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Fórmula E

GUIA FE 2019/20: Pós-revolução, Fórmula E apara arestas e recebe novas gigantes

Um ano após as muitas e agressivas modificações nos carros e no livro de regras para revolucionar a categoria, a Fórmula E quer continuidade. Dentro disso, buscar aparar arestas e, ao mesmo tempo, conta com a consolidação de fábricas gigantes e a entrada de novas

Pedro Henrique Marum

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Neste momento há um ano, a Fórmula E encarava outro tipo de discussões. Como seria o novo carro, o que era o modo ataque, como ficaria a corrida sem pit-stops? Tudo foi respondido e, seja qual for a opinião do leitor, a categoria concluiu que foi um sucesso. Para a temporada 2019/20, a intenção é ajustar e fazer com que as pancadas de pista sejam menos preponderantes na disputa por posição. 

 
Não é a única coisa, claro. BMW e Nissan vão para o segundo ano de seus trens de força, ao passo que Mercedes e Porsche chegam de vez. A expectativa é que a Fórmula E veja crescimento do pelotão intermediário e uma embolada pesada com aqueles times que saírem na frente. É muito improvável que algum time dispare ou que se abra uma 'FE A' com duas ou três equipes, como na F1. 
 
Entre os pilotos, a Fórmula E recebe novatos de diferentes sortes. Brendon Hartley traz o calibre de um ex-F1 e, como Neel Jani, campeão mundial de endurance. Nyck de Vries é o atual campeão da F2 e vai para os carros elétricos de forma direta, ao passo que Nico Müller chega veterano do DTM. 
 
A temporada 2019/20 começa com amplas expectativas sobre as novas fábricas e um sistema arredondado. O que resta é saber o que vai acontecer.

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