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Ferrari nega que tenha decidido demitir Binotto do cargo de chefe de equipe na F1
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Ferrari nega que tenha decidido demitir Binotto do cargo de chefe de equipe na F1

Logo após o jornal italiano La Gazzetta dello Sport noticiar a decisão tomada, a Ferrari se adiantou para negar que definido por demitir Mattia Binotto

Pedro Henrique Marum

Publicado em

O que está acontecendo na Ferrari? Após a imprensa italiana afirmar que a equipe tenha tomado a decisão de demitir Mattia Binotto do cargo de chefe da equipe, a equipe italiana tomou as redes sociais para negar que tenha acontecido. O time garantiu que a posição de Binotto está segura.

Na realidade, o primeiro veículo a falar sobre o assunto foi a revista francesa Auto Hebdo, ainda na segunda-feira, ao afirmar que a ausência de Binotto nas últimas corridas escondia uma negociação para a cisão.

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Nesta terça-feira (15), o tradicional jornal italiano La Gazzetta dello Sport, cravou a informação: a Ferrari decidira sacar Binotto e tinha Frédéric Vasseur na mira para a linha sucessória.

Entretanto, a equipe resolveu aparecer. “Em relação à especulação de certos veículos de mídia sobre a posição do chefe de equipe da Ferrari, Mattia Binotto, a Ferrari afirma que esses rumores são totalmente sem fundamento”, garantiu.

A Ferrari defendeu a posição de Mattia Binotto (Foto: Ferrari)

Binotto é chefe de equipe da Ferrari desde 2019 e sempre foi bastante criticado por questões envolvendo as operações de corrida da equipe. No primeiro ano à frente do time, teve de lidar com a questão dos motores adulterados — Binotto vem exatamente da engenharia dos motores antes de se tornar chefe — e o acordo secreto com a FIA.

Depois, anos ruins e decisões de corrida e estratégicas jogaram contra o chefe. Até o ano passado, sabia-se que Binotto tinha o apoio de John Elkann, presidente da Ferrari, mas a Gazzetta afirma que esse apoio terminou neste ano, sobretudo com a decisão de prejudicar Charles Leclerc em prol de Carlos Sainz, que estava longe da briga pelo título, no GP da Inglaterra.

Mesmo com o melhor carro dos últimos anos, a Ferrari chega à última corrida de 2022 com chances de perder o vice do Mundial de Construtores para a Mercedes.