Enquanto a Fórmula 1 vê mais uma vez os dedos apontados para o regulamento de 2026 e a alta dependência da bateria depois do GP da Inglaterra, a Federação Internacional de Automobilismo (FIA), por meio Mohammed Ben Sulayem, solta ideias aqui e ali apontando possibilidades viáveis para a categoria. A última é a volta do reabastecimento, banido em 2009 por questões de segurança, mas que é visto com bons olhos pelo presidente da entidade.

Em termos de estratégias, realmente o reabastecimento pode aumentar a gama de possibilidades e criar situações mais imprevisíveis do que cada time planeja para a corrida, mas a impressão que fica é de mais um artifício para resolver um problema de competitividade que não deveria existir. Veja a análise de Luana Marino.

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