico intruso, assumindo a lideran\u00e7a quando a diferen\u00e7a de estrat\u00e9gias permitia. Ainda assim, a confiabilidade e o consumo eram preocupa\u00e7\u00f5es para a Penske.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No trecho final, o brasileiro e o norte-americano estavam em compassos diferentes. Fittipaldi havia liderado nada menos que 145 voltas e tinha ao menos um giro de vantagem em rela\u00e7\u00e3o a todos os concorrentes, incluindo o companheiro de equipe. Por\u00e9m, o bicampe\u00e3o da&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.grandepremio.com\/br\/f1\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">F1&nbsp;<\/a>fatalmente precisaria fazer um splash and go na volta 194 ou torcer para uma longa bandeira amarela, caso contr\u00e1rio teria uma pane seca. Para tentar chegar ao final, o #2 passou a andar mais devagar e foi ultrapassado pelo #31, descontando a volta atr\u00e1s. Al Jr n\u00e3o precisaria mais parar e acelerava para tentar assumir a lideran\u00e7a justamente no pit stop de Emerson.&nbsp;O brasileiro ent\u00e3o errou, deixou o carro escapar e acertou o muro no 184\u00ba giro. O leite da vit\u00f3ria era de Al Unser Jr.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.grandepremio.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/imagem_2024-05-28_163126128.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-820728\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Al Unser Jr. venceu a Indy 500 de 1994 (Foto: Indycar)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por\u00e9m, a corrida n\u00e3o acabou na bandeira quadriculada. O inovador motor da Ilmor dividiu USAC e CART. O \u00f3rg\u00e3o queria permitir a unidade de pot\u00eancia em 1995, ainda que preocupada com o aumento de custos causado pela medida. J\u00e1 a associa\u00e7\u00e3o dos construtores queria a proibi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Duas semanas ap\u00f3s a Indy 500, a USAC anunciou as regras para 1995: o Mercedes-Benz 500l (e qualquer outro que quisesse seguir a mesma brecha no regulamento) estava permitido, mas com uma press\u00e3o menor no turbo. Algumas equipes encomendaram motores \u00e0 Ilmor, enquanto Cosworth e Menard estavam considerando construir seus pr\u00f3prios OHV. Tudo isso trazia um cen\u00e1rio tenebroso para custos, no qual os times teriam um motor de 2,65l para a temporada regular e um pushrod espec\u00edfico para as 500 Milhas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A medida durou pouco. Por motivos que Roger Penske chamaria de \u201cpress\u00f5es pol\u00edticas\u201d, semanas depois a USAC baixou novas regras que neutralizaram a brecha no regulamento para o ano seguinte. Na pr\u00e1tica, o Mercedes-Benz 500l estava inviabilizado e nunca mais seria utilizado em competi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c0quela altura, Tony George, neto de Tony Hulman e presidente do Indian\u00e1polis Motor Speedway, n\u00e3o estava nada contente. O executivo acreditava que a categoria estava muito cara, corria muito em circuitos mistos \u2013 e a acusava de favorecer apenas as equipes nas decis\u00f5es pol\u00edticas. George havia pouco antes renunciado ao posto que tinha no conselho da CART por esses motivos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em julho, em meio a confus\u00e3o do regulamento, o executivo aproveitou a deixa para anunciar a pr\u00f3pria categoria, a Indy Racing League, que seria inicialmente sancionada em parceria com a USAC. A IRL contaria apenas com carros pr\u00e9-aprovados para participar, encerrando qualquer possibilidade de um time repetir o que a Penske havia feito. O Mercedes-Benz 500l foi a desculpa perfeita para que Tony George botasse seu plano em pr\u00e1tica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Indy 500 de 1995 foi a \u00faltima no modelo em voga at\u00e9 ent\u00e3o. Sem os pushrods, a Penske n\u00e3o s\u00f3 tinha perdido sua grande vantagem em rela\u00e7\u00e3o aos concorrentes, como o retorno aos tradicionais Ilmor V8 de 2,65l (agora chamados de Mercedes-Benz IC108B) deixou o time defasado em rela\u00e7\u00e3o aos dados que tinham da pista. Quando Roger Penske viu que n\u00e3o conseguiria classificar Fittipaldi e Unser Jr, chegou a coloc\u00e1-los em chassis Lola da Rahal-Hogan. Nem isso deu certo. Depois do amplo dom\u00ednio de 1994, Penske e seus dois pilotos ficaram de fora das 500 Milhas de Indian\u00e1polis de 1995.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em 1996, como prometido, Tony George iniciou seu novo campeonato. Ap\u00f3s ver evocado um \u201cbloqueio\u201d para entrada de mais de oito carros de fora da nova liga na&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.grandepremio.com\/formula-indy\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Indy<\/a>&nbsp;500, a CART passou a boicotar a prova \u2013 e foi em busca da internacionaliza\u00e7\u00e3o da categoria e inclusive criando a U.S.500, uma corrida em oval, no Michigan, no mesmo dia da Indy 500.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com o fim do contrato de licenciamento com IMS, em 1997, trocaram a express\u00e3o IndyCar por Champ Car.&nbsp;&nbsp;No mesmo ano, a IRL come\u00e7ou a usar um regulamento t\u00e9cnico completamente diferente da rival para diminuir custos,&nbsp;incluindo motores V8&nbsp;aspirados. O distanciamento havia se tornado inconcili\u00e1vel.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Essa hist\u00f3ria s\u00f3 mudaria a partir de 2000, quando a Chip Ganassi, at\u00e9 ent\u00e3o na CART, comprou um chassi G-Force com motor Oldsmobile e inscreveu Juan Pablo Montoya na principal prova da categoria dissidente \u2013 e o colombiano se sagrou o vencedor. Ao ver que, mesmo em um certame mais fraco, as 500 Milhas continuavam a ter toda a aten\u00e7\u00e3o da m\u00eddia e dos patrocinadores, Roger Penske engoliu o orgulho e foi participar da prova no ano seguinte.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Houve, no entanto, um por\u00e9m: as regras de publicidade de tabaco nos EUA permitiam, na \u00e9poca, que uma marca de cigarros estivesse presente no pa\u00eds em apenas uma categoria esportiva por vez. Como competia na CART com o nome da Marlboro em seus carros, a Penske foi proibida de usar a marca na IRL \u2013 e, dessa forma, Helio Castroneves conquistou a primeira vit\u00f3ria nas 500 Milhas em um carro sem patroc\u00ednio m\u00e1ster, ainda que mantivesse o design e as cores da caixa dos famosos cigarros.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para 2002, a Philip Morris, a dona da marca, bateu o p\u00e9: queria ver escrito Marlboro na mais prestigiosa prova do automobilismo norte-americano. Restou a Roger Penske romper com a categoria que havia ajudado a criar e migrar de vez para a concorrente. A Champ Car definharia at\u00e9 ser absorvida pela IRL \u2013 agora chamada de&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.grandepremio.com\/formula-indy\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Indy<\/a>Car \u2013 no in\u00edcio de 2008.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com o controverso motor Mercedes Benz 500l. Al Unser Jr. venceu as 500 Milhas de Indian\u00e1polis pela segunda vez, mas mais importante que isso: abriu a guerra que mudaria a Indy para sempre<\/p>\n","protected":false},"author":0,"featured_media":1000820729,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"42wp_featured_image_caption":"","42wp_featured_image_credits":"","42wp_featured_video":"","42wp_featured_image_hidden":false,"42wp_authors_list":[],"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[2980,28552,6133,1491,28285,35361,93,31011,232,82,29784,265,36027],"42wp_author":[47119,47127],"class_list":["post-75706","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-indy","tag-500-milhas-indianapolis","tag-calendario-indy","tag-classificacao-indy","tag-grande-premio","tag-grandepremio","tag-horarios-indy","tag-indy","tag-indy-2024","tag-indy-500","tag-mercedes","tag-onde-assistir-indy","tag-penske","tag-temporada-2024-da-indy","42wp_author-gabriel-carvalho","42wp_author-renan-martins-frade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/75706","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=75706"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/75706\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1000820729"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=75706"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=75706"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=75706"},{"taxonomy":"42wp_author","embeddable":true,"href":"https:\/\/grandepremio.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/42wp_author?post=75706"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}