Debaixo do guarda-chuva da Vicar/Grupo Veloci, de Lincoln Oliveira, a F4 Brasil se faz presente no Velocitta para a segunda etapa do campeonato 2026. Mas as coisas não começaram muito bem — ou melhor, continuam mal.
Na quinta-feira, o negócio já dava os primeiros sinais de que ia descambar quando o treino acabou paralisado porque simplesmente a organização errou o traçado convencional da pista de Mogi-Guaçu.
Daí chega a sexta-feira, e o temor é outro: não há peças de reposição. Tem equipe se ajudando e emprestando para a outra o que pode. Tem carro que tende a ficar parado nos boxes porque está esperando os componentes chegarem de São Paulo. Tem quem teme ir à pista e ter alguma avaria sabendo que o fim de semana está acabado.
O medo também decorre porque já houve caso no ano passado de piloto ter de abandonar o campeonato simplesmente porque não havia como consertá-lo após acidente.
Ou seja: o campeonato formador de pilotos basicamente impõe uma regra que, se bater, não corre. E, provavelmente, não só neste fim de semana no Velocitta. Ressalte-se: não é porque as equipes não pagam pelas peças.
Digamos que, por ser uma categoria de base, compõe o que se pode chamar de Várzea de Rodinhas. O caminho da F4 Brasil está mal traçado.