A segunda dobradinha para a Mercedes no ano pareceu bem tranquila, já que Lewis Hamilton e Valtteri Bottas largaram e viram a bandeira quadriculada em primeiro e segundo, respectivamente, neste domingo (30) em Spa-Francorchamps.
Mas como o próprio Hamilton afirmou ao fim da corrida, houve sim certo sofrimento, confirmado por Toto Wolff, o chefe da dupla. Tal como em Silverstone, quando o hexacampeão fechou a prova com só três rodas, e o finlandês saiu da zona de pontuação por um estouro, os pneus foram motivo de preocupação.
“Nosso ritmo eu creio que tenha sido bom, não tenho nada negativo a dizer. Só suamos um pouco no final porque os pneus estavam se deteriorando. Mas o mesmo aconteceu com Max [Verstappen, terceiro] e o final foi com todos nós cuidando dos pneus”, comentou o chefe.

Sobre a corrida na Bélgica, ele se limitou a tal análise. Mas, como dirigente, Wolff quis comentar também sobre o fim do ‘modo festa’, programado para o GP da Itália do próximo final de semana.
O ‘modo festa’ é o conjunto de ajustes que aumentam a potência dos motores durante o treino de classificação, e a Mercedes é especialista nisso. A ponto de Wolff crer que seu término é perseguição com a equipe.
“A FIA quer nos atrasar e isso é irritante, porque tira os créditos ao nosso pessoal na fábrica, que nos leva ao limite. Isso acontece quando você ganha tantas corridas, os outros se unem contra”, concluiu.
A Fórmula 1 volta a acelerar já no próximo fim de semana com a disputa da oitava etapa do campeonato, o tradicional GP da Itália, que vai ser disputado no circuito de Monza. O GRANDE PRÊMIO acompanha tudo AO VIVO e em TEMPO REAL.